IMPEACHMENT: O QUE NIXON, COLOR DE MELO, E DILMA TEM A VER UM COM O OUTRO OU PAGAR PARA VER OU RENUNCIAR E NÃO SOFRER CONDENAÇÕES NEM SANÇÕES

IMPEACHMENT: O QUE NIXON, COLOR E DILMA TEM A VER UM COM O OUTRO? ( OU PAGAR PARA VER OU RENUNCIAR E NÃO SOFRER SANÇÕES)

Agora que a Câmara autorizou que o Senado dê início ao processo de impeachment de Dilma ocorreu-me pela manhã o mesmo questionamento que me foi feito em minha prova oral de admissão à Cátedra da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul pelo Dr. Carlos Silveira Noronha, um dos componentes da banca de doutores que me questionou. Perguntou-me ele, à queima roupa, com uma pergunta daquelas de algibeira que sacava como se fosse o seu antigo relógio de bolso: Qual a razão que o Presidente Nixon, dos Estados Unidos da América, renunciando, não sofrera o processo e, no entanto, no mesmo caso de impeachment, Color de Melo, mesmo renunciando, sofreu o processo até o final, resultando  na perda de seus direitos políticos pelo prazo de 8 anos? Lembro aqui, que Color foi processado concomitantemente por crime de responsabilidade, perante o Congresso, em que a Câmara autorizou e o Senado, presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, o condenou. Com respeito ao processo de crime comum que, bifurca-se, pois autorizado pela Câmara é julgado pelo Supremo Tribunal Federal, Color de Melo foi totalmente absolvido das imputações que o tipificavam como corrupto por ausência da estrita tipificação e de pressupostos materiais e formais que consolidassem aquela pretensa tipificação inicial. Lembro aqui que o processo de impeachment brasileiro está no bloco de constitucionalidade do Brasil desde a constituição monárquica sendo que nela cabia o impeachment só com relação aos ministros de estado sendo o monarca isento em razão do brocardo “the king do not wrong” (o rei não erra!). Com a adoção da república, por influência de Ruy Barbosa, da mesma prova o instituto do impeachment foi transplantado para nosso bloco de constitucionalidade permanecendo nas constituições de 1946, 1967, 1969 e 1988, com leves alterações numas e noutras, mas mantendo o mesmo modelo que foi complementado pela lei 1079\1950. Se o nosso impeachment alcança só o Presidente da República, seu Vice, os Ministros de Estado, os Ministros do Supremo Tribunal Federal, no entanto, não alcança os demais funcionários do Estado como o instituto americano que é mais amplo, pois abarca todos estes nominados e inclusive os demais funcionários do estado e juízes, que o nosso impeachment não alcança. Da mesma forma o impeachment americano sendo mais amplo do ponto de vista das autoridades à serem removidas e assim impedidas, da mesma forma, em sua caracterização do ponto de vista penal ou criminal é muito mais amplo não necessitando a caracterização explicita da tipificação estrita cabendo, inclusive, casos de traição, ao até a mera incompetência administrativa para tal. Já o processo de impeachment nacional, além de ter um número restrito de órgãos de estado à ocupar um eventual polo passivo na relação processual constitucional bifurca-se em dois tipos de crimes que são julgados por órgãos diferentes. Os crimes comuns, àqueles da legislação penal ou correlata, que são julgados pelo Supremo Tribunal Federal. No caso Color o Procurador Geral da República os denunciou diretamente ao Supremo sem colher a aquiescência da Câmara. Existindo também os chamados crimes de responsabilidade constantes no art. 85 da constituição e que estão no bloco de constitucionalidade, sendo que quase todas as constituições os repetem, que são explicitados numa maior abertura pela Lei 1079 de 1950 recepcionada pela Constituição de 1988, em que os crimes de responsabilidade são aqueles que subsumem ações que venham a preencher um iter penal aberto, ou como cognomina a doutrina, tipos penais abertos. No Brasil os defensores sectários de presidentes transportam para o processo constitucional do impeachment, por conveniência na defesa, de contrabando, conceitos de direito criminal e penal, seja, as lições de Binding à respeito da tipificação estrita. Estão equivocados àqueles, que de boa fé, utilizam e transportam, com compasso e esquadro, ou transferidores, os conceitos criminais para esta área, o direito constitucional, pois incabíveis, com relação aos crimes de responsabilidade, àqueles conceitos. Na realidade os incisos do art. 85 da Constituição de 1988, abertos pelos seus similares proporcionais, na Lei 107 de 1950 são o que a doutrina cognomina de tipos penais “em branco” ou “abertos” que são tipos preenchidos com conceitos morais e políticos em razão da natureza diversa desta jurisdição constitucional. O processo de impedimento por crimes comuns, que eventualmente pode tramitar perante o Supremo Tribunal Federal, como no caso Color, este sim, por idêntica natureza, tem a característica e restringe-se as regras e mandamentos imperativos do direito criminal. Mas quais as diferenças e semelhanças entre os casos Nixon, Dilma e Color? As diferenças entre Nixon e Color, que foi objeto da pergunta do professor Noronha, em minha banca de arguição para obtenção da Cátedra de Direito na Faculdade da UFRGS, respeitam simplesmente aos momentos das renúncias. Ambos renunciaram. No entanto os efeitos das duas renúncias são diferentes. Porque Nixon fez com sua renúncia cessar o processo de impeachment por responsabilidade e Color não? Está é a pergunta e que não está em nenhum manual de direito e nem na melhor obra sobre Impeachment, a de meu saudoso confrade e amigo da Academia Rio-Grandense de Letras, o Dr. Paulo Brossard de Souza Pinto, que da mesma forma que eu, em livro sobre Impeachment, não à abordamos. Sob o aço da lâmina viva da pergunta na banca de arguição comecei a “dar tratos à bola” e, em segundos, perquirir em minha memória as aulas de processo civil e, exatamente nelas, consegui, com argúcia e presteza satisfazer a resposta necessária à pergunta do Dr. Carlos Noronha. O Processo de Nixon fora autorizado pela Câmara dos Deputados do Congresso Americano mas, no entanto, Nixon renunciou antes da abertura do processo no Senado. Não assinou à notificação de abertura do processo no Senado por que não deixou que a situação chegasse nesta fase. Antecipou-se e renunciou antes do processo. Color de Melo ao contrário lutou contra o processo de impeachment na Câmara e resistindo deixou que ele chegasse no Senado, sendo que em momento histórico, acompanhado de sua esposa e de um grande séquito, percorreu a esplanada assinando a notificação do Senado de abertura do processo contra ele. Assim, com esta assinatura VINCULOU-SE ao processo. Lembro os leitores, não os da área jurídica que já sabem este dado, mas os de outra área, que a relação processual estabelece-se com a citação do réu. O autor pode desistir da ação antes da citação do réu mas, após a citação do réu, a desistência da ação só pode se fazer com a aquiescência do réu. Assim é que com a citação e a  sua formalização, que se deu no momento do lançamento da assinatura da contra-fé pelo réu Collor de Melo, este ficou inexoravelmente vinculado e ligado ao processo até seu término. Dilma, se quiser preservar os seus direitos de cidadania passiva, seja àqueles que lhe dão direito a poder se candidatar à cargos representativos ou políticos e inclusive ocupar cargos públicos, terá de RENUNCIAR antes da citação do Senado pois se não o fizer e for condenada, sofrerá a mesma pena de Collor perdendo os direitos de cidadania decorrentes do alistamento eleitoral e da satisfação de suas obrigações de comparecimento às eleições como todo eleitor e cidadão que possui, o direito de votar e ser votado e inclusive, ocupar cargos públicos. Collor de Melo pagou para ver. Dilma, jogando este pôquer político, pagará com a perda de seus direitos políticos, para ver?! A lição do direito americano e nacional é que o processo de impeachment, por crime de responsabilidade, tem simplesmente o condão e o escopo de REMOVER a autoridade do cargo, nada mais do que isto. Obtido o resultado, cessa o processo o que não é o caso dos processos por crimes comuns que a perseguição criminal, pelo Ministério Público, não cessa até a averiguação da existência da autoria, do crime, e de sua prática em sua forma tentada, eventual, culposa ou dolosa.

IMPEACHMENT É GOLPE? (A LIÇÃO QUE DILMA E SEU PARTIDO NÃO COLHERAM EM MEUS ARTIGOS)

IMPEACHMENT É GOLPE?! DILMA E SEUS CORRELEGIONÁRIOS DEVERIAM TER LIDO DOIS DE MEUS ARTIGOS PARA NÃO COLIDIREM CONTRA A PAREDE DO CONGRESSO NACIONAL. DILMA SE LEU…LEU SÓ O PRIMEIRO…E NÃO LEU O SEGUNDO , MAIS ANTIGO, E QUE, EM CONJUNTO ELUCIDAM O FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS SOB A CONSTITUIÇÃO DE 1988.

  1. O PRIMEIRO ARTIGO SE INTITULA “DILMA E A GOBERNABILIDADE” E FOI PUBLICADO EM 2012 E ESTÁ NESTE SITE:  http://www.sergioborja.com.br/?p=3    FEZ TANTO SUCESSO QUE SE REPRODUZIU POR VÁRIOS SITES DA INTERNET.

       2 . O SEGUNDO ARTIGO SE INTITULA “UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ VERÃO OU SEJA, UM  PRESIDENTE SÓ NÃO FAZ VERÃO” FOI ESCRITO EM 2002 E EXPLICITA O QUE ACONTECEU COM A CONSTITUIÇÃO DE 1988 E COM O PROCESSO DE IMPEACHMENT DEPOIS DE COLOR. ENTRE O PODER MONOCRÁTICO DO EXECUTIVO E O PODER PLÚRIMO DO CONGRESSO NACIONAL, O LEGISLADOR CONSTITUINTE DE 1988, TEMENDO AS DITADURAS MONOCRÁTICAS, PREFERIU A DITADURA PLÚRIMA DO CONGRESSO NACIONAL SEM SABER OU NÃO CALCULANDO A TRANSFORMAÇÃO HISTÓRICA DA MAIORIA, CORRUPTA, COM POUQUÍSSIMAS EXCEÇÕES, NUMA VERDADEIRA DITADURA CIVIL. A DEMOCRACIA NO BRASIL, SE É QUE EXISTE, É O CONSENSO ENTRE VÁRIAS MÁFIAS E NÃO O DE UMA SÓ. NÓS POBRES MORTAIS , NA PLANÍCIE, DEVEMOS ESCOLHER NOSSOS “AMIGOS” POIS MANDA QUEM PODE E OBEDECE QUEM PRECISA NUM REGIME FEUDAL DO QUEM INDICA E DO APARELHAMENTO ESTATAL E DAS INSTITUIÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL. QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!   TENHO CERTEZA QUE TEMOS DE FAZER AMPLAS REFORMAS POLITICAS, ELEITORAIS E PARTIDÁRIAS TERMINANDO COM A PROFISSÃO DE POLÍTICO ATRAVÉS DA EXTINÇAO DA REELEIÇÃO E DO REGIME DO QUEM INDICA QUE SÃO METODOS TRANSPLANTADOS DA CONSTITUIÇAO AMERICANA DE 1787, COM MAIS OU MENOS 250 ANOS E QUE NÃO SERVEM MAIS PARA CONFIGURAR UM REGIME REALMENTE REPUBLICANO E DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO POIS SÃO FEITOS SOB OS DADOS VICIADOS DE UMA PARTIDOCRACIA CLEPTOCRÁTICA E CORRUPTA QUE A MODO DAS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS SE ADONA DO PODER E DO ESTADO, INDICANDO SEUS APANIGUADOS ATRAVÉS DO DOMÍNIOS DOS CARGOS EM COMISSÃO, DOS MINISTÉRIOS, DA INDICAÇÃO DE JUÍZES E CONSELHEIROS DOS TRIBUNAIS DE CONTAS QUE COMPLETAM A CHAVE DE CÚPULA PARA SEDIMENTAR SEU PODER INVISÍVEL E IMPESSOAL, MAS NO ENTANTO, DITATORIAL E ESPÚRIO DE UMA VERDADEIRA DITADURA CIVIL ONDE AS EMINÊNCIAS PARDAS SE ALOJAM NAS PREGAS DESTE PODER COMO CARRAPATOS E PARASITAS DESTA ESTRUTURA MEDIEVAL E CLIENTELISTA. QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA . EIS AQUI O SEGUNDO ARTIGO ESCRITO EM 2002 – UMA DIFERENÇA DE 10 ANOS ENTRE UM E OUTRO – QUANDO FUI APROVADO EM MEU CONCURSO DE PROFESSOR PARA A FACULDADE DE DIREITO DA UFRGS DEFENDI EM PROVA ESCRITA A TESE DA PARLAMENTARIZAÇÃO DO SISTEMA PRESIDENCIAL NACIONAL QUE OUTROS COGNOMINAM DE PRESIDENCIALISMO DE COALIZÃO!   OS TERMOS DE MEU ARTIGO SÃO SEUS FIADORES: http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj8-4m4oZXMAhWEHJAKHQXyCGQQFggcMAA&url=http%3A%2F%2Fwww.sergioborja.com.br%2FSITE_ANTIGO_UFRGSS%2FUM%2520PRESIDENTE%2520SA%2520NAO%2520FAZ%2520VERAO.pdf&usg=AFQjCNHElAXGfe2i7g3SJYf173jLkdrGRA

ABAIXO O PRIVILÉGIO DE FORUM (COMPETÊNCIA “RATIONE PERSONAE”)

EU, SÉRGIO AUGUSTO PEREIRA DE BORJA, ANTIGO PROFESSOR DE DIREITO CONSTITUCIONAL DAS FACULDADES DE DIREITO DA UNISINOS, PUCRS E PROFESSOR DE DIREITO DA FACULDADE DE DIREITO DA UFRGS POR INÚMEROS ANOS, ASSINO EM BAIXO DO EDITORIAL DO JORNAL ZERO HORA PUBLICADO EM SUA PÁGINA 30 EM 09.04.2016, INTITULADO “JABOTICABA JURÍDICA”. PRELECIONO A REALIZAÇÃO DE REFORMAS POLÍTICAS, PARTIDÁRIAS E ELEITORAIS, COM REALIZAÇÃO DE UMA CONSTITUINTE QUE EXTINGA A REELEIÇÃO PARA OS EXECUTIVOS E LEGISLATIVOS DIMINUINDO A POSSIBILIDADE DE REELEIÇÃO, INSTITUINDO UMA REAL DEMOCRACIA INTERNA PARTIDÁRIA PROIBINDO A REELEIÇÃO NO SEIO DOS PARTIDOS COM FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA DESMONTAR HEGEMONIAS INTERNAS OU A CONCENTRAÇÃO DE VERBA PARTIDÁRIA QUE É USUALMENTE E CRIMINOSAMENTE DIVIDIDA SÓ ENTRE O GRUPO DOMINANTE QUE SÃO OS MESMOS HÁ ANOS. PROIBIÇÃO DE EXISTÊNCIA DE CARGOS EM COMISSÃO E INSTITUIÇÃO DO TIPO CRIMINAL DE APARELHAMENTO DO ESTADO , SEJA ADMINISTRAÇÃO DIRETA OU INDIRETA COM EXTINÇÃO DO FORUM PRIVILEGIADO QUE BLINDA VAGABUNDOS QUE SE APODERAM DO ESTADO NACIONAL PARA USO PRÓPRIO DESVIANDO-O DE SUA FINALIDADE E ESCOPO PRINCIPAL QUE É O BEM COMUM, O FIM PÚBLICO E A FELICIDADE GERAL DA NAÇÃO E DO POVO SOBERANO. FIM DO REGIME CLIENTELISTA E FEUDAL DE COMPADRIO DO “QUEM INDICA” COM A RACIONALIZAÇÃO E EXTINÇÃO DESTE REGIME PARA PREENCHIMENTO DAS CORTES JURÍDICAS E DOS TRIBUNAIS DE CONTAS QUE APARELHAM O ESTADO COM VERDADEIRAS MÁFIAS, QUE AO INVÉS DE DEFENDENDEREM O ESTADO E O POVO, DEFENDEM SUAS QUADRILHAS E SEUS INTERESSES EXCUSOS APODERADOS DO ESTADO E NO ESTADO CONTRARIANDO OS FUNDAMENTOS ONTOLÓGICOS DO DIREITO CONSTITUCIONAL E PÚBLICO.  SAÚDO O JORNAL ZERO HORA PELA VISÃO DE SEU EDITORIALISTA NA CONSTRUÇÃO DE UM REAL ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO VERDADEIRAMENTE REPUBLICANO QUE NÃO SE EQUIVOCA SOBRE O CANTO DAS SEREIAS DAS IDEOLOGIAS ONIPOTENTES E ONICIENTES QUE QUEREM DESTRUIR A DIVERSIDADE E MULTIPLICIDADE DE CONVIVÊNCIA HARMÔNICA ENTRE OS DIVERSOS NO SEIO DA SOCIEDADE CIVIL PARA, CRIANDO A GUERRA ENTRE OS DIVERSOS, ADMINISTRAR OS CONFLITOS, ENFRAQUECENDO O ESTADO NACIONAL E USANDO-O COMO AGÊNCIA DE MANIPULAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SEU PODER EXCLUSIVO, COMO ESTAMOS CONSTATANDO E VIVENCIADO ESTA TENTATIVA HISTÓRICA ATUAL DE EMPALMAR O PODER ATRAVÉS DO ARTIFÍCIO DA CORRUPÇÃO DISSEMINADA COM JUSTIFICATIVAS IDEOLÓGICAS E DOUTRINÁRIAS DE SALVAMENTO E REDENÇÃO DA POBREZA QUE NÃO ENCONTRAM ASILO NA REALIDADE QUE COMPROVA A BRAVATA MENTIROSA DE UMA ARGUMENTAÇÃO PROFUNDAMENTE POPULISTA, DEMAGÓGICA E ENGANOSA.

JABUTICABA JURÍDICA –   EDITORIAL DE ZH DE 09.04.2016

Foto: Edu Oliveira / Arte ZH

Como a frutinha que nasce diretamente no tronco da árvore, só existe no Brasil esta deformação jurídica chamada “foro privilegiado”, que contraria frontalmente o princípio republicano de que todos os cidadãos são iguais perante a lei. Por equívoco ou esperteza dos legisladores, a Constituição Brasileira garante essa prerrogativa a um conjunto amplo de autoridades federais, possibilitando-lhes prestar contas à Justiça apenas diante de colegiados ou cortes superiores, enquanto os demais cidadãos são processados perante um juiz de primeiro grau.

O debate em torno deste tema é antigo, mas volta à atualidade a partir da polêmica nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil pela presidente Dilma Rousseff. Suspenso por decisões judiciais provisórias, o ato poderá ser definitivamente anulado se o Supremo Tribunal Federal acatar o parecer do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que considera a nomeação uma fraude à Justiça e uma tentativa de livrar o ex-presidente do juiz Sergio Moro, mediante proteção da prerrogativa de função.

Classificado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, como “uma reminiscência aristocrática genuinamente nacional, sem réplicas de abrangência comparável em outras democracias”, o foro privilegiado deforma o papel das cortes superiores e facilita manobras por parte dos investigados que podem levar à prescrição e à impunidade. Barroso sugere que a prerrogativa de julgamento na Corte Suprema deveria ser restrita a um número pequeno de autoridades, como os presidentes dos três poderes e o procurador-geral da República.

Para reduzir a abrangência da distinção, porém, seria necessária uma emenda constitucional que redefinisse o instituto do foro especial para políticos e autoridades. Como os parlamentares fazem uso da prerrogativa em benefício próprio — e não em defesa do Estado democrático de direito, finalidade para a qual foi criada —, só mesmo com muita pressão popular será possível uma revisão. Enquanto isso não ocorrer, os brasileiros terão que passar por situações constrangedoras como essa inusitada tentativa de obstrução da Justiça por parte da própria presidente da República.

A IDEOLOGIA DA OAB É A CONSTITUIÇÃO FEDERAL

A ideologia da OAB é a Constituição Federal

DR. Cláudio Lamachia

Presidente da OAB Nacional

É inegável o clima de tensão que envolve o cenário político brasileiro atual. Ao longo dos últimos dois anos, nada foi mais veemente no noticiário do que os desdobramentos da operação Lava Jato. O desencadeamento de cada uma das operações e suas revelações pela imprensa demonstram o quão deturpado se tornou o quadro político atual. A OAB, hoje acusada de golpista por quem coloca convicções políticas acima dos interesses da coletividade, tem papel fundamental na depuração do ambiente político.

Exemplo claro do protagonismo da OAB Nacional foi uma ação proposta pela entidade que logrou acabar com o financiamento empresarial em campanhas eleitorais. Parece-me que, hoje, qualquer cidadão que acompanhe o noticiário consegue enxergar a gravidade das relações entre empresas, partidos e candidatos. As consequências, como bem podemos ver, são tormentosas, e, ainda assim, fundamentais para o amadurecimento do Estado Democrático de Direito.

Há os que não reconhecem a importância da OAB neste processo. Há também os que teimam em fazer pairar uma nuvem de dúvidas sobre uma decisão amplamente discutida pela advocacia ao longo de mais de meio ano e sem apontar um único fundamento jurídico.

O impeachment da presidente da República é defendido pela OAB por entender que existem indícios suficientes de crimes de responsabilidade descritos no art. 85, incisos II, V, VI e VII, da Constituição Federal; e no art. 9.º, inciso 7, art. 10, incisos 4 e 6, e art. 12, inciso 1, todos da lei 1.079/50. A decisão tomada pelos representantes dos Estados e do Distrito Federal — eleitos pelo voto direto dos quase um milhão de advogados — foi técnica e teve o posicionamento favorável de 26 estados, com apenas um voto contrário. O processo de análise do impeachment não durou 48h como tentam — por má-fé ou desinformação – emplacar junto à imprensa. Pelo contrário, ele se iniciou em setembro de 2015, chegando a 2016 com uma consulta às bases da advocacia, as mesmas que foram eleitas pelo voto direto dos quase um milhão de advogados. Respeito a posição contrária do expresidente Marcelo Lavenère, repercutida na coluna de ontem de Juremir Machado, e de outro ex-dirigente da entidade que hoje está na política, mas reafirmo que a OAB não pode se mover por paixões político-partidárias e demais interesses eleitorais que movem alguns dos exaltados acusadores.

A OAB tem como ideologia a Constituição Federal. Aliás, até o momento não vimos nenhuma crítica técnica para desconstruir a posição jurídica da OAB. A entidade não é um partido, tampouco será comandada pelas ideologias, sejam elas quais forem, e qualquer pessoa que acredite e defenda verdadeiramente a democracia compreende e respeita as opiniões e decisões contrárias a sua vontade, especialmente quando tomadas de maneira tão democrática. Isso se chama maturidade no exercício da democracia. Devemos defender e praticar a democracia, respeitando a posição da maioria, quase unanimidade dos estados.

 

(EU, SÉRGIO AUGUSTO PEREIRA DE BORJA, INSCRITO NA OAB\RS SOB Nº 8629, DISTINGUIDO PELA MESMA COM A OUTORGA DA  COMENDA OSVALDO VERGARA, ANTIGO PROFESSOR DE DIREITO CONSTITUCIONAL DA UNISINOS E PUCRS; ANTIGO PROFESSOR DE DIREITO DA FACULDADE DE DIREITO DA UFRGS. – PRIMEIRO CIDADÃO BRASILEIRO A PROCESSAR COLLOR DE MELO; AUTOR DO LIVRO IMPEACHMENT E SIGNATÁRIO DE INÚMEROS PROCESSOS DE IMPEACHMENT INCLUSIVE CONTRA LULA E DILMA VANA ROUSSEFF, FAÇO MINHA AS PALAVRAS DO ILUSTRE PRESIDENTE E ASSINO EM BAIXO DE SUAS RAZÕES PELO BEM DO BRASIL E DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.)

 

OS CRIMES DE LULA NÃO SÃO CONTRA O CÓDIGO PENAL. SÃO CONTRA A CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO!

OS CRIMES DE LULA NÃO FORAM CONTRA O CÓDIGO PENAL. FORAM CONTRA A CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO!

Os delitos supostamente praticados por Lula, no caso do sitio de Atibaia e no do Triplex do Guarujá,  foram contra o artigo VI da Convenção Interamericana contra a Corrupção (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4410.htm )    . Por este tratado assinado e internalizado pelo Brasil não é necessário que os imóveis referidos sejam de propriedade de Lula como o MP quer provar. Basta tão somente, pelo tipo descrito no supra Tratado Internacional, que “o requerimento ou a aceitação, direta ou indiretamente, por um funcionário público ou uma pessoa que exerça funções públicas, de qualquer objeto pecuniário ou outros benefícios como dádivas, favores, promessas ou vantagens para si mesmo ou para outra pessoa ou entidade em troca da realização ou omissão de qualquer ato no exercício de suas funções públicas;” A forma passiva do crime é tratada na alínea “a” do artigo em epígrafe sendo que a alínea “b” trata não do corrupto, mas do corruptor, e de seu enquadramento tipificando-o com detalhe. Por este tratado firmado pelas nações americanas e devidamente depositado na sede da OEA e ainda internalizado e chancelado pelo Brasil através de Decreto Legislativo:  “Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Ramez Tebet, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte

DECRETO LEGISLATIVO Nº 152, DE 2002

Aprova o texto final, após modificações de cunho vernacular, em substituição àquele encaminhado pela Mensagem 1.259, de 1996, da Convenção Interamericana contra a Corrupção, concluída originalmente em Caracas, em 29 de março de 1996.

O CONGRESSO NACIONAL DECRETA:

Art. 1º Fica aprovado o texto final, após modificações de cunho vernacular, em substituição àquele encaminhado pela Mensagem 1.259, de 1996, da Convenção Interamericana contra a Corrupção, concluída originalmente em Caracas, em 29 de março de 1996, com reserva para o art. XI, c.

Parágrafo único. Ficam sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que alterem a referida Convenção, assim como quaisquer ajustes complementares que, nos termos do inciso I do art. 49 da Constituição Federal, acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.

Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

Senado Federal, em 25 de junho de 2002

SENADOR RAMEZ TEBET

Presidente do Senado Federal

Assim é que nenhum cidadão no Brasil inteiro possui “amigos” que gastam milhões de reais propiciando reformas e facilidades em imóveis, à semelhança de Lula,  para uso de deleite e recreio de suas famílias! O interesse de pretensos “amigos” sejam eles pessoas físicas ou jurídicas só aparecem e se materializam quando o cidadão em pauta ocupa um lugar chave no Estado Nacional ou em sua administração indireta!! Eu desafio qualquer cidadão que não tenha algum cargo público que nomine a existência ou a “felicidade” de ter amigos tão generosos como Lula sem ocuparem cargos públicos de onde se possa esperar o funcionamento da regra de São Francisco adulterada pela hipocrisia: “Pois é dando que se recebe”! Ninguém prega pregos sem estopa neste mundo, como diz o ditado popular e como pregava Baruch Espizosa em seu Tratado Político à respeito do utilitarismo ou da lei da mútua retribuição!!!  Os corruptores cercam os funcionários dos legislativos, dos executivos, e inclusive dos judiciários com os “presentinhos” que aparecem na forma de brindes e “mimos” como cestinhas de Natal e de Páscoa e otras cocitas más que fazem parte “sociológica” da distorção de caráter do brasileiro embrenhado no “jeitinho brasileiro” e atolado na “lei de Gerson” que pretende levar vantagem em tudo. São os meandros e a “malandragem” empresarial que tenta azeitar à maquina ou flexibilizar a regulação exagerada que tem um custo terrível para a Sociedade Civil e é intermediada através dos cartórios estatais de um Estado em condições de putrificação e desabamento frente a desregulação terrível que introjeta-se no âmbito do Estado Nacional. É o Facebook que torna obsoletos os cartórios dos jornais e da televisão, dando suas notícias com antecipação de até dois dias e sem enquadrar-se em ter lado ou posição não preservando cartórios ou conveniências de abafamento de divulgações; é como o Whatsapp e o Messenger que estouram a conta de telefonia dos cartórios das companhias telefônicas subtraindo bilhões de reais de seus lucros através de roome e ligações internacionais ou nacionais; é o Uber que rebenta com o cartório antiquado dos táxis; é o Youtube e os canais de televisão, músicas, que destroem a tecnologia e os direitos de gravação em cds, dvds, long plays, ou outras tecnologias defasadas; são as Moedas que na Guerra das Moedas sob a batuta da grife do dólar, que domina 78% do comércio internacional, alinha-se com o Euro em busca de uma longínqua paridade com o Yuan ou Renmimbi chinês, que ancorando o capital dos ologopólios globalizado, com seus dumping monetário, dumping social, e mais valia advinda de um número bilhonário de trabalhadores que supera ou iguala-se com seus compradores e importadores, reforça a crise da GUERRA DAS MOEDAS que é o NOVO FENÔMENO DA DESREGULAÇÃO TOTAL!!! É da mesma forma a valorização do mundo virtual transformado nas maiores companhias e ativos como Google, Facebook, Microsoft, do Nasdaq, contra os ativos físicos do mundo real ancorados no Dow Jones onde a propriedade física regulada pelos velhos códigos romanos diminui seus ativos comparada com a virtualidade dos novos direitos virtuais, sendo que até a mais antiga das profissões, a prostituição, abre falência ou esmaece frente a liberalização e a informalização das relações. A relação dos órgãos do estado com órgãos de empresas e empresários foi tratada de forma pejorativa na obra prima de John Kenneth Galbraith, “O Novo Estado Industrial”, quando foca na mistura dos interesses do Estado Nacional com as grandes empresas e investimentos. O Brasil não regulou e não tem uma lei sobre os “lobbies” como os Estados Unidos da América sendo urgente a definição de posturas éticas e legais neste relacionamento. A Convenção Interamericana contra a Corrupção, celebrada no âmbito da OEA é um marco nas relações da regulação da área PÚBLICA com a PRIVADA recebendo um acervo de parâmetros através da OCDE e crescendo até a adoção pelas Nações Unidas, em 31.10.2003 de se sua Norma Internacional contra a Corrupção que foi internalizada através do Decreto 5657 de 31.01.2006 no Brasil (http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/96018/decreto-5687-06 ).  Assim é que ambos os Tratados, assinados e internalizados pelo Brasil, tipificam a ação pretensamente praticada pelo ex-presidente Lula, agora acusado, sendo leis internas brasileiras por força da Constituição em virtude de terem sido internalizadas através de Tratado Legislativo devidamente chanceladas pelo Congresso Nacional e a Presidência da República sendo assim, ambas as Convenções e Tratados, devidamente internalizadas no território pátrio.

PROFESSOR SÉRGIO BORJA – ANTIGO PROFESSOR DAS FACULDADES DE DIREITO DA UFRGS, PUCRS E UNISINOS;

COLABORADOR DO CLAD – CENTRO LATINOAMERICANO DE DESARROLLO DEL ESTADO – http://www.clad.org/

AUTOR DO LIVRO (ENTRE OUTROS)– TEORIA GERAL DOS TRATADOS E A LUTA PELA UNIÃO LATINO-AMERICANA – http://www.livrariadoadvogado.com.br/mercosul/teoria-geral-dos-tratados-mercosul-0858778717

TRADUTOR PARA O PORTUGUÊS DA OBRA “LA CONVENCIÓN INTERAMERICANA CONTRA LA CORRUPCIÓN” DE CARLOS MANFRONI – JURISTA ARGENTINO COM COMENTÁRIOS DO DR. RICHARD WERKSMAN – DO DEPARTAMENTO DE ESTADO AMERICANO NO COMBATE A CORRUPÇÃO – EDIÇÃO ABELEDO-PERROT –DE 2001 – BUENOS AIRES; http://www.oas.org/juridico/spanish/Publi22.html

CONFERENCISTA PERANTE A OFICINA DA ÉTICA PUBLICA, NA BIBLIOTECA NACIONAL – REPRESENTANDO A FACULDADE DE DIREITO DA UFRGS E A SUB-SECÇÃO DA OAB\RS – NA RECOLETA EM BUENOS AIRES…

GUERRA DAS MOEDAS E O DESABAMENTO DAS NAÇÕES DITATORIAIS OU REGULADAS COMO UM JOGO DE DOMINÓ!!

que você está pensando?

 

AÍ NESTA FOTO TODOS JÁ CAIRAM OU ESTÃO EM PROCESSO DE QUEDA…A DESREGULAÇÃO DA GUERRA DAS MOEDAS COMEU TODO O NORTE DA ÁFRICA LEVANDO KADAFI DA LIBIA, A ESQUERDA,,,E DEPOIS MUBARAK, O DO CENTRO DO EGITO…E A GUERRA DAS MOEDAS AGORA ESTÁ ATUANDO NA AMÉRICA DO SUL E JÁ LEVOU O DO PARAGUAI LUGO, LEVOU CRISTINA KIRCHNER, LEVARÁ DILMA E LEVARÁ MADURO, O ESTADO TERÁ TODO DE SER DESREGULADO….HOUVE UMA GREVE RECENTE TRABALHISTA NA FRANÇA CONTRA FRANÇOIS HOLANDE EM RAZÃO DA FLEXIBILIZAÇÃO TRABALHISTA OU LEIA-SE DESREGULAÇÃO …E EU ESTOU SEPULTADO POIS É MELHOR VER OU FAZER UMA LEITURA DA QUEDA DE DILMA DO PT E LULA COMO UM PROBLEMA DELES E DA CORRUPÇÃO…É UM PROBLEMA ADVINDO DISTO MAS MUITO MAIS VINDO DO CONCEITO GUERRA DAS MOEDAS…MINHA SENTENÇA CONTRA DILMA VEM DESTA DATA QUANDO PUBLIQUEI NO JORNAL DO COMÉRCIO O ARTIGO O DÓLAR E A SORTE DE DILMA  http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=51134

A QUEDA DA ARGENTINA E A NECESSIDADE DA EUROPA DESVALORIZAR O EURO ATÉ CHEGAR A UMA PARIDADE COM O DÓLAR COMO ESTÁ ESTÁ NESTE ARTIGO AQUI         http://www.sergioborja.com.br/?p=334

A QUEDA DE TODOS OS PAISES BOLIVARIANOS A SENTENÇA ESTÁ AQUI E FOI PROFERIDA EM CONFERÊNCIA NA ARGENTINA EM LA PLATA…A MINHA ULTIMA CONFERÊNCIA COMO PROFESSOR DE DIREITO http://www.sergioborja.com.br/?p=1187

 

 

A IMPLOSÃO E FALÊNCIA DO ESTADO NACIONAL EMERGENTE (BRASIL) O CONCEITO GUERRA DAS MOEDAS E A INSTITUIÇÃO DE CONDOMÍNIOS AUTO GESTIONÁRIOS

GUERRA DAS MOEDAS E A SUBSTITUIÇÃO DO ESTADO FALIDO PELOS CONDOMÍNIOS AUTOGESTIONÁRIOS (COOPERATIVAS DE PRODUTORES E CONSUMIDORES)

Adverti a sociedade e as autoridades com tudo o que eu podia me expondo aos limites do que alguns  me consideram uma figura polêmica e até RIDÍCULA, EXAGERADA E CATASTRÓFICA, começando por alguns de meus filhos. No entanto todo o quadro que eu vinha descrevendo em vários artigos publicados em jornais e no meu site ou objeto de conferências está, de um cenário possível e eventual, consolidando-se gradativamente. Estamos em falência institucional do Pacto Federativo (cuja advertência já fiz há mais de 10 anos) isto impacta sobre nossa SEGURANÇA, nossa SAÚDE e nossa EDUCAÇÃO e o pior agora é que o conceito ou o que cognominei de DIREITO À MOEDA começou a esboroar-se através de um processo que adverti com antecedência em dezenas de artigos. O conceito guerra das moedas tem sua noção conceitual fulcral no processo de inflação da moeda americana, moeda hoje internacional e que liquida 78% do comércio mundial e que, após a constatação de Robert Triffin, em 1961, passou de moeda lastreada em ouro, conforme Bretton Woods à uma moeda meramente fiduciária. Outro fenômeno é o processo de sinergia da chamada Mundialização ou Globalização do Capital e das TNCs sendo que hoje, estas últimas, atingiram o tamanho ou são maiores e possuem poderes tanto ou mais que muitos dos Estados Nacionais que são uma realidade relativamente recente surgida da paz da Westphália. Alia-se a este processo a expansão financeira oriunda de uma inflação pública e privada de créditos e derivativos e swaps, turbinados pelos estados e área privada, que com sua gênese especulativa e montada em juros sobre juros vampiriza a economia real onerando-a e retirando sua competitividade obrando de forma inversa ao seu mecanismo inicial de criação que seria o pensamento de alavancamento da iniciativa e do empreendedorismo. Um conceito que se agrega a todos estes fatores é a aliança e o acordo possibilitado por Richard Nixon e visualizada por Kissinger da pax americana estabelecida com a China que possibilitou, depois da queda do muro de Berlin, que emblematicamente significa o fracasso do império da URSS guiada por Gorbachov em sua Glasnost e em sua Perestroika sucumbido por conta do custo do Vietnã soviético, o Afganistão. Seria leviano ou uma forma de estultice dizer singelamente que há uma GUERRA DAS MOEDAS externamente no mercado globalizado. Esta Guerra, sob este enfoque, não existe pois o dólar domina sem contraste e sem opositores toda a solvência dos negócios internacionais de forma hegemônica, como já expliquei em vários artigos à disposição em meu site. (Dólar o Portal para o Futuro – Dólar a moeda da liberdade etc). O que existe, na real é que com o desiquilíbrio e as oscilações dos Balanços de Pagamentos e a viagem dos IEDs, há uma oscilação, com o movimento do dólar em direção ao yuan (renmimbi) buscando estabelecer uma placa em baixa ou equipolência com o yuan, há inicialmente uma sobrevalorização das moedas nacionais sendo que seus bancos centrais, através de políticas macroprudenciais conforme a praxe adotada ultimamente pelo Brasil, Argentina, Japão, União Européia, permitem ou emitem moeda nacional, expandindo o meio monetário ou base monetária,(financiado com o imposto indireto inflacionário sua dívida adquirida na compra de dólares que entram do superavit no Balanço ou, na forma deficitária do Balanço, com individamento direto) fazendo com que haja uma queda em seu território soberano de suas commodities, dos salários em dólar, dos ativos públicos e privados, das açoes, enfim um aumento e agravamento de suas dívidas internas e externas à custa de financiar o valor do câmbio em dólar para permitir o funcionamento e a competitividade de segmentos que não possuam competitividade num mercado desprotegido internacional constrastado ou cotejado diretamente com as vantagens da China Comunista que possui um custo muito baixo de produtividade, por ser uma autarquia  produtiva e ter ainda, pelo número de operários e trabalhadores o que chamei como MAIS VALIA COMPLESSIVA (fundindo o conceito marxista com o conceito de elasticidade obtida pelo número bilionário de trabalhadores que é maior do que muitos países sob a área de seus negócios!). Assim é que o que estamos a ver é um processo de enfrentamento entre a DESREGULAÇÃO advinda do somatório dos fatores acima expostos contra a REGULAÇÃO que é encontrada nas formas ou melhor, era encontrada nas formas do ESTADOS COMUNISTAS E TOTALITÁRIOS e ESTADOS SOCIAL DEMOCRATAS. Os primeiros a partir da URSS e seus satélites foram varridos da história sendo que começou, neste processo que vai de 1989 até nossos dias o processo de ataque contra os estados SOCIAL DEMOCRATAS que são aqueles tipo getulistas como o Brasil, peronistas como a Argentina ou como ainda a União Européia. O custo de manutenção de uma máquina governamental altamente regulada não consegue, sua economia, a ter competitividade com as economias altamente desreguladas sendo que o PARADOXO maior é que a potencialização das TNTcs ou Trans Nacionais Corporations vem da China, um pais altamente regulado do ponto de vista de sua organização orgânica comunista, com um único partido, mas que, paradoxalmente, dando SEGURANÇA JURÍDICA AOS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS NÃO DESAPROPRIANDO-OS E MANTENDO AS REGRAS AO LONGO DOS ÚLTIMOS VINTE ANOS, fizeram com que a organização COMUNISTA com relação a administração de CUSTOS e o que reflete na MAIS VALIA MARXISTA e seu conceito, sejam otimizados numa sinergia jamais vista pois foi barateado o custo da habitação, da educação, da alimentação, da segurança, do transporte logístico, enfim, condições estas aliadas a baixos impostos e a uma moeda que pode ser baixa pois o baixo custo antes descrito permite que as pessoas levem um ótimo tipo de vida com um custo, equivalente em dólar dos mais baixos do mundo, – não há direitos trabalhistas ou mínimos, assim como feriados e fins de semana o que potencializa ainda mais, pela queda dos custos, a competitividade chinesa que capta grande parte do IED do mundo e das TNC que foram para lá. Você pode falar nos nomes da indústria automobilística, da hard e do soft em computação, eletrônica, grifes italianas, francesas, produtos alemães, todos fabricados na China com custo quase zero. Ora, os estados nacionais emergentes, como o Brasil, bloqueados num primeiro momento pelo regime colonialista extrativo e depois num segundo momento pelo conceito da escola da CEPAL de Raul Prebisch, FHC, Maria Conceição Tavares, Celso Furtado e outros, bloqueados assim pelo conceito CENTRO PERIFERIA tiveram um pequeno vácuo ou hiato que propiciou seus crescimentos HACIA A DENTRO (todos estes conceitos contém nestas expressões complexidades teóricas que dificultam o entendimento desta linguagem semiótica que utilizo aqui se não há uma leitura prévia ou conhecimento prévio dos mesmos por quem lê). Assim é que chegamos no ápice ou no ômega do que eu estava vendo que aconteceria OU A FALÊNCIA OU IMPLOSÃO DO ESTADO NACIONAL REGULADO SOCIAL DEMOCRATA. O Brasil chegou a este estágio e vocês podem ver que cada vez mais a União está falida e as ruas em 13 de julho de 2013 falaram isto, assim como os Estados da Federação mais e mais desabam atolados em dívidas não pagando seus funcionários sendo que da mesma forma esta realidade que já vinha de anos com relação aos municípios cada vez se aguça mais. Sou de convicção Social Democrata mas , infelizmente, convordando ou não concordando,  não controlo este imenso fenômeno externo que coarta os Estados Nacionais regulados e que um a um vão caindo. Vimos o desmoronar da URSS, logo depois vimos o desmoronar de todo o norte da África sendo que as ditaduras foram caindo uma a uma como castelos de cartas. A União Européia até hoje acossada viu crescer o seu problema relativo aos PIGS – Portugal Itália Grécia e Espanha (Spagna) problemas que até hoje existem e são superados por grandes e vultuosos empréstimos internos da Alemanha e França a quem cognominei de ditadura franco germânica ou 4º Reich, pois sem um tiro de fuzil a Alemanha e França conseguiram unificar ao seu redor todos os países que Napoleão e Hitler conseguiram através das armas e por pouco tempo, repito, estes dois países conseguiram unificar simplesmente através da arquitetura da moeda única e da grande federação que hoje é a Europa unida formando uma grande autarquia que se auto sustenta em seu comércio interno. Sou social democrata por convicção mas reconheço que a Social Democracia NÃO TEM COMPETITIVIDADE com o sistema mundializado ou globalizado que se traduz em GUERRA DAS MOEDAS em razão da alta competitividade externa que advém da China e do Sudoeste Asiático, pois a mão de obra de vários estados do sudoeste hoje são captados pela China para baixar ainda mais seu custo não obtido dentro de sua soberania. Constato que os EUA tentam, através de OBAMA através do estabelecimento do seguro saúde uma aproximação com um regime de meio termo entre o Liberalismo e o Socialismo, a Social Democracia já preconizada antes em terras americanas pelo New Deal de Franklin Delano Roosenvelt.  Assim é que o BRASIL chegou no fim e terá de fazer uma CONSTITUINTE que trace um NOVO PACTO FEDERATIVO desenhando uma nova estrutura de estado mais leve , ou seja, fazendo a desregulação e a desburocratização que seria o encontro entre o INFORMAL – já existente no Brasil, possivelmente a metade do seu  PIB (59% dos trabalhadores não tem Carteira Assinada apesar da existência do Ministério do Trabalho e de uma Justiça Trabalhista!) e o seu FORMAL, através de regras exíguas e do estabelecimento  de um imposto único com a desregulação estatal e cartorial de intervenção do estado na economia e da mesma forma a desregulação privada que, da mesma forma advém do BACHARELISMO que pretende a tudo regular e está em seus estertores pois sepultou o pais com centenas de milhares de leis federais, estaduais, distritais, municipais que hoje INVADE ATÉ A ZONA DE EXCLUSÃO OU ZONA DE FRANQUIAS DAS POPULAÇÕES querendo regular as palmadas ou não em crianças; o sal das mesas dos restaurantes; a igualdade nos elevadores de serviços dos edifícios (mesmo a Constituição afirmando que são todos iguais!!!); enfim, leis evidentemente demagogas e populistas que na realidade justificam o ócio e o pouco fazer dos legisladores apoderados e adonados das ETERNAS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS com que aparelharam as instituições estatais CRIANDO UM PAQUIDERME OU UM MOSTRO ESTATAL loteado pelos seus indicados e protegidos num regime antiquado de compadrio e clientelismo jamais visto que faz nascer a CORRUPÇÃO chantageando a SOCIEDADE CIVIL e as EMPRESAS PRIVADAS que passam a assediar este poder e de forma recíproca , hoje estamos vendo CORRUPTORES E CORRUPTOS num estado com IMPOSTOS E TAXAS IMPAGÁVEIS, REGULAÇÕES E FISCALIZAÇÕES ESTAPAFURDIAS E INSUPORTÁVEIS POR QUALQUER MÁQUINA PRODUTIVA! Assim é que temos um Estado DÍVIDA que transforma-se mais e mais num Estado IMPOSTO e que hoje consome com 40% de todo o PIB Nacional na forma de tributos e que mais e mais desaba sobre si através de sua corrupção política partidária e institucional retirando da SOCIEDADE CIVIL e suas EMPRESAS A COMPETITIVIDADE. Desviando da mesma forma os recursos tão parcos dos investimentos necessários em infra=estrutura e logística, educação, saúde e segurança para o pagamento desta enorme máquina sem serventia e inútil que hoje implode perante os escândalos do dia a dia. O Brasil terá de ser reescrito e este texto será o da extensa desregulação e da retirada do Estado de uma série de atividades podando-se assim a sua gerência que deve ser diminuída com a diminuição de tantos “representantes” do Povo que não representam a este mas a eles mesmos, seus parentes, seus amigos e seus clientes. No entanto, até se chegar a este grau de consciência, nós na Sociedade Civil teremos de auto-organizarmos pois cada vez mais o processo de ausência do Estado Nacional antigo e falido dar-se-á pela falência de seus serviços. Já estamos vendo a falência na segurança, na educação, na saúde e na infraestrutura. Foi assim em várias cidades da Grécia e da Espanha que não tinham mais condições de pagar seus funcionários, seus serviços gerais de lixo, de segurança, de educação e saúde e o vácuo do Estado ou seu hiato foi preenchido pela auto organização ou gestão social descompromissada de ideologias antiquadas mas simplesmente pragmáticas. Assim é que em breve teremos nós de constituir CONDOMÍNIOS AUTOGESTIONÁRIOS NOS BAIRROS DAS CIDADES para que o POVO, ELE MESMO, ATRAVÉS DE SINDICOS E CONDÔMINOS administre o vazio e o hiato da segurança, da saúde, educação e infraestrutura. Constatamos, aqui no Rio Grande do Sul que os serviços estavam anêmicos e péssimos e que paulatinamente estão reduzindo-se e em alguns locais sendo inexistentes. Assim, no compasso da retirada e do colapso do Estado em seus objetivos e escopos deve a Sociedade Civil, s.m.j. auto-organizar-se para não ser atropelada por uma era de ANARQUIA propiciada pela ausência de policiamento de segurança enfim. Estes CONDOMÍNIOS NOS BAIRROS em cidades grandes ou condomínios únicos em CIDADES PEQUENAS podem cotizar-se para colocarem SEGURANÇA PRIVADA através da contratação de seguranças privados; colocação de câmaras nas residências que filmem suas casas e o entorno público das mesmas todas podendo ser conectadas numa sede central condominial para monitorar o bairro ou a pequena cidade, baixando o nível de criminalidade ou dos ataques que estamos sofrendo e que o Estado em condição atual de anomia total não consegue prover.Tudo isto utilizando-se o conceito de MUTUALISMO já utilizado no seguro privado ou o conceito de COOPERATIVISMO. Da mesma forma já manifestei várias vezes que o Ensino Público é considerado ironicamente público somente por que as Escolas desabando são ainda públicas por que o corpo de professores e funcionários, ou não recebem mais, ou tem seus salários parcelados e mesmo assim as vezes menores até que salário mínimo através do sub-emprego de estagiárias sendo que desta forma a própria SOCIEDADE CIVIL através das famílias destes funcionários e professoras é que sustentam, estes profissionais, permitindo ainda o funcionamento ironicamente “PUBLICO” do sistema de ensino, que no meu entendimento já não é, pois financiado pelos funcionários e professores, com a retirada de sua MAIS VALIA que é repassada ou socializada a sua exploração pelos usuários que não pagam a custa do sacrifício destes funcionários e professores. Assim é que tudo terá de ser privatizado não sob a égide de empresas que já funcionam no setor mas o Estado teria de repassar seus ativos e seus prédios, em comodato, ou outra forma jurídica para COOPERATIVAS de PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS COM A PARTICIPAÇÃO DOS CIRCULOS DE PAIS E MESTRES e todos eles administrariam esta escola sendo que alunos (menores e dependentes oriundos de famílias com imposto de renda em condição) fariam o pagamento de um mínimo a um máximo, para custear salários ou suplementar os salários não pagos pelo Estado. Da mesma forma com relação a Segurança, a Saúde, e a Educação e ainda o problema da infra estrutura como água eletricidade e vias…Estes condomínios suplementares ao serviço público inexistente ou raro seriam o método de passagem pelo Day After que está para chegar, seja, a implosão do Estado total. Eu já avisei citando Hobbes e paradoxalmente o poeta e biólogo naturalista Goethe que diziam ambos que o POVO PREFERE A DITADURA À ANARQUIA. Assim é que estamos rumando à passos largos para a ANARQUIA como o sapo que foi cozinhado dentro de uma panela que foi esquentando aos poucos e que, na experiência real, não se dá conta do processo e falece e morre cozido em fogo brando!!! Estamos assim rumando gradativamente para a anarquia…e antes que isto aconteça deveria haver uma CONSTITUINTE COM A DETERMINAÇÃO DE AMPLAS REFORMAS POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA mas já constatamos que a PARTIDOCRACIA que nos DOMINA E DOMINA AO ESTADO NÃO NOS OUVE OU NOS ACHA RIDÍCULOS E CADA VEZ MAIS O BURACO QUE A TRAGA, E A NÓS JUNTOS, É MAIOR..e DE ONDE NÃO SE ESPERA NADA DAÍ NADA SAIRÁ como dizia o Barão de Itararé!!  Desalentados de uma solução racional vamos mais e mais mergulhando no processo anárquico que levará à enfrentamento nas ruas e no campo entre sectários e , todos eles, de um partido e outro, lamentavelmente, não por que eu queira,, mas porque a realidade imporá, serão substituídos por forças militares, como o foram no Egito e na Líbia. Para que não cheguemos a este limite espero que as soluções venham de dentro do sistema embora, pelo que descrevo e pelo que realmente penso do mesmo, nada me assevere que dali venha alguma coisa que preste ou que redunde em soluções práticas e reais para uma passagem em harmonia e em paz para um outro sistema que terá de ser efetivado. A retirada da atual presidente , ou pelo impeachment ou pelo enquadramento por crime eleitoral, não resolverá o problema do Estado Nacional que seguirá afundando dominado por estas máfias partidárias já descritas e que governam em nome próprio e traem o POVO SOBERANO, O FIM PÚBLICO E O BEM COMUM traindo da mesma forma o SENTIMENTO DE PATRIOTISMO NACIONAL, acossados ainda por seus inimigos extremistas de esquerda que seguirão com sua agitação social vislumbrando um rompimento revolucionário.  Em face disto hoje  já vemos até facções, que reagindo à extrema esquerda, querem dividir o país. Deus e Nossa Consciência Individual e Coletiva não permitam, através de nossas obras, que a grande nação brasileira seja estraçalhada pois o quadro que resultará dos índices e dos agravamentos da Guerra das Moedas levará inevitavelmente a uma SOLUÇÃO HISTÓRICA ou em PAZ através da consciência patriótica na luta contra a CORRUPÇÃO ou através de processos REVOLUCIONÁRIOS que alguns grupos já traçam e que terão a reação da maioria da população que se manteve até então neutral, pois nunca participou ativamente da gestão do estado, a não ser no momento do voto, que pela sua ausência de civismo, de conscientização, de conhecimento político e cultural, levaram ao atual estado de degradação que será purgado pela consciência formatada pela REAÇÃO a uma minoria ensandecida que visualiza utopias mortas em pleno século XX como redenção para a pobreza e a incultura, num século XXI que enterrou e enterrará sob esta lápide do extremismo terminantemente. ELES NÃO PASSARÃO NEM ELES NEM SEUS DISCURSOS DEMAGÓGIOS E POPULISTAS POIS SÃO COMUNISTAS DE SHOPING , COMUNISTAS CAVIARES E GOSTAM DE LUXO COMO FIDEL QUE É UM DOS HOMENS MAIS RICOS DO MUNDO VIVENDO O SEU POVO NA MISÉRIA E SOB O COTURNO DA MAIS INFAME E PROVECTA DITADURA COMUNISTA EXISTENTE NO PLANETA!!!  Quosque tandem Catilina abutere patientia nostra!!!

A CATÁSTROFE QUE ESTAMOS VIVENDO HOJE PREVISTA NO PASSADO ARTIGO POR ARTIGO DESCREVENDO OS ERROS FEITOS PELO GOVERNO DILMA

 

A PREVISÃO DA CATÁSTROFE ECONÔMICA QUE O BRASIL ESTÁ VIVENDO EU FIZ EM VÁRIOS ARTIGOS E COM ANTECEDÊNCIA AQUI:

EM 05.11.2011 http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=51134

EM 16.04.2012 – Anatomia do problema Guerra das Moedas e seus efeitos no Brasil e a reação errada e demagógica da Partidocracia com os resultados futuros que estamos vivendo agora  – http://www.sergioborja.com.br/?p=77

19.05.2012 – Análise dos erros daquela época que levaram a inflação de hoje criticando a postura do Ministério da Fazenda e do Banco Central – http://www.sergioborja.com.br/?p=103

10.07.2012 – o DOPING ECONÔMICO ELEITORAL DE DILMA E MANTEGA – http://www.sergioborja.com.br/?p=147

13.07.2012 – Análise dos efeitos da globalização Dólar, Euro e Yuan sobre o Brasil e o futuro deste http://www.sergioborja.com.br/?p=151

08.12.2013 – A Exumação da INFLAÇÃO  DO CADÁVER DE JANGO http://www.sergioborja.com.br/?p=652    

27.07.2014   – A IRRESPONSABILIDADE DO BANCO CENTRAL DE DILMA  E INFLAÇÃO COM DOIS DÍGITOS     http://www.sergioborja.com.br/?p=734  

2015 – O DÓLAR E LEVY OU DESCENDO A LADEIRA COMO CHICO LOPES  http://www.sergioborja.com.br/?p=1116  

 

 

OS ARTIGOS CONTINUAM EM 2013, 2014, 2015, DANDO DIREÇÕES MAS NADA FOI USADO E O GOVERNO DILMA, PARA SE MANTER NO PODER, UTILIZOU O MINISTÉRIO DA FAZENDA E O BANCO CENTRAL FAZENDO MÁGICAS CHAMADAS MACROPRUDENCIAIS QUE LEVARAM A CATÁSTROFE QUE ESTAMOS VIVENDO HOJE. PROF. SÉRGIO BORJA

30 anos lecionando Direito Constitucional, Ciência Política, Direito Administrativo, Direito Agrário, Introdução a Ciência do Direito, Legislação de Seguros, Relações Internacionais, Instituições de Direito, Instituições de Direito Privado e Comercial, Livros de Direito Internacional Público, Direito Constitucional, Teoria Geral do Direito Civil, Direito das Obrigações, Direito das Sucessões, nas Faculdades de Direito da Unisinos, da PUCRS e da UFRGS.