ABAIXO OS VELHOS PARTIDOS CORRUPTOS! ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE EXCLUSIVA SEM A PARTICIPAÇÃO DOS VELHOS PARTIDOS ATRAVÉS DO POVO SOBERANO COM CANDIDATOS AVULSOS!

OS POLÍTICOS E A REPRESENTAÇÃO POLÍTICA E A MUDANÇA ESTRUTURAL DA ESFERA PÚBLICA – REFORMAS POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA  JÁ!

Jürguen Habermas escreveu uma das mais emblemáticas obras do século XX em 1961: Mudança Estrutural da Esfera Pública. Ali ele demonstra a evolução mutante e as relações do público e do privado, desde a remota antiguidade, passando pelo medievo, pela renascença até a modernidade. Habermas detalha a alteração dos costumes e das relações entre público e privado mostrando que as alterações sociológicas são causadas por mudanças de hábitos e costumes como, v.g., o consumo do café, do chá e da cerveja, que criaram cafés e cervejarias, onde a política e mesmo os negócios e bolsas de valores se efetivavam. Esta obra foi traduzida do alemão para o português por Fl[ávio R. Kothe e publicada pela editora Biblioteca Tempo Universitário em 1984. Da mesma forma Pierre Lévy escreveu sua obra O QUE É O VIRTUAL que, adicionada ou sobreposta em franca retroalimentação à obra de Habermas traz ilações e impactos importantíssimos neste começo do século XXI a área da representação política. Pierre Lévy no capítulo que trata das Sociedads Pensantes expressa objetivamente que na realidade “a verdade é que a inteligência é fractal, ou seja, se reproduz de maneira comparável em diferentes escalas de grandeza: macro-sociedades, psiquismos transindividuais de pequenos grupos, indivíduos, módulos infra-individuais (zonas do cérebro, “complexos” inconscientes), agenciamentos transversais entre módulos infra-individuais de pessoas diferentes (relações sexuais, neuroses complementares). Cada nó um zona do hipercórtex coletivo contém por sua vez um psiquismo vivo, uma espécie de hipertexto dinâmico atravessado de tensões e de energias atingidas de qualidades afetivas, animadas de tropismos, agitadas de conflitos…em contrapartida, há uma qualidade difundida em diversos graus em todos os tipos de espíritos mas que as sociedads humanas ( e não mais os indivíduos) exemplificam melhor que as outras: a de refletir o todo do espírito coletivo, cada vez diferentemente, em cada uma de suas partes. Os sistemas inteligentes são “holográficos” e os grupos humanos são os mais holográficos dos sistemas inteligentes. Como as mônadas de Leibniz ou as ocasiões atuais de Whitehead, as pessoas encarnam, cada uma delas, uma seleção, uma visão particulares do mundo comum ou do psiquismo global.”[1] A mudança paradigmática e que absorve a continuidade do pensamento harbesiano é a mudança da esfera pública que se faz através do fenômeno ou efeito que Piérre Levy cognomina como “efeito MOEBIUS” que ele qualifica como “além da desterritorialização, um outro caráter é frequentemente associado à virtualização: a passagem do interior ao exterior e do exterior ao interior. Esse “efeito Moebius” declina-se em vários registros: o das relações entre privado e público, próprio e comum, subjetivo e objetivo, mapa e território, autor e leitor, etc. ..as coisas só tem limites claros no real. A virtualização, passagem à problemática, deslocamento do ser para a questão, é algo que necessariamente põe em causa a identidade clássica, pensamento apoiado em definições, determinações, exclusões, inclusões e terceiros excluídos. Por isso a virtualização é sempre heterogênese, devir outro, processo de acolhimento da lateralidade. Convém evidentemente não confundir a heterogênese com seu contrário próximo e ameaçador, sua pior inimiga, a alienação, que eu caracterizaria como reificação, redução à coisa, ao “real”.” Assim é que este fenômeno percebido por Habermas e Pierry Lévy em suas obras causa uma mudança e um impacto que se traduz nos fenômenos que temos vivenciado no século XXI, antes de 2013, na Europa e no Norte da África, onde a guerra da Síria é onde a ditadura e a regulação, apoiada pela Rússia, ainda resiste à desregulação que atingiu o Egito com sua praça Thahir, a Catalunha, a Líbia de Kadafi e que está atingindo a Social Democracia Européia, primeiro nos Pigs, Portugal, Itália, Espanha e Grécia, com suas fraquezas econômicas – são produtores de produtos com pouca agregação tecnológica – ante a globalização ou concentração das Transnacionais Corporations que investem todo o seu capital nos 800 milhões de chineses – MÃO DE Obra ALTAMENTE BARATA – desregulando mercados através de uma competitividade causada pelo dumping social e monetário, à cavalo de uma MAIS VALIA nunca jamais vista, transferindo capitais, investimentos e fluxos para a Ásia e saqueando e desestabilizando os regimes do DEVE SER JURÍDICO, seja, o Comunismo e que resta do mesmo e a Social Democracia ainda existente na Europa e na América Latina, levando junto os regimes regulados ou chamadas tiranias e ditaduras cujas fronteiras se dissolvem a mobilidade das redes sociais e da construção do EU NO ENTRE SI como caracteriza Pierre Lévy. Assim é que as imagens digitalizadas acabam com o xerox; acabam com as máquinas e as fotos com películas químicas; a maquina de escrever vai para o saco de lixo da história, o livro vive o seu canto de cisne; os jornais impressos são ameaçados e estão também nos seus últimos dias transformando-se em virtuais; o Uber desregula os cartórios de concessões estatais para taxis; o comércio virtual vai abolindo pouco a pouco as lojas reais com seu custo mais baixo e que emprega o sistema just and time com a administração zero de estoques e almoxarifados que são gradativamente extintos pelo seu alto custo sendo substituídos pela logística fábrica direto ao consumidor; até mesmo a mais velha das profissões, a prostituição e suas “zonas”, sofrem o impacto da mudança de costumes com a liberalização e a concatenação das necessidades diretas através  de mecanismos virtuais de aproximação, como o Tinder e TWO que liberam e facilitam as apresentações virtuais sem contar com Linkendin, TWeter e Facebook e outros que dinamizam as relações desenterrando velhos conhecidos, parentes longínquos ou desaparecidos nas distâncias para torna-los atuais e atuantes em nosso dia a dia povoando nossa vida com virtuais e inúmeros “amigos” que , teoricamente, extinguem a solidão humana com o simples ligar e apertar de um botão. Assim é que os comícios que são originários das Comitia Curiata e Comitia Centuriata, respectivamente agregações Civis Familiares e Militares, da antiguidade romana, extinguem-se com o surgimento do rádio, da televisão e são trocados pelo discurso ou comício eletrônico, este mesmo comício eletrônico, pela ausência total de ALTERALIDADE NOW e AGORA também falecem e são trocados, substituídos pela ALTERALIDADE TOTAL DA REDE SOCIAL que impacta sobremaneira sobre a REPRESENTAÇÃO POLÍTICA que foi uma das formas de sobrevivência que vicejou sobre as representações corporativas ou orgânicas adotadas pelo facismo e pelo nazismo; que sobrepujou e venceu ainda a representação Institucional criada pelo Socialismo e pelo Comunismo que, de baixo para cima, criaram as representações sindicais, de fábrica, de escolas e universidades, enfim, que foram para o lixo da história com a queda do império da URSS, da Iugoslávia e com as modificações da China Comunista, que num neo-Gramchismo reinterpretado recriou uma simbiose entre o comunismo e o capitalismo, numa nova versão de shopsue chinês que está sendo aluido paulatinamente pelo processo democrático do mundo virtual e coletivo que paulatinamente vai invadindo e infiltrando sua couraça ideológica e ditatorial levando a uma neo-plastia da forma do futuro para gerir bilhões de chineses revificando os parâmetros colocados no direito por John Locke , em seu Segundo Tratado do Direito Civil em que preleciona a iteratividade entre a área pública e privado e isto é dizer, entre as relações de Igualdade e Liberdade ou Público e Privado na razão e na proporção do número de habitantes, povoação, que pressiona os bens de uma área geográfica atuando sob a lei econômica em que “os meios são escassos e as necessidades são infinitas” tirando daí e nessa razão direta a ilação ou aferimento do direito como conceito de justo adaptado ao momento tecnológico vivido por aquela sociedade sempre imbuído de uma plastia e de uma dinamicidade interativa altamente mutante e evolutiva. John Locke não disse o que disse Pierre Lévy no século XX, sim ele estava no século XVII, mas no entanto exprimiu, com uma premonição incrível, esta mesma fórmula plástica e mutante em outras palavras. Assim é que a forma de democracia grego\romana, altamente estamental ou oriunda e exercida através do status dos pátrias potestas ou patrícios, uma democracia reducionista exercida unicamente por sui juris que alijava mulheres e demais classes sociais deste núcleo de participação e liberdade; conceito este que, com o desabar do Império Romano do Ocidente, perpassa de forma estamental através dos privilégios de estamentos, como nobres, o clero e servos que evoluem, com a urbanização, para a formação da burguesia, para uma construção de sociedade estamental ou de privilégios que constrói o Constitucionalismo através das revoluções burguesas criando e reproduzindo no núcleo duro destes documentos a sua representação classista e plutocrática ou teológica do poder. Esta é a crítica feita por R. Carré de Malberg em sua obra magistral Teoria Geral do Estado que reproduz em largo texto as críticas ao entronamento desta alternativa evolutiva:

Com a palavra Carré de Malberg: [2]

“§ 4. EVOLUÇÃO DOS REGIMES REPRESENTATIVOS DESDE A REVOLUÇÃO.

  1. A teoria da representação nacional que foi exposta até agora é a que deriva da constituição inicial de 1791(revolução Francesa – grifei) . É a teoria do puro regime representativo, no sentido histórico que a palavra representação obteve sob a Revolução , é dizer, num regime no qual o povo, não podia querer senão através de seus “representantes”, não sendo admitido juridicamente a exercer uma vontade própria, assim é que os seus “representantes” eram órgãos de manifestação de sua vontade, não somente do povo em concreto mas também como também representantes da noção em abstrato de representação nacional ou da Nação; um regime em que a única relação real entre o candidato e o povo é aquela que emanava dos laços que se desprendiam da eleição; um regime que se pode caracterizar ou definir como semelhante ou análogo ao regime de representação que subsidia da mesma forma idêntica ao do monarca ou rei. (Não pela teoria de origem divina do Soberano, mas aquela de origem popular em que o Rei representa o Povo – grifo meu).Resta examinar qual foi na França, depois da Revolução, a sorte ou destino deste regime e deste conceito. Já vimos que  a Constituinte, no tempo que assegurava a preponderância da burguesia, tratou de idealizar uma vontade nacional, porquanto a tratou como uma vontade superior aos membros da nação que deveria determina-se por considerações superiores ao interesse geral; neste sentido a Assembléia de deputados estava instituída como órgão da nação. A Constituinte alcançou seu objeto? Os fatos responderam às suas intenções? Não há mais remédio do que reconhecer-se que não. Desde suas origens evolucionárias, o regime representativo sofreu na França consideráveis desvios. Entre os autores que permaneceram apegados as doutrinas representativas de 1791 (Constituição monárquica que ainda mantinha Luis XVI como um títere – grifo meu), Eismein especialmente assinalou estas deformações; “o regime representativo, disse (Duas formas de Governo, revista de direito público, vol. 1, po. 17 ss.), perdeu sua pureza sobre tantos outros, as ideias dos homens da Revolução foram profundamente alteradas, e sob o nome de regime representativo, se pratica atualmente um sistema governamental muito diferente daquele que pretenderam fundar. Esta deformação se produziu sob múltiplas influências…”

Foi Rousseau em seu Contrato Social que estabeleceu com maestria o paradoxo contido na representação burguesa admoestando o regime inglês de representação política da seguinte forma: “O povo inglês pensa ser livre mas o é somente no momento em que coloca o voto na urna; após vive uma ditadura a prazo certo!

O atual regime da Constituição de 1988, mesmo criando mecanismos de participação popular demagógicos e quase inviáveis de participação, como iniciativa de lei, etc, na realidade é um regime elitista e monárquico em que os políticos , como uma casta oligárquica, apossam-se do Estado Nacional e, por gerações, num regime clientelista de quem indica loteiam o Estado Nacional num sistema de patronato ou de padrinhos com seus afilhados indicados para cargos em comissão ou para as prebendas e sinecuras nacionais ocupando, inclusive através desta forma, a cúpula do Judiciário sendo que pela emenda 45, contra o Poder Constituinte Originário, criaram o Conselho Nacional da Magistratura, órgão não previsto pelo Poder Constituinte Originário, fazendo com que o viés político das indicações políticas penetre o Judiciário criando um órgão que salvo melhor juízo, a meu ver, abastarda as garantias de inamovibilidade, irredutibilidade e vitaliciedade da Magistratura, relativizando assim suas garantias e sua independência de prestação jurisdicional. O Regime Constitucional seria idealmente aquele onde o Jurídico cria uma contenção ao Político, que como a agua ou o ar possui uma necessidade ontológica de luta pelo poder, de ocupar todos os espaços e, sem contenção, a contrário sensu, transformaria o poder exercido de forma democrático, a longo ou curto prazo , conforme suas artimanhas, num poder ditatorial civil ilimitado. Assim é que a Lei maior ou a Constituição deveria imitar a frase célebre de Honório Lemes que lutava por leis que governaswsem os homens e não por homens que governassem as leis ou as moldassem ao sabor de seus partidos e do casuísmo vigente em cada momento alternativo de uma república mutante. A constituição de 1988, irmã da constituição de 1946, ambas egressas de ditaduras criaram, para o bem, o controle maior do Congresso Nacional, isto é dizer do Legislativo, sobre o Executivo, dando-lhe a governabilidade e sofreando o mesmo de sua vocação histórica para o exercício discricionário e sem limite de exercício do poder. No entanto, esta alternativa, através do voto de ballottage e da possibilidade de coligações para obter a maioria alvitrada pelo primeiro axioma levaram a criação da legítima fusão do núcleo duro da república instituindo o chamado Governo de Coalisão, maioria que apoia o governo, que se transformou numa ditadura civil que derreteu, em todos estes anos a Constituição e o conceito de controle exercido pela mesma. Pior ainda é que contaminando-se, de forma sistêmica, com a Corrupção, a imoralidade e a desfaçatez aliada a perversão de uma neo-capitalismo, já descrito por John Kenneth Galbraith, em sua obra o Estado Industrial, onde os homens da “mala preta” compram a representação e os políticos colocando o Estado Nacional e suas instituições como verdadeira ficção representativa que deveria espelhar a vontade do Povo Soberano mas na realidade é o covil dos vendilhões da pátria e dos interesses excusos que loteiam e administram o Estado Nacional não em prol do Povo Soberano mas em benefício próprio e das mega empresas que financiam esta avalanche de interesses mesquinhos sobre a coisa pública. Nós temos visto isto aqui no Brasil através de uma posição privilegiada que não cessa na procissão infindável de escândalos públicos que mostram e demonstram a contaminação sistêmica da corrupção como se fosse uma metástase ou carcinoma que apodrece o Estado levando a crise moral e econômica à Sociedade Civil que está sofrendo uma crise imensa agravada por estas relações espúrias.

A partir de 2013, aquele fenômeno que só manifestara-se no Norte da África e na Europa começou a assomar, com características ainda ordeiras, as praças e ruas brasileiras dizendo e repudiando as práticas do estamento político que teima em manter o Povo encerrado num aparato legal, legítimo curral normativo, mangueiras como diz o gaúcho, sujeitando o eleitorado as alternativas pobres e parcas de elementos contaminados, os políticos, oriundos dos mesmos aparatos deformados pela corrupção republicana, pois oligarquias ou verdadeiras quadrilhas se apossam dos quadros partidários, usando de financiamento público, dividindo suas verbas só entre os donos reais do partido, líderes e condutores, que logram os otários que se aventuram idealmente a participar deste jogo de cartas marcadas onde os mais perversos e distorcidos interesses privados se mesclam e aliam para assaltar a Agência de Representação que deveria atuar em nome do Povo Soberano mas atua em deformação atendendo os interesses particulares e dos apaniguados donos do regime neo-capitães hereditários que eternizam os donatários das velhas Capitanias Hereditárias que fundaram esta republica tupiniquim de bananas.  QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!!!

[1] Lévy Pierre – O QUE É O VIRTUAL? – Editora 34 – Coleção Trans – 1997 – São Paulo – fls. 109\110;

[2] Malberg – Carré de – Teoría General del Estado – Facultad de Derecho – México – ano 1998 – fls. 1054 e seguintes.- Primeira Edição  1922 em francês.

O BRASIL CORRE PERIGO

COMO NÃO SOU NADA E NUNCA SEREI NADA (FERNANDO PESSOA) PUBLICO O QUE OUTRO DIZ DE UM PATAMAR MAIS PRIVILEGIADO POIS EU AQUI NA PROVÍNCIA NÃO EXISTO…

http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/colunistas/paulo-nogueira-batista-jr/noticia/2016/12/brasil-corre-perigo-8876618.html#showNoticia=LUZJZG0jRUEzMDYxODAyODI5ODkyMDI2MzY4OmwsNjkyNzAwNDg0MDYxNzI2NDUyOCtjejY2MDMxMjA2MDA4NzEzMzc5ODR5SClMNkdlZU9uejAtRjg2TyE=

 

ESCREVI ANTES HÁ 9 ANOS ATRÁS E ALGUNS ANOS ATRÁS:

O BRASIL À BEIRA DO ABISMO

http://www.sergioborja.com.br/?p=401

 

GUERRA DAS MOEDAS E A IMPLOSÃO DO BRASIL E O FIM DO REGIME DA CONSTITUIÇÃO DE 1988          http://www.sergioborja.com.br/?p=1387

 

GUERRA DAS MOEDAS E SEUS EFEITOS SOBRE O REGIONALISMO – AMÉRICA DO SUL E BRASIL

http://www.sergioborja.com.br/?p=1187

 

A QUEDA DA ECONOMIA ESTÁ PREVISTA NESTE ARTIGO AQUI EM 2011

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=51134

RENÚNCIA DE MICHEL TEMER COM ESTABELECIMENTO DE PRAZO PARA ELEIÇÕES GERAIS E UMA CONSTITUINTE COM PROFUNDAS REFORMAS POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA

Sérgio Borja sentindo-se determinado em Solar Dos Borja.

RENÚNCIA DE TEMER, DISSOLUÇÃO DO CONGRESSO PARA UMA CONSTITUINTE COM PROFUNDA REFORMA POLÍTICA , ELEITORAL E PARTIDÁRIA….DEPOIS DA DELAÇÃO DA ODEBRECHT NÃO FICOU PEDRA SOB PEDRA….

PEDIDO DE RENÚNCIA DO PRESIDENTE MICHEL TEMER COM DISSOLUÇÃO DO CONGRESSO E CONVOCAÇÃO DE CONSTITUINTE

ETs, ALIENÍGENAS, ESPIRITISMO E A CORRUPÇÃO DESENFREADA NO PAÍS !

ETS OU ALIENÍGENAS E A CORRUPÇÃO DESENFREADA NO PAÍS E O ESPIRITISMO!

Fui ver pela segunda vez o filme Arrival ou À Chegada! Fui na segunda vez com minha filhinha de 10 anos, Maria Sofia, que estava muito curiosa para ver o filme. Não deixo de confessar que determinados dados e a característica criptográfica da linguagem do filme me intrigaram sobremaneira. O diretor e artistas são os seguintes:

arrival

A Chegada (Arrival) é um filme dirigido por Dennis Villeneuve (Sicario), trás Amy Adams (Batman vs. Superman), Jeremy Renner (Vingadores) e Forest Whitaker (Star Wars: Rogue One) no elenco. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de novembro de 2016, e fala sobre a chegada de 12 naves alienígenas à Terra, em 12 lugares espalhados por todo o globo. Amy Adams é a responsável por entrar em contato com os aliens que estão nestas naves e descobrir porque eles vieram para a Terra, vieram em paz ou vieram para guerrear? O problema é que a comunicação entre os humanos e os heptapods (nome que os humanos dão para os aliens no filme, pelo fato de terem 7 pés) é praticamente impossível, já que a linguagem falada e a linguagem escrita das 2 raças são bem diferentes.

Voltando à vaca fria você me perguntará: Mas qual a relação com a CORRUPÇÃO disseminada e sistêmica do sistema político brasileiro e o filme?????  Explico: PREMONIÇÃO, PREVISÃO, LEITURA DO FUTURO, OU DOMÍNINO DO TEMPO E DO EXERCÍCIO DA MENTE NO TEMPO, ISTO É, PASSADO, PRESENTE E FUTURO, interligando estes e andando nos mesmos como se fossem um PALÍNDROMO ou uma palavra ou frase que se lê nos dois sentidos. Como ANA, OVO, OSSO, RADAR ou frases inteiras como:

ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

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A personagem principal, uma professora doutora em línguas numa Universidade americana, é contatada pela inteligência do Exército Americano quando Naves como Ovos ou Conchas (Schell) estacionam em 12 pontos do planeta Terra criando uma expectativa imensa em várias potências mundiais sobre à sua natureza: Se eram turistas ou guerreiros espaciais e quais suas pretensões com relação ao planeta Terra?! A linha central da narrativa ou roteiro perpassa e intermeia reminiscências da personagem principal com a perda, por câncer, de uma filha amada da mesma e suas vidas ponteadas de profundo amor, carinho, junto a reminiscência da dor da separação causada pela inexorável morte da menina vitimada pela doença. O nome da menina é Hannah que é um PALÍNDROMO dos mais conhecidos pois pode ser lida e compreendida por ambos os lados, retirando, de certa forma a linearidade da linguagem humana. Esta relação tocou algo íntimo pois tenho uma filha com este mesmo nome e para qual escrevi uma poesia explorando as caraterísticas ambidestras do natureza de PALÍNDROMO do nome:

PARA ANA

Teu nome

Minha filha

É como estrada amiga

Vai e volta

Que seja assim contigo

Caminho de ida

Para abraçar

As estrelas

Da mente

Caminho de volta

Para não ter

Saudade da gente

Não te dou

A liberdade

Ela é tua

Como é teu

O choro

Clamando

Pelos teus

Morangos de leite

Sê exigente

Pois esta vida

É sede

Como o seio

Da tua mãe

É contente

Vai minha filha

Vai ser mulher

Vai ser anjo

Com asa de gente

Vai minha semente

Deste amor

Que me faz

Vai amar

Sofrer não é luxo

O mundo

É o mundo

Apesar de incoerente   (Pele Madura – 1984)

Esta relação íntima de já ter escrito para uma filha cujo nome é um PALÍNDROMO como a filha do filme criaram uma identificação emotiva que foram reforçadas pela temática da linguagem e da sua significância. Cito aqui, de memória, as palavras da doutora, personagem principal que é contatada pelo exército americano ou Nasa para decifrar a linguagem ou a significância expressional dos Ets ou Alienígenas. Ela cita a linguagem portuguesa dizendo que a mesma teve origem na Galícia e que na idade média era usada como linguagem poética ou de retórica teatral! Na extensão do aprofundamento da dissecação da semiótica da linguagem ela aprofunda-se na relação e menção das teorias da linguagem citando um estudioso que afirma que uma imersão em uma determina língua, por um usuário de outra língua, pode causar uma mudança em seu tipo de abordagem da vida!!! Tese esta esposada pelo estudioso citado (terei de ver o filme de novo para registrar seu nome). Procurei no Mister Google e Chomsky, Sausure e inclusive os Nominalistas preocupam-se ou preocuparam-se com a significância da linguagem e seus termos. O fio do roteiro permeado de reminiscências entremeadas com a realidade do contato imediato de terceiro grau, os ETs, que são HEPTAPODS, ou que são como aracnídeos gigantes que “falam” com os terráqueos, a professora e seu colega, que depois intuímos que seja ou fora seu antigo esposo, ambos pais da menina falecida. Eles, ao cabo de semanas em contato com estes alienígenas descobrem que sua linguagem baseada em círculos bordados, como se fosse aquela brincadeira infantil nojenta de arrancar cabeças de moscas e esmigalha-las num pequeno papel dobrado obtendo desenhos incríveis com o sangue das pobres moscas (é o que de mais semelhante em minha vida havia com os sinais e circunferências exaladas como fumaça pelos ETs). Sim, ambos os cientistas descobrem que estes signos não são uma linguagem linear humana, lida unicamente como mão única, para a direita ou para a esquerda, mas, para ambos os lados e mais, para todos os lados, dada a característica circular da mesma que expressa em miríades de outros círculos concomitantes, como quase ao fim do filme se possibilita a descoberta, ambos estabelecem as relações entre o tempo e a linguagem sendo que a personagem principal, a professora de linguagem, passa a usar de suas reminiscências e de uma capacidade obtida através do contato com os ETs, descobrindo em si e na sua filha, através de um processo de DEJÁ VU, como o filósofo NIETZSCHE afirma literalmente numa de suas obras que nós, seres humanos, repetimos no tempo nossas vidas, como e de forma análoga ao fenômeno que podemos criar quando colocamos um espelho atrás de nós e outro na frente e vemos a mesma imagem reproduzir-se ad infinitum, assim é que isto tem até uma interligação com a temática DE OUTRAS VIDAS ou do ESPIRITISMO ou das doutrinas INDÚS à respeito da REENCARNAÇÃO do espírito que volta, que retorna, para o aperfeiçoamento de suas falhas e faltas. No filme, esta premonição ou ciência do conhecimento e domínio do tempo, fornecida pelos ETs ou Alienígenas, e que une, finalmente os povos da humanidade, terminando com a belicosidade entre eles, colocando um general chinês, personagem do filme, que é contatado pela doutora em línguas, quando tudo estava perdido e a guerra era a única possibilidade gerada pela Babel da incompreensão, surge a ponte, a ligação, da visão do futuro, pela doutora, onde numa confraternização das nações, o General Chines, se não me falha a memória, Chang, lhe confidencia seu telefone e o que teria falado sua mãe ao falecer, à Doutora, que usando, deste conhecimento e destas palavras, através da meditação e da premonição, realimenta o seu dia vivido de presente com estes dados e assim faz com que a China, através de um telefonema direta ao general, mande retirar suas tropas e cancele a sua declaração de guerra aos ETs, conciliando da mesma forma a humanidade que passa para um processo de mútua colaboração terminando com as paranoias e as xenofobias do ser humano , que levam a guerra, construindo um futuro de harmonia e paz. Mas o que é que este filme tem a ver com a corrupção no Brasil criatura?  Tem a ver, com as palavras conhecidas da linguagem como PRECAVER, PREVER, PREVENÇÃO, PREVISÃO, que não necessitam de capacidades mágicas do ser humano, mas que o ser humano continua a aplicar ou a dar características mágicas ou supersticiosas que vem e tem origem nos velhos oráculos, nos augúrios, na leitura do futuro através dos jogos de búzios ou no sacrifício de animais e na leitura de suas entranhas e intestinos para desentranhar daí as névoas do tempo futuro. O homem, pela ciência, superou estas leituras e já é previdente estabelecendo para futuro instituições jurídicas que asseguram o seu Futuro através de Seguros ou através de Programas Previdenciários, cujo cálculo estatístico ou atuarial, no Brasil, e no Rio Grande do Sul, pecam por omissão, pois as manchetes de hoje ironizam a previdência gaúcha em fase falimentar demonstrada através dos dados de que hoje dois aposentados vivem da contribuição de um só trabalhador, tendo sido malbaratada as contribuições dos contribuintes iniciais. Mas e a CORRUPÇÃO Sérgio Borja? O que ela tem a ver com os ETs e a linguagem do filme? Tem a ver que com a ciência e a sua utilização, eu, um rapaz de 30 e poucos anos me candidatei lançando um livro intitulado CONTRA A CORJA SÉRGIO BORJA e que dava, em 1986 todos os lineamentos para uma profunda REFORMA POLÍTICA no BRASIL que retiraria a CONTINUIDADE DE UM ESTAMENTO, A PARTIDOCRACIA, QUE SE APOSSA DO ESTADO COMO SE ELE FOSSE SUAS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS, LOTEANDO-O COM SEUS ASSECLAS NUM REGIME DE QUEM INDICA, OCUPANDO CARGOS EM COMISSÃO, INDICANDO JUÍZES E AUTORIDADES PARA GOVERNAREM E JULGAREM SEM CONHECIMENTOS TÉCNICOS ESPECÍFICOS E AINDA COM SUA FIDELIDADE E APETITE CANINO QUE PERPETUA PARA SEMPRE O REGIME DE CORRUPÇÃO DA REPÚBLICA INSTITUINDO O QUE CARRÉ DE MALBERG, em sua Teoria Geral do Estado, páginas 1056, chama de verdadeira monarquia ou regime realista de sangue azul, em detrimento do conceito de República e seus princípios. No livro Contra a CORJA, que eu mesmo imprimi junto com meu amigo Túlio, numa máquina Remington de mesa, pagina por página, na chamada EUDITORA como intitulou minha amiga Tânia Carvalho em entrevista no seu programa de televisão da época:

contra-corja-1

Prevendo e mostrando o Futuro com prevenção este jovem que aí está na capa do livro disse ipsis literis ou verbum ad verbum…letra por letra:

CONTRA A CORJA

Contra a corja

Levanta o punho

Do verso

O poeta

Sérgio Borja

E vai a palavra

Clava

Empunhada ao ato

Na forja

Tempera o aço

P´ra dar

Mais força ao braço

Do lado do povo

Eu nasço

Do lado do povo

Eu faço

Alço vôo

O destino

Tem asa de fogo

A vida

É ave sem dono

Faço fogo

                Canto

                        Não sonho

Prá que o trigo do sol

Seja mais luz ao redor

E não haja

                  Sombras

Num mundo melhor

Faço fogo

                 Canto

                        Não sonho

Prá que a vida

                        Jamais esmoreça

                        E o poema aconteça!

MAS O QUE É QUE ESTE JOVEM DISSE NÃO DE POÉTICO MAS DE PRÁTICO E VITAL CONTRA A CORRUPÇÃO ?!

Nas páginas 9 deste opúsculo ele escreveu o artigo UMA FICÇÃO JURÍDICA: O PODER FISCALIZADOR que foi publicado em Opinião de Zero Hora..

Dizendo:     “Até hoje nenhum sistema Constitucional ousou reconhecer ao Povo o direito de Fiscalização. Esta, quando é adotada, é feita “interna corporis” (autofiscalização) pelos Três Poderes originariamente expressos, Legislativo, Executivo e Judiciário. Mas temos certeza que embora não expressa doutrinariamente por algum teórico ou mesmo por algum sistema concreto de Poder se traduz na expectativa popular, até hoje frustrada, e no pálido arremedo de auto-fiscalização mantido pelos Três Poderes existentes. Esta necessidade popular já se expressou com toda a sua pujança e ardor quando o Plano Cruzado I ainda era esperança e não a frustração que o tempo veio denunciar. Institucionalize-se a quarta função , fiscalizar e não teremos fiscais temporários de um Presidente (SARNEY E SEUS FISCAIS) nem marajás que aceitam estipêndios impenitentes, mas Fiscais do Povo, eleitos, assegurando a longa vida da Nação e da Pátria…institucionalize-se o Quarto Poder e, a sedição, a corrupção, a revolução e os golpes de Estado sob o domínio das facções, embasadas na ficção da representação popular, não acharão mais pretextos na Injustiça para abalarem o edifício da legalidade construída sob a vigilância do Povo e então, teremos escrito com o fogo eterno dos LEGISLADORES:” Todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido.”

O que mais relata este jovem com uma PREMONIÇÃO E PREVISÃO DO FUTURO QUE DE ONTEM É HOJE E NOS ATOLA ??!!!

Sobre REFORMA POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA, fala candentemente com a visão do futuro no artigo EMANCIPAÇÃO E REPRESENTAÇÃO cruzando olhos numa análise perfunctória do atoleiro eleitoral partidário que vivíamos no ontem e que resultou neste hoje eivado de crises já previstas por aquele jovem:

“No nosso entender a causa de todo o problema diz respeito diretamente ao sistema eleitoral adotado. A legislação brasileira adota os sistemas de circunscrição única e proporcional sendo que os candidatos podem, nesta sistemática, receber votos, no município em sua totalidade por qualquer bairro ou distrito quando concorrem às Câmaras. No estado, os deputados podem colher seus votos em quaisquer regiões ou cidades. Pelo sistema atual não há vinculação absoluta e legal do candidato com a região, a sub-região, o município, o distrito, o subdistrito, nos dois níveis de representação, seja ela municipal ou estadual. Diz-se que o vereador ou deputado representam na proporcionalidade do voto os interesses do município ou do estado. Sob um ponto de vista abstrato isto até pode ser válido mas inserido na realidade complexa dos interesses sociais isto não passa de uma ficção pois a dispersão dos votos não obriga a uma efetiva vinculação do candidato à região. Gera-se assim uma dispersão de demandas objetivadas. Se existem cidades cujo quociente eleitoral não faz um deputado, por sua vez existem bairros ou distritos que da mesma forma não fazem vereadores. Se não pelo argumento numérico, pelo argumento de que o candidato às vezes não é do município, no caso dos deputados, ou mesmo não é do bairro ou distrito, no caso dos vereadores. O regime vigente, de circunscrição única, beneficia sobremaneira o candidato não local que tenha penetração através da MIDIA. Sob este aspecto soma-se à discussão a consideração que extrapola o problema relativo à localização do voto e da consequente cobrança de providências da representação ali estanque. ….

SOBRE AS COLIGAÇÕES – PÁGINAS 25

1º – As coligações são cemitérios de partidos. Estão aí o PMDB e o PFL, que através da Frente Liberal, em cima da impostura do Plano Cruzado I, edificaram uma vitória nas urnas que a partir do dia seguinte após as eleições se tornaram suplício do povo brasileiro: estão aí o PDS e PDT, que transformados numa invertebrada geléia ideológica amargam ainda hoje os efeitos de sua funesta coligação;

2º – Coligar é negar a lei básica e científica do crescimento natural. Todos os seres e por extensão, os sistemas de pensamento, têm seu nascimento e crescimento; queimar etapas é negar esta lei;

3º – Coligar é desrespeitar a vontade dos representados. É praticar o chamado “estelionato eleitoral”. Como, como justiça, seria permitido administrar a expectativa dos representados sem ter sufragada pelas urnas a representação?!! Vamos repetir a prática de administrar nas antecâmaras dos palácios, longe dos olhos e ouvidos do povo?!! A liberdade do povo não é só votar e creio que ele já está cansado de pescar dores na rede de matreiros políticos pescadores (Não estava pois relegeu e reelege os demônios novamente);

4º – Coligar é identificar. Lutar junto é se igualar. Se somos iguais por que nossas siglas são diferentes?!! Um programa mínimo seria a resposta? Respondo com outra pergunta: Na eventual vitória a responsabilidade pelos acertos ou erros seria dividida, perante a opinião pública, em cima da proporcionalidade dos votos dos partidos coligados ?!! (HOJE DILMA E TEMER) Na época. O PMD E O PFL , pelos desacertos da Nova República, em situação de coligação, estão devendo esta resposta ao povo até hoje;…..

ASSIM É QUE ESTE JOVEM QUE FUI EU, COMO FOI A PROFESSORA QUE INTERPRETAVA ETs NO FILME, SABIA E SABE O QUE ACONTECEU NO PASSADO E INTERLIGA ESTES DADOS COM O PRESENTE E COM O FUTURO…PREVENDO QUE HAVIA UMA CORJA NO PODER COMO HÁ ..mas no entanto a MAIOR PARTE DA HUMANIDADE NÃO VISUALISA ISTO e só agora , com a utilização do WHATS APP E das ferramentas das redes começou levemente a interagir na rede política FISCALIZANDO VERDADEIRAMENTE A CORJA AÍ INSTALADA…como TAMBÉM FOI DENUNCIADO PELO MESMO JOVEM , não mais com 30 anos , quando combatia com poesias e artigos mas agora pelo jovem de 40 anos candidato contra a CORJA…

princi1

Como o personagem de Hemingway em o Velho e o Mar, o pescador Santiago, esgotou em minha vida possível o possível máximo esforço para me cumprir no tempo passado, como pai, como trabalhador, e como sujeito ativo e vivo da cidadania de minha cidade, meu estado e meu país, dando o sumo de minha família num sacrifício de auto-financiamento com o dinheiro auferido de meu trabalho, financiando minhas 5 campanhas políticas e NUNCA RECEBENDO A VERBA PARTIDÁRIA QUE OS ELEITORES E CONTRIBUINTES PENSAM QUE AS MÁFIAS PARTIDÁRIAS DISTRIBUEM ENTRE SEUS CANDIDATOS…ELES LOGRAM O POVO E DISTRIBUEM SÓ ENTRE SEUS APANIGUAOS E CACIQUES COM SEUS AFILHADOS…hoje já idoso, envelhecido na luta política, mas sem cansar e lutando anonimamente com as armas da atualidade, facebook, linkendin, twiter, e internet..continuo minha atividade despretensiosa sendo que VIVIRIA TODA MINHA VIDA NOVAMENTE SEM MEDO NEM RECEIOS APERFEIÇOANDO MEUS ATOS E PUDERA PUDESSE RESGATAR A MÁGOA ETERNA QUE TRAGO, JÁ SEM MEDO DEPOIS DE TER VISTO O FILME E A SAGA DA PERSONAGEM PRINCIPAL, DE RECONCILIAR-SE COM A MORTE DE SUA FILHA, QUE MORREU COMO MINHA PRIMEIRA ESPOSA, Rita Gerdau, ao meu lado tendo ido na sessão partidária EM QUE AS MÁFIAS PARTIDÁRIAS derrotaram minha campanha para o SENADO DA REPÚBLICA minha última saída de CID CAMPEADOR ou como o velho FRONTEIRO DE BEJA  de Alexandre Herculano em suas últimas lutas e pugnas….O FILME ARRÍVAL….tem algo de ESPIRITISMO, ALGO DE NITSZCHE , ALGO DE HEMINGWAY, ALGO DE POÉTICO..ALGO DE REDENÇÃO AO SER HUMANO ATRAVÉS DO CAMINHO , NÃO LINEAR DA MEMÓRIA, MAS O CAMINHO TRANSCENDENTE QUANDO ELA INTERLIGA PASSADO, PRESENTE E FUTURO…..POR QUE EU SEREI SEMPRE CONTRA A CORJA SEM MEDO NUNCA DE SER RIDÍCULO!!!! Minha última filha chama-se Maria Sofia…não fui eu que coloquei o nome pois entre meus 6 filhos só nominei à Francisco que sempre foi um nome tradicional de todos os Borjas…mas…no nome da Maria Sofia, como o nome de Ana, minha primogênita contém toda esta história e esta reflexão e consciência, já minha última filha traz o cataplasma da sapiência da idade pois em Maria se revela a divina sapiência da dor materna pelo sacrifício do FILHO e Sofia, a sapiência e tolerância de apreender e repassar esta aprendizagem para o aprimoramento do SER no TEMPO interligando PASSADO, PRESENTE E FUTURO como a personagem do filme podendo repetir, numa imagem do filósofo Nietzsche, como infindas imagens em espelhos, minha vida rumo ao seu aperfeiçoamento eterno como a visão profética que nos traz Alan Kardec com sua ciência dos espíritos….SEM MEDO DE SER FELIZ…….FELIZ NATAL DE 2016 A TODOS QUE CONSEGUIRAM LER…POIS SÃO POUCOS OS ESFORÇADOS E QUE CHEGAM A MORADA DO SENHOR

A DESCONSTRUÇÃO DA IMAGEM PÚBLICA DE JOAQUIM BARBOSA DE HERÓI À VILÃO!!!

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

Agora mesmo · Porto Alegre ·

 A DESCONSTRUÇÃO DA IMAGEM PÚBLICA DE JOAQUIM BARBOSA DE HERÓI À VILÃO!!

TODAS AS PESSOAS INDEPENDENTES OU AUTÔNOMAS SÃO DESMONTADAS E DESCONTRUIDAS SE NÃO PERTENCEM A UM PARTIDO…O ESPAÇO POLÍTICO DA NOTORIEDADE E DA FAMA É ADMINISTRADO NO PAÍS…ESTE SUJEITO NÃO SE FILIOU E SUA IMAGEM VAI SER DESCONSTRUÍDA GRADATIVAMENTE…OS LEIGOS NÃO SABEM QUE VIVEMOS EM 1984 SOB UMA DITADURA CIVIL ABJETA EM QUE SE PENSA SER LIVRE MAS NA REALIDADE OS DADOS E AS INFORMAÇÕES PARA A OPINIÃO PÚBLICA SOFREM INTERFERÊNCIA DE REENGENHARIA DE IMAGEM E DE OPINIÃO…SÓ AQUELES TÍTERES DOS PARTIDOS E DOS GRANDES GRUPOS ECONÔMICOS E DA MÍDIA PODEM SER POLÍTICOS…E CRESCEM NA RELAÇÃO DIRETA DE SUA DEPENDÊNCIA PARA COM ESTES PODERES….POIS SENÃO FICAM CONDENADOS A SEREM ETERNOS VEREADORES OU MEROS DEPUTADOS ESTADUAIS PARA TODA A VIDA….TENHO DITO….QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA….1984 DE GEORGE ORWELL…JÁ ESTÁ ENTRE NÓS HÁ DEZENAS DE ANOS…

Cuidado – Talvez esse OMISSO e SUSPEITO possa ser o “homem da esquerda” para 2018 – Lembre-se de LULA, FIDEL, CHAVES, STALIN, POL POT, MAO, LENINE…

HISTÓRIA DA FAMÍLIA BORJA EM SANTA CATARINA E RIO GRANDE DO SUL

https://www.facebook.com/sergio.borja.14# 

HISTÓRIA DA FAMÍLIA BORJA EM SANTA CATARINA E RIO GRANDE DO SUL E DOS VÁRIOS TRONCOS INCAS, INDIOS, PORTUGUESES AÇORIANOS, PORTUGUESES DO TRÁS DOS MONTES, ESPANHÓIS, ITALIANOS, ALEMÃES E SUECOS QUE DESEMBOCARAM NESTE ESTUÁRIO GENÉTICO DANDO SUA CONTRIBUIÇÃO. VIDE O VÍDEO DO YOUTUBE CUJO LINK ESTÁ AQUI (É SÓ CLICAR NO LINK AZUL):

 https://youtu.be/tJsK2D_ganE

Sérgio Borja adicionou 2 fotos e um vídeo sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

A SAGA BORJA OU HISTÓRIA DE MINHA FAMÍLIA. UM DIA ANTES DE MEU ANIVERSÁRIO DE 67 ANOS CONSEGUI CONSOLIDAR A MEMÓRIA ORAL E VISUAL QUE ME FOI TRANSMITIDA PELOS PAIS, AVÓS E PARENTES E QUE CONSEGUI COLOCAR EM VÍDEO NESTA LINGUAGEM PARA MEMÓRIA DE MINHA FAMÍLIA O QUE ME FOI RELATADO ORALMENTE E QUE PESQUISEI E JUNTEI OUTRAS FOTOGRAFIAS

Foto de Sérgio Borja.
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DA ESTAGFLAÇÃO PARA A ESTAGNAÇÃO COM UMA LEVE CURVA ASCENDENTE RUMO A RETOMADA DO CRESCIMENTO NA GUERRA DAS MOEDAS NO BRASIL

DA ESTAGFLAÇÃO PARA A ESTAGNAÇÃO COM UMA LEVE CURVA ASCENDENTE RUMO A RETOMADA DO CRESCIMENTO NA GUERRA DAS MOEDAS NO BRASIL

 

A aprovação da PEC 241 hoje, sujeita ainda aos destaques e a uma nova rodada na Câmara e posteriormente no Senado, em razão do duplo turno como determina o art. 60 da Constituição, é uma providência que visa salvar o Estado Nacional Brasileiro da catástrofe futura. O Governo passado, sob a ótica petista, apostou num processo de inflação disseminada para assim, usando os conceitos esposados por John Maynard Keynes, em seu Pequeno Tratado, através da inflação, diluir o valor da dívida pública ao mesmo tempo que sua política salarial visava, com profundo populismo, inflacionando o valor nominal dos salários dos trabalhadores, passar aos mesmos uma noção de ganho o que reverteria em votos dos mesmos. Este processo gerou uma queda abrupta do real em sua equivalência em dólar ocasionando toda a reação em cadeia, na economia, que redundou numa forte aceleração da inflação por demanda interna com o encarecimento dos custos e mais uma vez a retroalimentação do processo inflacionário em seu círculo vicioso. A política adotada pelo competente e experiente Ministro Meirelles, que causou o boom econômico no primeiro governo de Lula, pois o PMDB aliado ao PT não abriu mão do controle sobre a economia neste primeiro momento só caindo do poder, literalmente, em termos econômicos e políticos com a ascensão de Guido Mantega, que como um títere nas mãos de Dilma, passou a incrementar o que chamei de doping econômico eleitoral, pedaladas, etc, que já foram devidamente analisadas na ocasião. Aqui estão os vários artigos em que adverti o governo Dilma sobre seu atalho econômico e as suas consequências: http://www.sergioborja.com.br/?p=1298  Ora, o competente Ministro Meireles com uma experiência densa adquirida nas coisas de trato público à Frente do Ministério da Fazenda reaplica os mesmos remédios da chamada meta de inflação visando ao controle da situação. Os primeiros efeitos de sua política criteriosa, baldados os esforços frente a grandeza dos problemas acumulados pela administração anterior, oferecem paulatinamente uma mudança de perspectiva sendo que logo nos primeiros meses de sua administração o câmbio do dólar passou a ter uma queda gerando uma leve apreciação do real. Ora, assim é, que se forem mantidas as premissas, como se depreende do quadro dos juros e da leve queda ensejada pelo COPOM na Selic, nós teremos com o passar dos meses e anos, gradualmente um novo processo de apreciação do real junto ao dólar. Isto levará sem sombra de dúvidas a vários fenômenos endógenos (internos) no Brasil em razão desta política já encontrar a base salarial expandida e inflacionada nominalmente em real, sendo que a apreciação em dólar do real, levará a um aumento do poder aquisitivo daqueles setores que foram aquinhoados com o processo inflacionário, que na forma anterior levava, paradoxalmente, embora com o aumento nominal ou numérico do salário, levava a uma perda gradativa de seu poder aquisitivo sendo que a política atual dificulta o acréscimo positivo nominal do salário mas, em contrapartida, propicia a sua valorização em dólar reposicionando e trazendo ganhos enormes a todos estes setores criando afetações na ÁREA PÚBLICA E NA ÁREA PRIVADA. Prevendo estas afetações na ÁREA PÚBLICA em razão do possível estrangulamento do Estado Nacional Brasileiro com uma dívida orçada atualmente em mais de 3 trilhões de reais mas que, paulatinamente, com a melhora da economia através dos parâmetros aplicados por Meirelles levarão a uma apreciação em dólar da dívida na proporção este incremento da valorização endógena do dólar. Da mesma forma os salários dos trabalhadores da área pública sofrerão, com a valorização do real, um incremento no seu valor aquisitivo fazendo com que a conjugação de ambos os fatores, aumento da dívida e aumento de salários, não nominal mas aquisitivo, produzam mais e mais um definhamento e um esgarçamento do Estado Nacional que já tem seu pacto federativo estraçalhado pela pressão da dívida dos estados da federação e municípios que não possuem a capacidade de emissão monetária e cujos impostos, no bolo federativo, são menores em razão dos impostos federais. Assim é que a PEC 241 vem na esteira da previsão futura desta revalorização do real em dólar e seus efeitos sobre a massa salarial dos funcionários ativos, aposentados e pensões da máquina pública federal, estadual, municipal e distrital que, somando-se a dívida e seus juros escorchantes, pressionarão, pelo efeito de valorização do real, o orçamento público. Assim, o porquê do congelamento alvitrado pela PEC 241 que tem por fim criar uma passagem para o resgate do modelo constitucional de 1988, de Social Democracia, onde educação, saúde e segurança são custeados na fatia maior pelo Estado Nacional, sob pena de ocasionar no futuro o desabamento das possibilidades deste custeio e da inevitabilidade de adoção de um regime de liberalismo puro, modelo americano, em que o Estado abandonaria o custeio de investimentos em infraestrutura, educação e saúde, reduzindo-se unicamente às suas funções originais que seriam a prestação Jurisdicional, a Segurança interna, polícias e externa, forças armadas, emissão monetária, medidas e estatísticas reduzindo-se a um Estado Gendarme com a morte do Welfare State criado em 1930, por Getúlio Vargas e que atravessou indene pelas constituições de 1934, 1937, 1946, 1967,1969 e 1988 constituição que é a cúspide do aperfeiçoamento constitucional do verdadeiro Bloco Constitucional Democrata Social Brasileiro. Estas medidas de congelamento do gasto público alvitradas pelo governo Temer através de Meirelles, juntamente com as providências que terão de ser tomadas no plano da previdência, reformulação trabalhista e racionalização dos impostos federais, estaduais e municipais, poderão, com grande dificuldade, salvar o regime social democrata de sua rota de implosão e destruição. É este movimento de desvio de rota do modelo anterior dilmista retirando-o da beira do precipício e levando-o a um retorno de investimentos através do saneamento das contas públicas e do meio monetário que regula a economia retomando o conceito de DIREITO Á MOEDA seja, um valor em dólar que, embora congelando ou mantendo o valor nominal da moeda real, possibilita, no entanto a sua revalorização em termos de poder aquisitivo em dólar. Se sobre a área pública os efeitos mais evidentes sejam estes, de forma simplificada, na área privada os efeitos são mais complexos pois temos uma massa salarial que foi alinhada ao processo inflacionário, através de Decreto (só Getúlio Vargas conseguiu esta façanha sob a ditadura de 37), todo o começo de ano. Ora, é exatamente este processo que incrementa através do aumento do salário estimulado pela queda de juros, baixo custo do crédito, e meio circulante inundado pelo processo de emissão, o processo de alimentação da inflação que sob nominalmente o valor do salário sendo que no entanto o mesmo já não adquiria as mesmas mercadorias perdendo assim seu poder aquisitivo paradoxalmente ou em contradição com seu aumento ou valorização numérica. Quando do início do processo inflacionário eu adverti desta política com respeito aos seus efeitos sobre a área do PIB brasileiro, seja o Agronegócio. O efeito inflacionário de desvalorização do real por Dilma e Mantega levava à uma apreciação em dólar dos insumos importados em grande maioria para o funcionamento da agricultura de exportação. Adubos, maquinários, sementes, pesticidas, produtos veterinários, etc, aumentando os custos internos de produção que já tinham o acréscimo do aumento de salário indexado somando-se ainda, em razão da queda do real, a queda da mesma forma nos preços das commodities no exterior em seu preço obtido em dólar levando a confluência de todas estas perdas a um grande baque na produção agrícola ocasionando assim a desistência, o endividamento e seu agravamento pelo setor, através de aumento dos custos dos insumos, salários e queda do valor de venda do produto. Assim é que logo passou-se a acelerar, com mais estes efeitos, a inflação em real pelo aumento dos preços de venda das commodities tentando remunerar os prejuízos advindos das correções em epígrafe. Ora, com a política atual, lenta e gradualmente haverá, mesmo sob a pressão dos salários que apreciarão em dólar, uma queda dos preços de importação dos produtos como adubos, sementes, pesticidas e produtos veterinários, fazendo com que a taxa de retorno nos investimentos rurais aumente e assim aumente o investimento e seu retorno que se espalha da mesma forma causando um incremento do consumo dos produtos industrializados e dos serviços que paulatinamente, retroalimentados pela geração do PIB agrícola retomarão aos índices anteriores, com grande dificuldade, lenta e gradualmente. Com as feridas já causadas pelo cancro comunista e anarquista que visava à debacle econômica para assim propiciar a revolução nos termos ideológicos do Foro de São Paulo, restam no entanto, as escarificações e feridas abertas que, no entanto, já foram testadas politicamente com a derrota fragorosa da esquerda nas eleições sendo que o povo repeliu a sua corrupção sistêmica e endêmica e também os “remédios” que ministrava a economia, adulando com o crescimento nominal de salário dos trabalhadores que no entanto era vazio de poder aquisitivo pois, mais e mais , precipitava-se dificultando até mesmo a sobrevivência dos operários. Se com relação ao Agronegócio as mudanças para melhor se darão a longo prazo e lentamente, com relação ao setor industrial teremos maior dificuldade pois este setor e o de serviços emprega um número massivo de funcionários sendo que o salário é, no custo de produção, o vetor mais importante e que, em razão da inflação anterior que aumentou o valor nominal do salário mas baixava concomitantemente seu valor aquisitivo, com o incremento do real frente ao dólar, através da nova política de Meireles e Temer, estes operários e trabalhadores das cidades terão um incremento, senão nominal, pelo menos um grande incremento na proporção e medida de valorização do real frente ao dólar aumentando assim seu poder aquisitivo de muitas mercadorias. No entanto, o setor industrial, comercial e serviços, manterá em razão do patamar de inflação nominal herdado anteriormente, com o incremento do seu valor em dólar, um aumento de custo ou melhor, uma verdadeira perda maior de competitividade com os produtos oriundos do estrangeiro e similares e com o encarecimento de seus custos via aquisição de commodities internas, que com a apreciação do real terão uma apreciação veraz, causando assim uma perda de competitividade interna e externa destas industrias que estão passando por um processo de desindustrialização cada vez maior ao fenômeno Guerra das Moedas que nem a França, onde estive a questão de mês, também não escapa a esta lenta substituição do setor de indústrias de menor poder agregado pelo de serviços. Assim é que sem perspectiva de uma baixa de custos que seria causada pelos salários, que em dólar já foram valorizados, pela incidência de impostos escorchantes, de uma regulação absurda que dificulta os negócios por falta de racionalização, sem uma flexibilização laboral, pelo incremento dos custos internos dos insumos nacionais em dólar e seu consequente aumento no mercado internacional e interno, o setor industrial passaria pelo seu Inferno de Dante (lasciate ogni la esperanza voi que entrate – perdei aqui todas as esperanças vós que entrais) ocasionando nos grandes setores a busca da otimização de custos através da racionalização tecnológica, informatização, pois as multinacionais ancoradas na China Comunista que pratica dumping social e dumping monetário, juntamente com vários países do leste asiático, paraíso das Transnacionais Corporations que aliaram-se aos fatores de retorno, através da segurança jurídica dos investimentos feitos, no fenômeno da GUERRA DAS MOEDAS este processo de derrocada de todos os meios regulados ou ESTADOS NACIONAIS DO DEVE SER, dejam eles ditaduras comunistas, sociais democracias, etc que em razão do alto custo de manutenção pelo Estado de SEUS DIREITOS POSITIVOS encarece sobremaneira a produção de commodities, mercadorias e produtos industrializados, para alimentar um estado paquidérmico que é agravado em seus déficits pela intermediação de PARTIDOCRACIAS CORRUPTAS no mais alto grau, como se viu e constatou aqui no BRASIL através dos vários escândalos em que dirigentes governamentais intermediavam através de polpudas e bilionárias propinas o troca troca de favores entre a área pública e privada intermediando o cartório estatal que está falindo frente a alta desregulação oriunda da mundialização e globalização. Estamos vivendo a falência do cartório estatal pois serviços como UBER dinamitam o cartório de concessões de placas aos taxis; o serviço Messenger e Whatsapp através da internet estouram os ganhos dos cartórios de concessões das antigas companhias telefônicas; as bandeiras de cartão de crédito invadem o espaço do meio circulante em moeda papel ou metal substituindo-o gradativamente pelo dinheiro eletrônico estimulado pela ganância estatal que visa, da mesma forma, eliminar a econômica informal e fiscalizar fazendo-a que pague também impostos, através do controle propiciado pela moeda dos cartões, criando outro efeito que é o esmaecimento ou a substituição do Estado Nacional que tinha como uma de suas motivações criacionais, além da segurança, prestação jurisdicional, etc, a emissão monetária em metais e depois a fiduciária em moeda papel; da mesma forma a desregulação atinge até as profissões sendo que a prostituição, mais velha das profissões do mundo, sofre a concorrência direta de produtos como o TINDER que faculta o exercício da liberdade sexual e sua prática, sem pagamento, pela simples concatenação da vontade de fazer sexo com os desejos disseminados por todos os sexos e orientações sexuais. Vivemos a época da desregulação total que atinge da mesma forma os jornais e rádios , concessionários do estado nacional, que são gradualmente substituídos pela rede social com uma veracidade de informação ainda não tão boa mas cada vez mais aguçada e que vai levando os jornais tradicionais, impressos em papel que necessita da exterminação de florestas e que causa efeito estufa, a serem paulatinamente substituídos pelos consumidores que não querem mais se intoxicarem com as emanações da tinta de impressão rica em chumbo e outros componentes danosos à saúde; da mesma forma a política que era feita através de comícios e nas velhas fórmulas tem agora, através da desregulação, a concorrência da Rede Social que mediante o uso do Facebook, twiter, linkendin, too, e outros produz um fenômeno no século XXI , do que Pierre Lévy cognominou do EU NO ENTRE SI que desbancam as velhas perspectivas causando uma revolução nos costumes que já está em plena atividade na Grécia, na Catalunha, no Egito e no Brasil dos Caras Pintadas do VEMPRÁRUAJÁ# . Assim é que a política de Meirelles e Temer, embora eivados do clientelismo das corporações enquistadas e donas do poder, que condicionam as possíveis manobras do poder em busca de um mar mais calmo para a sua sobrevivência e a do Estado Nacional Brasileiro embuído da Democracia Social aurida através de um legítimo bloco constitucional de SOCIAL DEMOCRACIA e portando , um regime altamente regulado, que não tem condições de competir na GUERRA DAS MOEDAS se não fizer as correções de rumo necessárias, como estão sendo feitas. O futuro dirá nesta saída lenta e gradual, se o povo não será enganado novamente pela esquerda populista que vende milagres econômicos no discurso e produz a ruína, como a da Venezuela e Cuba, ou se o povo ou os setores do voto responsáveis saberão escolher entre o precipício e a longa planície que se oferece num porvir de alta tecnologia num mundo e planeta em que o velho artefato político, o Estado Nacional cada vez mais esmaece suas funções originais frente a interação com o restante da comunidade das nações civilizadas. Vejo assim uma luz no fim do longo túnel que terá de ser percorrido, com grande sacrifício para o povo que deverá estar alerta para que seus representantes não traiam suas expectativas como o faziam apunhalando-os pelas costas através da destruição de seus direitos, sua moeda e sua economia, detonando com seus empregos e as oportunidades de seus filhos e da mesma forma com a pensão daqueles que deram sua contribuição à Sociedade. Esperanças….numa caminha lenta, gradual e muito difícil….com borrascas pela frente…..Um fato relevante é categórico: Para restabelecer a confiança do Povo em seus mandatários há de se reciclar completamente a área pública depurando-a dos notórios corruptos e dos adeptos da velha política de compadrio, do quem indica, do clientelismo que abastarda a produção racional e nossa redenção como nação de futuro. QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!

KARL MARX CONTRA KARL MARX NA GUERRA DAS MOEDAS

CONFERÊNCIA PROFERIDA NO DIA 20.10.2016 EM SESSÃO DA ACADEMIA RIO-GRANDENSE DE LETRAS NO ESPAÇO INTELECTUAL LOTHAR HESSEL.

Abstract    –  Usando dos conceitos elaborados por Karl Marx em suas obras A Ideologia Alemã, produzida com Engels e na obra Das Kapital mostra os dois conceitos de INFRAESTRUTURA E SUPERESTRUTURA esclarecendo a ambos e mostrando os modelos LIBERAL AMERICANO (CAPITALISTA) como Tese, o modelo COMUNISTA (da antiga URSS) como ANTÍTESE e o modelo vigente na Europa e no Brasil e Argentina, seja a SOCIAL-DEMOCRACIA como SINTESE. Mostra também a falha na estrutura de razão de Marx quando cotejada com a história real e afirma que a INFRAESTRUTURA TEM DE TER LIBERDADE TOTAL PARA FUNCIONAR pois quando há o abafamento, a asfixia da INFRAESTRUTURA pela SUPERESTRUTURA é isto que causa as MUTAÇÕES SOCIOLÓGICAS OU REVOLUÇÕES HISTÓRICAS preconizadas por Marx com base na cinética da INFRAESTRUTURA mas que na realidade não se efetivaram como conclusões de suas premissas teóricas. Demostra que a GUERRA como queria Mao-Tsé Tung que dizia que as guerras fazem o parto da história ou a exação fiscal exacerbada do Estado Nacional (DA SUPERESTRUTURA) é que causam as mudanças e revoluções sociológicas e históricas, contrariando assim Marx. Mostra também e demonstra que o modelo chinês real consolidado na CHINA COMUNISTA, de origem marxista leninista maoísta, com as reformas de Deng Siao Ping , em 30 anos desenvolve-se e passa a ser a segunda potência econômica mundial usando o MARXISMO (numa neo visão Granschista aliado a nova realidade das Transnacionais Corporações) contra o MARXISMO revisionista da SOCIAL DEMOCRACIA, através da competitividade de seus produtos que levam a debacle do sistema do DEVER SER SOCIAL DEMOCRATA.e estabelece a imensa crise que estamos vivendo na Europa e nas Américas principalmente no Brasil com a derrocada de todos os regimes reguladores em razão de seus altos custos oriundos de seus direitos positivos que, encaixados em seus produtos e commotie faz com que os mesmos tenham uma perda de competitividade causando a desindustrialização e a perda dos empregos em várias latitudes.

CONFERÊNCIA DO PROF. SÉRGIO BORJA AO VIVO NO FACEBOOK INTITULADA KARL MARX CONTRA KARL MARX NA GUERRA DAS MOEDAS (CLIQUE NO LINK AZUL COM O MOUSE)                  KARL MARX CONTRA KARL MARX NA GUERRA DAS MOEDAS

 

KARL MARX CONTRA KARL MARX NA GUERRA DAS MOEDAS

 

  • INFRAESTRUTURA E SUPERESTRUTURA

A profunda crise econômica por qual atravessa o Brasil e todas as democracias sociais nas Américas e na Europa são causadas pelo processo que pela primeira vez nominei, no mundo, em 15.07.1998, na coluna de Opinião do Jornal do Comércio intitulando o fenômeno como  Guerra das Moedas pois ele veio na sequência de vários outros artigos escritos na Folha de São Paulo, Brasil um Perigo Real, e também na Gazeta Mercantil, sob a editoração de Danilo Ucha, de saudosa memória, com vários títulos como O Real e o Dólar, As Bolsas e a Bolha, Ataque Especulativo, etc. Posteriormente um escritor chinês chamado Hongbing Song, em 2007, escreveu sobre assuntos similares sendo traduzido para o francês em 2013 pela editora Retour aux Sources e, também Guerra das Moedas escrito por James Rickards, e editado em português em 2014 pela editora Marcador de Queluz, Portugal. Se os dois autores que escreveram em sequência sobre o assunto eram ambos economistas destacados eu, no entanto, era um professor de Direito Constitucional,  Ciência Política e Relações Internacionais na PUCRS sendo professor de Instituições de Direito, Direito Agrário e Civil parte Geral e Obrigações na UFRGS. Digo isto em razão de que ambos os economistas, conforme a visão de Karl Marx eram peritos em INFRAESTRUTURA sendo que eu um perito em SUPERESTRUTURA. A visão de Karl Marx é detalhada em sua obra escrita em colaboração com Friedrich Engels, seu amigo inseparável, na obra A ideologia Alemã no opúsculo I. Feuerbach tendo sido retomada em sua obra O Capital. Utilizando o materialismo dialético que se projeta da realidade das relações de classes e da sua história real em perpétua guerra ele utiliza a dialética de Hegel, seu antigo professor, não mais como sistema cinético da evolução espiritual mas como processo introjetado na mecânica de relações econômicos sociais, na Sociedade Civil, INFRAESTRUTURA que se projeta para moldar juridicamente a SUPERESTRUTURA com seu direito e seu ordenamento jurídico constitucional e legal. Assim é que o mecanismo de enfrentamento das classes sociais, através da história leva ao processo dialético em que posta a tese há sempre uma antítese e deste enfrentamento gera-se uma síntese que supera o estágio anterior levando ao devir histórico que é impulsionado por este processo. Enquanto na visão de Hegel a dialética é circular a visão marxista vislumbra a mesma forma circular mas que toma um rumo de ascendência como um espiral que não tem fim no seu processo dialético sendo que a síntese anterior será a tese que futuramente será contestada pela antítese posterior e assim, num moto contínuo social, econômico e político a história é o parto deste materialismo dialético incito na economia – infraestrutura – que vai remodelando em seus ciclos contínuos as superestruturas supervenientes. Em 1946 este primeiro escrito de Marx e Engels completou 100 anos e no século vinte e um, em 2046, completará 200 anos. De lá para cá Marx e seu sistema sofreu várias interpretações.

  • MODELOS TEÓRICOS ABSTRATOS E MODELOS DE IMPLANTAÇÃO REAL (URSS, IUGOSLÁVIA, ALBÂNIA, CHINA, CUBA, ETC)

Interpretações feitas pelo próprio Marx que em escritos posteriores vários autores e estudiosos disse que ele mesmo se contradisse, especificamente com respeito a este tema, na sua primeira versão colocado na Ideologia Alemã e depois em O Capital. Além das variadas visões de Marx, que não detalhou o que seria, depois da passagem do Socialismo para o Comunismo, como seria isto ou seu esboço, mencionando, no entanto, o fenômeno de extinção do Estado Nacional como agente coator da classe social dominante, pois quando da implantação da utopia, a igualdade total, em razão disto e defluindo deste fenômeno social o Estado, que na visão marxista é uma agência repressora utilizada pela classe dominante contra as classes oprimidas, não teria mais necessidade de ser ou existir. Lênin em sua obra O Estado e a Revolução confirma esta versão mas também, de forma alguma esboça com nitidez como seria o comunismo. Assim é que a doutrina marxista é reinterpretada por vários socialistas e escritores ditos comunistas, neomarxistas, cada um possuindo uma visão e uma interpretação do que disse Marx ou do que eles pensam o mesmo ter dito. Traduttore traditore! (Tradutor traidor!) Se do ponto de vista filosófico, econômico, jurídico, e toda a abrangência possível que esta cosmovisão marxista tenha ela foi fracionada em vários modelos possíveis derivados das interpretações e releituras de Marx, da mesma forma, o século XX foi pródigo em modelos reais estatais diversificados  cujos líderes e tutores se declararam seguir o modelo comunista marxista. A URSS, tinha um tipo de organização   ( https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=4&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj5zdGn1efPAhUE1x4KHRL3D1cQFgguMAM&url=https%3A%2F%2Fwww.tjrs.jus.br%2Fexport%2Fpoder_judiciario%2Fhistoria%2Fmemorial_do_poder_judiciario%2Fmemorial_judiciario_gaucho%2Frevista_justica_e_historia%2Fissn_1677-065x%2Fv7n13%2FMicrosoft_Word_-_ESTUDO_SOBRE_O_BLOCO-CONSTITUCIONAL_DA_ANTIGA_URSS.pdf&usg=AFQjCNFfqFdvnyMahFZ1hOuSqm4NFSCTZg&sig2=trTozPYQEbpxgMd4mu5TZw&bvm=bv.135974163,d.dmo  )      ; a Iugoslávia, sob Joseph Broz Tito, outro tipo de organização; a China de Mao-Tsé Tung outro tipo totalmente diferente dos primeiros; Cuba de Fidel a mesma coisa, assim como a Líbia de Kadafi e assim por diante.

 

  • O MODELO SOCIAL DEMOCRATA E SUA DERIVAÇÃO MARXISTA.

Assim é que também da teoria marxista originou-se também a chamada social democracia através do revisionismo de  Eduard Bernstein, alemão nascido em Berlim – 1850\1932; Karl Renner, austríaco, Otto Bauer, também austríaco e tantos outros que, com sua influência e seu revisionismo criaram a doutrina social democrata que se instalou no regime chamado Estado de Weimar ou Constituição de Weimar que foi a primeira constituição Social Democrata no mundo sendo que a constituição Mexicana de 1917 foi a segunda neste sentido seguindo as concepções de Carl Schmitt, que inclusive, conforme seus detratores influenciou o nacional socialismo ou foi cooptado pelo mesmo. Marx afirmava em sua obra que o comunismo entraria ou aconteceria primeiro na Inglaterra e na Alemanha que eram países altamente desenvolvidos e industrializados pois que as suas contradições internas levariam ao processo natural de engendrar a revolução interna. Ironicamente a implantação de uma versão de sua teoria apareceu na revolução de outubro de 1917, na Rússia czarista pais atrasado e com o mesmo nível de desenvolvimento da França em plena revolução de 1789, pois na Rússia desta época ainda vigia o modelo estamental de senhorios e os seus respectivos sistemas de servos.  Assim é que a Social Democracia da Europa emigrou para as Américas aparecendo no México em 1917, mesmo ano da revolução Russa, pois conforme informa o Constitucionalista mexicano Carpizo na realidade a força da revolução comunista, no México, não teria sido suficiente para impor o comunismo como foi na Rússia em que os bolcheviques marxistas leninistas  venceram os mencheviques moderados ou sociais democratas. A revolução mexicana que contestava a reeleição de Porfírio Diaz sob o comando do General Madero e das figuras de Pancho Villa e Emiliano Zapatta não conseguiu na superação de sua práxis consolidar o comunismo no México ficando um regime de meio termo ou a chamada social democracia mexicana modelo jurídico que se espraiou como exemplo para toda a América Latina e países mais relevantes como Brasil e Argentina. Da mesma forma o regime moldado juridicamente pelo constitucionalista Hugo Preuss na Constituição de Weimar depois da derrota dos espartaquistas comunistas Rosa de Luxemburgo, Clara Zetkin e Karl Liebknecht que pretendiam, a sua maneira, estabelecer a revolução socialista na Alemanha fundando Comitês, similares aos Sovietes de León Trotsky na Rússia, foram esmagados pela Social Democracia vitoriosa. Assim é que entre a primeira e a segunda grande guerra, com a crise de 1929, a visão social democrata também se espalha pelas Américas seguindo a sua predecessora mexicana surge, nos Estados Unidos da América Franklin Delano Roosenvelt que se reelege por quatro (4) períodos sucessivos e assume uma política francamente social-democrata aplicando os vetores urdidos pelo célebre economista inglês Sir Maynard Keynes. Da mesma forma a partir de 1930, no rastro do grande crasch americano, com a precipitação do mercado do café, eclode no Brasil a revolução de 1930 liderada por Getúlio Vargas e que segue a chamada democracia social como também Juan Domingo Perón na Argentina. Na visão da teoria marxista que vislumbra o condicionamento da superestrutura a infraestrutura havendo a implosão daquela por indução natural e inexorável da evolução das relações entre o capital e o trabalho que subjazem e justificam o seu conceito de luta de classes haverá necessariamente a implosão e a modificação da superestrutura que seguirá o novo desenho acomodando-se as novas relações de forças redesenhadas sob seu manto.

  • O EQUÍVOCO MARXISTA COM RESPEITO A CAUSA MOTORA

 

 Na realidade o que temos visto na história como causa de mudanças drásticas nos modelos jurídicos – superestruturas – não é o processo de aperfeiçoamento das classes justapostas, num processo natural dialético de superação, mas, mais pela visão aquela de Mao Tsé Tung quando afirma que as guerras fazem o parto da história. A este fenômeno alia-se outro que é o processo de abafamento através da exação fiscal exacerbada de uma nação sobre outro ou de um governo sobre o seu povo que cria a crise que leva inevitavelmente à sua superação. A revolução francesa na realidade é causada pelo auxílio que Luiz XVI dá aos Estados Unidos da América e suas possessões no Canadá, que levam a um aprofundamento da crise econômica através de impostos escorchantes que não dão outra alternativa à burguesia do que se declarar contra os demais estados e fundar a revolução como descreve o Abade Joseph Siéyès em sua obra O Terceiro Estado. Assim é também o processo de independência americano que sendo colônia dos ingleses protesta contra os impostos cada vez mais altos chegando ao ponto de em 1776, as treze colônias, declararem guerra à Grã-Bretanha. Em 1789 também aqui no Brasil, com Tiradentes, em Minas Gerais houve a Revolução e a luta pela independência em função de uma derrama de impostos que cobrava o quinto sobre o ouro extraído das minas. No Rio Grande do Sul, da mesma forma os impostos escorchantes em 1835 sobre uma série de produtos gaúchos levou a espoucar a setembrina ou chamada Revolução Farroupilha que levou a fundação da República de Piratini, no Rio Grande do Sul e da República Juliana em Santa Catarina. A revolução russa de 1917 foi causada pelos impostos e sofrimentos causados a população pelo czarismo, na sua sede arrecadatória para assim enfrentar a segunda guerra mundial. Na Russia, em 1905 houve como predecessora da revolução de 1917, uma grande revolução também causada pela guerra da Rússia com o Japão. Assim é que o processo dialético vislumbrado por Marx, através de seu materialismo dialético que parte da realidade da Sociedade Civil e de sua economia, suas relações intrínsecas, nunca levou ao processo de superação ou ao boom dialético de ultrapassagem e remodelação da superestrutura. Na realidade o que causa este processo não é a evolução interna mas um fator exógeno, a guerra, que drena os mercados e os recursos internos fazendo com que o estado faça um esforço cobrando impostos e vidas para custear a guerra ao inimigo ou o próprio governo, já de forma endógena, que obriga uma subdivisão política ou o seu próprio país onerando seu povo com impostos e exigências estapafúrdias que ultrapassam o limite do razoável como se reproduz no texto da Declaração de Independência Americana e nas declarações revolucionárias contra a extorsão estatal de impostos e taxas. Em 1215, nas margens do Runnymede, a Revolução contra João Sem Terra assentou a necessidade de controle sobre a exação estatal de impostos contra a população deixando este registro em várias cláusulas da Magna Cartha Libertatum, proto-constituição, fenômeno este que comprova a tese com que contesto a visão de Marx.

 

1.5    MARX CONTRA MARX NA GUERRA DAS MOEDAS

 

Intitulei este trabalho Marx contra Marx e a Guerra das Moedas em razão de que o modelo mais significativo, parâmetro de implantação do marxismo-leninismo, a URSS, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas teve a sua debacle exatamente em razão de uma guerra que se deu no Afganistão, em 1986, sendo que a URSS, embora tivesse um exército poderosíssimo e ocupasse todo o Leste Europeu como herança da divisão oriunda da 2ª Guerra Mundial, como país emergente, embora o seu poder dissuatório atômico e a sofisticação de suas armas de terra, mar e ar, tivesse o mesmo PIB, produto interno bruto igual ao do Brasil e que, assim, na guerra do Afganistão tivesse que obrigar seu povo e das nações que lhe estavam submetidas a um esforço de renúncia sobre conforto similar ao mesmo processo que o Czar Nicolau submeteu seu pais, a velha Rússia Czarista, as duas guerras em sequência, contra o Japão e contra a Alemanha, que inexoravelmente, pelo enfraquecimento do governo, levaram a implantação de um outro regime com as modificações concernentes. Assim é que de 1986 até 1989 a URSS, com Gorbachov tentou através da Glasnost e da Perestroika implantar reformas democráticas mas as mesmas não conseguiram evitar o desabamento do império comunista que ruiu como um castelo de cartas. Todo o Leste europeu passou a fazer parte ou estar sob a influência do poder da Alemanha, que unida a França, sem um tiro e sem movimentar um tanque de guerra, fundaram a União Europeia, potência pós-nacional e federalista que unificou a Europa sob uma moeda e uma constituição que se aperfeiçoa seguindo o modelo social democrata. Com a queda do Muro de Berlim que é o nome emblemático que pode se dar a queda e a implosão da URSS, o processo de dicotomia internacional, guerra fria ou polarização internacional que agregava o planeta dividindo-o em dois mundos: O chamado mundo livre e mundo da cortina de ferro rui e é substituído pela multipolaridade tri-polar em que USA, UE E ASEAN passam a dar as regras ao sistema mundial.  A China comunista após a morte de Mao Tsé Tung e as reformas implantadas por Deng Xiaoping fixou sua prioridade sobre a modernização. Foi assim que um modelo marxista real alternativo aos outros que haviam desabado mantém sua superestrutura, seja seu estado comunista funcionando dentro dos parâmetros adotados de ditadura do proletariado e partido único mas, no entanto, liberando as cidades litorâneas de Shebzhen, Guangzhou e Shanghai, que começaram a atrair primeiro os capitais de Hong Kong e posteriormente do restante do mundo. Assim é que num escalonamento nunca jamais visto esta liberdade de produção e comércio na INFRAESTRUTURA assegurando a remuneração dos capitais aplicados fez com que a China se tornasse no paraíso do Inversão Direta Estrangeira sobrepujando inclusive, posteriormente, as inversões feitas nos Estados Unidos da América e passando assim, através do uso de uma mão de obra barata de mais de 900.000 milhões de trabalhadores causar uma sinergia incrível na produção e no comércio internacional. Através do dumping social e do dumping monetário, significa dizer que com uma mais valia altíssima frente ao baixo preço de remuneração de trabalhadores que não possuem os mesmos direitos dos ocidentais e das democracias sociais ( custo social , jornada de trabalho, horas extras, insalubridade, periculosidade, gestante, férias, décimo terceiro). Assim em face da ausência destes direito e de uma moeda rebaixada ao máximo frente ao dólar a ditadura comunista equalizou o processo da alimentação de seu povo e da moradia, com custo baixo, fazendo com que o custo de manutenção dos trabalhadores, comparados com o ocidente, fossem muito baixos o que atraiu ainda mais capitais ocidentais pois as TNCorporations, com a queda do muro de Berlim e a falência da antiga URSS passaram, através desta aliança com o comunismo ou sua versão marxista chinesa a gozar de garantias e segurança para investir em solo chinês podendo usufruir do retorno de ganhos em razão do baixo custo de imobilizado, mão de obra barata, em face também do valor monetário rebaixado perante estas moedas fortes como dólar, euro e demais moedas. Assim é que este contingente de operários de custo baixo gerando uma sinergia nunca jamais sonhada potencializa com seu número astronômico assim como que um alto nível de mais valia e retorno ao capital aplicado atraindo assim, cada vez mais os capitais forâneos. Este processo aliado a exportação e ganho dos mercados através de uma política de preços altamente competitiva desloca os produtos produzidos no primeiro mundo e nos países emergentes pois o custo de seus operários, nos EUA, ou na Europa, social democrata, são astronômicos frente aos custos asiáticos. Da mesma forma o processo de desindustrialização europeia e americana e sua substituição paulatina por serviços com o tsunami de mercadorias oriundas da China e da Ásia levam a crise na Europa e nas Américas em razão do sistema altamente regulado, dos impostos altos advindos do sistema social democrata que onera o custo dos trabalhadores, em razão do custo social trabalhista e previdenciário, da moeda alta, que fazem com que os PIGS, dentro da Europa e a França, mais do que a Alemanha, passem a enfrentar uma forte recessão. Na América, com relação ao Brasil e Argentina as mercadorias asiáticas e chinesas invadem da mesma forma produzindo o mesmo efeito de liquidar a indústria nascente nacional ou até substitui-las em face da qualidade e competitividade dos preços destes produtos oriundos da Ásia em razão de seus custos baixos tanto trabalhista como o monetário o que redunda num baixo custo de produção e um preço de venda menor que o preço de produção dos países americanos e europeus, com qualidade senão similar bem aproximada. Os superávits do balanço de pagamento chinês logo logo, em dólar vão pressionar de novo, como um efeito bumerang, os países emergentes que são produtores de commodities pois pressionados pelo efeito guerra das moedas passam a exportar suas commodities mas, ao mesmo tempo emitem ou expandem seus meios de pagamentos, meio circulante, fazendo com que haja a queda da moeda e também seja gerado um processo inflacionário que corrói o poder aquisitivo de seus trabalhadores públicos e privados fazendo com que, ao mesmo tempo que exportam commodities para a Ásia em grande abundância para financiar o seu balanço de pagamentos e torna-lo senão superavitário pelo menos que o déficit seja menor, fazendo com isto que a demanda externa pela exportação, encareça o preço das commodities internamente frente a queda do poder aquisitivo de sua população, que com sua moeda, não consegue manter o mesmo patamar de conforto que possuía antes gerando ao mesmo tempo um aumento de custo interno e o começo de uma demanda social por aumento de salários que levam ao desequilíbrio e a um processo inflacionário cíclico e continuamente alimentado por este moto contínuo. O Estado deficitário aumenta impostos e não tendo mais capacidade para tal esbarra em limites que se revelam em fissuras em seu pacto federativo, na falência de estados e municípios que não conseguem arcar nem com suas despesas de custeio. Assim é que o estado social democrata financia grande parte dos direitos positivos nascidos com a social democracia, como saúde, escolas, segurança, e mais os tradicionais atinentes a manutenção dos Poderes que passam a ser asfixiados gradativamente frente ao desabamento da economia em razão do aumento dos custos e da perda referencial do direito à moeda que faz com que a produção interna seja ela de commodities ou aquela na visão de Colin Clark, atividade primária, secundária e terciária, seus produtos, se precipitem levando ao estalido social e ao agravamento do processo de segurança. O que se vê pelo mundo é que depois da crise dos PIGS que continua e merma um pouco em razão dos investimentos e empréstimos da Alemanha que sobrecarregam o Deutsh Bank candidatando-o, conforme comentários, a possível bola da vez.  O que podemos dizer é que no frigir dos ovos o resultado que se tem no mundo é que um modelo alternativo marxista, a China e sua produção aliada ao capital das Transnacionais Corporations, utilizando como se fora uma reinvenção não da fórmula preconizada por Antonino Granschi, neo-marxista em seus Quadernos, através da união da Superestrutura do Estado Comunista Chinês que, com inteligência constatou através de sua massa crítica que a INFRAESTRUTURA deve ser liberada ou livre para comerciar e produzir com regras que assegurem a remuneração do capital, faz com que esta sinergia atraia capital e tenha produzido o maior fenômeno capitalista jamais visto no planeta, seja que a China comunista no espaço de 30 anos tenha chegado ao lugar de segunda potência mundial logo abaixo dos Estados Unidos da América e, que como modelo oriundo da revolução marxista, produza contraditoriamente, a falência dos modelos sobreviventes do marxismo, seja as sociais democracias que frente aos seus custos trabalhistas e de custeio dos direitos positivos e de sua alta regulação tornam seus custos de produção inviáveis na competitividade com os produtos oriundos da China vencedora. Assim é que todas as regulações ou países de regulações, sejam ditaduras ou democracias sociais democratas passam a ser assediadas por este processo tendendo a serem suplantadas e implodirem nos seus princípios.  Então estas nações estão sofrendo o mesmo tipo de asfixia que Mao Tsé Tung preconizava para o parto da história, a guerra. Não uma guerra revolucionária interna como foram as revoluções burguesas em razão dos impostos de sua superestrutura sobre suas infraestruturas mas o ataque da INFRAESTRUTURA POTENCIALIZADA CHINESA RACIONALIZADA E ADMINISTRADA POR UMA SUPERESTRUTURA prima irmã de origem ideológica dominada pelo Partido Comunista Chinês. Voltaria à pauta a afirmação de Leon Trotsky em sua obra a Revolução Russa no sentido de que o socialismo deveria se expandir para todo o mundo pois se ficasse num pais, opção de Stálin que mandou matar Trotsky no México, repito, pois se ficasse segregado num só estado ou em poucos, liquidar-se-ia pela concorrência do mundo livre externo. Assim é que os modelos de alta regulação da América Latina passarão a ruir gradativamente pois não têm possibilidade de manter competitividade com estes estados da Ásia e a inteiração internacional, através do comércio levará a implosão destes regimes se não fizerem profundas reformas de desregulação, de garantia da propriedade, de racionalização e queda dos impostos permitidas por uma retirada do estado de áreas que já estão semi privatizadas como educação, saúde e a segurança. O sistema político e a legislação deverá passar também por uma racionalização e tornar-se enxuto para permitir a liberdade da INFRAESTRUTURA como a China e os Estados Unidos permitem para que assim os negócios funcionem. Um sinal do problema que se agrava dia a dia é o crescimento mais e mais da informalidade. No Brasil 59% da força de trabalho não tem a carteira de trabalho assinada embora exista um Ministério do Trabalho que fiscalize e uma Justiça do Trabalho. Somente 30 % dos dissídios individuais passam na Justiça pois o resto é absorvido pelo sistema como prejuízo dos trabalhadores. Assim é que as atividades formais enfrentam um alto custo de impostos e direitos sociais e de burocracia para o seu funcionamento sendo que este universo é de 50% de toda a atividade econômica não tendo condições e sendo onerado pelo custeio gratuito para todo o restante da população que é informal e usa estradas, colégios, previdência e saúde sem contribuir com um tostão para isto o que onera violentamente estes contribuintes formais encarecem os serviços do estado que compensa este custo com sua fome fiscal agravando mais e mais a sua autofagia e seu desabamento e implosão autoprogramada por um cegueira inconsequente que se mantém refém dela mesma rumando para o fim. Socialistas, Comunistas e Democratas-Sociais todos herdeiros alternativos dos vários modelos oriundos da matriz marxista combatem o capital desdenhando o exemplo histórico da China que liberalizou e deu abertura á sua INFRAESTRUTURA através da organização metodológica de sua administração ou seja de sua SUPERESTRUTURA que teve este ganho de visão remodelando a visão marxista através , pode-se dizer assim, de um neo granchismo inovador, não de autofagia de classes sociais mas da fagia dos primo irmãos sócias democratas, que perdem seus mercados frente as mercadorias produzidas pelos primo irmãos chineses. Este é um paradoxo hilário e risível mas é a verdade anatômica do processo que estamos atravessando.