INFLAÇÃO OU “DIARRÉIA LEGAL” E A REVOGAÇÃO DE LEIS PELO POVO

DO MANDADO POPULAR DE REVOGAÇÃO DE LEIS OU RECALL LEGISLATIVO POPULAR!

 

       O movimento VEMPRASRUASJÁ# que iniciou na década dos anos 2010, em 2013 propriamente dito, constatou a necessidade de uma AMPLA E IRRESTRITA REFORMA POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA. Foi detectado um distanciamento ou uma separação dos desígnios da representação, na utilização de seu mandato, em detrimento do POVO SOBERANO o real detentor da Soberania e fundamento das Leis do Estado Nacional Brasileiro. O fenômeno da cristalização de uma verdadeira CASTA PARTIDÁRIA que pelo continuísmo e pelo sistema de reeleição de seus mandatos dilatados agrava-se pela blindagem de imunidades dadas aos representantes populares que assim ficavam isentos de controle popular inviabilizando os freios e contrapesos e o aforismo criado pelo jusfilósofo Norberto Bobbio que diz: “QUEM CONTROLA DOS CONTROLADORES!” Ironia terrível neste sistema anglo saxônico copiado por emulação da Constituição Americana de 1787, por Rui Barbosa em 1891 e que esteiou a representação política aqui no Brasil no bloco de constitucionalidade brasileiro com exceção da Constituição de 34 que adotou um misto de representação política com representação orgânica. Se os legisladores, tanto na União, como Estados , Municípios e Distrito, tem por escopo a edição de legislação respectivamente nestes âmbitos o fazem com excesso e exuberância cometendo uma legitima inflação ou “diarreia” legislativa que ata e soterra à Sociedade Civil para quem as leis são feitas. O pior nisto tudo que o outro desiderato da legislatura seria fazer o controle ou a fiscalização dos poderes e dos atos administrativos em todas as funções dos poderes mas, como foi constatado numa série inequívoca de escândalos, os elementos indicados por esta PARTIDOCRACIA deixaram de fazer este controle através dos órgãos indicados por eles mesmos como Tribunais de Contas e demais órgãos de fiscalização no Executivo fazendo com que houvesse a explosão de um escândalo cotidiano que não cessou até a data atual em que escrevo estas linhas. Outro fator de adulteração da vontade do Povo Soberano é a indicação e o loteamento do Estado Nacional na sua Administração Direta e Indireta por indivíduos lotados em Cargos em Comissão e que são de confiança estrita desta Partidocracia que loteia o Estado Nacional como se fosse suas Capitanias Hereditárias num Regime de Quem Indica e Manda quem Pode e Obedece quem precisa!!! A indicação de juízes para as cortes superioras que contamina o princípio da isenção jurídica e do controle estritamente jurídico que deve conter a Política num legítimo Estado Democratico de Direito pois a Política tendo a contextura da água ou do ar, tende por sua natureza análoga a ocupar todo o espaço possível, isto é o Poder e em busca da exaltação do Poder, perdendo assim o seu conteúdo de civilização que é a contenção jurídica, dado de civilização recente, sofreando a expansão e a aspiração inerente a Política. A democracia é feita, na representação política, através da existência de partidos mas estes, paradoxalmente e ironicamente, são a contrário sensu do que se esperava para uma legítima democracia e seu funcionamento perfeito, contraditoriamente, oligarquias ou monarquias onde caciques, donos, e velhos e antigos líderes, verdadeiros proprietários destas máquinas que privatizam fundos públicos, distribuem entre seus apaniguados e para si a verba pública enganando o sistema constitucional, a justiça eleitoral, a população e todos sobre a real existência de um verdadeiro sistema eleitoral isento e democrático em sua existência, repassando assim para o macrocosmos das instituições representativas, Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais os seus vícios intrínsecos de uma representação de assoberbados e donos da maquina de representação popular que se reelegem e em seu continuísmo ao invés de uma verdadeira REPÚBLICA temos a forma bastarda e espúria de uma verdadeira DINASTIA DE SANGUE REAL pois os filhos destes, mortos seus ascendentes, canditatam-se, na esquerda, no centro e na direita usando o nome de seus avós e pais e beneficiando-se da notoriedade mantida através da longevidade perpetuada pela renitência eleitoral e pela potencialização da propriedade destas ilhas privadas que se dizem partidos, na realidade do QUERO O MEU!!! A Partidocracia instada à Reformas Políticas, Eleitorais e Partidárias não quer conceder ao povo a alternativa de uma restauração de seu poder originário como POVO SOBERANO e DETENTOR ORIGINÁRIO DE TODO O PODER pois através de uma Assembléia Constituinte da PARTIDOCRACIA tomou diretamente o PODER DO POVO instituindo o PRESIDENCIALISMO DE COALISÃO que derrete mais o regime partidário de ideário ou ideológico fazendo com que, através do voto de ballottage francês, vindo para o bem, para dar consenso e estabilidade, nascesse o mal brasileiro da DITADURA DA PARTIDOCRACIA que através de coligações espúrias e alianças partidárias profundamente venais, compradas pelo poder econômico e altamente fisiológicas implodiram totalmente a REPRESENTAÇÃO POLÍTICA como foi comprovado através de várias CPIS que demonstraram a torpeza vil da representação comprada através de MENSALÕES, PROPINODUTOS, frutos do associativismo desta mesma representação política espúria com grandes empresas que assaltavam os cofres públicos, sob o beneplácito e as concessões feitas a olhos fechados pela mesma PARTIDOCRACIA que obtinha assim financiamento eleitoral, beneficiando-se, inclusive de venda do PROCESSO LEGISLATIVO sob o interesse de empresas privadas que adquiriam leis de seu interesse e medidas provisórias com isenções fiscais que as beneficiassem. Assim é que não só a adulteração dos fundamentos políticos da representação, que prendeu e autuou alguns responsáveis, mas ironicamente não declarou viciados os processos legislativos e leis daí oriundas, que prejudicaram o POVO SOBERANO em seus direitos básicos trabalhistas ou previdenciários, ou direitos de exação fiscal que nutriam seu Estado Soberano protetor de seus direitos materiais e sua realização!!!! Por tudo, justifica-se, a instituição do MANDADO POPULAR DE REVOGAÇÃO LEGISLATIVA OU RECALL LEGISLATIVO no sentido de DEPURAR A DIARRÉIA POPULISTA E DEMAGOGA de leis que são inúteis, sobrepostas ou verdadeiros bis em idem, que visam não a administração popular enxuta e exígua da coisa pública, mas que visam, isto sim o mero proselitismo político que tem por finalidade arrecadar mais votos adulterando assim a higidez do sistema legal inflando-o e tornando-o ininteligível para a população. Hoje esta diarreia eleitoral ou inflação eleitoral dificulta e proíbe a iniciativa em sociedade das atividades econômicas pois cria um cipoal de leis que cada vez mais se adensa fazendo com que os próprios professores de direito, os próprios operadores do direito, não tenham o conhecimento necessário para saber de toda sua existência levando cada vez mais a um processo de especialização e compartimentação do direito que leva a desintegração do próprio sistema jurídico que passa a perder sua coerência. Um trabalho por excelência que deve ser tomado por referência e base para a justificação deste mecanismo ou instituto novo de direito de “lege ferenda” a ser criado é o trabalho jurídico A INFLAÇÃO LEGISLATIVA NO CONTEXTO BRASILEIRO Clayton Ribeiro de Souza Pós-graduado em Direito Público pela UnB, referência maior que demonstra de sobejo, a necessidade de criação de um mecanismo que devolva ao POVO SOBERANO munido e informado pelas REDES SOCIAIS que lhe dão ampla mobilidade, informação, e transparência, de RETOMADA DE SEU PODER ORIGINÁRIO DA LEI para que casse ou anule a Lei já feita, em desuso, letra morta, ou leis contra o Povo Soberano que são feitas às sombras dos interesses desta Partidocracia que muitas vezes vende e vende-se ao Poder Econômico ou aliena-se a sana ingrata e egoísta de querer o PODER PELO PODER buscando potencializa-lo de forma ditatorial CONTRA O POVO SOBERANO. Assim, para controlar e depurar o FENÔMENO DA INFLAÇÃO ELEITORAL que inclusive invade a ZONA DE FRANQUIAS E EXCLUSÃO criadas pela parte DOGMÁTICA da Constituição que baliza, através dos DIREITOS de PRIMEIRA GERAÇÃO, os formais negativos; OS DIREITOS DE SEGUNDA GERAÇÃO, os materiais positivos, do trabalho e previdenciários; os de TERCEIRA, QUARTA E QUINTA GERAÇÃO, COMO os bioéticos, os do meio ambiente, os do consumidor, etc, que balizam, repito, a ZONA DE EXCLUSÃO OU FRANQUIAS DA CIDADANIA, que John Locke, em seu Segundo Tratado do Direito Civil caracterizava estes direito como INALIENÁVEIS e em sendo assim, caracterizava-os como aqueles em que o ESTADO NACIONAL OU A COMUNIDADE DAS NAÇÕES MUNDIAS não poderia imiscuir-se criando-se assim ESTA ZONA DE FRANQUIAS OU EXCLUSÃO à qual é dada, para sua proteção, pela mesma Constituição, os chamados remédios heroicos ou ações do Povo que recolocam o Estado Nacional em sua área de contenção se cometerem o desliza de operarem contra estes DIREITOS INALIENÁVEIS DA CIDADANIA, como o Habeas Corpus, o Mandado de Segurança, a Ação Popular e suas formas novas coletivas e outros instrumentos aqui não citados, aliando-se a eles esta forma de REMÉDIO CONSTITUCIONAL NOS AMBITOS DA UNIÃO, ESTADOS, MUNICÍPIO E DISTRITOS, NÃO SÓ DE FORMA LEGISLATIVA, MAS ABRANGENDO TODAS AS NORMAS sejam elas oriundas do LEGISLATIVO, EXECUTIVO em seu poder regulamentar e JUDICIÁRIO, para que no âmbito de validade destas leis, por e através deste instrumento popular REVOGUEM-SE OS ATOS NORMATIVOS na sua nascente ou iniciativa, bloqueando-se com votação na base eleitoral, por simples maioria, da confecção da lei; ou revogando-se expressamente leis ultrapassadas, leis mortas, leis vencidas, leis repetitivas, ou leis injustas e contra o interesse popular, instituindo-se desta forma PERANTE UMA PATIDOCRACIA QUE NÃO QUER SER CONTROLADA PELO POVO SOBERANO E ARROGA-SE O DIREITO DE FAZER E DESFAZER SEM O CONTROLE POPULAR, UM CONTROLE SOBRE SEUS ATOS E SOBRE AS LEIS QUE FIZER RETOMANDO ASSIM O POVO SEU PODER POIS TODO O PODER É DO POVO E DEVE SER EXERCIDO PARA O POVO E PELO POVO, ATRAVÉS DE REPRESENTANTES, MAS CONTROLADOS E FISCALIZADOS PELO POVO POIS O POVO TRISTEMENTE CONTATA QUE SEUS REPRESENTANTES FIZERAM MILHARES DE LEIS QUE OS ATARAM E SEPULTARAM A SIMPLICIDADE DE UM SISTEMA INTELEGÍVEL PARA CRIAREM UM CIPOAL ININTELEGÍVEL DE LEIS QUE SEPULTA A GOBERNABILIDADE, A INICIATIVA EMPRESARIAL NO SEIO DA SOCIEDADE E AINDA INVADE AS FRANQUIAS ORIGINÁRIAS DA CIDADANIA E DO POVO SOBERANO!    QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTA NOSTRA!!!

A GREVE DOS TRABALHADORES E A GUERRA DAS MOEDAS

A GREVE DOS TRABALHADORES E A GUERRA DAS MOEDAS

Por uma questão de convicção ideológica no sentido de que a Social Democracia é uma mesotes aristotélica ou um meio termo entre os extremos capitalista e comunista eu deveria incentivar e lutar pela defesa dos direitos materiais de segunda geração dos trabalhadores. No entanto fui eu que em 1998, no auge do Plano Real liberal de Fernando Henrique Cardoso descobri o processo que cognominei Guerra das Moedas que, conforme minhas previsões, detonariam aquele programa monetário como, concomitantemente, acelerariam a dívida pública nacional. Com o passar do tempo as duas possibilidades se realizaram mas as ilações oriundas da tese Guerra das Moedas passaram a fazer a previsão de outras situações, condicionados os parâmetros originais da teoria, as mutações, oscilações, da zona endógena e exógena, respectivamente em razão de políticas internas nacionais e reflexos de situações internacionais que interagem entre si propiciando mutações de cenários e efeitos que geram crises econômicas, sociais e políticas. A base da teoria Guerra das Moedas é a Globalização ou Mundialização onde os estados nacionais de compartimentos soberanos estanques passam a um processo de vasos comunicantes em razão da expansão do comércio internacional a partir da queda do muro de Berlim em 1989 fruto da implosão da URSS que, apesar da glasnost e perestroika formulada por Gorbachov, não evitaram o desmoronamento daquela potência deflagrado à partir de 1986 pelo envolvimento dela na guerra do Afganistão que foi, analogamente, seu Vietnã. A sinergia de expansão das Trans Nacionais Corporations, em razão da garantia de não desapropriação nacionalistas através da tutela dos entes multilaterais de Bretton Woods, FMI, GATT, OMC, Word Bank, etc, aliados ao regionalismo, transformaram o velho cenário da guerra fria bipolarizado entre mundo livre e cortina de ferro e bambu, num cenário de tripolarização entre América, com seu Nafta, Mercosul e outros; Asia com Asean e Europa com a celebração da União Européia. A aliança da China com os Estados Unidos da América costurada a partir do governo Nixon propiciou com as reformas ali elaboradas uma união incrível, numa nova reinterpretação da teoria granchista formulada pelo socialista Antonino Granschi em seus Quadernos. A China, com as reformas de Deng Xiaoping propiciam a construção eclética de um legítimo shopsue econômico em que o regime comunista permite que as multinacionais mundiais façam investimentos em seu território e inclusive possam transferir plantas inteiras industriais para produção no sul da China absorvendo as idéias de Zhou Enlai. Assim é que neste cenário situa-se o chamado conceito de Guerra das Moedas pois, a partir de 1961, conforme constatação de Robert Triffin, em seu conceito ou paradoxo de Triffin, os Estados Unidos da América que tinha lastro ouro para ancorar sua moeda, o dólar, passa a emitir moeda sem este lastro para acompanhar e solver a expansão dos negócios mundiais, solvidos em dólar, em razão do não acompanhamento da expansão do ouro na mesma proporção e também do alvitre político de risco assumido numa moeda que passa a ser meramente FIDUCIÁRIA (de confiança dos usuários na solvência do emitente). Se o dólar, hoje detém mais de 78% da solvência dos negócios e contratos mundiais esta expansão de crédito público, da dívida americana em dólares, teve uma sinergia inflacionária que atinge visceralmente o valor da moeda dólar mas que é compensado, de alguma maneira, pelo efeito “parking” ou de estacionamento de dólar no bolso dos habitantes do planeta que estocam dólar à maneira antiga, em baixo da cama e do travesseiro, pois o dólar é o símbolo da liberdade de ir e vir no planeta pois tem liquidez, solvabilidade em quase todas as partes do planeta. Por outro lado, as indústrias e negócios que são originárias do hemisfério norte e suas nações desenvolvidas passam a aterrissar e aportar na China em busca de suas vantagens comparativas notadamente na disponibilidade de um contingente de trabalhadores orçado em 800 milhões de operários com custos trabalhistas, custos sociais, reduzidíssimos, em razão da inexistência de direitos trabalhistas sociais como os existentes no Brasil do constitucionalismo social onde as constituições herdaram e fazem parte do bloco social democrata criado por Getúlio Vargas e o tenentismo do cedo na revolução de 30. Getúlio dizia que éramos a meia estação entre o capitalismo e o comunismo, seja, a social democracia. Este regime protraiu-se nas constituições de 1934, 1937, 1946, 1967, 1969 e 1988 que é a cúspide do aperfeiçoamento histórico do constitucionalismo social no Brasil adicionando ainda direitos de terceira geração, quarta e quinta geração, como aqueles bioéticos, os do consumidor, os do entorno do meio ambiente, etc  Assim é que a China, com dumping social, pois não atribui direitos de férias, jornadas de trabalho, insalubridade, periculosidade, previdência, etc, retira do custo inicial da produção estes cálculos que não vão ser incluídos no preço final de suas mercadorias, aliando a isto, uma mais valia complessiva em que 800 milhões de operários com custos baixíssimos de alimentação e moradia, também na razão direta, por terem custo de manutenção da vida baixo, assim na ordem direta também tem salários baixos transferindo para o capital UMA MAIS VALIA extraordinária que alivia mais custos que não vão estar embutidos em suas mercadorias que atingem uma competitividade absoluta em concorrência com os externos; não bastando isto a ausência de taxações absurdas aliado ao dumping monetário ou rebaixamento constante do Renminbi RMB ou Yuan (moeda do povo), da mesma forma, frente ao dólar e uma cesta de moedas gradualmente sobre um rebaixamento lento e seguro, fazendo assim, que a mais valia interna absoluta de um mercado fechado, não absorva as distorções e oscilações da interatividade com o mercado mundial, fazendo com que a China seja uma autarquia que possibilita a manutenção do congelamento do salário baixo com a consequente manutenção da qualidade de vida através do congelamento concomitante dos custos de alimentação e habitacional fazendo assim que esta política propicie a constância absoluta da competitividade de suas mercadorias de exportação que inundam, com esta MAIS VALIA ALIADA À DUMPING SOCIAL E DUMPING MONETÁRIO que atribuem COMPETITIVIDADE INVENCÍVEL que são a aríete de demolição ou o cavalo de tróia do liberalismo das multinacionais que inundam e destroem o regime do DEVE SER , seja, a Democracia Social em terras de Europa, América do Sul e outros continentes. A conexão ao mercado internacional de todos os estados nacionais faz com que por superávit ou déficit suas políticas sofram abalos constantes em razão da compra ou venda dos dólares oriundos do comércio internacional ou para suprir o comércio internacional e o seu balanço de pagamentos e contas correntes, afetando juros, emissão monetária para compra de dólares com aumento potencializado de dívida interna, enfim, efeitos estes que, através das exportações ou importações, respectivamente, pela ordem, afetem seu custo interno de alimentação e por sequência o custo dos salários e assim o aumento do custo das mercadorias produzidas e consumidas influenciando ou não o processo inflacionário endógeno por indução externa; da mesma forma, por importação, fazendo com que plantas autóctones concorrentes com semelhança de produção, sejam visceralmente erradicadas pois oneradas com custo social alto de suas leis trabalhistas, impostos, alimentação e produtos de consumo aumentados pela exportação que onera a sobrevivência e força o aumentos dos salários; façam com que estas empresas passem a falir e a fechar pois carentes de competitividade em razão do aumentos de seus custos internos. O Brasil sofre exatamente deste último processo pois quando mais exporta alimentos faz com que estes alimentos rareiem no seu interior e fiquem mais caros para sua população, influenciando o processo de inflação por indução de exportações; ao mesmo tempo se dá um processo de inflação por emissão de crédito impostor, como no governo Dilma, e posteriormente, no governo Temer uma valorização de um terço no câmbio, que acarreta que aquela inflação de Dilma ocorrida nominalmente com valor do real abaixo do dólar, com a valorização do real ante ao dólar, importe imediatamente para o custo interno o custo monetário desta valorização em dólar. Todo este processo se reflete, no governo Dilma como ESTAGFLAÇÃO e no governo Temer como ESTAGNAÇÃO em razão dos altos custos da máquina estatal e seus funcionários dos três poderes, aposentados, etc, que drenam uma percentual que diminui a capacidade de investimento e que , como já disse, inflado por Dilma em reais nominais pela sua inflação, com a valorização do real, por Temer, ante o dólar, tornam o custo estatal e o custo da produção na Sociedade Civil, valorizado em dólar para um terço , traduzindo-se tudo isto em mais PERDA DE COMPETITIVIDADE. A tentativa de desoneração de custos de uma previdência deficitária na ordem de mais de 70%, o arremedo ridículo de desburocratização e do loteamento do estado pela Partidocracia, verdadeira casta, não é suficiente e seus números são ridículos, para diminuírem a enorme carga que pesa sobre a Sociedade Civil de custos transmitidos por um Estado incompetente para gerir seus fundamentos sociais democráticos que são constestados nas ruas pela população desde 2013. A perda de direitos sociais, através de uma flexibilização laboral, por leis e emendas feitas recentemente pelo Congresso, assim como a Reforma Previdenciária, não serão capazes de inverter o fluxo degradante de nosso ambiente interno gerado pela importação da inflação e da competitividade das multinacionais localizadas na planta asiática. Os trabalhadores e seus sindicatos operacionalizados e ocupados quase todos como máquinas políticas e braços dos partidos políticos, a mesma partidocracia do compadrio, não tem suficiente poder para alterar o QUE REALMENTE DEVERIA SER ALTERADO seja a política internacional da OIT ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO que está tomando uma goleada globalizada e mundializada, pois o capital das multinacionais aliado e baseado na Ásia, com sua competitividade absoluta detona todos seus direitos e seus postos de trabalho. Assim é que Europa e Américas já sentem esta concorrência e as políticas do BREXIT e de TRUMP, em sequência, são uma reação ao processo de internacionalização e mundialização baseado neste modelo em que o comunismo, através de sua ditadura, racionaliza custos e moeda, propiciando ao capital ali baseado a destruição do capitalismo mundial nos termos que conhecemos e principalmente dos direitos sociais trabalhistas e previdenciários de todos os operários das nações da Europa e das Américas. A política de Trump e o Brexit são uma busca de, através  do nacionalismo e das guerras, truncar o livre comércio para assim defender o seu capitalismo nacional e seus postos de trabalho interno em suas nações originárias pois, a longo prazo, na manutenção deste cenário em que a China serve de base para o capitalismo, esperar que seus operários e trabalhadores se organizem e ganhem direitos semelhantes aos nossos, levará senão séculos dezenas de anos que, quando forem atingidos nós todos que vivemos em democracias sociais externas já teremos todos os nossos direitos aniquilados e os chineses, pelo progresso interno de uma possível democracia, recém estarão conquistando seus direitos. A alternativa de Trump e do Brexit inglês é sair deste cenário e de uma forma de reconquista do mundo nacionalista ou de uma internacionalização sob o comando dos estados nacionais e não das trans nacionais corporações, volte-se assim a antiga GUERRA FRIA para que se cortem os vínculos e a circulação absoluta de capital, moeda e gente deslocada por interesses comerciais e pelas guerras locais através de refugiados, para que assim se restabelecem os parâmetros da Guerra Fria e, sem guerra atômica, as nações consigam encontrar um ponto de convivência com o gigante chinês que tem um contingente de operários e trabalhadores maiores que quase todo o restante do mundo ocidental. A resistência dos trabalhadores de nada adiantará pois a destruição do ESTADO SOCIAL E PREVIDENCIÁRIO se faz através da conexão com o processo de mundialização e globalização nestes termos. Voltar a viver o fechamento do mercado interno?!!!! Se tivéssemos um modelo tipo China ou um modelo tipo regime militar, com zonas de mercado comum restritas, tipo sul da China, conseguiríamos sair deste imbróglio mas haveria o sacrifício da democracia e da liberdade de expressão em todos os sentidos imagináveis!!! Há consenso para isto…será que a sociedade brasileira quer retornar na história para um regime desta natureza???  Será que a criação de guerras externas não levará a uma nova remodelação das políticas internas à semelhança do que tivemos na primeira e segunda guerra mundial sendo que nesta última ditaduras espoucaram em série por toda a América Latina??!!!  Vivemos tempos tenebrosos e difíceis e em face da pouca capacidade de articulação governamental de nações com vocação para defesa dos direitos sociais e previdenciários dos trabalhadores a capacidade de ativação e defesa internacional dos direitos dos trabalhadores que deveria projetar e introjetar na China e países do asiáticos uma luta pela conquista dos direitos dos trabalhadores destes países, em termos atual, esta articulação é um sonho utópico e parece irrealizável!!! Assim é que, eu embora seja um SOCIAL DEMOCRATA VISCERAL pois me formei e venci como TRABALHADOR e não através de CAPITAL por ventura herdado, eu, chego a conclusão, em razão das categorias determinantes de minha teoria, que não possui ideologia mas meramente fatores econômicos atuantes e condicionantes, que apesar do direito de espernear dos trabalhadores, seus sindicatos já deturpados e corrompidos pela partidocracia abjeta que nos domina e aparelha Estado Nacional e Entes como Sindicatos, Universidades, Conselhos Profissionais e a máquina da Administração Indireta, todos unidos, corrompidos pelo aparelhamento e por suas práticas míopes que não divisam o processo global como um todo, numa luta fraticida levarão o Brasil para um parto que já disse e repito, será semelhante ao do norte africano, dos Pigs que foi interrompido pelo financiamento da Alemanha; da Siria que foi interrompido pela intervenção Russa em aliança e manutenção aquela ditadura de Bashar Hassad; assim é que Marine Le Pen, perderá eleições agora mas ela ou um sucessor, frente ao caos econômico que contaminará a França, prisioneira da Alemanha, e frente aos custos econômicos e financeiros e econômicos desta na manutenção dos PIGS Espanha Portugal Itália Irlanda e Grécia, mais dias menos dias terão de optar pelo BREXIT total…Só o cenário de guerras que estão sendo inventadas poderá dar uma solução de retorno ao cheque da Rainha e do Rei feito pelo Dragão Chines e este retorno a política nacional será um retorno aos regimes discricionários que paradoxalmente e contraditoriamente, propiciarão a salvação dos direitos sociais e previdenciários dos operários e trabalhadores encerrados aí no espaço nacional que regula, através de válvulas , a convivência equilibrada e possível com o cenário externo. Infelizmente meu humanismo e minha visão em prol de uma redenção otimista e humana do Homem e da Mulher, no século XXI, não vislumbra nenhuma saída que valorize a UTOPIA!!! Infelizmente…nosso Brasil…seguirá em crise…neste processo de ESTAGNAÇÃO….esperando um processo externo que de uma forma ou outra prejudicará ainda mais o processo de parto interno com grandes possibilidades de eclosão de grandes desordens sociais internas frente a irascibilidade e irracionalidade das posições demagógicas e populistas que dominam as mentes das classes menos estudadas e que possuem uma visão simplificada do que seja a exploração do homem pelo homem reduzindo-a a visão comunista ou socialista enquanto que os processos de interação mundial alteram as teorias, como a de Antonino Granschi, que do âmbito interno da autofagia de classes sociais passa para a autofagia estatal de classes e nações através do cenário altamento complexo de Guerra das Moedas!

JABOATÃO DOS GUARARAPES…ONDE NASCEU A PÁTRIA…NO DIA DA GREVE NACIONAL EM 28.04.2017       QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA….

A ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE SE ESPRAIA COMO CÂNCER SISTÊMICO SOBRE O BRASIL ( A ORCRIM)

A ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA NO PODER (ORCRIM) E SEUS MECANISMOS DE SOBREVIVÊNCIA
Deixe de lado o partidarismo, o seu ódio pessoal e veja com clareza, como funciona a política brasileira.

O Procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, compartilhou e estamos copiando aqui a Análise de José Padilha, colunista de O Globo, sobre o Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira (aquilo que todos nós já sabemos mas que agora está bem melhor explicado).

“A importância da Lava-Jato
Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira

01) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

02) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

03) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

04) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

05) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

06) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

07) Foi o mecanismo quem manipulou as massas para eleger: o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

08) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

09) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos ou re-eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A grande maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Depois desta leitura se você se sentir impotente, ACREDITE que VC pode fazer história. Continue lutando da maneira possível. REPASSE: é uma forma de luta. E não tenha medo de ir para ruas, seus filhos terão orgulho de você. O Brasil é o nosso país.

Repassem por favor!

O POVO NÃO TEM MAIS RESPEITO ALGUM PERANTE ESTAS QUADRILHAS QUE POVOAM O PODER NUMA CORRUPÇÃO SISTÊMICA E DISSEMINADA!

lembrança — sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

EU NÃO TENHO MAIS RESPEITO POR QUE QUADRILHAS POVOAM TODO O PODER!!! ESTAMOS FRENTE A UMA CORRUPÇÃO SISTÊMICA QUE É INDUZIDA PELA CASTA DA PARTIDOCRACIA NUM REGIME DE COMPADRIO ESPÚRIO NUM REGIME DO “QUEM INDICA” ALTAMENTE CLIENTELISTA ONDE SE RECRUTAM JUÍZES DAS CORTES SUPERIORAS; CONSELHEIROS DOS TRIBUNAIS DE CONTAS; CARGOS EM COMISSÃO QUE APARELHAM OS TRÊS PODERES E INDICAM DE FORMA CLIENTELISTA AFILHADOS, PARENTES, CABOS ELEITORAIS, AMIGOS, AMANTES TEÚDAS E MANTEÚDAS COM CARGOS PÚBLICOS PAGOS PELOS CONTRIBUINTES NUM REGIME DE UMA CASTA QUE , SEPARADA DO POVO, É A CAPITÃ E DONATÁRIA EXCLUSIVA DO ESTADO LOTEADO PELOS SEUS ASSECLAS QUE SÃO VERDADEIRAS QUADRILHAS QUE FAZEM O POVO TRABALHAR 6 MESES PARA SUSTENTAR UM ESTADO PAQUIDÉRMICO QUE CONSOME GRANDE PARTE DESTES IMPOSTOS INJUSTOS E ANTI-PRODUTIVOS, QUE NOS TIRAM A COMPETITIVIDADE, E INDUZEM A CRISE ONDE ESTAMOS ATOLADOS ATÉ OS CABELOS!!! QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA! ´PARLAMENTARISMO SÓ COM REFORMA PARTIDÁRIA E A IMPLANTAÇÃO DA LIBERDADE DOS PARTIDOS POIS NOSSA ESCRAVIDÃO COMEÇA DENTRO DESTAS ORGANIZAÇÕES QUE ADONADAS DE FUNDO PÚBLICO DE BILHÃO DE REAIS DISTRIBUI ESTA VERBA SÓ ENTRE A OLIGARQUIA DOS DONOS DOS PARTIDOS E SEUS AFILIADOS. A DEMOCRACIA BRASILEIRA É UM PARADOXO POIS NASCE DESTAS ORGANIZAÇÕES DESPÓTICAS E OLIGÁRQUICAS QUE SE ADONAM DOS PONTOS E DAS INSTITUIÇÕES POLÍTICAS NESTE REGIME DE QUEM INDICA…CONSTITUINTE JÁ DO POVO SOBERANO EXCLUSIVA POIS A CONSTITUIÇÃO DE 1988 FOI FEITA PELA PARTIDOCRACIA QUE NUM GOLPE CONGRESSUAL OUTORGOU ESTA CONSTITUIÇÃO QUE POTENCIALIZA SEUS DIREITOS SOBRE O POVO CRIANDO A REELEIÇÃO COM TEMPO INDISCRIMINADO QUE LEVA AO CONTIUISMO SEM PLANEJAMENTO PÚBLICO DE METAS ADULTERANDO O PLANEJAMENTO ESTATAL PARA METAS DE PARTIDOS ASSENHORADAS EVENTUALMENTE NO PODER!

Há 1 ano

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LULA MINISTRO É ALGO QUE NOS REVOLTA! O professor Sérgio Borja até tentou, mas se irritou ao comentar a manobra do governo para proteger o…
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A PARTIDOCRACIA COME BRIOCHES NO ÚLTIMO BAILE DA ILHA FISCAL E EM BREVE CONHECERÁ A FACE VIVA DE DEUS!

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

A PARTIDOCRACIA ESTÁ COMENDO BRIOCHES NO ÚLTIMO BAILE DA ILHA FISCAL E EM BREVE VERÁ O ROSTO DO DEUS VIVO!

Encontrada no Google em vejario.abril.com.br
IMAGES.GOOGLE.COM.BR
 QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!   ATÉ QUANDO ABUSARÃO DA PACIÊNCIA DO POVO COMETENDO TODOS ESTES TIPOS DE ABUSO E ESTA CORRUPÇÃO SISTÊMICA QUE SE ESPRAIA ENTRE OS TRÊS PODERES DA NAÇÃO ATÔNITA FRENTE A TANTA OUSADIA SEM LIMITAÇÃO ALGUMA NAS LEIS E NA CONSTITUIÇÃO! ATÉ QUANDO?!!!

CONSTITUINTE EXCLUSIVA E SOBERANA DO POVO CONTRA A CONSTITUIÇÃO DE 1988 CRIADA POR UM CONGRESSO CONSTITUINTE QUE AUTO OUTORGOU-SE ESTE REGIME HEDIONDO DE COMPADRIO CLIENTELISTA QUE INDUZ A CORRUPÇÃO SISTÊMICA NUM REGIME DO QUEM INDICA!

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11 min ·

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

AQUI ESTÁ A PROVA INCONTESTÁVEL DE APOIO À MINHA TESE DE REFORMA POLÍTICA COM CONSTITUINTE EXCLUSIVA DO POVO POIS ESTE REGIME HEDIONDO CRIADO PELA PARTIDOCRACIA CLEPTOCRATICA E CORRUPTA EM 1988 QUANDO UM CONGRESSO DE POLÍTICOS CONSTITUINTE DEU UM GOLPE NO POVO E OUTORGOU-NOS UMA CONSTITUIÇÃO DEMAGOGA QUE ATRIBUI DIREITOS IRREAIS AO POVO ATRIBUINDO À PARTIDOCRACIA TODOS OS DIREITOS DE FORO PRIVILEGIADO QUE À BLINDA; REELEIÇÃO DEPOIS DE 8 E QUATRO ANOS QUANDO NO MODELO ORIGINAL A CONSTITUIÇÃO AMERICANA DE 1787 É RESPECTIVAMENTE DE 4 E 2 ANOS…UM REGIME HEDIONDO DE COMPADRIO FEUDAL “DO QUEM INDICA” JUÍZES DAS CORTES SUPERIORAS ESCOLHIDOS ENTRE SEUS AFILHADOS; CONSELHEIROS DOS TRIBUNAIS DE CONTAS, TEORICAMENTE PARA FISCALIZAR SUAS CONTAS ENTRE O MESMO TIPO DE GENTE ORIUNDA DA CLASSE POLÍTICA!!!!!!! DIREITO DE APARELHAR O ESTADO ATRAVÉS DA INDICAÇÃO DE CARGOS EM COMISSÃO PARA OS TRÊS PODERES QUE SÃO PREENCHIDOS POR RECRUTAMENTO ENTRE CABOS ELEITORAIS; AMANTES TEÚDAS E MANTEÚDAS COM CARGOS PÚBLICOS NO ESTADO UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS DO QUAL ESTA CORJA DE SALAFRÁRIOS É DONA E POSSEIRA DENTRO DE UM REGIME FEUDAL E IRRACIONAL DE CLIENTELISMO POLÍTICO QUE INDUZ INEXORAVELMENTE À TODA A CORRUPÇÃO EM QUE CHAFURDAMOS! DIGA NÃO À REELEIÇÃO E AO CONTINUÍSMO ABRA SUA MENTE PARA CRIARMOS UM REGIME ESCORREITO COM O MENOR NÚMERO POSSÍVEL DE REELEIÇÕES PERMITIDAS FAZENDO COM QUE SE DISSOLVA ESTE REGIME NEFASTO DE CASTA ONDE A PARTIDOCRACIA QUE DEVERIA NOS REPRESENTAR ROUBA-NOS DESAVERGONHADAMENTE O DIRETO DE SERMOS FELIZES SEPULTANDO-NOS EM IMPOSTOS QUE NOS FAZEM TRABALHAR 6 MESES POR ANO PARA PAGAR O PREÇO DESTA CORRUPÇÃO SISTÊMICA E DESENFREADA! QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!

Força-tarefa desvenda esquemas de conselheiros do TCE-RJ que cobravam propina para ignorar irregularidades em obras e sistema de transportes
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Sérgio Borja
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Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

AQUI ESTÁ A PROVA INCONTESTÁVEL DE APOIO À MINHA TESE DE REFORMA POLÍTICA COM CONSTITUINTE EXCLUSIVA DO POVO POIS ESTE REGIME HEDIONDO CRIADO PELA PARTIDOCRACIA CLEPTOCRATICA E CORRUPTA EM 1988 QUANDO UM CONGRESSO DE POLÍTICOS CONSTITUINTE DEU UM GOLPE NO POVO E OUTORGOU-NOS UMA CONSTITUIÇÃO DEMAGOGA QUE ATRIBUI DIREITOS IRREAIS AO POVO E ATRIBUINDO À PARTIDOCRACIA TODOS OS DIREITOS DE FORO PRIVILEGIADO QUE OS BLINDA; REELEIÇÃO DEPOIS DE 8 E QUATRO ANOS QUANDO NO MODELO ORIG

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A CARNE FRACA E PODRE SEGUNDO HENRIK IBSEN E JONH KENETH GALBRAITH OU QUANDO O LUCRO DESENFREADO ESTÁ ACIMA DO CONSUMIDOR

UM INIMIGO DO POVO

         Quando numa sequência cruel de eventos escandalosos temos mensalões, propinodutos, zelotes, BNDES, contra a cidadania, paralelamente sofremos a ocorrência de agressões idênticas contra os consumidores como adição de soda, ácido sórbico, formol e “otras cocitas más” aos produtos lácteos; da mesma forma a operação “carne fraca” estoura um conúbio espúrio entre as maiores empresas de produção de carne e embutidos do Brasil em conluio com funcionários corruptos sempre no afã de maquiar produtos com relação à sua conservação ou constituição. Os escândalos tanto na área pública relativa à constituição do Estado Nacional como também crimes contra o consumidor atingindo a órbita da Sociedade Civil, mostram numa ampla visão, o estágio da decadência moral que vivemos onde os escrúpulos são sepultados em troca do enriquecimento ilícito tanto de agentes estatais como grandes empresários da órbita da Sociedade Civil. Criou-se no Brasil a hipótese da corrupção do capitalismo bem retratada pelo grande economista canadense John Kenneth Galbraith  em sua obra “O Novo Estado Industrial”. Nesta obra ele exibe a corrupção do modelo Constitucional criado no século XVIII que teve como fundamento o Povo Soberano, corrompido, conforme demonstração de sua tese, no século XX, por um capitalismo que associado ao Estado passa a corrompe-lo alterando seu fundamento central, o Povo, transladando-o diretamente para o Poder Econômico que passa a substituir àquele. Nesta obra vemos o homem “da mala preta” que frequenta gabinetes ministeriais e de políticos comprando suas consciências e mais do que isto adulterando o Fim Público e o Bem Comum que deveriam ser o desiderato de suas funções. O Brasil de hoje, no século XXI, retrata plenamente a tese de Galbraith mas reproduz da mesma forma o tema central da ficção teatral abordada pelo célebre autor Henrik Ibsen que escreveu entre outros dramas teatrais a magistral obra “Um inimigo do Povo”. Já no seu título identifica-se na realidade o “Herói do Povo”, aventado em tese por Hegel, travestido ali, nesta peça teatral, em Inimigo do Povo pois corruptos e corruptores, que adulteram a área pública em benefício próprio, o consideram assim. No Brasil, tanto a tese de Galbraith como a ficção de Ibsen se tornam reais quando se levantam vozes que tentam calar tanto a Lava Jato como condenar ao silêncio o eco de seus crimes para que tanto a opinião pública do primeiro mundo como também importadores da Europa, Rússia e mercados tradicionais não saibam da  natureza hedionda de suas práticas políticas e, respectivamente,  dos malefícios do consumo de suas mercadorias adulteradas. Necessitamos comparecer em peso às ruas no dia 26 de março para que os verdadeiros heróis do povo que Ibsen retratou no personagem Dr. Stockmann possam altear sua voz em benefício da ética e do Povo que não deverão sucumbir sob a ganância desenfreada do lucro imoral que subtrai os óbices legais que obstaculizam sua gula insaciável! Coincidentemente Ibsen escreveu em 1849 sua primeira peça denominada Catilina. Cícero abriu sua primeira catilinária contra a ignorância e a ditadura exclamando: “Quosque tandem Catilina abutere patientia nostra!”

POMVEJA – A CERVEJA COM POMBAS – DENÚNCIA GRAVÍSSIMA!!!

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

DENÚNCIA GRAVÍSSIMA…POMBOS MOÍDOS COM CEVADA NA CERVEJA…É A NOVA MARCA BRASILEIRA “PONVEJA” O DIRETOR DA CERVEJARIA EXPLICA QUE A CEVADA, OS POMBOS, SUAS PENAS E VÍCERAS COM DEJETOS TODOS SÃO PURA PROTEÍNA E SÃO TRITURADOS E PASTEURIZADOS NA COCÇÃO!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKK OLHA AÍ A PONVEJA UMA MATÉRIA PARA A REVISTA VEJA! (Não coloquei o nome da rede acusada pois pode ser uma cilada jurídica) Depois da carne fraca; do leite com soda ; do queijo temperado com especiarias para tirar o gosto da podridão e da nova degustação gourmet da CERVEJA cujo conteúdo é milho ao invés de cevada com POMBOS…A POMVEJA!!! Fui ler a obra de Ibsen não o daqui da RBS e eterno deputado mas o IBSEN norueguês dramaturgo e sua peça teatral inesquecível O INIMIGO DO POVO que tem a mesma temática dos EMPRESÁRIOS ASSASSINOS QUE LUCRAM BILHÕES e quando o escândalo de sua falta de ética corrompe funcionários vagabundos desprezíveis COM MEDO DE PERDEREM SUAS EXPORTAÇÕES PARA A UNIÃO EUROPÉIA CHINA E RÚSSIA dizem que tudo não passou de um assodamento apressado ( viva a denotação do pleonasma!!) QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA! Cicero e repetindo ainda os dizeres de Dante Alighieri gravado no frontispicio de seu INFERNO: LASCIATI OGNI ESPERANZA VOI QUI ENTRATE!! Perdei todas as esperanças vós que entrais aqui! Como não creio nos tribunais do Brasil que sofrem do mesmo mal ético disseminado e que são um grande BURACO NEGRO onde grande parte dos crimes imputados aos cafajestes que nos desgovernam, PRESCREVEM PELA OMISSÃO CRIMINOSA E CONIVENTE DE SUAS COMPLACENCIAS! “Senhor Deus dos desgraçados dizei-me se eu deliro ou se é verdade….Colombo fecha a porta dos teus mares…e existe um povo cuja bandeira empresta para cobrir tanta INFÂMIA E COVARDIA! ( Castro Alves- Navio Negreiro- politicamente correto Nave Afrodescendente) …….diz-me senhor DEUS se eu deliro e se tudo isto é verdade?!

-0:06

 POMVEJA OU PONVEJA???  Antes de “p” e “b” M mas como é “v” seria “n” !!!!  No entanto como é uma aglutinação poética kkkkkkkk   o melhor é POMVEJA!!!!  KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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DO DÓLAR ATUAL E EFEITO SANFONA NOS CUSTOS DO BRASIL E A GUERRA DAS MOEDAS

DO EFEITO SANFONA SOBRE OS CUSTOS NO BRASIL SOB A GUERRA DAS MOEDAS E A CRISE

As pessoas que fazem dieta para emagrecer sabem do efeito sanfona em seus corpos. Da mesma forma o processo de emissão monetária ou alargamento da base monetária endógena para induzir a desvalorização da divisa acompanhando a desvalorização do yuan e o acompanhamento do dólar, tentando manter um paralelismo em baixa com o mesmo, leva, com a alteração da política monetária leva à um efeito análogo a este. O governo e as troika Dilma, Mantega e Tombini expandiram no que deu a base monetária e os meios de pagamento através da emissão, do crédito solto, dos subsídios, etc, levando a um processo de desapreciação do real em relação ao dólar em razão da aceleração do processo criando uma sensação artificial de conforto que apelidei Doping Financeiro Eleitoral. Tudo isto para ganhar as eleições! Ganha as eleições no day after a tempestade montada, somada ao processo Guerra das Moedas fez com que a crise tirasse sua máscara e de sopetão se instalasse direto na sala à sol destapado!!! Veio o impeachment e assumiu o Vice, Temer que alterando a política ideológica anterior trocou os cabeças do Ministério da Fazenda e do Banco Central restabelecendo a política de meta-de inflação, com aumento dos juros e da taxa Selic, racionalização de gastos para erradicar o máximo possível os déficits governamentais e, desta política, com a mudança de perspectivas que transformam o cenário econômico através do político que passa a filtrar para o mercado uma mudança de perspectivas, tanto ideológica, com o fim do populismo e regime de demagogia, sendo que o processo de reinvestimento externo recomeça a captar o IED , investimento externo, com uma revalorização do real que é apreciado em 1\4 do valor de face frente ao dólar e 1\8, mais ou menos, frente ao euro. Esta mudança de perspectivas renova às esperanças do Agronegócio que, no governo Dilma sofreu com a queda do real frente ao dólar tendo seus custos de adubagem, sementes e defensivos, aumentado drasticamente, com a consequente queda do preço  das commodities no mundo inteiro por perversão do fenômeno Guerra das Moedas que atinge todos os países produtores de agronegócio. A margem de lucro ou a mais valia do Agronegócio precipitou-se sob o governo Dilma ocasionando o quase colapso da matriz ou aríete financiadora de todos os outros segmentos que lhe são sucessivos conforme a divisão de Colin Clarck, atividade primária, secundária e terciária (com as divisões agregadas pelo avanço do fim do século XX e começo do XXI). Com as novas perspectivas do Governo Temer e o governo de seu excelente ministro Meirelles, que produziu o boom de Lula, sua experiência à frente da economia ensinou-lhe em anos de prática que a única maneira de enfrentar os crescentes déficits era um alinhamento quase paritário entre exportação e importação, com leve vantagem para a primeira e a valorização do câmbio, num valor difícil ou enigmático de descobrir, adaptado ao nível do time da economia e dos índices econômicos do momento. Assim é que logo tivemos uma reação do real frente ao dólar numa apreciação endógena de mais ou menos 1\4 do seu valor de face que mantém-se oscilando frente as surpresas prometidas pela nova política mundial capitaneada pelo Brexit na Inglaterra e a política em sequência de Donald Trump num sentido de protecionismo e nacionalismo frente ao roubo de vagas de trabalho e as transferências de plantas industriais para o Oriente Asiático estabelecido pelo movimento das Multinacionais em busca das vantagens comparativas da Ásia, China e demais países do sudoeste asiático, onde moedas e câmbio com a conjunção de ausência de direitos trabalhistas e previdenciários oferecem uma MAIS VALIA altíssima (a mais alta taxa de retorno do mundo) caracterizando o Dumping Monetário e o Dumping Social que emprestam as mercadorias oriundas destes empórios a mais alta competividade jamais vista no globo. O PROBLEMA no Brasil é que com a mudança de perspectivas e com a apreciação do real, aumenta-se as importações causando um efeito sobre a inflação já mermada em razão do endividamento dos consumidores e empresas; juros extratosféricos que retiram a capacidade de formação de capital de giro financiado; com a retração consequente no investimento e no consumo. Assim é que tínhamos com a retirada do arroxo ao preço do combustível, para salvar a Petrobrás que financiou o preço dos combustíveis desde 2005, abaixo do valor de mercado internacional, a revalorização dos combustíveis que, neste governo atual, a fim de não quebrar a Petrobrás, ficaram num patamar muito elevado sendo duas ou três vezes mais caros que os preços internacionais. Estes custos contaminam a produção do agronegócio pois a matriz energética de tratores e colheitadeiras, ceifadeiras, transporte, etc, é toda feita em cima da energia do fuel oil. Aliando-se a isto o aumento da dívida pública das unidades federativas, municípios e União fizeram que o investimento e a manutenção da infraestrutura de transporte, caísse e tivéssemos a depauperação de toda a infraestrutura viária onerando assim o transporte em razão dos óbices criados para os transportadores agravados com o aumento dos pedágios e do combustível em geral. Se o preço das commodities alternaram-se e abrem-se perspectivas de valorização dos preços no mercado internacional por outro lados os custos fixos de produção, comercialização e transporte, compensando a queda dos insumos importados (adubos, sementes e defensivos) anularam os ganhos havendo um agravamento ainda maior que se precipita, não só sobre o Agronegócio mas sob toda a cadeia produtiva primária, secundária e terciária pois os SALÁRIOS DOS TRABALHADORES foram demagogicamente aumentados em REAL sob o governo DILMA embora em dólar caíssem. No governo Temer, com estas mudanças econômicas começou a ser sentido o EFEITO SANFONA pois não só o REAL APRECIOU como também os SALÁRIOS EM REAIS APRECIARAM DA MESMA FORMA com a valorização perante o dólar retirando assim A MAIS VALIA OBTIDA PELOS EMPRESÁRIOS E, POR CONSEQUÊNCIA AUMENTANDO SEUS CUSTOS EM 25% QUE SE REPRODUZ NOS SALÁRIOS E NO CUSTO SOCIAL DOS RECOLHIMENTOS DEVIDOS!!!!! Assim é que da ESTAGFLAÇÃO emigramos para um processo de ESTAGNAÇÃO pelo aumento de CUSTOS e MAIOR PERDA DA COMPETITIVIDADE POIS ESTA incorpora custos iniciais de insumos básicos, salários, custos sociais, impostos, infra estrutura deficiente ou inexistente, preço alto e impagável do combustível, e tudo o mais que se convencionou chamar de custo Brasil. Assim é que este efeito SANFONA de engordar os CUSTOS está levando ao achatamento da TAXA DE RETORNO que ficou ainda mais estreita e perda maior da competitividade com reflexos na retomada dos investimentos e no ganho de expansão do mercado de trabalho. Na prática andei almoçando num shopping aqui em Porto Alegre e constatei que os preços de restaurantes simples de fast food, onde não há garçons e serviços à francesa, para o público simples, estão com os preços esgarçados idênticos aos preços europeus pois comi uma refeição simples pagando 42 reais o que equivale ao custo de uma refeição no bairro mais chick de Paris, entre 14 e 18 euros, sendo que na margem droit, em Montmartre os preços já ficam menores que aqui e no sul da França, na famosa Cote DAzur, em cidades do interior, os preços já caem abaixo dos preços dos shoppings brasileiros. Eu estou falando de Porto Alegre e não da Av. Paulista onde tudo custa mais do que na Europa ou Estados Unidos. Assim é que o efeito SANFONA que é o inchamento dos SALÁRIOS EM DÓLAR pela apreciação do mesmo, retirando ou diminuindo as margens de retorno dos empresários agravadas pelos impostos, custos sociais, segurança nula, transportes etc, encarecem mais e mais o Brasil tornando-o e importando para o seu interior uma inflação de custos e preços que diminui sua MAIS VALIA coisa que o sudoeste asiático não possui. Assim é que as dificuldades econômicas somam-se ao processo de desabamento do REGIME DO DEVE SER onde o BACHARELISMO FILOSÓFICO das torres de marfim utópicas modulam pelos seus órgãos JUDICIÁRIOS a interpretação da lei e da exigibilidade de UM DEVE SER não concernente com os lucros e a riqueza desta sociedade cada vez mais empobrecida pelo saque da corrupção que leva a falta de legitimidade que por sua vez leva ao desmonte da CONFIANÇA NECESSÁRIA PARA NOVOS INVESTIMENTOS….com os ventos que sopram do mundo, Brexit, Trump, Marine Le Pen, e novos políticos de direita emergentes na Holanda, Bélgica e Alemanha, teremos panos para mangas para que a crise continue comendo o resto de gordurinhas que a sociedade possuía frente à franca implosão do Estado Nacional do DEVER SER ou da SOCIAL DEMOCRACIA GETULISTA que inaugurou sou reino em 1930, nas constituições de 34, 37, 46, 67, 69 e cuja cúspide de aperfeiçoamento histórico é a constituição de 1988 que anexou a estes direitos negativos liberais, os direitos positivos e materiais social democratas e ainda os de terceira, quarta e quinta geração, como aqueles bioéticos, do consumidor, e do meio ambiente. Com o endividamento do Estado Nacional sob o jugo de uma PARTIDOCRACIA CLEPTOCRÁTICA que desgoverna o país com uma política de pandorga sem rabo (louca) sem planejamento de longo prazo e sob as oscilações desta mesma política que causam os EFEITOS SANFONAS aglutinando aos males internos, agregando à eles, OS MALES EXTERNOS ou seja a inflação de CUSTOS que nos colocam numa total perda de COMPETITIVIDADE FRENTE Á CHINA E AO SUDOESTE ASIÁTICO , Coréia, Japão e demais vizinhos…que desvalorizam suas moedas mantendo-as á baixo do dólar e euro e financiando tudo com reservas de divisas trilhionárias em razão do alto superávit em exportações de manufaturados. Esqueci de colocar também que a MAIS VALIA BRASILEIRA vai para o inferno e se perde COM A EXPORTAÇÃO DE PROTEINAS E GRÃOS para estes países que comiam insetos, cães e gatos, e hoje importam carnes nobres de gado, porcos, aves, grãos do Brasil, aumentando ainda mais o custo interno pela ausência da abundância interna causando, pela diminuição de oferta interna, o aumento dos preços para os brasileiros. Em breve os gaúchos do Rio Grande do Sul terão que instituir como comida clássica a PARRILHADA argentina pois a Argentina exporta quase toda sua carne de primeira e de segunda que , pelos preços internos, não são consumidas pelas classes pobres e trabalhadores que comem e dão glamour a ingestão das vísceras dos animais cognominando-a de PARRILHADA!!! Os gaúchos já estão fazendo churrasquinhos de asa de frango e costelas de porcos…que são mais baratinhas…eis o furo da bala desta economia alquebrada que importa para si num legítimo efeito SANFONA os custos internacionais proibitivos para os empresários tupiniquins já assoberbados com impostos e custos sociais refletidos no CUSTO BRASIL!!!  Quosque tandem Catilina abutere patientia mostra!!!

A REALIDADE BRASILEIRA DOS CUSTOS RETRATADA PELOS PRODUTORES NA REDE SOCIAL COMO EXEMPLO DO ARTIGO A CIMA:

https://www.facebook.com/obrazildeforadobrasil/

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DONALD TRUMP E SEU REFORÇO AO BREXIT NA LUTA ENTRE NACIONALISMO E GLOBALIZAÇÃO

O BALÉ DE DONALD TRUMP E O PAS DE DEUX  ENTRE MUNDIALIZAÇÃO E ESTADO NACIONAL NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO NO LIBRETO “O BREXIT”

Em 2007 escrevi um artigo emblemático e profético sobre o futuro evolutivo do processo de Guerra das Moedas. As “profecias ou premonições” ali feitas realizaram-se totalmente no futuro.

1 – Crise na Europa com os PIGS e agora o BREXIT;

2 – Crise profunda no Brasil..

A partir da queda do muro de Berlim ou simbolicamente com o fim da guerra fria através do colapso da URSS de Gorbachov, apesar de sua Glasnost e Perestroika, através das  feridas deixadas pela crise econômica advinda da intervenção desta potência na Guerra do Afgnistão, o capital teve a sua possibilidade histórica de uma expansão sistêmica através de vários estados nacionais. Pode-se dizer que há uma relativização nesta expansão pois a China Comunista, com as reformas feitas em seu regime, passou a atrair como um grande buraco negro toda a energia do capital mundializado das Trans Nacionais Corporations. O fim da guerra fria aprimorou mecanismos de garantia de que os regimes autócnes dos estados nacionais não desapropriariam mais os capitais e ativos destas empresas. Assegurados estes mecanismos jurídicos de garantias aos direitos de propriedades dos acionistas e fundos com sede no hemisfério norte, com o direito a remuneração de seus investimentos e o justo retorno dos lucros houve uma sinergia jamais vista na expansão deste capital. Mais e mais a realidade da integração acionada pelos mecanismos de tratados multilaterais concatenados com os tratados regionais e bilaterais estendeu-se como uma grande teia ligando os mercados mundiais e possibilitando a ativação das vantagens comparativas nas produções de insumos básicos, sua importação e exportação, como, da mesma forma, no comércio dos bens agregados produzidos e derivados. Os capitais foram em busca de mão de obra qualificada ou facilmente qualificável e adaptável ao sistema taylorista de produção sistêmica onde os custos de pessoal, impostos, insumos, etc, baixassem o valor do custo inicial potencializando o preço final e obtendo assim alta competitividade. O que houve neste processo foi uma grande transferência de capital e conhecimentos técnicos especializados, com a transferências de plantas industriais que mudaram-se dos países centrais e foram pousar em vários países do mundo e principalmente na Ásia com destaque para a China. A partir deste momento e gradativamente a existência dos Estados Nacionais concebidos dentre a chamada paz da Westphália, que assegurou a igualdade dos estados e de sua existência, independentemente da força de suas soberanias pelo respeito a esta e o brocardo da não interferência fez com que, paulatinamente, pelo processo de globalização dos capitais e das Multinacionais, os Estados Nacionais passassem a bem dizer para um segundo plano pois a Paz Perpétua de Kant era paulatinamente implantada com o processo de harmonização através de tratados restando a arte da guerra, função do Estado Nacional, para casos extremos de coibição de Estados Nacionais que visassem atingir esta harmonia do comércio e circulação global das commodities e produtos. As funções que criaram o Estado Nacional no século XI e XII, como exercício de Jurisdiçâo; exercício de Legislação e inclusive Execução; somados aos de emissão de moeda e outros, foram gradativamente mais e mais enfraquecendo-se e esmaecendo-se ante uma interatividade cada vez maior do efeito da mundialização e seus conceitos.

1 – As moedas nacionais mais e mais foram se desestabilizando tanto com relação aos Déficits do Balanço de Pagamentos, como também com relação aos seus Superavit de Balanço, em razão do princípio da circulação forçada da moeda nacional que prevê a aquisição pelo Banco Central ou órgão existente, o que causa um processo de patologia para os Estados Nacionais em absorver ou prover tanto um como outro fenômeno

2 – Todos os regimes constitucionais regulados seja o do Socialismo Constitucional ou do Constitucionalismo Social passaram a sofrer um processo de aluição ou destruição em razão da alta competitividade das mercadorias oriundas do exterior que passaram a criar um processo de desindustrialização, de desmonte, em razão da falta de competitividade destes regimes sepultados por alta carga tributária; regulação exacerbada que cria um desestímulo total ao emprendendorismo; leis trabalhistas rígidas e ultrapassadas que contrastadas com as externas inexistentes fazem com que as empresas do pais de origem tenham de fechar frente aos produtos similares importados mais baratos e em conta.

3 – Alterações internacionais em razão de desabamento dos estados regulados ditatoriais do norte da África e Oriente Próximo, que foram um a um caindo, como Egito, Líbia, etc, sendo que quando o processo chegou à Siria houve um veto nacionalista da Rússia, em razão dos tratados de áreas e zonas de influência delimitados previamente e celebrados entre EUA e URSS, na guerra fria. Ora, estas populações passaram a migrar violentamente para a Europa e é o processo de verdadeiro assalto que estamos vivenciando agora com a reação nacionalista e racista, que hibernou e manteve-se inerte no genoma dos antigos Estados Nacionais que formaram a União Européia, reascendendo novamente o canto do nacionalismo e da direita com a preservação das tradições e da etnia executando as velhas partituras musicais deste tipo de pensamento que plasmou a formação do Estado Nacional desde o Medievo até a era Moderna cujo clímax de exacerbação foram as duas grandes guerras mundiais do século XX. No Brasil vemos o afluxo de povos da África como do Senegal e povos da América Central como do Haiti. Na Argentina os cabeças negras oriundos da Bolívia, Paraguai e Perú que invadem as calles com seus tonales em Buenos Aires e outras cidades. O mercado se fez livre e também, embora a mobiblidade de pessoas só fosse autorizada legalmente pelo tratado de Maastrich, na Europa, nos demais o processo de globalização acelerou a desregulação e a clandestinidade dos imigrantes que invadem o Canadá, a Austrália e os EUA onde primeiro Clinton e agora Trump, chegaram a edificar muros..que mostram que o substrato de aceitação da diversidade e da convivência etnográfica e cultural, através do multiculturalismo, não tem ainda condições de auto superação para absorver o processo rápido de mundialização que houve e que é, de determinada forma, localizado e galvanizado pela China onde se concentram os maiores investimentos de capital externo no mundo e que segue sendo o maior polo de atração deste capital externo.

4 – Um dos efeitos maiores, previsto no artigo escrito em 2007, Dólar o Portal para o Mercado, foi a saída da Inglaterra da União Européia, através do BREXIT e também possibilidades de rachaduras que se evidenciam no renascimento da direita francesa, através das idéias de Le Pen, que mais e mais reforça e briga pela extinção da moeda euro, que alta como está, beneficia só a Alemanha e um pouco a França, que ultimamente acossada com o processo de transferência e desmonte de sua indústria que migra para lugares na Ásia, começa a mostrar suas escaras e frinchas evidenciado o desgaste causado pela Guerra das Moedas na grande autarquia e Fortaleza que é a União Européia;

5 – O detalhe mais importante e que não foi aventado pela minha pessoa e nem passou pela minha cabeça foi a de uma possível resistência da matriz do dólar, seja, os Estados Unidos da América que agora, liderado por Ronald Trump, assume um discurso eminentemente nacionalista e da volta e regresso do mundo a realidade dos Estados Nacionais com todas as suas idiossincrasias específicas de culto as etnias, língua, cultura, raça, em detrimento do processo de harmonização e aceleração do mercado mundial com integração absoluta entre Estados Nacionais e com a relativização de suas soberanias frente ao processo de mundialização;

6 – Constata-se que a mundialização ou globalização não é só a sinergia de alastramento sistêmico de um localismo ou uma cultura, a anglo-saxã, através da transformação da língua inglesa e sua internacionalização e ferramenta de comunicação mundial assim como de sua moeda que domina 78% de solvência do comércio mundial, da sua tecnologia através da expansão da camada de infovia e estabelecimento de redes sociais albergadas em novos softers que criam modificações de costumes em todo o mundo num processo de interação individual e coletivo que desafiando Jurgüem Habermas ultrapassa sua visão na obra A MUDANÇA ESTRUTURAL DA ESFERA PÚBLICA pois passa a impactar sobre o último sobrevivente de justificação do Estado Nacional e seu Direito, através do impacto direto sobre seu sistema de Representação Política que, conforme vários tratadistas, como Justi Tavares e Karl Loewenstein, o constitucionalista, que estudam as mútuas interações e fenômenos advindos do sistema partidário, eleitoral e político com a existência dos três poderes ou melhor dizendo, das três funções do Poder, legislativo, executivo e juridiário; Interações estas cujos fenômenos espocam por todo o mundo passando mais e mais a serem judicializadas na distância de anos luz do que pensa o Povo Soberano sobre tudo.

         Assim é que tudo o que temos assistido, após a eleição de Ronald Trump é o balizamento e a demarcação para uma zona de retrocesso no processo de globalização em razão, além dos problemas patológicos e genéticos da formação do estado nacional que remetem a um comportamento tribal muito bem descrito por Karl Schmitt projetado na visão do Inimigo. Como dizia, os americanos impulsionados não pelo altruísmo das ideias do presidente Wilson mas sim, com base na ganância e busca pelo lucro máximo foram aterrissar na China e, paradoxalmente, construíram através de sua visão de globalização o mundialização, não a projeção mundial e disseminada de sua língua, moeda e tecnologia mas também uma localização paradoxal que é o aporte num único estado nacional, a China, todo o capital, conhecimento técnico, transferência de tecnologia, que com eles transferiu também poder e empregos, emagrecendo as potências tradicionais frente ao surgimento de um gigante incontrolável e que demonstra não possuir nada de altruísmo quando avança paulatinamente seus olhos e seu poder sobre suas antigas posses como a ilha de Formosa e as ilhas japonesas já tendo avançado sobre Hong Kong e Macau e que, cada vez mais, com sua fortificação arma-se mais e mais ao mesmo tempo que captura antigos satélites e zonas de influência, com mercados consumidores e áreas produtoras de matérias primas como comida e energia e minérios vendendo suas quinquilharias tecnológicas, com selos das grifes europeias e americanas, no entanto todas fabricadas na China.

         Constato que em um mês da posse de Trump que a China tem um grande aliado que é o capital internacional Globalizado que não quer ser mais americano, francês ou inglês, ou seja o que for e, não se importa com os problemas do Estado Nacional, seja o desemprego, a desindustrialização, etc..pois o que importa são os mercados que devem ser otimizados e integralizados sendo o suporte maior disto a base no planeta China que fornece uma mão de obra de 800.000.000 de obreiros que é maior que a população de qualquer uma destas antigas potências sobrepujadas em seu nacionalismo pela gula dos negócios e do lucro que sempre odiaram as fronteiras e o Estado Nacional, seu aliado ocasional para ser utilizado em guerras de mercados na antiguidade que assenhorassem seus mercados e o comércio de suas commodities. Assim é que Donald Trump se vê com uma oposição em seu país e em todo o mundo através da opinião de consumidores cuja crítica e julgamento é estabelecido da mesma forma pela ótica do establischment do Quarto Poder, ainda não constitucionalizado, como sonhou George Orwell criticando a sua possibilidade. Assim é que Trump vence e vencerá unido ao nacionalismo inglês que em compasso de espera aguarda sua reação para sedimentar e formalizar a vitória das urnas na Inglaterra, fazendo do BREXIT dos ingleses insulares o início do BREXIT internacional que é um retrocesso a política de estados nacionais com uma recaída nos discursos que preenchem a imaginação nos velhos nacionalismos que tem sua justificativa na perda dos empregos, na invasão dos imigrantes de língua e crenças estranhas; enfim no retorno do tribalismo das guerras. Ou Trump , ao contrário, sofre um processo de Impechment perdendo sua sustentação política e será golpeado e apeado do poder , sendo assim vencido o nacionalismo americano restando a Inglaterra reposicionar-se perante a Europa, voltando atrás no Brexit, ou, como ensina a História, o método informal abate literalmente Trump, como foram abatidos à bala vários presidentes americanos sendo o último deles Kennedy. Quem viver verá: Nesta dança de balé TRUMP E UMA VOLTA AO NACIONALISMO OU A VITÓRIA DAS MULTINACIONAIS E O ESMAECIMENTO DO ESTADO NACIONAL ATRAVÉS DA SUA DILUIÇÃO NUM PROCESSO INTERATIVO DE GLOBALIZAÇÃO E MUNDIALIZAÇÃO. Resta a problemática: Será que a China mundializar-se-á ou manterá o seu nacionalismo, como mantém, simplesmente usando e lucrando com as MULTINACIONAIS que não pensam em termos de estratégia ou jogos de sistemas mas num jogo integrado de não sistema ou sistema único e hegemônico do Capital e não de qualquer agência de Poder nominada Estado Nacional seja ela legitimada em nome do Povo Soberano, seja ela legitimada em nome de uma Oligarquia e Estamento de Funcionários de um Capitalismo de Estado, ou mesmo na forma antiga e simplificada do Poder Originário autojustificado como é o do imperador da Coréia do Norte.  Quem viver verá!!!!!Olhe que as Transnacionais e Multinacionais passaram pelo processo de evolução em que se associam de forma indébita e criminosa com o Estado Nacional transfigurando o poder do povo no poder econômico que passa a determinar o que se consome, o que se vê e qual o prazer do momento ou do futuro e também o que se pensa e quais as doenças e os remédios a serem consumidos e as alimentações adotadas ou banidas….é um poder incrível que Trump o último presidente americano resolveu enfrentar e investir contra…sobreviverá?!! Sobreviveremos a tudo isto?! O Planeta sobreviverá a estes impactos??? …a discussão é incrível ….if…if…if……           19.02.2017

MEU ARTIGO DE 2007 SOBRE O DÓLAR

DÓLAR: O PORTAL PARA O MERCADO A aparente fraqueza do dólar é a sua real força. Vários artigos acadêmicos embasados nos vários déficits americanos e encorajados pelos índices comparativos entre várias moedas vaticinam vários cenários alternativos para a persistente queda do dólar. Estes cenários vão desde a visão catastrófica do crash total, passam por um esboço de looping, em que o dólar terá uma tendência descendente até 2014, quando a partir deste patamar começará novamente a se aprumar e, outros, que apesar dos sinais persistem em considerar que nada mudou e que o dólar ainda é, como sempre foi, um dos fundamentos da política internacional de comércio. Todos estes pensamentos não estão totalmente errados porque o dólar é como o caminhar de um ser humano. O andar do ser humano é um processo de sucessão de desequilíbrios que medeiam entre os vários equilíbrios que separam as margens da sucessão de pequenos saltos que buscam a estabilidade através de intermitentes desestabilizações. O pleonástico “cair um tombo” é uma possibilidade como também o é vencer a corrida de cem metros rasos, ou o agradável passeio até um Shopping-Center. Observando a dança das moedas neste verdadeiro jogo de xadrez internacional da oscilação dos vários currencys podemos concluir, sem sobra de dúvida, que a aparente fraqueza do dólar é a sua real força. O xeque mate ao rei não se dará através da rainha mais do verdadeiro cavalo de tróia que é o dólar pois ele traz no seu ventre os vetores intrínsecos do sistema liberal. Poderemos afirmar isto debruçando-nos sobre o balé do realinhamento das forças internacionais em torno das moedas. A União Européia cada vez mais se consolida atraindo novos países do leste europeu e possivelmente da Escandinávia, para a formação de um macro estado “pós-nacional” sob a batuta do euro. O euro, por seus fundamentos é lastreado no Pib e sob um rígido controle inflacionário estabelece a circulação da riqueza numa verdadeira autarquia econômica: a auto-suficiente Europa. A maior parte do comércio internacional da União Européia é feita entre os próprios estados que a compõem. Assim, a União Européia, numa escala integrativa jamais vista, possui o pleno dom da simbiose perfeita. Integra países altamente desenvolvidos com outros minimamente desenvolvidos aglutinando, reciprocamente, as vantagens comparativas diversificadas deste variegado comércio. Ora, o mundo externo, além das muralhas pretensamente inexpugnáveis deste mega-global-trader está, praticamente alinhado ao dólar sendo que esta aliança se torna mais evidente através do fenômeno do estacionamento – parking – dos seus excedentes comerciais nos verdadeiros parceiros/reféns (China detém mais de um trilhão de dólares em reserva; o Brasil mais de 120 bilhões, a Rússia, o Japão, etc…). Assim é que este efeito parking enxuga o meio circulante em dólar, altamente inflacionado, não detendo, no entanto o efeito da constante desvalorização do dólar causado pelos fundamentos de todo o déficit americano (balanço de pagamento + déficit público + déficit imobiliário + déficit privado + déficit previdenciário + etc). O problema do dólar, mais do que um problema americano, passa a ser um problema das demais nações. Das que acompanham o dólar por estar com ele atreladas e da que não acompanha o dólar: a União Européia. Esta última, além de poder importar tudo muito mais barato sofrerá a tendência inevitável de ser a maior exportadora de capital como jamais se viu. Buscará comprar o controle acionário de empresas que estejam dentro da zona do dólar em razão da oferta barata destes ativos. No longo prazo, se gradativamente o dólar não reagir, através deste processo a Europa passará a sentir o seu alto custo social (sua política trabalhista e previdenciária) e um processo de deflação que conduzirão necessariamente a um futuro alinhamento com o dólar sob pena de se precipitar na maior crise social pois a Europa terá a sua cidadela, numa escala maior, semelhante ao problema do Brasil sob o plano Real I, de FHC, acossada sob o sobrevalorização do euro sobre o dólar. O problema monetário é semelhante ao efeito causado na física por dois corpos vizinhos e com temperaturas diversas. A tendência é a troca de energia, que levará ao equilíbrio térmico dos dois sistemas. Na outra banda do problema, os países alinhados com o dólar, entre os quais o Brasil, (está casado em comunhão de bens através do pacto antenupcial e fiduciário por conta da detenção de U$120 bilhões) deverão sofrer um verdadeiro “efeito chupa-cabra” na capacidade de investimento estatal, que será tragada de vez pelo investimento na compra de ativos em dólar e pelo processo gradativo e constante, por efeito do mercado, de flexibilização do trabalho, privatização do seguro social, enxugamento do Estado Nacional e todos os possíveis efeitos que levarão a implantação do Mercado Total nos termos das premissas Liberais Ortodoxas. Deste destino não escapará nem a atual cidadela da União Européia. Sob o assédio da desoneração social, sem capacidade competitiva e em razão da migração de seus capitais, ela será forçada a capitular perante o aríete invencível do cavalo de tróia do dólar que implantará, através deste portal, o mercado total, tanto aqui, como acolá e inclusive lá. PROF. SÉRGIO BORJA – 57 ANOS – PROFESSOR DE CIÊNCIA POLÍTICA NA PUC/RS http://www.sergioborja.com.br/ 051 98083706