A ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE SE ESPRAIA COMO CÂNCER SISTÊMICO SOBRE O BRASIL ( A ORCRIM)

A ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA NO PODER (ORCRIM) E SEUS MECANISMOS DE SOBREVIVÊNCIA
Deixe de lado o partidarismo, o seu ódio pessoal e veja com clareza, como funciona a política brasileira.

O Procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, compartilhou e estamos copiando aqui a Análise de José Padilha, colunista de O Globo, sobre o Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira (aquilo que todos nós já sabemos mas que agora está bem melhor explicado).

“A importância da Lava-Jato
Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira

01) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

02) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

03) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

04) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

05) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

06) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

07) Foi o mecanismo quem manipulou as massas para eleger: o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

08) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

09) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos ou re-eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A grande maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Depois desta leitura se você se sentir impotente, ACREDITE que VC pode fazer história. Continue lutando da maneira possível. REPASSE: é uma forma de luta. E não tenha medo de ir para ruas, seus filhos terão orgulho de você. O Brasil é o nosso país.

Repassem por favor!

O POVO NÃO TEM MAIS RESPEITO ALGUM PERANTE ESTAS QUADRILHAS QUE POVOAM O PODER NUMA CORRUPÇÃO SISTÊMICA E DISSEMINADA!

lembrança — sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

EU NÃO TENHO MAIS RESPEITO POR QUE QUADRILHAS POVOAM TODO O PODER!!! ESTAMOS FRENTE A UMA CORRUPÇÃO SISTÊMICA QUE É INDUZIDA PELA CASTA DA PARTIDOCRACIA NUM REGIME DE COMPADRIO ESPÚRIO NUM REGIME DO “QUEM INDICA” ALTAMENTE CLIENTELISTA ONDE SE RECRUTAM JUÍZES DAS CORTES SUPERIORAS; CONSELHEIROS DOS TRIBUNAIS DE CONTAS; CARGOS EM COMISSÃO QUE APARELHAM OS TRÊS PODERES E INDICAM DE FORMA CLIENTELISTA AFILHADOS, PARENTES, CABOS ELEITORAIS, AMIGOS, AMANTES TEÚDAS E MANTEÚDAS COM CARGOS PÚBLICOS PAGOS PELOS CONTRIBUINTES NUM REGIME DE UMA CASTA QUE , SEPARADA DO POVO, É A CAPITÃ E DONATÁRIA EXCLUSIVA DO ESTADO LOTEADO PELOS SEUS ASSECLAS QUE SÃO VERDADEIRAS QUADRILHAS QUE FAZEM O POVO TRABALHAR 6 MESES PARA SUSTENTAR UM ESTADO PAQUIDÉRMICO QUE CONSOME GRANDE PARTE DESTES IMPOSTOS INJUSTOS E ANTI-PRODUTIVOS, QUE NOS TIRAM A COMPETITIVIDADE, E INDUZEM A CRISE ONDE ESTAMOS ATOLADOS ATÉ OS CABELOS!!! QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA! ´PARLAMENTARISMO SÓ COM REFORMA PARTIDÁRIA E A IMPLANTAÇÃO DA LIBERDADE DOS PARTIDOS POIS NOSSA ESCRAVIDÃO COMEÇA DENTRO DESTAS ORGANIZAÇÕES QUE ADONADAS DE FUNDO PÚBLICO DE BILHÃO DE REAIS DISTRIBUI ESTA VERBA SÓ ENTRE A OLIGARQUIA DOS DONOS DOS PARTIDOS E SEUS AFILIADOS. A DEMOCRACIA BRASILEIRA É UM PARADOXO POIS NASCE DESTAS ORGANIZAÇÕES DESPÓTICAS E OLIGÁRQUICAS QUE SE ADONAM DOS PONTOS E DAS INSTITUIÇÕES POLÍTICAS NESTE REGIME DE QUEM INDICA…CONSTITUINTE JÁ DO POVO SOBERANO EXCLUSIVA POIS A CONSTITUIÇÃO DE 1988 FOI FEITA PELA PARTIDOCRACIA QUE NUM GOLPE CONGRESSUAL OUTORGOU ESTA CONSTITUIÇÃO QUE POTENCIALIZA SEUS DIREITOS SOBRE O POVO CRIANDO A REELEIÇÃO COM TEMPO INDISCRIMINADO QUE LEVA AO CONTIUISMO SEM PLANEJAMENTO PÚBLICO DE METAS ADULTERANDO O PLANEJAMENTO ESTATAL PARA METAS DE PARTIDOS ASSENHORADAS EVENTUALMENTE NO PODER!

Há 1 ano

Veja suas lembranças

LULA MINISTRO É ALGO QUE NOS REVOLTA! O professor Sérgio Borja até tentou, mas se irritou ao comentar a manobra do governo para proteger o…
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A PARTIDOCRACIA COME BRIOCHES NO ÚLTIMO BAILE DA ILHA FISCAL E EM BREVE CONHECERÁ A FACE VIVA DE DEUS!

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

A PARTIDOCRACIA ESTÁ COMENDO BRIOCHES NO ÚLTIMO BAILE DA ILHA FISCAL E EM BREVE VERÁ O ROSTO DO DEUS VIVO!

Encontrada no Google em vejario.abril.com.br
IMAGES.GOOGLE.COM.BR
 QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!   ATÉ QUANDO ABUSARÃO DA PACIÊNCIA DO POVO COMETENDO TODOS ESTES TIPOS DE ABUSO E ESTA CORRUPÇÃO SISTÊMICA QUE SE ESPRAIA ENTRE OS TRÊS PODERES DA NAÇÃO ATÔNITA FRENTE A TANTA OUSADIA SEM LIMITAÇÃO ALGUMA NAS LEIS E NA CONSTITUIÇÃO! ATÉ QUANDO?!!!

CONSTITUINTE EXCLUSIVA E SOBERANA DO POVO CONTRA A CONSTITUIÇÃO DE 1988 CRIADA POR UM CONGRESSO CONSTITUINTE QUE AUTO OUTORGOU-SE ESTE REGIME HEDIONDO DE COMPADRIO CLIENTELISTA QUE INDUZ A CORRUPÇÃO SISTÊMICA NUM REGIME DO QUEM INDICA!

Sérgio Borja compartilhou a própria publicação.

11 min ·

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

AQUI ESTÁ A PROVA INCONTESTÁVEL DE APOIO À MINHA TESE DE REFORMA POLÍTICA COM CONSTITUINTE EXCLUSIVA DO POVO POIS ESTE REGIME HEDIONDO CRIADO PELA PARTIDOCRACIA CLEPTOCRATICA E CORRUPTA EM 1988 QUANDO UM CONGRESSO DE POLÍTICOS CONSTITUINTE DEU UM GOLPE NO POVO E OUTORGOU-NOS UMA CONSTITUIÇÃO DEMAGOGA QUE ATRIBUI DIREITOS IRREAIS AO POVO ATRIBUINDO À PARTIDOCRACIA TODOS OS DIREITOS DE FORO PRIVILEGIADO QUE À BLINDA; REELEIÇÃO DEPOIS DE 8 E QUATRO ANOS QUANDO NO MODELO ORIGINAL A CONSTITUIÇÃO AMERICANA DE 1787 É RESPECTIVAMENTE DE 4 E 2 ANOS…UM REGIME HEDIONDO DE COMPADRIO FEUDAL “DO QUEM INDICA” JUÍZES DAS CORTES SUPERIORAS ESCOLHIDOS ENTRE SEUS AFILHADOS; CONSELHEIROS DOS TRIBUNAIS DE CONTAS, TEORICAMENTE PARA FISCALIZAR SUAS CONTAS ENTRE O MESMO TIPO DE GENTE ORIUNDA DA CLASSE POLÍTICA!!!!!!! DIREITO DE APARELHAR O ESTADO ATRAVÉS DA INDICAÇÃO DE CARGOS EM COMISSÃO PARA OS TRÊS PODERES QUE SÃO PREENCHIDOS POR RECRUTAMENTO ENTRE CABOS ELEITORAIS; AMANTES TEÚDAS E MANTEÚDAS COM CARGOS PÚBLICOS NO ESTADO UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS DO QUAL ESTA CORJA DE SALAFRÁRIOS É DONA E POSSEIRA DENTRO DE UM REGIME FEUDAL E IRRACIONAL DE CLIENTELISMO POLÍTICO QUE INDUZ INEXORAVELMENTE À TODA A CORRUPÇÃO EM QUE CHAFURDAMOS! DIGA NÃO À REELEIÇÃO E AO CONTINUÍSMO ABRA SUA MENTE PARA CRIARMOS UM REGIME ESCORREITO COM O MENOR NÚMERO POSSÍVEL DE REELEIÇÕES PERMITIDAS FAZENDO COM QUE SE DISSOLVA ESTE REGIME NEFASTO DE CASTA ONDE A PARTIDOCRACIA QUE DEVERIA NOS REPRESENTAR ROUBA-NOS DESAVERGONHADAMENTE O DIRETO DE SERMOS FELIZES SEPULTANDO-NOS EM IMPOSTOS QUE NOS FAZEM TRABALHAR 6 MESES POR ANO PARA PAGAR O PREÇO DESTA CORRUPÇÃO SISTÊMICA E DESENFREADA! QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!

Força-tarefa desvenda esquemas de conselheiros do TCE-RJ que cobravam propina para ignorar irregularidades em obras e sistema de transportes
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Sérgio Borja
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Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

AQUI ESTÁ A PROVA INCONTESTÁVEL DE APOIO À MINHA TESE DE REFORMA POLÍTICA COM CONSTITUINTE EXCLUSIVA DO POVO POIS ESTE REGIME HEDIONDO CRIADO PELA PARTIDOCRACIA CLEPTOCRATICA E CORRUPTA EM 1988 QUANDO UM CONGRESSO DE POLÍTICOS CONSTITUINTE DEU UM GOLPE NO POVO E OUTORGOU-NOS UMA CONSTITUIÇÃO DEMAGOGA QUE ATRIBUI DIREITOS IRREAIS AO POVO E ATRIBUINDO À PARTIDOCRACIA TODOS OS DIREITOS DE FORO PRIVILEGIADO QUE OS BLINDA; REELEIÇÃO DEPOIS DE 8 E QUATRO ANOS QUANDO NO MODELO ORIG

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A CARNE FRACA E PODRE SEGUNDO HENRIK IBSEN E JONH KENETH GALBRAITH OU QUANDO O LUCRO DESENFREADO ESTÁ ACIMA DO CONSUMIDOR

UM INIMIGO DO POVO

         Quando numa sequência cruel de eventos escandalosos temos mensalões, propinodutos, zelotes, BNDES, contra a cidadania, paralelamente sofremos a ocorrência de agressões idênticas contra os consumidores como adição de soda, ácido sórbico, formol e “otras cocitas más” aos produtos lácteos; da mesma forma a operação “carne fraca” estoura um conúbio espúrio entre as maiores empresas de produção de carne e embutidos do Brasil em conluio com funcionários corruptos sempre no afã de maquiar produtos com relação à sua conservação ou constituição. Os escândalos tanto na área pública relativa à constituição do Estado Nacional como também crimes contra o consumidor atingindo a órbita da Sociedade Civil, mostram numa ampla visão, o estágio da decadência moral que vivemos onde os escrúpulos são sepultados em troca do enriquecimento ilícito tanto de agentes estatais como grandes empresários da órbita da Sociedade Civil. Criou-se no Brasil a hipótese da corrupção do capitalismo bem retratada pelo grande economista canadense John Kenneth Galbraith  em sua obra “O Novo Estado Industrial”. Nesta obra ele exibe a corrupção do modelo Constitucional criado no século XVIII que teve como fundamento o Povo Soberano, corrompido, conforme demonstração de sua tese, no século XX, por um capitalismo que associado ao Estado passa a corrompe-lo alterando seu fundamento central, o Povo, transladando-o diretamente para o Poder Econômico que passa a substituir àquele. Nesta obra vemos o homem “da mala preta” que frequenta gabinetes ministeriais e de políticos comprando suas consciências e mais do que isto adulterando o Fim Público e o Bem Comum que deveriam ser o desiderato de suas funções. O Brasil de hoje, no século XXI, retrata plenamente a tese de Galbraith mas reproduz da mesma forma o tema central da ficção teatral abordada pelo célebre autor Henrik Ibsen que escreveu entre outros dramas teatrais a magistral obra “Um inimigo do Povo”. Já no seu título identifica-se na realidade o “Herói do Povo”, aventado em tese por Hegel, travestido ali, nesta peça teatral, em Inimigo do Povo pois corruptos e corruptores, que adulteram a área pública em benefício próprio, o consideram assim. No Brasil, tanto a tese de Galbraith como a ficção de Ibsen se tornam reais quando se levantam vozes que tentam calar tanto a Lava Jato como condenar ao silêncio o eco de seus crimes para que tanto a opinião pública do primeiro mundo como também importadores da Europa, Rússia e mercados tradicionais não saibam da  natureza hedionda de suas práticas políticas e, respectivamente,  dos malefícios do consumo de suas mercadorias adulteradas. Necessitamos comparecer em peso às ruas no dia 26 de março para que os verdadeiros heróis do povo que Ibsen retratou no personagem Dr. Stockmann possam altear sua voz em benefício da ética e do Povo que não deverão sucumbir sob a ganância desenfreada do lucro imoral que subtrai os óbices legais que obstaculizam sua gula insaciável! Coincidentemente Ibsen escreveu em 1849 sua primeira peça denominada Catilina. Cícero abriu sua primeira catilinária contra a ignorância e a ditadura exclamando: “Quosque tandem Catilina abutere patientia nostra!”

POMVEJA – A CERVEJA COM POMBAS – DENÚNCIA GRAVÍSSIMA!!!

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

DENÚNCIA GRAVÍSSIMA…POMBOS MOÍDOS COM CEVADA NA CERVEJA…É A NOVA MARCA BRASILEIRA “PONVEJA” O DIRETOR DA CERVEJARIA EXPLICA QUE A CEVADA, OS POMBOS, SUAS PENAS E VÍCERAS COM DEJETOS TODOS SÃO PURA PROTEÍNA E SÃO TRITURADOS E PASTEURIZADOS NA COCÇÃO!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKK OLHA AÍ A PONVEJA UMA MATÉRIA PARA A REVISTA VEJA! (Não coloquei o nome da rede acusada pois pode ser uma cilada jurídica) Depois da carne fraca; do leite com soda ; do queijo temperado com especiarias para tirar o gosto da podridão e da nova degustação gourmet da CERVEJA cujo conteúdo é milho ao invés de cevada com POMBOS…A POMVEJA!!! Fui ler a obra de Ibsen não o daqui da RBS e eterno deputado mas o IBSEN norueguês dramaturgo e sua peça teatral inesquecível O INIMIGO DO POVO que tem a mesma temática dos EMPRESÁRIOS ASSASSINOS QUE LUCRAM BILHÕES e quando o escândalo de sua falta de ética corrompe funcionários vagabundos desprezíveis COM MEDO DE PERDEREM SUAS EXPORTAÇÕES PARA A UNIÃO EUROPÉIA CHINA E RÚSSIA dizem que tudo não passou de um assodamento apressado ( viva a denotação do pleonasma!!) QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA! Cicero e repetindo ainda os dizeres de Dante Alighieri gravado no frontispicio de seu INFERNO: LASCIATI OGNI ESPERANZA VOI QUI ENTRATE!! Perdei todas as esperanças vós que entrais aqui! Como não creio nos tribunais do Brasil que sofrem do mesmo mal ético disseminado e que são um grande BURACO NEGRO onde grande parte dos crimes imputados aos cafajestes que nos desgovernam, PRESCREVEM PELA OMISSÃO CRIMINOSA E CONIVENTE DE SUAS COMPLACENCIAS! “Senhor Deus dos desgraçados dizei-me se eu deliro ou se é verdade….Colombo fecha a porta dos teus mares…e existe um povo cuja bandeira empresta para cobrir tanta INFÂMIA E COVARDIA! ( Castro Alves- Navio Negreiro- politicamente correto Nave Afrodescendente) …….diz-me senhor DEUS se eu deliro e se tudo isto é verdade?!

-0:06

 POMVEJA OU PONVEJA???  Antes de “p” e “b” M mas como é “v” seria “n” !!!!  No entanto como é uma aglutinação poética kkkkkkkk   o melhor é POMVEJA!!!!  KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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DO DÓLAR ATUAL E EFEITO SANFONA NOS CUSTOS DO BRASIL E A GUERRA DAS MOEDAS

DO EFEITO SANFONA SOBRE OS CUSTOS NO BRASIL SOB A GUERRA DAS MOEDAS E A CRISE

As pessoas que fazem dieta para emagrecer sabem do efeito sanfona em seus corpos. Da mesma forma o processo de emissão monetária ou alargamento da base monetária endógena para induzir a desvalorização da divisa acompanhando a desvalorização do yuan e o acompanhamento do dólar, tentando manter um paralelismo em baixa com o mesmo, leva, com a alteração da política monetária leva à um efeito análogo a este. O governo e as troika Dilma, Mantega e Tombini expandiram no que deu a base monetária e os meios de pagamento através da emissão, do crédito solto, dos subsídios, etc, levando a um processo de desapreciação do real em relação ao dólar em razão da aceleração do processo criando uma sensação artificial de conforto que apelidei Doping Financeiro Eleitoral. Tudo isto para ganhar as eleições! Ganha as eleições no day after a tempestade montada, somada ao processo Guerra das Moedas fez com que a crise tirasse sua máscara e de sopetão se instalasse direto na sala à sol destapado!!! Veio o impeachment e assumiu o Vice, Temer que alterando a política ideológica anterior trocou os cabeças do Ministério da Fazenda e do Banco Central restabelecendo a política de meta-de inflação, com aumento dos juros e da taxa Selic, racionalização de gastos para erradicar o máximo possível os déficits governamentais e, desta política, com a mudança de perspectivas que transformam o cenário econômico através do político que passa a filtrar para o mercado uma mudança de perspectivas, tanto ideológica, com o fim do populismo e regime de demagogia, sendo que o processo de reinvestimento externo recomeça a captar o IED , investimento externo, com uma revalorização do real que é apreciado em 1\4 do valor de face frente ao dólar e 1\8, mais ou menos, frente ao euro. Esta mudança de perspectivas renova às esperanças do Agronegócio que, no governo Dilma sofreu com a queda do real frente ao dólar tendo seus custos de adubagem, sementes e defensivos, aumentado drasticamente, com a consequente queda do preço  das commodities no mundo inteiro por perversão do fenômeno Guerra das Moedas que atinge todos os países produtores de agronegócio. A margem de lucro ou a mais valia do Agronegócio precipitou-se sob o governo Dilma ocasionando o quase colapso da matriz ou aríete financiadora de todos os outros segmentos que lhe são sucessivos conforme a divisão de Colin Clarck, atividade primária, secundária e terciária (com as divisões agregadas pelo avanço do fim do século XX e começo do XXI). Com as novas perspectivas do Governo Temer e o governo de seu excelente ministro Meirelles, que produziu o boom de Lula, sua experiência à frente da economia ensinou-lhe em anos de prática que a única maneira de enfrentar os crescentes déficits era um alinhamento quase paritário entre exportação e importação, com leve vantagem para a primeira e a valorização do câmbio, num valor difícil ou enigmático de descobrir, adaptado ao nível do time da economia e dos índices econômicos do momento. Assim é que logo tivemos uma reação do real frente ao dólar numa apreciação endógena de mais ou menos 1\4 do seu valor de face que mantém-se oscilando frente as surpresas prometidas pela nova política mundial capitaneada pelo Brexit na Inglaterra e a política em sequência de Donald Trump num sentido de protecionismo e nacionalismo frente ao roubo de vagas de trabalho e as transferências de plantas industriais para o Oriente Asiático estabelecido pelo movimento das Multinacionais em busca das vantagens comparativas da Ásia, China e demais países do sudoeste asiático, onde moedas e câmbio com a conjunção de ausência de direitos trabalhistas e previdenciários oferecem uma MAIS VALIA altíssima (a mais alta taxa de retorno do mundo) caracterizando o Dumping Monetário e o Dumping Social que emprestam as mercadorias oriundas destes empórios a mais alta competividade jamais vista no globo. O PROBLEMA no Brasil é que com a mudança de perspectivas e com a apreciação do real, aumenta-se as importações causando um efeito sobre a inflação já mermada em razão do endividamento dos consumidores e empresas; juros extratosféricos que retiram a capacidade de formação de capital de giro financiado; com a retração consequente no investimento e no consumo. Assim é que tínhamos com a retirada do arroxo ao preço do combustível, para salvar a Petrobrás que financiou o preço dos combustíveis desde 2005, abaixo do valor de mercado internacional, a revalorização dos combustíveis que, neste governo atual, a fim de não quebrar a Petrobrás, ficaram num patamar muito elevado sendo duas ou três vezes mais caros que os preços internacionais. Estes custos contaminam a produção do agronegócio pois a matriz energética de tratores e colheitadeiras, ceifadeiras, transporte, etc, é toda feita em cima da energia do fuel oil. Aliando-se a isto o aumento da dívida pública das unidades federativas, municípios e União fizeram que o investimento e a manutenção da infraestrutura de transporte, caísse e tivéssemos a depauperação de toda a infraestrutura viária onerando assim o transporte em razão dos óbices criados para os transportadores agravados com o aumento dos pedágios e do combustível em geral. Se o preço das commodities alternaram-se e abrem-se perspectivas de valorização dos preços no mercado internacional por outro lados os custos fixos de produção, comercialização e transporte, compensando a queda dos insumos importados (adubos, sementes e defensivos) anularam os ganhos havendo um agravamento ainda maior que se precipita, não só sobre o Agronegócio mas sob toda a cadeia produtiva primária, secundária e terciária pois os SALÁRIOS DOS TRABALHADORES foram demagogicamente aumentados em REAL sob o governo DILMA embora em dólar caíssem. No governo Temer, com estas mudanças econômicas começou a ser sentido o EFEITO SANFONA pois não só o REAL APRECIOU como também os SALÁRIOS EM REAIS APRECIARAM DA MESMA FORMA com a valorização perante o dólar retirando assim A MAIS VALIA OBTIDA PELOS EMPRESÁRIOS E, POR CONSEQUÊNCIA AUMENTANDO SEUS CUSTOS EM 25% QUE SE REPRODUZ NOS SALÁRIOS E NO CUSTO SOCIAL DOS RECOLHIMENTOS DEVIDOS!!!!! Assim é que da ESTAGFLAÇÃO emigramos para um processo de ESTAGNAÇÃO pelo aumento de CUSTOS e MAIOR PERDA DA COMPETITIVIDADE POIS ESTA incorpora custos iniciais de insumos básicos, salários, custos sociais, impostos, infra estrutura deficiente ou inexistente, preço alto e impagável do combustível, e tudo o mais que se convencionou chamar de custo Brasil. Assim é que este efeito SANFONA de engordar os CUSTOS está levando ao achatamento da TAXA DE RETORNO que ficou ainda mais estreita e perda maior da competitividade com reflexos na retomada dos investimentos e no ganho de expansão do mercado de trabalho. Na prática andei almoçando num shopping aqui em Porto Alegre e constatei que os preços de restaurantes simples de fast food, onde não há garçons e serviços à francesa, para o público simples, estão com os preços esgarçados idênticos aos preços europeus pois comi uma refeição simples pagando 42 reais o que equivale ao custo de uma refeição no bairro mais chick de Paris, entre 14 e 18 euros, sendo que na margem droit, em Montmartre os preços já ficam menores que aqui e no sul da França, na famosa Cote DAzur, em cidades do interior, os preços já caem abaixo dos preços dos shoppings brasileiros. Eu estou falando de Porto Alegre e não da Av. Paulista onde tudo custa mais do que na Europa ou Estados Unidos. Assim é que o efeito SANFONA que é o inchamento dos SALÁRIOS EM DÓLAR pela apreciação do mesmo, retirando ou diminuindo as margens de retorno dos empresários agravadas pelos impostos, custos sociais, segurança nula, transportes etc, encarecem mais e mais o Brasil tornando-o e importando para o seu interior uma inflação de custos e preços que diminui sua MAIS VALIA coisa que o sudoeste asiático não possui. Assim é que as dificuldades econômicas somam-se ao processo de desabamento do REGIME DO DEVE SER onde o BACHARELISMO FILOSÓFICO das torres de marfim utópicas modulam pelos seus órgãos JUDICIÁRIOS a interpretação da lei e da exigibilidade de UM DEVE SER não concernente com os lucros e a riqueza desta sociedade cada vez mais empobrecida pelo saque da corrupção que leva a falta de legitimidade que por sua vez leva ao desmonte da CONFIANÇA NECESSÁRIA PARA NOVOS INVESTIMENTOS….com os ventos que sopram do mundo, Brexit, Trump, Marine Le Pen, e novos políticos de direita emergentes na Holanda, Bélgica e Alemanha, teremos panos para mangas para que a crise continue comendo o resto de gordurinhas que a sociedade possuía frente à franca implosão do Estado Nacional do DEVER SER ou da SOCIAL DEMOCRACIA GETULISTA que inaugurou sou reino em 1930, nas constituições de 34, 37, 46, 67, 69 e cuja cúspide de aperfeiçoamento histórico é a constituição de 1988 que anexou a estes direitos negativos liberais, os direitos positivos e materiais social democratas e ainda os de terceira, quarta e quinta geração, como aqueles bioéticos, do consumidor, e do meio ambiente. Com o endividamento do Estado Nacional sob o jugo de uma PARTIDOCRACIA CLEPTOCRÁTICA que desgoverna o país com uma política de pandorga sem rabo (louca) sem planejamento de longo prazo e sob as oscilações desta mesma política que causam os EFEITOS SANFONAS aglutinando aos males internos, agregando à eles, OS MALES EXTERNOS ou seja a inflação de CUSTOS que nos colocam numa total perda de COMPETITIVIDADE FRENTE Á CHINA E AO SUDOESTE ASIÁTICO , Coréia, Japão e demais vizinhos…que desvalorizam suas moedas mantendo-as á baixo do dólar e euro e financiando tudo com reservas de divisas trilhionárias em razão do alto superávit em exportações de manufaturados. Esqueci de colocar também que a MAIS VALIA BRASILEIRA vai para o inferno e se perde COM A EXPORTAÇÃO DE PROTEINAS E GRÃOS para estes países que comiam insetos, cães e gatos, e hoje importam carnes nobres de gado, porcos, aves, grãos do Brasil, aumentando ainda mais o custo interno pela ausência da abundância interna causando, pela diminuição de oferta interna, o aumento dos preços para os brasileiros. Em breve os gaúchos do Rio Grande do Sul terão que instituir como comida clássica a PARRILHADA argentina pois a Argentina exporta quase toda sua carne de primeira e de segunda que , pelos preços internos, não são consumidas pelas classes pobres e trabalhadores que comem e dão glamour a ingestão das vísceras dos animais cognominando-a de PARRILHADA!!! Os gaúchos já estão fazendo churrasquinhos de asa de frango e costelas de porcos…que são mais baratinhas…eis o furo da bala desta economia alquebrada que importa para si num legítimo efeito SANFONA os custos internacionais proibitivos para os empresários tupiniquins já assoberbados com impostos e custos sociais refletidos no CUSTO BRASIL!!!  Quosque tandem Catilina abutere patientia mostra!!!

A REALIDADE BRASILEIRA DOS CUSTOS RETRATADA PELOS PRODUTORES NA REDE SOCIAL COMO EXEMPLO DO ARTIGO A CIMA:

https://www.facebook.com/obrazildeforadobrasil/

https://www.facebook.com/obrazildeforadobrasil/

 

DONALD TRUMP E SEU REFORÇO AO BREXIT NA LUTA ENTRE NACIONALISMO E GLOBALIZAÇÃO

O BALÉ DE DONALD TRUMP E O PAS DE DEUX  ENTRE MUNDIALIZAÇÃO E ESTADO NACIONAL NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO NO LIBRETO “O BREXIT”

Em 2007 escrevi um artigo emblemático e profético sobre o futuro evolutivo do processo de Guerra das Moedas. As “profecias ou premonições” ali feitas realizaram-se totalmente no futuro.

1 – Crise na Europa com os PIGS e agora o BREXIT;

2 – Crise profunda no Brasil..

A partir da queda do muro de Berlim ou simbolicamente com o fim da guerra fria através do colapso da URSS de Gorbachov, apesar de sua Glasnost e Perestroika, através das  feridas deixadas pela crise econômica advinda da intervenção desta potência na Guerra do Afgnistão, o capital teve a sua possibilidade histórica de uma expansão sistêmica através de vários estados nacionais. Pode-se dizer que há uma relativização nesta expansão pois a China Comunista, com as reformas feitas em seu regime, passou a atrair como um grande buraco negro toda a energia do capital mundializado das Trans Nacionais Corporations. O fim da guerra fria aprimorou mecanismos de garantia de que os regimes autócnes dos estados nacionais não desapropriariam mais os capitais e ativos destas empresas. Assegurados estes mecanismos jurídicos de garantias aos direitos de propriedades dos acionistas e fundos com sede no hemisfério norte, com o direito a remuneração de seus investimentos e o justo retorno dos lucros houve uma sinergia jamais vista na expansão deste capital. Mais e mais a realidade da integração acionada pelos mecanismos de tratados multilaterais concatenados com os tratados regionais e bilaterais estendeu-se como uma grande teia ligando os mercados mundiais e possibilitando a ativação das vantagens comparativas nas produções de insumos básicos, sua importação e exportação, como, da mesma forma, no comércio dos bens agregados produzidos e derivados. Os capitais foram em busca de mão de obra qualificada ou facilmente qualificável e adaptável ao sistema taylorista de produção sistêmica onde os custos de pessoal, impostos, insumos, etc, baixassem o valor do custo inicial potencializando o preço final e obtendo assim alta competitividade. O que houve neste processo foi uma grande transferência de capital e conhecimentos técnicos especializados, com a transferências de plantas industriais que mudaram-se dos países centrais e foram pousar em vários países do mundo e principalmente na Ásia com destaque para a China. A partir deste momento e gradativamente a existência dos Estados Nacionais concebidos dentre a chamada paz da Westphália, que assegurou a igualdade dos estados e de sua existência, independentemente da força de suas soberanias pelo respeito a esta e o brocardo da não interferência fez com que, paulatinamente, pelo processo de globalização dos capitais e das Multinacionais, os Estados Nacionais passassem a bem dizer para um segundo plano pois a Paz Perpétua de Kant era paulatinamente implantada com o processo de harmonização através de tratados restando a arte da guerra, função do Estado Nacional, para casos extremos de coibição de Estados Nacionais que visassem atingir esta harmonia do comércio e circulação global das commodities e produtos. As funções que criaram o Estado Nacional no século XI e XII, como exercício de Jurisdiçâo; exercício de Legislação e inclusive Execução; somados aos de emissão de moeda e outros, foram gradativamente mais e mais enfraquecendo-se e esmaecendo-se ante uma interatividade cada vez maior do efeito da mundialização e seus conceitos.

1 – As moedas nacionais mais e mais foram se desestabilizando tanto com relação aos Déficits do Balanço de Pagamentos, como também com relação aos seus Superavit de Balanço, em razão do princípio da circulação forçada da moeda nacional que prevê a aquisição pelo Banco Central ou órgão existente, o que causa um processo de patologia para os Estados Nacionais em absorver ou prover tanto um como outro fenômeno

2 – Todos os regimes constitucionais regulados seja o do Socialismo Constitucional ou do Constitucionalismo Social passaram a sofrer um processo de aluição ou destruição em razão da alta competitividade das mercadorias oriundas do exterior que passaram a criar um processo de desindustrialização, de desmonte, em razão da falta de competitividade destes regimes sepultados por alta carga tributária; regulação exacerbada que cria um desestímulo total ao emprendendorismo; leis trabalhistas rígidas e ultrapassadas que contrastadas com as externas inexistentes fazem com que as empresas do pais de origem tenham de fechar frente aos produtos similares importados mais baratos e em conta.

3 – Alterações internacionais em razão de desabamento dos estados regulados ditatoriais do norte da África e Oriente Próximo, que foram um a um caindo, como Egito, Líbia, etc, sendo que quando o processo chegou à Siria houve um veto nacionalista da Rússia, em razão dos tratados de áreas e zonas de influência delimitados previamente e celebrados entre EUA e URSS, na guerra fria. Ora, estas populações passaram a migrar violentamente para a Europa e é o processo de verdadeiro assalto que estamos vivenciando agora com a reação nacionalista e racista, que hibernou e manteve-se inerte no genoma dos antigos Estados Nacionais que formaram a União Européia, reascendendo novamente o canto do nacionalismo e da direita com a preservação das tradições e da etnia executando as velhas partituras musicais deste tipo de pensamento que plasmou a formação do Estado Nacional desde o Medievo até a era Moderna cujo clímax de exacerbação foram as duas grandes guerras mundiais do século XX. No Brasil vemos o afluxo de povos da África como do Senegal e povos da América Central como do Haiti. Na Argentina os cabeças negras oriundos da Bolívia, Paraguai e Perú que invadem as calles com seus tonales em Buenos Aires e outras cidades. O mercado se fez livre e também, embora a mobiblidade de pessoas só fosse autorizada legalmente pelo tratado de Maastrich, na Europa, nos demais o processo de globalização acelerou a desregulação e a clandestinidade dos imigrantes que invadem o Canadá, a Austrália e os EUA onde primeiro Clinton e agora Trump, chegaram a edificar muros..que mostram que o substrato de aceitação da diversidade e da convivência etnográfica e cultural, através do multiculturalismo, não tem ainda condições de auto superação para absorver o processo rápido de mundialização que houve e que é, de determinada forma, localizado e galvanizado pela China onde se concentram os maiores investimentos de capital externo no mundo e que segue sendo o maior polo de atração deste capital externo.

4 – Um dos efeitos maiores, previsto no artigo escrito em 2007, Dólar o Portal para o Mercado, foi a saída da Inglaterra da União Européia, através do BREXIT e também possibilidades de rachaduras que se evidenciam no renascimento da direita francesa, através das idéias de Le Pen, que mais e mais reforça e briga pela extinção da moeda euro, que alta como está, beneficia só a Alemanha e um pouco a França, que ultimamente acossada com o processo de transferência e desmonte de sua indústria que migra para lugares na Ásia, começa a mostrar suas escaras e frinchas evidenciado o desgaste causado pela Guerra das Moedas na grande autarquia e Fortaleza que é a União Européia;

5 – O detalhe mais importante e que não foi aventado pela minha pessoa e nem passou pela minha cabeça foi a de uma possível resistência da matriz do dólar, seja, os Estados Unidos da América que agora, liderado por Ronald Trump, assume um discurso eminentemente nacionalista e da volta e regresso do mundo a realidade dos Estados Nacionais com todas as suas idiossincrasias específicas de culto as etnias, língua, cultura, raça, em detrimento do processo de harmonização e aceleração do mercado mundial com integração absoluta entre Estados Nacionais e com a relativização de suas soberanias frente ao processo de mundialização;

6 – Constata-se que a mundialização ou globalização não é só a sinergia de alastramento sistêmico de um localismo ou uma cultura, a anglo-saxã, através da transformação da língua inglesa e sua internacionalização e ferramenta de comunicação mundial assim como de sua moeda que domina 78% de solvência do comércio mundial, da sua tecnologia através da expansão da camada de infovia e estabelecimento de redes sociais albergadas em novos softers que criam modificações de costumes em todo o mundo num processo de interação individual e coletivo que desafiando Jurgüem Habermas ultrapassa sua visão na obra A MUDANÇA ESTRUTURAL DA ESFERA PÚBLICA pois passa a impactar sobre o último sobrevivente de justificação do Estado Nacional e seu Direito, através do impacto direto sobre seu sistema de Representação Política que, conforme vários tratadistas, como Justi Tavares e Karl Loewenstein, o constitucionalista, que estudam as mútuas interações e fenômenos advindos do sistema partidário, eleitoral e político com a existência dos três poderes ou melhor dizendo, das três funções do Poder, legislativo, executivo e juridiário; Interações estas cujos fenômenos espocam por todo o mundo passando mais e mais a serem judicializadas na distância de anos luz do que pensa o Povo Soberano sobre tudo.

         Assim é que tudo o que temos assistido, após a eleição de Ronald Trump é o balizamento e a demarcação para uma zona de retrocesso no processo de globalização em razão, além dos problemas patológicos e genéticos da formação do estado nacional que remetem a um comportamento tribal muito bem descrito por Karl Schmitt projetado na visão do Inimigo. Como dizia, os americanos impulsionados não pelo altruísmo das ideias do presidente Wilson mas sim, com base na ganância e busca pelo lucro máximo foram aterrissar na China e, paradoxalmente, construíram através de sua visão de globalização o mundialização, não a projeção mundial e disseminada de sua língua, moeda e tecnologia mas também uma localização paradoxal que é o aporte num único estado nacional, a China, todo o capital, conhecimento técnico, transferência de tecnologia, que com eles transferiu também poder e empregos, emagrecendo as potências tradicionais frente ao surgimento de um gigante incontrolável e que demonstra não possuir nada de altruísmo quando avança paulatinamente seus olhos e seu poder sobre suas antigas posses como a ilha de Formosa e as ilhas japonesas já tendo avançado sobre Hong Kong e Macau e que, cada vez mais, com sua fortificação arma-se mais e mais ao mesmo tempo que captura antigos satélites e zonas de influência, com mercados consumidores e áreas produtoras de matérias primas como comida e energia e minérios vendendo suas quinquilharias tecnológicas, com selos das grifes europeias e americanas, no entanto todas fabricadas na China.

         Constato que em um mês da posse de Trump que a China tem um grande aliado que é o capital internacional Globalizado que não quer ser mais americano, francês ou inglês, ou seja o que for e, não se importa com os problemas do Estado Nacional, seja o desemprego, a desindustrialização, etc..pois o que importa são os mercados que devem ser otimizados e integralizados sendo o suporte maior disto a base no planeta China que fornece uma mão de obra de 800.000.000 de obreiros que é maior que a população de qualquer uma destas antigas potências sobrepujadas em seu nacionalismo pela gula dos negócios e do lucro que sempre odiaram as fronteiras e o Estado Nacional, seu aliado ocasional para ser utilizado em guerras de mercados na antiguidade que assenhorassem seus mercados e o comércio de suas commodities. Assim é que Donald Trump se vê com uma oposição em seu país e em todo o mundo através da opinião de consumidores cuja crítica e julgamento é estabelecido da mesma forma pela ótica do establischment do Quarto Poder, ainda não constitucionalizado, como sonhou George Orwell criticando a sua possibilidade. Assim é que Trump vence e vencerá unido ao nacionalismo inglês que em compasso de espera aguarda sua reação para sedimentar e formalizar a vitória das urnas na Inglaterra, fazendo do BREXIT dos ingleses insulares o início do BREXIT internacional que é um retrocesso a política de estados nacionais com uma recaída nos discursos que preenchem a imaginação nos velhos nacionalismos que tem sua justificativa na perda dos empregos, na invasão dos imigrantes de língua e crenças estranhas; enfim no retorno do tribalismo das guerras. Ou Trump , ao contrário, sofre um processo de Impechment perdendo sua sustentação política e será golpeado e apeado do poder , sendo assim vencido o nacionalismo americano restando a Inglaterra reposicionar-se perante a Europa, voltando atrás no Brexit, ou, como ensina a História, o método informal abate literalmente Trump, como foram abatidos à bala vários presidentes americanos sendo o último deles Kennedy. Quem viver verá: Nesta dança de balé TRUMP E UMA VOLTA AO NACIONALISMO OU A VITÓRIA DAS MULTINACIONAIS E O ESMAECIMENTO DO ESTADO NACIONAL ATRAVÉS DA SUA DILUIÇÃO NUM PROCESSO INTERATIVO DE GLOBALIZAÇÃO E MUNDIALIZAÇÃO. Resta a problemática: Será que a China mundializar-se-á ou manterá o seu nacionalismo, como mantém, simplesmente usando e lucrando com as MULTINACIONAIS que não pensam em termos de estratégia ou jogos de sistemas mas num jogo integrado de não sistema ou sistema único e hegemônico do Capital e não de qualquer agência de Poder nominada Estado Nacional seja ela legitimada em nome do Povo Soberano, seja ela legitimada em nome de uma Oligarquia e Estamento de Funcionários de um Capitalismo de Estado, ou mesmo na forma antiga e simplificada do Poder Originário autojustificado como é o do imperador da Coréia do Norte.  Quem viver verá!!!!!Olhe que as Transnacionais e Multinacionais passaram pelo processo de evolução em que se associam de forma indébita e criminosa com o Estado Nacional transfigurando o poder do povo no poder econômico que passa a determinar o que se consome, o que se vê e qual o prazer do momento ou do futuro e também o que se pensa e quais as doenças e os remédios a serem consumidos e as alimentações adotadas ou banidas….é um poder incrível que Trump o último presidente americano resolveu enfrentar e investir contra…sobreviverá?!! Sobreviveremos a tudo isto?! O Planeta sobreviverá a estes impactos??? …a discussão é incrível ….if…if…if……           19.02.2017

MEU ARTIGO DE 2007 SOBRE O DÓLAR

DÓLAR: O PORTAL PARA O MERCADO A aparente fraqueza do dólar é a sua real força. Vários artigos acadêmicos embasados nos vários déficits americanos e encorajados pelos índices comparativos entre várias moedas vaticinam vários cenários alternativos para a persistente queda do dólar. Estes cenários vão desde a visão catastrófica do crash total, passam por um esboço de looping, em que o dólar terá uma tendência descendente até 2014, quando a partir deste patamar começará novamente a se aprumar e, outros, que apesar dos sinais persistem em considerar que nada mudou e que o dólar ainda é, como sempre foi, um dos fundamentos da política internacional de comércio. Todos estes pensamentos não estão totalmente errados porque o dólar é como o caminhar de um ser humano. O andar do ser humano é um processo de sucessão de desequilíbrios que medeiam entre os vários equilíbrios que separam as margens da sucessão de pequenos saltos que buscam a estabilidade através de intermitentes desestabilizações. O pleonástico “cair um tombo” é uma possibilidade como também o é vencer a corrida de cem metros rasos, ou o agradável passeio até um Shopping-Center. Observando a dança das moedas neste verdadeiro jogo de xadrez internacional da oscilação dos vários currencys podemos concluir, sem sobra de dúvida, que a aparente fraqueza do dólar é a sua real força. O xeque mate ao rei não se dará através da rainha mais do verdadeiro cavalo de tróia que é o dólar pois ele traz no seu ventre os vetores intrínsecos do sistema liberal. Poderemos afirmar isto debruçando-nos sobre o balé do realinhamento das forças internacionais em torno das moedas. A União Européia cada vez mais se consolida atraindo novos países do leste europeu e possivelmente da Escandinávia, para a formação de um macro estado “pós-nacional” sob a batuta do euro. O euro, por seus fundamentos é lastreado no Pib e sob um rígido controle inflacionário estabelece a circulação da riqueza numa verdadeira autarquia econômica: a auto-suficiente Europa. A maior parte do comércio internacional da União Européia é feita entre os próprios estados que a compõem. Assim, a União Européia, numa escala integrativa jamais vista, possui o pleno dom da simbiose perfeita. Integra países altamente desenvolvidos com outros minimamente desenvolvidos aglutinando, reciprocamente, as vantagens comparativas diversificadas deste variegado comércio. Ora, o mundo externo, além das muralhas pretensamente inexpugnáveis deste mega-global-trader está, praticamente alinhado ao dólar sendo que esta aliança se torna mais evidente através do fenômeno do estacionamento – parking – dos seus excedentes comerciais nos verdadeiros parceiros/reféns (China detém mais de um trilhão de dólares em reserva; o Brasil mais de 120 bilhões, a Rússia, o Japão, etc…). Assim é que este efeito parking enxuga o meio circulante em dólar, altamente inflacionado, não detendo, no entanto o efeito da constante desvalorização do dólar causado pelos fundamentos de todo o déficit americano (balanço de pagamento + déficit público + déficit imobiliário + déficit privado + déficit previdenciário + etc). O problema do dólar, mais do que um problema americano, passa a ser um problema das demais nações. Das que acompanham o dólar por estar com ele atreladas e da que não acompanha o dólar: a União Européia. Esta última, além de poder importar tudo muito mais barato sofrerá a tendência inevitável de ser a maior exportadora de capital como jamais se viu. Buscará comprar o controle acionário de empresas que estejam dentro da zona do dólar em razão da oferta barata destes ativos. No longo prazo, se gradativamente o dólar não reagir, através deste processo a Europa passará a sentir o seu alto custo social (sua política trabalhista e previdenciária) e um processo de deflação que conduzirão necessariamente a um futuro alinhamento com o dólar sob pena de se precipitar na maior crise social pois a Europa terá a sua cidadela, numa escala maior, semelhante ao problema do Brasil sob o plano Real I, de FHC, acossada sob o sobrevalorização do euro sobre o dólar. O problema monetário é semelhante ao efeito causado na física por dois corpos vizinhos e com temperaturas diversas. A tendência é a troca de energia, que levará ao equilíbrio térmico dos dois sistemas. Na outra banda do problema, os países alinhados com o dólar, entre os quais o Brasil, (está casado em comunhão de bens através do pacto antenupcial e fiduciário por conta da detenção de U$120 bilhões) deverão sofrer um verdadeiro “efeito chupa-cabra” na capacidade de investimento estatal, que será tragada de vez pelo investimento na compra de ativos em dólar e pelo processo gradativo e constante, por efeito do mercado, de flexibilização do trabalho, privatização do seguro social, enxugamento do Estado Nacional e todos os possíveis efeitos que levarão a implantação do Mercado Total nos termos das premissas Liberais Ortodoxas. Deste destino não escapará nem a atual cidadela da União Européia. Sob o assédio da desoneração social, sem capacidade competitiva e em razão da migração de seus capitais, ela será forçada a capitular perante o aríete invencível do cavalo de tróia do dólar que implantará, através deste portal, o mercado total, tanto aqui, como acolá e inclusive lá. PROF. SÉRGIO BORJA – 57 ANOS – PROFESSOR DE CIÊNCIA POLÍTICA NA PUC/RS http://www.sergioborja.com.br/ 051 98083706

YUAN E GUERRA DAS MOEDAS

GUERRA DAS MOEDAS À MIL

Semana na China
PONTO DE CONVERSA
A grande fuga
O que faz o mergulho nas reservas forex da China nos dizer
13 de janeiro de 2017 (WIC 351 )

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Um Um
Encaminhe para um amigo
RMB-wNo vermelho: o yuan caiu 7% em relação ao dólar dos EUA no ano passado
Em outubro de 1997 – durante o auge da crise financeira asiática – Hong Kong foi atingida por uma substancial saída de capital que, de acordo com os reguladores financeiros do território, foi causada por especuladores estrangeiros que tomavam grandes posições curtas no dólar de Hong Kong. O fluxo de saída interrompeu o sistema de taxas de câmbio do dólar de Hong Kong. As taxas interbancárias soared como um resultado e em um ponto a taxa de interesse para o dinheiro overnight projetou até quase 300%.

Uma batalha para defender a moeda do território começou em sério. Terminou alguns meses mais tarde depois que o governo de Hong Kong espirrou uns $ 15 bilhões sem precedentes em sustentar acima dos preços conservados em estoque.

Avanço rápido quase 20 anos e Pequim está lutando uma outra batalha para impedir o capital de deixar o país. A volatilidade aumentou e, no mercado offshore de yuan em Hong Kong, o aperto de liquidez neste mês pressionou os custos de empréstimos para a moeda chinesa a um patamar histórico, com a taxa de juros overnight alcançando 110%.

Com o início do ano de 2017, examinamos as perspectivas do renminbi para o próximo ano e analisamos como os reguladores chineses estão lutando contra a fuga de capitais e buscando impedir que as reservas cambiais do país sejam drenadas.

O renminbi inverte

Depois de uma década em que os investidores estavam dispostos a manter a moeda chinesa na expectativa de que iria saltar em valor em relação ao dólar, o sentimento tem revertido acentuadamente desde a segunda metade de 2015, quando o Banco Popular da China (PBoC) Depreciação off “.

O yuan depreciado cerca de 4% em relação ao dólar naquele ano, e transtornaram o mercado A-share ( veja WiC292 ). Em seguida, perdeu quase 7% contra o dólar no ano passado em sua maior queda desde 1994, com a maior parte do declínio no último trimestre como o Federal Reserve começou a aumentar as taxas de juros.

A mudança nas perspectivas chegou num momento em que a economia chinesa mostrou sinais de sinalização, levando empresas e indivíduos a retirar dinheiro do renminbi, e criando mais pressão descendente sobre a taxa de câmbio.

Ironicamente, Donald Trump passou grande parte de sua campanha eleitoral acusando os chineses de manipular sua moeda, a base de sua queixa era que os políticos de Pequim deliberadamente subestimaram. Mas por mais de um ano eles realmente estavam fazendo o oposto, intervindo nos mercados para vender dólares e comprar yuan. De fato, a PBoC queimou quase US $ 1 trilhão de moeda estrangeira para evitar que ele caia mais e as reservas caíram para seu nível mais baixo em quase seis anos em dezembro, quando caíram outros US $ 41 bilhões.

Depois de anos de ser reverenciado como um arsenal formidável, as reservas forex da China estão começando a olhar um pouco menos imponente, e à beira de cair pelo nível de US $ 3 trilhões que alguns vêem como um limiar “psicológico”.

As opiniões divergem quanto ao nível em que a situação se torna precária. Alguns analistas argumentam que mais de US $ 3 trilhões são necessários para defender o sistema de taxas de câmbio da China, enquanto outros dizem que uma quantidade menor é suficiente se os controles de capital permanecerem no lugar, impedindo saídas caóticas.

Outra preocupação em obter cobertura nos meios de comunicação internacionais é que as reservas estão caindo drásticamente como uma porcentagem da oferta de moeda da China, que tem aumentado devido aos esforços de Pequim para estimular o crescimento e ajudar os bancos a lidar com a dívida corporativa.

À medida que a oferta de dinheiro cresce, aumenta o peso do capital que poderia fugir da China, colocando mais pressão sobre as reservas que permanecem para amortecer o impacto da saída.

Pelo menos, as participações da China parecem suficientes para satisfazer o mínimo básico do Fundo Monetário Internacional – afirma que os países precisam de moeda suficiente para pagar três meses de importações e cumprir seus pagamentos de dívidas de curto prazo no exterior.

Atualmente as reservas chinesas são o dobro de sua dívida externa, seis vezes suas obrigações externas de curto prazo e suficiente para cobrir mais de um ano e meio de importações.

Apesar disso, as autoridades vão querer reduzir a queda nas reservas nos próximos meses. O perigo é que a quantidade de reservas se torna menos importante do que a história de seu declínio, e que o sentimento do mercado se inclina para o pior caso cenários.

Como Beijing respondeu?

Provavelmente, a opção mais palatável para os reguladores na redução da pressão sobre sua moeda é tornar mais difícil obter o yuan fora do país. Nós já relataram que os reguladores chineses têm apertou o cerco contra os seus cidadãos que compram apólices de seguros ligados a investimentos em Hong Kong – que eles estavam fazendo em grandes volumes para ambos conseguir obter as suas poupanças no exterior e também mudar em dólares ( ver WiC257 ).

Mas a partir deste ano, o nível de escrutínio vai aumentar ainda mais em casa, quando os bancos serão obrigados a relatar todas as transações em dinheiro denominadas em yuan superior Rmb 50.000 (antes da mudança, o limiar era Rmb 200.000). Similarmente, os jogadores que chegam em Macau próximo têm que trabalhar mais duramente para arranjar o financiamento para suas apostas.

Para os cidadãos chineses também será mais uma luta para obter a quota de US $ 50.000 em moeda estrangeira que eles são autorizados a transferir no exterior a cada ano. Um novo formulário de solicitação está pedindo informações mais detalhadas sobre por que eles precisam do dinheiro, e adverte contra gastá-lo em bens no exterior e títulos (aprovado usos incluem turismo, aulas, viagens de negócios e cuidados médicos, os relatórios Global Times).

Em um nível empresa o escrutínio de investimento no exterior de empresas chinesas é provável que persistam ( ver WiC347 ) com os reguladores advertindo contra “M irracional & A atividade” em setores como o imobiliário, hotéis e cinemas. Até se tem falado que os clubes de futebol chineses estão agora a ser analisados ​​pelas incríveis taxas de transferência que pagam por jogadores estrangeiros como Oscar e Carlos Tevez. Esta semana também houve notícias de que as trocas da Bitcoin estão sendo vigiadas por preocupações de que o anonimato da moeda digital está permitindo que os chineses experientes em tecnologia tirem do yuan e facilitem a fuga de capitais.

Haverá provavelmente mais queixas de empresas estrangeiras que estão encontrando mais duro repatriar seus lucros, quando os líderes de China puderem chamar empresas estatais para fazer o “serviço nacional”, com a especulação que serão “pedidas” para repatriar a moeda corrente extrangeira Ganhos realizados no exterior.

Naturalmente, o advento de mais controles sobre os fluxos de capitais transfronteiriços (e a aplicação mais rigorosa das medidas existentes) vai contra a agenda de internacionalização do renminbi que os formuladores de políticas vêm perseguindo há algum tempo. Em outubro passado o FMI acrescentou o renminbi para a cesta dos Direitos Especiais de Saque no pressuposto de que iria continuar a tornar-se mais livremente negociáveis ( ver WiC342 ). Mas para o futuro previsível, Pequim parece mais focada em outras prioridades.

Maiores taxas de juros podem ajudar?

Uma de suas opções é aumentar as taxas de juros, tornando-o mais atraente para manter o renminbi. Mas um desafio óbvio aqui, escreva Zhi Ming Zhang e Helen Huang do HSBC, é que as empresas chinesas assumiram um monte de dívida de curto prazo para financiar investimentos de longo prazo. “Significativamente, R $ 1 trilhão ou mais títulos vão amadurecer todos os meses a partir de agora até o terceiro trimestre de 2017. Taxas substancialmente mais elevadas fará refinanciamento desses títulos um exercício muito caro”, adverte a dupla.

Outro risco é que o aumento da taxa de juros colocaria o setor bancário sombrio mal regulamentado da China sob tensão significativa. Nesta análise, os investidores têm vindo a contrair empréstimos baratos de curto prazo dinheiro para comprar títulos e outros produtos de gestão de riqueza e, em seguida, usá-los como garantia para pedir mais e investir novamente. O resultado é a alavancagem crescente eo risco de contraparte de alargamento através de um desconhecido (mas potencialmente enorme) espectro de bancos, corretores e gestores de ativos.

Mas se a prática de defender o renminbi queimar milhares de milhões de reservas estrangeiras da China, os decisores políticos podem decidir que sair da moeda para encontrar seu nível no mercado é uma abordagem melhor.

Como sobre uma desvalorização única?

Uma súbita desvalorização poderia fazer com que o yuan caísse em até 5% em relação ao dólar – e isso transmitiria um tremendo choque à economia global, talvez provocando uma série de desvalorizações por parte de outras nações emergentes.

Nesse contexto, os líderes chineses precisarão de muita convicção de que uma desvalorização significativa seria uma panacéia e não acabariam por ser um golpe assassino para a confiança doméstica na moeda.

Mas a opção de uma dramática desvalorização parece menos provável em um ano de transição: o importante Congresso do 19º Congresso ocorrerá no outono e um balanço de liderança é esperado. Assim como Xi Jinping remodela sua equipe sênior, Pequim valorizará a estabilidade política e econômica nos próximos meses ainda mais do que o normal.

No entanto, uma depreciação controlada pode subir na agenda se a administração Trump é insistente em pressionar por políticas protecionistas contra a China.

Essa possibilidade tem sido cada vez mais abrangente na mídia chinesa – Yu Yongding, ex-assessor do banco central e agora uma figura influente na Academia Chinesa de Ciências Sociais, um think tank líder, tem argumentado que as autoridades devem deixar Yuan se enfraquecem ao nível de “equilíbrio” antes que Trump tome posse neste mês.

Zhu Ning, um professor de finanças da Universidade de Tsinghua detém uma visão semelhante que deixar o renminbi cair mais dramaticamente contra o dólar seria uma opção melhor do que defendê-lo ad infinitum. “O yuan perdeu mais de 10% [contra o dólar] desde seu pico, mas as reservas forex da China perderam quase 25%”, disse ele à South China Morning Post na semana passada. “O que a China pode fazer se as reservas continuarem encolhendo … se suas reservas não puderem atender às exigências de pagamento de conta corrente?”

É o yuan recuperando força?

Na semana passada, houve um claro esforço do banco central chinês para contrariar a percepção de que o yuan está indo em uma única direção contra o dólar – ou seja, para baixo.

Um dos resultados foi um pico de volatilidade quando o banco central levantou a “correção” diária em torno da qual o yuan é autorizado a negociar contra o dólar na China em quase 0,9%, o maior aumento desde que foi desvinculado do dólar em 2005.

Em Hong Kong – onde o renminbi negocia livremente – os bancos estatais também transformaram seu fogo em vendedores curtos, engenharia de um aperto de liquidez que viu as taxas de juros overnight soar, dissuadir ursos de empréstimo do yuan para vendê-lo curto.

O endurecimento da liquidez ajudou o renminbi a lançar um recorde de dois dias de rali offshore. Posteriormente, caiu para trás (o custo de empréstimos overnight caiu para menos de 3% a partir de quinta-feira, de mais de 60% na semana passada), embora a sua corrida foi suficiente para a moeda chinesa para postar sua primeira valorização semanal contra o dólar por vários Meses.

No início desta semana recuou novamente nos mercados offshore, sugerindo que os comerciantes não foram desencorajados de apostar contra ela. De volta à China, o banco central decidiu desistir da maior parte do terreno com a maior taxa de referência diária, reduzindo-a a níveis mais próximos da semana anterior.

Mantendo as coisas em contexto …

Naturalmente, um fluxo de notícias mais positivo sobre as perspectivas para a economia ajudaria a estabilizar a moeda da China em um momento em que as preocupações sobre a crescente dívida têm sido alarmantes analistas; Da mesma forma a aparente ineficácia de muitos dos esforços do governo para controlar as indústrias improdutivas e as obsoletas empresas zumbis não ajudou. Alargando a análise, note-se, mostra que outras moedas têm vindo a fazer muito pior contra o dólar ressurgente – incluindo a libra eo euro, que tanto caíram por montantes maiores do que o renminbi.

Como Tom Holland apontou no South China Morning Post esta semana, uma das implicações é que a força do dólar está impulsionando eventos mais do que fraqueza de yuan, o que deve ser frustrante para o banco central da China, que passou meses tentando conseguir que os mercados se movessem Longe de sua fixação com a taxa do dólar pela gestão do yuan contra uma cesta mais ampla de moedas. E contra este grupo de referência, o yuan tem melhor desempenho, mantendo um desempenho mais estável. No entanto, os analistas do HSBC esperam que a trajetória da taxa dólar-renminbi seja relativamente volátil para o futuro imediato e sua perspectiva de médio prazo de “fraqueza gradual do yuan” permaneça inalterada.

“Mesmo quando as saídas menos legítimas estão sendo verificadas, outras saídas legítimas ocorrerão. Além disso, do ponto de vista do dólar, a visão do HSBC é de que o dólar fique mais forte no primeiro semestre devido ao estímulo fiscal dos EUA, às mudanças nos impostos e às tensões comerciais “, prevêem os analistas. Alterar a percepção de que o renminbi é uma aposta de mão única (para baixo) em relação ao dólar poderia ser o maior desafio enfrentado pelo banco central da China em 2017 …

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OS POLÍTICOS E A REPRESENTAÇÃO POLÍTICA E A MUDANÇA ESTRUTURAL DA ESFERA PÚBLICA – REFORMAS POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA  JÁ!

Jürguen Habermas escreveu uma das mais emblemáticas obras do século XX em 1961: Mudança Estrutural da Esfera Pública. Ali ele demonstra a evolução mutante e as relações do público e do privado, desde a remota antiguidade, passando pelo medievo, pela renascença até a modernidade. Habermas detalha a alteração dos costumes e das relações entre público e privado mostrando que as alterações sociológicas são causadas por mudanças de hábitos e costumes como, v.g., o consumo do café, do chá e da cerveja, que criaram cafés e cervejarias, onde a política e mesmo os negócios e bolsas de valores se efetivavam. Esta obra foi traduzida do alemão para o português por Fl[ávio R. Kothe e publicada pela editora Biblioteca Tempo Universitário em 1984. Da mesma forma Pierre Lévy escreveu sua obra O QUE É O VIRTUAL que, adicionada ou sobreposta em franca retroalimentação à obra de Habermas traz ilações e impactos importantíssimos neste começo do século XXI a área da representação política. Pierre Lévy no capítulo que trata das Sociedads Pensantes expressa objetivamente que na realidade “a verdade é que a inteligência é fractal, ou seja, se reproduz de maneira comparável em diferentes escalas de grandeza: macro-sociedades, psiquismos transindividuais de pequenos grupos, indivíduos, módulos infra-individuais (zonas do cérebro, “complexos” inconscientes), agenciamentos transversais entre módulos infra-individuais de pessoas diferentes (relações sexuais, neuroses complementares). Cada nó um zona do hipercórtex coletivo contém por sua vez um psiquismo vivo, uma espécie de hipertexto dinâmico atravessado de tensões e de energias atingidas de qualidades afetivas, animadas de tropismos, agitadas de conflitos…em contrapartida, há uma qualidade difundida em diversos graus em todos os tipos de espíritos mas que as sociedads humanas ( e não mais os indivíduos) exemplificam melhor que as outras: a de refletir o todo do espírito coletivo, cada vez diferentemente, em cada uma de suas partes. Os sistemas inteligentes são “holográficos” e os grupos humanos são os mais holográficos dos sistemas inteligentes. Como as mônadas de Leibniz ou as ocasiões atuais de Whitehead, as pessoas encarnam, cada uma delas, uma seleção, uma visão particulares do mundo comum ou do psiquismo global.”[1] A mudança paradigmática e que absorve a continuidade do pensamento harbesiano é a mudança da esfera pública que se faz através do fenômeno ou efeito que Piérre Levy cognomina como “efeito MOEBIUS” que ele qualifica como “além da desterritorialização, um outro caráter é frequentemente associado à virtualização: a passagem do interior ao exterior e do exterior ao interior. Esse “efeito Moebius” declina-se em vários registros: o das relações entre privado e público, próprio e comum, subjetivo e objetivo, mapa e território, autor e leitor, etc. ..as coisas só tem limites claros no real. A virtualização, passagem à problemática, deslocamento do ser para a questão, é algo que necessariamente põe em causa a identidade clássica, pensamento apoiado em definições, determinações, exclusões, inclusões e terceiros excluídos. Por isso a virtualização é sempre heterogênese, devir outro, processo de acolhimento da lateralidade. Convém evidentemente não confundir a heterogênese com seu contrário próximo e ameaçador, sua pior inimiga, a alienação, que eu caracterizaria como reificação, redução à coisa, ao “real”.” Assim é que este fenômeno percebido por Habermas e Pierry Lévy em suas obras causa uma mudança e um impacto que se traduz nos fenômenos que temos vivenciado no século XXI, antes de 2013, na Europa e no Norte da África, onde a guerra da Síria é onde a ditadura e a regulação, apoiada pela Rússia, ainda resiste à desregulação que atingiu o Egito com sua praça Thahir, a Catalunha, a Líbia de Kadafi e que está atingindo a Social Democracia Européia, primeiro nos Pigs, Portugal, Itália, Espanha e Grécia, com suas fraquezas econômicas – são produtores de produtos com pouca agregação tecnológica – ante a globalização ou concentração das Transnacionais Corporations que investem todo o seu capital nos 800 milhões de chineses – MÃO DE Obra ALTAMENTE BARATA – desregulando mercados através de uma competitividade causada pelo dumping social e monetário, à cavalo de uma MAIS VALIA nunca jamais vista, transferindo capitais, investimentos e fluxos para a Ásia e saqueando e desestabilizando os regimes do DEVE SER JURÍDICO, seja, o Comunismo e que resta do mesmo e a Social Democracia ainda existente na Europa e na América Latina, levando junto os regimes regulados ou chamadas tiranias e ditaduras cujas fronteiras se dissolvem a mobilidade das redes sociais e da construção do EU NO ENTRE SI como caracteriza Pierre Lévy. Assim é que as imagens digitalizadas acabam com o xerox; acabam com as máquinas e as fotos com películas químicas; a maquina de escrever vai para o saco de lixo da história, o livro vive o seu canto de cisne; os jornais impressos são ameaçados e estão também nos seus últimos dias transformando-se em virtuais; o Uber desregula os cartórios de concessões estatais para taxis; o comércio virtual vai abolindo pouco a pouco as lojas reais com seu custo mais baixo e que emprega o sistema just and time com a administração zero de estoques e almoxarifados que são gradativamente extintos pelo seu alto custo sendo substituídos pela logística fábrica direto ao consumidor; até mesmo a mais velha das profissões, a prostituição e suas “zonas”, sofrem o impacto da mudança de costumes com a liberalização e a concatenação das necessidades diretas através  de mecanismos virtuais de aproximação, como o Tinder e TWO que liberam e facilitam as apresentações virtuais sem contar com Linkendin, TWeter e Facebook e outros que dinamizam as relações desenterrando velhos conhecidos, parentes longínquos ou desaparecidos nas distâncias para torna-los atuais e atuantes em nosso dia a dia povoando nossa vida com virtuais e inúmeros “amigos” que , teoricamente, extinguem a solidão humana com o simples ligar e apertar de um botão. Assim é que os comícios que são originários das Comitia Curiata e Comitia Centuriata, respectivamente agregações Civis Familiares e Militares, da antiguidade romana, extinguem-se com o surgimento do rádio, da televisão e são trocados pelo discurso ou comício eletrônico, este mesmo comício eletrônico, pela ausência total de ALTERALIDADE NOW e AGORA também falecem e são trocados, substituídos pela ALTERALIDADE TOTAL DA REDE SOCIAL que impacta sobremaneira sobre a REPRESENTAÇÃO POLÍTICA que foi uma das formas de sobrevivência que vicejou sobre as representações corporativas ou orgânicas adotadas pelo facismo e pelo nazismo; que sobrepujou e venceu ainda a representação Institucional criada pelo Socialismo e pelo Comunismo que, de baixo para cima, criaram as representações sindicais, de fábrica, de escolas e universidades, enfim, que foram para o lixo da história com a queda do império da URSS, da Iugoslávia e com as modificações da China Comunista, que num neo-Gramchismo reinterpretado recriou uma simbiose entre o comunismo e o capitalismo, numa nova versão de shopsue chinês que está sendo aluido paulatinamente pelo processo democrático do mundo virtual e coletivo que paulatinamente vai invadindo e infiltrando sua couraça ideológica e ditatorial levando a uma neo-plastia da forma do futuro para gerir bilhões de chineses revificando os parâmetros colocados no direito por John Locke , em seu Segundo Tratado do Direito Civil em que preleciona a iteratividade entre a área pública e privado e isto é dizer, entre as relações de Igualdade e Liberdade ou Público e Privado na razão e na proporção do número de habitantes, povoação, que pressiona os bens de uma área geográfica atuando sob a lei econômica em que “os meios são escassos e as necessidades são infinitas” tirando daí e nessa razão direta a ilação ou aferimento do direito como conceito de justo adaptado ao momento tecnológico vivido por aquela sociedade sempre imbuído de uma plastia e de uma dinamicidade interativa altamente mutante e evolutiva. John Locke não disse o que disse Pierre Lévy no século XX, sim ele estava no século XVII, mas no entanto exprimiu, com uma premonição incrível, esta mesma fórmula plástica e mutante em outras palavras. Assim é que a forma de democracia grego\romana, altamente estamental ou oriunda e exercida através do status dos pátrias potestas ou patrícios, uma democracia reducionista exercida unicamente por sui juris que alijava mulheres e demais classes sociais deste núcleo de participação e liberdade; conceito este que, com o desabar do Império Romano do Ocidente, perpassa de forma estamental através dos privilégios de estamentos, como nobres, o clero e servos que evoluem, com a urbanização, para a formação da burguesia, para uma construção de sociedade estamental ou de privilégios que constrói o Constitucionalismo através das revoluções burguesas criando e reproduzindo no núcleo duro destes documentos a sua representação classista e plutocrática ou teológica do poder. Esta é a crítica feita por R. Carré de Malberg em sua obra magistral Teoria Geral do Estado que reproduz em largo texto as críticas ao entronamento desta alternativa evolutiva:

Com a palavra Carré de Malberg: [2]

“§ 4. EVOLUÇÃO DOS REGIMES REPRESENTATIVOS DESDE A REVOLUÇÃO.

  1. A teoria da representação nacional que foi exposta até agora é a que deriva da constituição inicial de 1791(revolução Francesa – grifei) . É a teoria do puro regime representativo, no sentido histórico que a palavra representação obteve sob a Revolução , é dizer, num regime no qual o povo, não podia querer senão através de seus “representantes”, não sendo admitido juridicamente a exercer uma vontade própria, assim é que os seus “representantes” eram órgãos de manifestação de sua vontade, não somente do povo em concreto mas também como também representantes da noção em abstrato de representação nacional ou da Nação; um regime em que a única relação real entre o candidato e o povo é aquela que emanava dos laços que se desprendiam da eleição; um regime que se pode caracterizar ou definir como semelhante ou análogo ao regime de representação que subsidia da mesma forma idêntica ao do monarca ou rei. (Não pela teoria de origem divina do Soberano, mas aquela de origem popular em que o Rei representa o Povo – grifo meu).Resta examinar qual foi na França, depois da Revolução, a sorte ou destino deste regime e deste conceito. Já vimos que  a Constituinte, no tempo que assegurava a preponderância da burguesia, tratou de idealizar uma vontade nacional, porquanto a tratou como uma vontade superior aos membros da nação que deveria determina-se por considerações superiores ao interesse geral; neste sentido a Assembléia de deputados estava instituída como órgão da nação. A Constituinte alcançou seu objeto? Os fatos responderam às suas intenções? Não há mais remédio do que reconhecer-se que não. Desde suas origens evolucionárias, o regime representativo sofreu na França consideráveis desvios. Entre os autores que permaneceram apegados as doutrinas representativas de 1791 (Constituição monárquica que ainda mantinha Luis XVI como um títere – grifo meu), Eismein especialmente assinalou estas deformações; “o regime representativo, disse (Duas formas de Governo, revista de direito público, vol. 1, po. 17 ss.), perdeu sua pureza sobre tantos outros, as ideias dos homens da Revolução foram profundamente alteradas, e sob o nome de regime representativo, se pratica atualmente um sistema governamental muito diferente daquele que pretenderam fundar. Esta deformação se produziu sob múltiplas influências…”

Foi Rousseau em seu Contrato Social que estabeleceu com maestria o paradoxo contido na representação burguesa admoestando o regime inglês de representação política da seguinte forma: “O povo inglês pensa ser livre mas o é somente no momento em que coloca o voto na urna; após vive uma ditadura a prazo certo!

O atual regime da Constituição de 1988, mesmo criando mecanismos de participação popular demagógicos e quase inviáveis de participação, como iniciativa de lei, etc, na realidade é um regime elitista e monárquico em que os políticos , como uma casta oligárquica, apossam-se do Estado Nacional e, por gerações, num regime clientelista de quem indica loteiam o Estado Nacional num sistema de patronato ou de padrinhos com seus afilhados indicados para cargos em comissão ou para as prebendas e sinecuras nacionais ocupando, inclusive através desta forma, a cúpula do Judiciário sendo que pela emenda 45, contra o Poder Constituinte Originário, criaram o Conselho Nacional da Magistratura, órgão não previsto pelo Poder Constituinte Originário, fazendo com que o viés político das indicações políticas penetre o Judiciário criando um órgão que salvo melhor juízo, a meu ver, abastarda as garantias de inamovibilidade, irredutibilidade e vitaliciedade da Magistratura, relativizando assim suas garantias e sua independência de prestação jurisdicional. O Regime Constitucional seria idealmente aquele onde o Jurídico cria uma contenção ao Político, que como a agua ou o ar possui uma necessidade ontológica de luta pelo poder, de ocupar todos os espaços e, sem contenção, a contrário sensu, transformaria o poder exercido de forma democrático, a longo ou curto prazo , conforme suas artimanhas, num poder ditatorial civil ilimitado. Assim é que a Lei maior ou a Constituição deveria imitar a frase célebre de Honório Lemes que lutava por leis que governaswsem os homens e não por homens que governassem as leis ou as moldassem ao sabor de seus partidos e do casuísmo vigente em cada momento alternativo de uma república mutante. A constituição de 1988, irmã da constituição de 1946, ambas egressas de ditaduras criaram, para o bem, o controle maior do Congresso Nacional, isto é dizer do Legislativo, sobre o Executivo, dando-lhe a governabilidade e sofreando o mesmo de sua vocação histórica para o exercício discricionário e sem limite de exercício do poder. No entanto, esta alternativa, através do voto de ballottage e da possibilidade de coligações para obter a maioria alvitrada pelo primeiro axioma levaram a criação da legítima fusão do núcleo duro da república instituindo o chamado Governo de Coalisão, maioria que apoia o governo, que se transformou numa ditadura civil que derreteu, em todos estes anos a Constituição e o conceito de controle exercido pela mesma. Pior ainda é que contaminando-se, de forma sistêmica, com a Corrupção, a imoralidade e a desfaçatez aliada a perversão de uma neo-capitalismo, já descrito por John Kenneth Galbraith, em sua obra o Estado Industrial, onde os homens da “mala preta” compram a representação e os políticos colocando o Estado Nacional e suas instituições como verdadeira ficção representativa que deveria espelhar a vontade do Povo Soberano mas na realidade é o covil dos vendilhões da pátria e dos interesses excusos que loteiam e administram o Estado Nacional não em prol do Povo Soberano mas em benefício próprio e das mega empresas que financiam esta avalanche de interesses mesquinhos sobre a coisa pública. Nós temos visto isto aqui no Brasil através de uma posição privilegiada que não cessa na procissão infindável de escândalos públicos que mostram e demonstram a contaminação sistêmica da corrupção como se fosse uma metástase ou carcinoma que apodrece o Estado levando a crise moral e econômica à Sociedade Civil que está sofrendo uma crise imensa agravada por estas relações espúrias.

A partir de 2013, aquele fenômeno que só manifestara-se no Norte da África e na Europa começou a assomar, com características ainda ordeiras, as praças e ruas brasileiras dizendo e repudiando as práticas do estamento político que teima em manter o Povo encerrado num aparato legal, legítimo curral normativo, mangueiras como diz o gaúcho, sujeitando o eleitorado as alternativas pobres e parcas de elementos contaminados, os políticos, oriundos dos mesmos aparatos deformados pela corrupção republicana, pois oligarquias ou verdadeiras quadrilhas se apossam dos quadros partidários, usando de financiamento público, dividindo suas verbas só entre os donos reais do partido, líderes e condutores, que logram os otários que se aventuram idealmente a participar deste jogo de cartas marcadas onde os mais perversos e distorcidos interesses privados se mesclam e aliam para assaltar a Agência de Representação que deveria atuar em nome do Povo Soberano mas atua em deformação atendendo os interesses particulares e dos apaniguados donos do regime neo-capitães hereditários que eternizam os donatários das velhas Capitanias Hereditárias que fundaram esta republica tupiniquim de bananas.  QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!!!

[1] Lévy Pierre – O QUE É O VIRTUAL? – Editora 34 – Coleção Trans – 1997 – São Paulo – fls. 109\110;

[2] Malberg – Carré de – Teoría General del Estado – Facultad de Derecho – México – ano 1998 – fls. 1054 e seguintes.- Primeira Edição  1922 em francês.