SENTENÇA DO 1º GRAU DA AÇÃO GUERRA DAS MOEDAS

PROCEDIMENTO COMUM DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL Nº 5062954-68.2012.404.7100/RS
AUTOR : SÉRGIO AUGUSTO PEREIRA DE BORJA
ADVOGADO : SÉRGIO AUGUSTO PEREIRA DE BORJA
RÉU : UNIÃO – ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

SENTENÇA

O autor vem a juízo requerer a condenação da União a reconhecer seu direito de autor sobre expressão empregada em artigo científico e a pagar-lhe indenização por dano moral.
Relata que, em 15 de julho de 1998, publicou artigo em que utilizava a expressão ‘guerra das moedas’, nunca antes utilizada para definir a situação e a conjuntura econômica de que tratava em seu texto, a qual veio a ser posteriormente utilizada por autoridades públicas sem menção à sua autoria. Afirma que, pela originalidade e pelo ineditismo da análise empreendida no referido artigo, e daquela expressão então cunhada, deveria ser-lhe publicamente concedido o crédito autoral. Postula a condenação da ré não apenas ao reconhecimento desse direito, mas à publicação desse fato na imprensa, e a indenizar-lhe os danos morais, neste ponto incluída ordem que o isente de imposto de renda por dois anos ou que determine à Capes a concessão de bolsa para que possa cursar mestrado e doutorado.
A União contesta afirmando não ser dado ao autor estabelecer-se como proprietário intelectual de uma expressão de linguagem.
É a síntese. Decido.

I – Não é possível iniciar a análise do presente feito sem perquirir-se, por primeiro, da legitimidade passiva da União. Presume-se que o autor entenda legitimada, a ré, pelo raciocínio que expõe em passagens como:

‘… o governo federal, notadamente por seus órgãos a Presidência da República, através das palavras de seu Presidente, na ocasião Luiz Inácio Lula da Silva, pela atual presidente Dilma Roussef, pelo Ministério da Fazenda, através do Ministro Guido Mantega utilizaram-se e continuam a utilizar-se do conceito Guerra das Moedas, sem citar ou nomear a autoria do conceito,…’

e

‘Que em outubro e novembro de 2010 o governo federal através da Presidência da República, do Ministério da Fazenda e do Banco Central, usando o termo ‘Guerra das Moedas’, sem citar a autoria e o peticionário, como provam as manchetes garrafais de toda a imprensa nacional e internacional, colocaram em destaque o nome ‘Guerra das Moedas’…’.

Há grande dificuldade de ver-se configurada a legitimidade da União no caso presente, o que, apenas com esforço interpretativo, poder-se-ia assentar no alegado fato de que o uso da expressão sobre a qual o demandante reclama direitos de autor deu-se por agentes públicos, lato sensu, a serviço da União.
Assim consideraremos, porém, para prosseguimento do feito.

II – Note-se que o autor formula, ainda, pedido de citação da Presidente da República, Dilma Roussef, além do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva, do Ministro da Fazenda, Guido Mântega, e do Presidente do Banco Central, Alexandre Antônio Tombini. Ainda que formule o pedido de citação, o autor não os inclui como réus em sua ação, e sua inicial, em verdade, não esclarece se os considera réus ou testemunhas.
O pedido de citação é indeferido, ausente o cabimento processual desse ato.

III – A inicial narra que ‘antes de 15 de julho de 1998, época em que o autor e requerente escreveu Guerra das Moedas, não há em toda a literatura sobre o tema em questão nenhuma obra ou artigo que se utilize das palavras Guerra das Moedas e também das definições que dizem no que consiste sendo aplicada esta teoria na realidade prática como o autor fez’.
Adiante, o autor informa que, posteriormente, essa expressão foi utilizada por autores estrangeiros, relatando que ‘só em 2007 é editado na China o livro ‘The Currency War’ de Song HongBing, e, em 29 de março de 2008, John K. Cooley, inglês, também escreveu e editou um livro chamado ‘Currency Wars’ sendo que em 2010 o professor Barry Eichengreen, uma das maiores autoridades em moeda do mundo, da Faculdade de Economia do Dartmouth College, de Berckeley, na Califórnia, também escreveu um artigo, publicado em seu site, em 2010, intitulado ‘How to prevent a Currency War’, sendo que a diferença de tempo, com antecipação para o ora peticionário e autor é de uma antecedência de 9 anos (DOC. 13 anexo – Direito Empresarial – opus citae – fls. 517);’.
Poder-se-ia indagar se os referidos autores também não deveriam constar no pólo passivo desta lide. Ou, ainda, se detêm um especial reconhecimento como inventores da discutida expressão, nos moldes do ora pretendido. Estranhamente, nada é referido pelo autor quanto ao ponto, limitando-se a direcionar sua pretensão contra a União, embora variados possam ser os agentes do ilícito propugnado na inicial.

O autor redigiu artigo em que analisava a situação financeira, monetária e cambial do então corrente momento histórico. Emitiu opinião sobre essa conjuntura e valeu-se de uma expressão para denominá-la. Não criou um objeto novo, passível de individuação, de especialização, de diferenciação. Não existe possibilidade de delimitar-se autoria ou algum tipo de ‘propriedade’ sobre uma expressão utilizada para exprimir uma ideia, tanto quanto o conceito de ‘ideia’ difere dos inventos invocados pelo autor, como o avião, o telefone, a própria teoria da relatividade. Em realidade, as grandes ideias da humanidade, ainda quando possam ser identificados seus criadores ou lançadores, não se sujeitam a constituir propriedade intelectual, salvo pelo reconhecimento, digamos, ‘informal’ que a comunidade, em maior ou menor escala, a eles concede. Esse reconhecimento não é obtido da forma compulsória, como pretende o autor, nem se sujeita a registro, senão que provém de um contexto de publicização e relevância que adquira.
Aqui diria, o autor, que publicização houve, mas sem reconhecimento. Discordamos, pois, novamente, a expressão utilizada por esta ou aquela pessoa, esta ou aquela autoridade, é tão originalmente sua quanto o é de todos os outros falantes do mesmo idioma. Não consta que o autor tenha desenvolvido uma teoria econômica com critérios científicos, ou algo que o valha, e que esta tenha sido usurpada. Trata-se, apenas, da simples menção à expressão ‘guerra das moedas’, que o próprio autor reconhecer ser passível de substituição, verdadeiramente ocorrida, pelos similares ‘guerra das divisas’ ou ‘guerra cambial’ ou ‘tsunami monetário’.
Não é por outra razão que a lei que disciplina os direitos autorais no Brasil, nº 9.610/98, é expressa ao afirmar que a proteção, no domínio das ciências, não abrangerá o conteúdo científico ou técnico, o que, vale anotar, sequer se pode aplicar ao caso presente, pois o artigo escrito pelo autor, como já dito, não pode ser considerado como uma inovadora teoria, um engenho de pensamento que possa ser utilizado para finalidades específicas.
Em verdade, dever-se-ia cogitar se todos aqueles que escrevem em veículos públicos de comunicação deveriam reivindicar a expressa menção sempre que alguma passagem de seu texto, disponibilizado ao público, seja invocada em uma conversa (veja-se, ainda, o art. 8º da Lei nº 9.610). Há que se admitir que a menção expressa é reservada, via de regra, aos casos de especial relevância ou notável brilhantismo, quando, como já observamos, advém também, em regra, o natural, e não imposto, reconhecimento da comunidade.
Para usar uma comparação do próprio autor, parece-nos, sim, que pretende intitular-se proprietário de uma expressão ou de um pensamento, assim como uma empresa é proprietária do nome Coca-Cola.

A toda evidência, não há necessidade ou utilidade a autorizar considerar-se o pedido de produção de prova formulado. Mais do que isso, não há, como visto, material a ser analisado nos moldes pretendidos.

Ante o exposto, julgo improcedente o pedido, na forma do art. 269, I, do CPC.
Sem honorários advocatícios, nos termos da Lei nº 9.099/95.
Publique-se. Intimem-se.
Porto Alegre, 13 de agosto de 2013.

Ana Maria Wickert Theisen
Juíza Federal Substituta

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Documento eletrônico assinado por Ana Maria Wickert Theisen, Juíza Federal Substituta, na forma do artigo 1º, inciso III, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Resolução TRF 4ª Região nº 17, de 26 de março de 2010. A conferência da autenticidade do documento está disponível no endereço eletrônico http://www.jfrs.jus.br/processos/verifica.php, mediante o preenchimento do código verificador 9974363v5 e, se solicitado, do código CRC 55E4E8D4.

Informações adicionais da assinatura:
Signatário (a): Ana Maria Wickert Theisen
Data e Hora: 04/09/2013 19:10

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O DÓLAR E A PETROBRÁS

O DÓLAR E A PETROBRÁS
Os americanos confessaram que Barak Obama mandou espionar a Petrobrás e esta observação procede por que a Petrobrás e sua produção de petróleo é o calcanhar de Aquiles do atual regime como o era do regime militar que caiu em face da carência de petróleo. Mesmo que tivesse resistido criando hidroelétricas que se situam entre as maiores do mundo e o programa do álcool\etanol numa tentativa ecológica discutível, de utilizar terras que serviriam para produzir comida, para produzir um substituto para o petróleo. Foi o primeiro sistema no mundo que o marketing da época não colocou como ecológico ou politicamente correto mesmo que já existissem por aqui, no Brasil, pessoas como José Lutezenberger que enfrentava a ditadura brandindo a tese de que as terras da Amazônia não poderiam ser desmatadas pois seu solo era paupérrimo e aquela região viraria um deserto além de desajustar totalmente o clima. Lutzemberger lutou contra a construção das estradas que cortariam a Amazônia e há registros desta luta documentados em películas de filmes a este respeito. O Brasil é um país profundamente clientelista e isto está arraigado em sua cultura pois os protestos de julho nas ruas deste gigante mostraram uma ideologia que é aquela em que o povo espera do estado nacional as providências para sanar o descaso dos governos com a saúde, a educação, a segurança, a infra-estrutura, estradas, portos e aeroportos, etc. Não houve, maciçamente, por parte dos protestos um pedido para que o estado se retirasse destes setores ou privatizasse os mesmos. O que houve foi a unanimidade incontestável, e a mesma coisa se deu sobre o leitmotiv central das reivindicações, o aumento das passagens!!! Assim é que somos um país, um estado nacional cultural e juridicamente clientelista pois adotamos um regime que está em consonância com estas expectativas arraigadas no profundo âmago da psique de nosso povo, seja a democracia social. Desde o império se constrói obras magníficas para se erradicar a seca do nordeste e Lula, nosso mais recente imperador republicano iniciou uma obra caríssima, que pelas fotografias publicadas pelo Facebook e que nos vem na Internet, através do mail, a transposição do Rio São Francisco, atestam a cultura arraigada da indústria da seca secular que se instalou no Brasil desde os dias imperiais frequentando recentemente a república. Em 1930, com a revolução, tivemos a implementação do tenentismo do cedo pois Getúlio Vargas levou para sua assessoria colocando-os como interventores em quase todos os estados, com exceção de Luíz Carlos Prestes, o chefe da coluna, cognominado por Jorge Amado de Cavalheiro da Esperança, bem dizer todos os tenentes da coluna. Cordeiro de Farias foi seu interventor no Rio Grande do Sul. Joao Alberto Lins e Barros, mas a esquerda de todos os tenentes, foi interventor em São Paulo e deve ter tido as suas responsabilidades quando eclodiu a Revolução Constitucionalista de 32, com seus chefes militares os Generais Klinger e Euclides Figueiredo que antes já haviam combatido a Coluna Prestes. Juarez Távora foi cognominado o Vice-Rei do Nordeste e dele é que se tem uma vertente grande na doutrina de segurança nacional. Djalma Dutra, Miguel Costa e ainda Siqueira Campos sobrevivente dos 18 do Forte que faleceu, posteriormente, num desastre aviatório tentando trazer Prestes, a mando de Getúlio, para integrar o movimento de 30. De lá para cá estabeleceu-se o bloco de constitucionalidade histórico social do Brasil que perfaz as constituições de 1934, 1937, 1946 e inclusive as constituições militares de 1967 e 1969 chamado emendão, que fazem parte do chamado tenentismo do tarde pois emularam todo o sistema varguista, sem mexer uma virgula sequer, de forma jurídica mais sofisticada, maquiando um processo dito democrático, com funcionamento da ARENA e do PMDB, turbinados por cassações de parlamentares, através de atos institucionais, que mantinham as rédeas do regime através dos militares. A Constituição de 1988, embora democrática mantém o seu vínculo essencial com estas outras constituições sendo irmã da constituição de 1946, por deter um modelo de governabilidade semelhante, pois ambas egressas de regime de força, agravado este modelo na Constituição de 1988, criou o voto de ballottage ou duplo turno francês, definindo com idiossincrasia este modelo, através das chamadas coligações que dissolvem o sistema partidário produzindo uma fusão na separação dos poderes pela renitente permanência dos executivos no poder. Suplantado o poder constituinte originário em 1997, através de uma simples emenda constitucional que da mesma forma quebrou, não só o Poder Constituinte, mas também um bloco de constitucionalidade que desde 1891, já com mais de 100 anos, nunca permitira a reeleição dos executivos nem mesmo aos generais ditadores do regime de 1964!!! Assim é que se na velha república do café com leite a política era feita e comprada com o dinheiro privado dos coronéis, já na nova república esta política sofreu uma inversão de eixo passando a ser financiada através de dinheiro público que comprava os votos do eleitor, de forma indireta, criando-se um clientelismo de benesses, salarial, altamente orgânico beneficiando os eventuais hospedeiros do poder na manutenção deste e os estamentos e classes sociais clientes do regime através de programas de ajuda na construção de casas ou nos favores salariais prestados a estes segmentos ou através de isenções e benefícios fiscais e financiamentos de grupos através dos bancos estatais para grupos econômicos e mesmo clientes sindicais de trabalhadores através da política estabelecida no Ministério do Trabalho ou do populismo político eficiente. De cima para baixo criaram-se os sindicatos e associações que foram totalmente aparelhados pelos partidos e beneficiários do poder. Esta política passou de governo para governo e de constituição para constituição vindo até nossos dias. Até mesmo os Estados Unidos da América, não fugiram deste modelo pois tiveram esta mesma política com um regime chamado democrático, sofrendo com Franklin Delano Roosevelt, a política do new deal, que criava frentes de trabalho e ia moldando o espaço político, social e econômico, conformando-o às suas necessidades políticas. Franklin Delano Roosevelt quebrou o bloco de constitucionalidade americano e com estas políticas clientelistas se reelegeu por quatro vezes saindo do poder só em razão de sua morte vitimado por doença!!! Tanto o socialismo como a social-democracia, primas irmãs clientelistas, sofrem deste defeito seja o renitente “ideal” de permanência no poder. Os americanos constatando o perigo, logo após a morte de Franklin, fizeram uma emenda que permite somente uma reeleição! Assim é que o Estado Nacional Brasileiro, atual é uma continuação do movimento de 30 e uma continuação do sistema militar de 64, que paradoxalmente tanto combate. A única coisa que os diferencia além do processo democrático é a soma de direitos e garantias auridos a parte dogmática da constituição. Fernando Henrique Cardoso atacou violentamente este sistema pois desestatizou grande parte das empresas regidas pelo decreto 200 de 1967, torrando-as por pouco mais de nada ao ponto de que a Cia. Vale do Rio Doce foi vendida por 3 bilhões de dólares, o mesmo preço da Cia CEEE do Rio Grande do Sul, que mesmo esquartejada e sobrando, remanescendo a parte pior, que dá energia para as praias, ainda conseguiu ser vendida pelo mesmo preço daquela que foi, na realidade doada para Benjamim Steinbruck e o grupo que ele representava. A Nova República ou Demokratura, com relação ao arcabouço é tão semelhante, com exceção da democracia, ao modelo regulador varguista e militar que se utiliza de vários de seus decretos leis fazendo no entanto uma inversão ideológica de comandos afinando estes instrumentais com suas eventuais ideologias ou políticas de governo eventualmente no poder. Por exemplo o Estatuto da Terra, Lei 4504, criado pela Ditadura Militar é utilizado pela Demokratura para fazer a Reforma Agrária conforme a sua ideologia Granchista. Ela utilizando-se das idéias neo-marxistas de Antonio Granschi associa-se ou tinha por escopo uma associativismo com as multinacionais assim o Estado Nacional desapropriava as terras através do Incra, autarquia criada pela Ditadura Militar, não fazendo a reforma em zonas de colonização ou povoamento interiorizando a população brasileira, mas utilizando-se de clientes eleitores a Nova República faz Reforma Agrária em zonas de propriedades ocupadas e estabilizadas dividindo estas propriedades que funcionam no sistema Fordista de Plantantion, com poucas máquinas agrícolas e pouquíssima mão de obra com produção em série de monocultura implantando em troca um sistema toyotista integrado chamado just and time, onde o comunismo e o socialismo entra com o seu conceito de divisão da propriedade e a multanacional entra como chave do sistema integrado passando a financiar o conhecimento e a educação técnica para o tipo de atividade, fornecendo insumos, máquinas, sementes, defensivos agrícolas, assistência técnica, financiamento de tratores, adubos, etc, em regime de cantina auto financiando para o agricultor que não trabalha mais com carteira assinada, por ser com terra, em dependência total econômica daquela multinacional. É o sistema que entrega pintos, matrizes de porcos, peixes e alevinos, tabaco, chá, etc..financiando esta mão de obra barata e cativa de neos proprietários produzidos por este regime neo-socialista grancista. O desenho não deu muito certo e transformou-se numa grande favela a céu aberto financiada a fundo perdido pelo governo federal que tem ali eleitores cativos e um exército de agitadores pagos e financiados pelo governo para assessora-lo com respeito às suas reinvidincações como se fosse um exército guerrilheiro particular financiado com dinheiro do contribuinte. O sistema falhou por que o Plano Real e o Plano de concatenação de moedas que estabeleceria a simetria entre a economia internacional exógena com o internalismo endógeno, desconectada a moeda, foi impossível concluir a implantação do sistema restando simplesmente uma favela a céu aberto financiada pelo governo a fundo perdido com seus programas bolsa isto bolsa aquilo. Aí é que entra o sistema da Petrobrás pois ele fornece petróleo que é processado pelas refinarias nacionais produzindo gasolina, óleo diesel e derivados que alimentam todo o parque de automóveis, utensílios e caminhões do parque nacional. Atualmente estamos um pouquinho melhor do que os militares pois no tempo destes, mais de um terço das necessidades do mercado de combustível que era muito menor do que o atual, eram fornecidos mediante importação do produto, que com a crise do petróleo passou dos 12 dólares ao barril para preços na época considerados estratosféricos levando os militares a um processo de emissão monetária que causou a inflação que eles mermavam através do achatamento dos preços públicos da energia e outras empresas estatais que serviam diretamente ao povo levando, inevitavelmente, a descapitalização destas empresas que chegaram à Nova República, já sob a constituição de 1988, profundamente endividadas em razão deste modelo de financiamento e estancamento do processo inflacionário interno para que o povo não sentisse a crise diretamente em seu bolso, barateando os produtos destas estatais vendidos diretamente ao povo. A Petrobras não deixa de manter atualmente o mesmo comportamento determinado por políticas de governo, seguindo os mesmos parâmetros estabelecidos pelos militares. Ela desde 2005, com o aumento dos preços do barril de petróleo que ultrapassaram mais de 100 dólares ou oscilam por aí, nesta década, passou a congelar os preços dos insumos como gasolina, fuel oil, enfim a energia em geral a fim de que não houvesse uma subida no frete das mercadorias, no valor das passagens e no valor dos acessos via o sistema alvitrado que é o transporte via automóvel em detrimento do transporte coletivo via metrô, ou trem. A política da Nova República que eu chamo de Demokratura é a mesma política do regime militar. Instala fábricas de carros e montadoras por todos os estados do país, através de desonerações fiscais e incentivos ou isenções de impostos estimulando um alto consumo de produtos derivados do petróleo que forçam a produção, que não supre a demanda, forçando ainda as vias e estradas do país, com o custo caríssimo do frete agravado pelo sistema de pedágio, e estrangulando o trânsito nas cidades, cujas ruas e avenidas de escoamento já não dão conta da demanda e do número de automóveis rodando todo o dia o que cria além de um trânsito caótico o maior genocídio de seres humanos jamais visto no trânsito que mata milhares de pessoas como se fosse uma guerra molecular interna agravando e sobrecarregando os hospitais e o sistema previdenciário, já sobrecarregados pela demanda natural não atendida e sucateada!! A energia é vital para o sistema capitalista clientelista adotado no país e nesta razão, em face do aumento do custo do petróleo no exterior, o acesso ao pré-sal tornou-se, apesar dos custos altíssimos, uma atividade econômica plausível frente aos custos do petróleo no mercado internacional. Se tivéssemos o preço do petróleo ao custo de 12 dólares o barril, como no tempo dos militares, o acesso e a exploração do petróleo como se faz no mar, em espelhos dágua de mais de 7000 mil metros de profundidade, com maior profundidade ainda em leito, se tornariam antieconômicos! Não é o caso e assim o Brasil segue expandindo a sua frota de carros particulares facultando o acesso a classes mais pobres que se batem (pecham) em outros carros – aí está outro seguimento rico do sistema a securitização – não possuem forma de honrar seus ilícitos civis e as vezes penais. Desta forma o petróleo continua a ser o calcanhar de Aquiles dos regimes brasileiros, como era com os militares, continua a ser, de forma agravada com o sistema da Demokratura que necessita produzir urgentemente petróleo liberando-se de sua alta conta que onera sobremaneira o Balanço de Pagamento do país, drenando as divisas em dólares que dão a liquidez para o enfrentamento das contas no regime de relações com o exterior. Tudo de forma idêntica aos militares. Assim é que se o Brasil não conseguir suprir o monstro que alimenta, a expansão ilimitada de sua frota de veículos, entrará em colapso pois além da quebra da indústria, também o processo inflacionário se imiscuirá, como já está fazendo, através do custo alto das importações e através da política de insumos combustíveis que não poderá manter o seu congelamento de preços, praticando os preços de mercado internacional levando, fatalmente, a um estrangulamento de custos de toda a economia nacional que se embasa diretamente neste insumo necessário ao país como o sangue para os humanos. A política de substituição de energia por eólica e\ou por derivada do carvão, que o Rio Grande do Sul é um dos lugares do mundo com os maiores depósitos tanto de carvão como de xistoé muito lenta ou não existe! A otimização tecnológica dos motores mistos ou puros com energia elétrica. A construção e interligação das bacias hidrográficas através de ligações com canais. A construção de frotas nacionais e nesta ordem e condicionado a isto a realização e aperfeiçoamento dos portos tanto fluviais como marítimos, são necessidades de política de planejamento de estado e não de ações tímidas e temporárias de governo. Num mundo que tecnologicamente ainda não se libertou do motor à combustão que agride tanto o meio ambiente com seus efeitos estufa, os esforços nacionais tem de ter uma planejamento sério sob pena da erradicação total do processo industrial e até mesmo do processo do agro-negócio cujos produtos, e mesmo plantações necessitam da impulsão de máquinas para semear, para colher, para irrigar, para controle e pesticidas que contém também derivados desta jaez e ainda para estocar. Assim é que todos os ciclos, tanto das atividades primárias, como secundárias e até mesmo as terciárias, conforme a divisão de Colin Clark, levam a necessidade vital do petróleo insumo básico de uma civilização sob pena, deste estado clientelista, entrar num processo de falência total, como aconteceu com seu primo-irmão, o regime militar pois a Nova República herdou daquele regime uma sucata viva, que ainda funciona, na forma de estradas, na forma de portos, de hospitais, de escolas, de prédios públicos, que necessitam serem substituídos com urgência pois a infraestrutura usada ainda é quase que a mesma herdada do regime militar e varguista e que não sofreu nenhum aumento. O aumento que se está fazendo e este último governo está tentando é financiado através do sistema Guerra das Moedas que em face da necessidade de emissão monetária com via a desvalorização do real frente ao dólar, propicia um “lucro” que pode ser contingenciado, momentaneamente, para diminuir o gargalo da infraestrutura mas que agora, com a contínua queda do dólar (queda exógena frente a um cesto de moedas fortes pois que endogenamente a tendência do dólar é subir em face da emissão maciça do Banco Central), e em face das incertezas geradas pelos vai e vens da política econômica nacional, que passa por um viés clientelista exacerbado, retira a garantia de retorno ou a segurança dos investidores, fazendo com que as correntes de IED refluam para o exterior bem quando o governo fez o movimento de desvalorização da moeda ou um pouco logo após. Assim é que o governo de Barack Obama espiona exatamente o CALCANHAR DE AQUILES DA SOBREVIVÊNCIA DO REGIME BRASILEIRO E DA PRÓPRIA ECONOMIA DESTE REGIME CLIENTELISTA pois, se tudo não der certo ou mesmo dando certo, o processo for sofrendo um estreitamento e um gargalo em face da demanda acelerada de crescimento ante a energia carente, sérias mudanças afetarão a infraestrutura econômica afetando na razão direta a sua superestrutura jurídica causando mutações que fatalmente levarão ao estabelecimento forçoso de um regime de livre tráfico de negócios completamente distanciado do regime altamente regulador e clientelista que temos agora. A outra possibilidade é a implantação de um regime socialista, ao modo cubano, xenófobo, anticapitalista, contra o regime de mercado, anticonsumo, e que disseminará a pobreza, apropriando-se o estado empalmado pelos socialistas dos capitais privados terminando com a possibilidade de desenvolvimento e progresso como o conhecemos e rumando para uma forma empobrecida como o modelo Cubano e o modelo Venezuelano, ditatoriais, carentes e profundamente empobrecidos, sendo que os dirigentes criarão o mesmo capitalismo de estado da nomenclatura russa e teremos novos czares, reeleitos indefinidamente “para serem protetores e perpétuos defensores do Povo” por aqui na América que se tornará Latrina Pátria Socialista, com a permissão do nosso Grande Irmão do Norte, que desde que o ditador de plantão e de ocasião, mantenha o livre comércio de suas commodities, não se importará ou não intervirá no regime que ali houver. Os casos de intervenção militar são aqueles como o do Iraque, em que Sadan Hussein, além de agredir o Império em seu território, financiando a derrubada das duas torres acabou usando o insumo petróleo para prejudicar os americanos e os europeus no exterior fazendo açambarcamento do produto!! Hugo Chavez dito socialista ou comunista, ao contrário, sempre falou mal dos americanos contrariando seus interesses em palavras mas, pelo contrário, através de gestos práticos vendia e abastecia com seu farto petróleo a potência americana sendo que assim, os americanos nunca interferiram ou deram atenção as suas blagues ideológicas!! O Poder do mundo não se importa com ideologias, negocia com a ditadura chinesa que é sua aliada mas não interfere no regime manifestando simplesmente princípios gerais mas que não criam, através de fatos, qualquer constrangimento para seus aliados. Assim é que o Brasil continuará exportando toda a riqueza de seu sub-solo como ferro, zinco, nióbio e outros minerais estratégicos, instalando fábricas de automóveis e beneficiando-as com isenções de impostos tudo para manter o seu regime de clientelismo medieval onde uma Pardidokracia odienta é senhora e dona do estado nacional sendo que seu povo, por medo e temor atroz, conduzido sempre para “eleições” vota sempre no cavalo do comissário para manter um canal com o poder. Este é o regime clientelista e feudal que habitamos…

O DÓLAR A MOEDA DA LIBERDADE, DA CONVERSIBILIDADE E CAPILARIDADE E AS DEMAIS MOEDAS

O DÓLAR A MOEDA DA LIBERDADE, DA CONVERSIBILIDADE E CAPILARIDADE E AS DEMAIS MOEDAS!
(THE DOLAR: THE COIN OF LIBERTY, CONVERSIBILITY AND THE OTHERS COINS!)
Boa parte dos Bancos Centrais dos países emergentes, inclusive o Brasil, tem sofrido um forte assédio de aumento endógeno do câmbio do dólar muito embora, de forma exógena, o dólar mantenha o seu ritmo de baixa em comparação a um determinado de cestas das chamadas moedas fortes! O fenômeno decorreria, segundo os entendidos, do receio de que o FED cessasse os chamados “estímulos” a economia que veem na fórmula da colocação – emissão pura de moeda dólar – no mercado a razão de 85 bilhões de dólares mensais, o que resulta mais ou menos em 1,2 trilhões de dólares anuais. Ora, esta postura do FED decorre necessariamente do chamado Dilema de Triffin, estabelecido pelo economista Robert Triffin, nos anos 60, que colocava que o dólar, como moeda internacional, teria de abandonar o lastro ouro em razão de ter de acompanhar a expansão da economia internacional que tinha uma sinergia maior do que a expansão seja a descoberta e o entesouramento de ouro. Assim é que a moeda americana de moeda lastreada no ouro depositado no Forte Knox, passou a ser uma moeda fiduciária cuja confiança, no mundo, com o processo de expansão do poderio americano e com o processo de globalização que segue este mesmo processo monitorado através dos entes de Bretton Woods, que paulatinamente substituem a política realista pela política idealista, em termos de Relações Internacionais, em que a desapropriação de capitais por nacionalismos xenófobos passa a ser exceção sendo a livre circulação de capitais e bens a regra geral do comércio. Esta sinergia da moeda americana hoje chega a mais de 78% do comércio internacional, liquidado e solvido, não só por moeda real – forma Gutemberguiana – como moeda eletrônica e cartão – forma Bill Gates – detendo, portanto, entre todas as moedas nacionais o maior índice de CAPILARIDADE e CONVERSIBILIDADE jamais visto por nenhuma moeda na historia das moedas do mundo, possivelmente, em comparação, só a moeda romana, na antiguidade, de uma forma simplificada possuísse as características atuais do dólar. Se por um lado temos exógenamente no processo internacional o domínio pode-se dizer quase que absoluto do dólar, em matéria de capilaridade, conversibilidade e entesouramento por parte da população internacional, por outro lado, as demais moedas, na proporção direta ao dólar não detêm, como àquele, os mesmos tipos de propriedades. Elas assim, detém, menos capilaridade, menos conversibilidade e ao final e ao cabo menor poder de transmissão de Liberdade que é a maior qualidade que detém o dólar!! A falta de liberdade monetária pode-se estudar no exemplo da Argentina que há bem pouco tempo começou a caçar, inclusive utilizando-se de policiamento e com cães adestrados, através do faro, se seus cidadãos, os argentinos, possuíam ou não menos ou mais dólares ao deixar seu país em férias. A falta de liberdade monetária se depreende das regulações que taxam o quantum da portabilidade e transferência pela cidadania de quantidades de dólares, restringindo, contra os ditames de suas constituições, que por osmose de civilização, copiaram para as partes dogmáticas de suas constituições a liberdade de circulação, em princípio absoluta, sendo que no entanto o tráfico da riqueza, pela sede de impostos de estados altamente reguladores e deficitários, restringe, de forma hipócrita, os princípios colocados de forma absoluta como direitos de suas cidadanias em suas constituições. Assim é, que o dólar, não só como símbolo, mas fator econômico real de factibilização da mais pura liberdade de ir e de vir e inclusive fazer ou não fazer e ser, no mundo atual, passa a ter uma sinergia e aceleração maior pelos princípios próprios que são seus vetores seja, a conversibilidade e a capilaridade que o tornam o elemento chave da osmose da liberdade de produção e circulação de riqueza, sendo portando o maior objeto de entesouramento mundial. Todas as famílias ou pessoas, atingindo uma determinada classe social, um determinado nível de consciência, entesouram o dólar em suas casas, mesmo sabendo que há um processo insidioso de inflação com o próprio dólar, pois, apesar disto tudo, ele mantém a possibilidade de liberdade total de seu proprietário entesourador!!! Mesmos comunistas e socialistas, como foi o caso do sujeito aquele que encheu suas cuecas com dólar, contra suas crenças e ideologias, entesouram o dólar em roupas de baixo para garantir a sua liberdade futura de ir e vir e inclusive, no caso em tela, de lesar os demais cidadãos. Nesta razão é que, não só por força do dilema descoberto por Robert Triffin, economista belga, mas por ter chegado a este patamar de conversibilidade e capilaridade redundando isto em um conceito amplo de potencializar a liberdade humana é que o dólar necessita manter uma expansão de sua base monetária ainda maior que aquela preconizada por Triffin, pois também, através de seu entesouramento, seja por pessoas físicas, seja por pessoas jurídicas para resguardar a sua liquidez no comércio internacional, seja, também através da detenção de divisas oriundas de Balanços de Pagamentos positivos das nações, na forma de divisas entesouradas, atestando assim a sanidade ou o equilíbrio e sua possibilidade de manutenção no tempo, quando da passagem por crises e estrangulamentos da liquidez mundial. Desta forma, a ciência monetária, muito mais do que estudar ou debruçar-se sobre a possibilidade do estancamento de emissão do Banco Central Americano, o FED, deveria se dedicar e estudar, como os americanos já devem ter concluído, que estas emissões NÃO PODEM CESSAR e que devem acompanhar, além do ritmo preconizado já por Robert Triffin, nos anos 60, acompanhar a sinergia obtida através da otimização do dólar como moeda, decorrente do Poder Americano e do que decorre do mesmo, seja a alta capilaridade e alta conversibilidade daquele meio de pagamento, o dólar. As qualidades de capilaridade e conversibilidade do dólar levam a sua fuga do sistema estatal americano, segregado ao seu território continente, levando sempre a uma carência na sua base monetária em face do seu alto poder de osmose monetária que fuga para o exterior. No ano de 2004 escrevi e publiquei no site da Faculdade de Direito da UFRGS, que está agora em meu site, o artigo CAMBIO que descreveu o looping do dólar rumo ao valor do yuan e o início de sua desvalorização que se deu através do acordo Plaza. Ali, neste artigo, há uma mudança de concepção pois a placa do dólar, que nos anos 90 impingiu ao mundo as idéias de Robert Mundell, estabelecendo através da simetria monetária a conexão das assimetrias econômicas e o burilamento das vantagens comparativas, passa, de um sistema de currency em alta, como nos anos 90, com a dolarização como a preconizada por FHC, no Brasil, através do Plano Real, e na Argentina, do Plano Astral, preconizado por Menen\Cavalo, passa, repito, a um sistema de currency em baixa, que foi o que previ em 15 de julho de 1998, através do artigo Guerra das Moedas, seja, o estabelecimento de um currency em baixa, que vai atingir seu clímax e início por volta dos anos 2008, em diante, mermando, um pouco por volta do ano atual, através da leve estagnação chinesa e acompanhado por uma leve queda da moeda europeia, que no total, levam ao sistema a mermar, um pouco. Já descobertos, totalmente, a partir de 2010, pelo conceito de guerra das moedas, criado por mim, mas popularizado pelo governo brasileiro, pelo ministro Guido Mantega, que descobriu o furo da bala, contido nos artigos em que eu combatia a política do Real preconizada por Fernando Henrique Cardoso nos anos 90. Assim é que todas as nações emergentes, inclusive o Brasil, passaram a atuar no Guerra das Moedas, aumentando seus meios circulantes expandindo-os na razão de até 50 ou 100%, como fez o Brasil entre maio e outubro de 2012 e como fez o Japão no começo deste ano planejando uma desvalorização ou inflação de mais 50% para o ano que vem!! Assim é, que o conjunto de desvalorizações das moedas de quase todos os estados, simultaneamente, fizeram com que endogenamente, houvesse a sensação térmica de que o dólar cedesse na sua queda, o que na realidade foi um encontro de velocidades paralelas que transmite a sensação de um estancamento do dólar sendo que o que ocorre, na realidade, é que o sistema cinético monetário estatal, dos demais estados emparelhou com a queda do dólar, caindo todos juntos, dando a ilusão de estancamento da queda daquele, que no entanto, seguiu caindo do mesmo modo. Este processo de expansão monetária e crédito eu já havia descrito por volta dos anos 90 cognominando vários artigos como Porque as Bolsas caem e continuarão a cair ou A bolha e as bolsas!!! Em 2007 escrevi outro artigo intitulado Dólar: o portal para o mercado. Neste artigo falei de como a fraqueza do dólar era sua força. O dólar nesta época rumava, desde 2002, acordo Plaza, 2004 meu artigo Câmbio, para um currency em baixa perseguindo o Yuan chinês e a moeda japonesa.
No entanto, se em razão da extrema capilaridade e conversibilidade da moeda americana ela atinge uma sinergia em baixa, como vetor da LIBERDADE total, inclusive da desregulação e da informalidade isto é do PIB do mundo, ganhando por isto e pela sua formalidade uma característica intrínseca de ser imperecível no tempo, no espaço real e ainda no virtual, já as demais moedas estatais, perdem e descaracterizam-se pois introjetam num espaço restrito de suas soberanias, por emulação, um processo inflacionário insidioso, ou seja a Bolha Mundial, na forma de dívida pública, que mais e mais incha levando a um processo de asfixia de suas economias no curto ou longo prazo. É o caso do Brasil, que com o Plano Real, em razão do câmbio fixo, e de seu alto valor dolarizado, num currency em alta, levou o país a perda, no auge do ataque especulativo de 70 bilhões em divisas, torrados em menos de 6 meses e ainda a sinergia da dívida interna, herdada do regime militar orçada em 60 bilhões de dólares e que no governo FHC passou a 760 bilhões de reais dolarizados!!! Esta mesma dívida no passar do governo Lula, para o governo Dilma já estava em 2 trilhões de reais ou seja, na razão, ao câmbio do dia, em 1 trilhão de dólares, sendo que agora no governo Dilma atinge o patamar estratosférico de 3 trilhões de reais ou 1,5 trilhão de dólares. No artigo escrito nos anos 90 A Moratória Nacional eu disse Moratória para fora never para dentro ever!!! Assim é que a política monetária do Banco Central, não só a nossa, mas as dos demais países que a fazem para mermar o efeito da queda do dólar externo, levam a um processo de inchamento da dívida pública e a um processo de inflação monetária em razão das características das moedas nacionais que por não possuírem capilaridade internacional e a conversibilidade internacional, estão na razão direta destas carências com um baixo nível de Liberdade segregado as regulações estatais que medeiam e arbitram a osmose do sistema estatal, sua riqueza, com o sistema externo internacional, taxando ou não este tráfico, na razão direta ou inversa, de sua rota externa ou inversão para a ordem interna. Criando, este sistema, uma desconfiança na moeda e no sistema estatal como um todo o que faz a riqueza imigrar para mercados onde o nível de Liberdade e na razão direta a Segurança da Riqueza, se traduzem pela sua capilaridade e conversibilidade total internacional no tempo e espaço. Assim é que o sistema de Swaps nacional, consegue ganhar batalhas para dar liquidez monetária, em dólar ao sistema endógeno brasileiro, mas a longo prazo perderá a guerra pois é um sistema que tem um vício intrínseco, seja, aposta na desvalorização do real brasileiro em benefício do dólar!! Vende a câmbio baixo e recompra, dando certeza de lucro ao investidor, oferecendo um preço de face mais alto que o câmbio do dia da operação a custa do inchamento da dívida do Estado Nacional!! Estes são os paradoxos que estão sujeitos todos os estados que não fizeram o processo de dolarização como o Equador que pode viver um boom econômico, que seria melhor ainda não fora a pregação ideológica de seu governo liderado pelo economista Rafael Correa. O estabelecimento de um currency board ou dolarização no Equador leva em conta a existência de vantagens comparativas de sua agro-indústria e pesca extrativa, mineração, não possuindo os gargalos, que possui a indústria nacional brasileira, que está encerrada num sistema que não possui escoamento de infraestrutura – encarecimento do custo – estradas e portos – em razão dos direitos sociais potencializados, tributos infernais e ainda uma regulação que dificulta o comércio, a indústria e a geração de riquezas, com um processo de desmoralização monetário que vem através dos paradoxos advindos do enfrentamento com o sistema guerra das moedas e o viés político demagógico de medidas de crédito e estímulos creditícios e de circulação e injeção de recursos, a fundo perdido na economia, estimulando o consumo, refreados agora, paradoxalmente pelas políticas de aumento de juros, que vem na contramão das políticas adotadas a questão de poucos meses que era a queda dos juros, aumento do crédito, aumento e expansão da moeda e sua base etc…estas contradições em pouco espaço de tempo levam aos paradoxos que fazem com que haja uma queda do PiB e um processo inflacionário cuja tendência é o aumento com a sinergia do processo de endividamento estatal que começa nos municípios, passa pelos estados e atinge a União, sendo que o governo atual, mesmo com todos os índices de Balanço de Pagamentos, Contas Correntes, etc, todos no vermelho, detém ainda, a liquidez por conta de divisas auferidas no governo Lula, no hiato entre o currency em alta e o currency em baixa, que dão uma certa liberdade ao atual governo, inclusive a pretensão de reeleger-se e fazer maiorias nos parlamentos, sendo que no entanto, como eu já usei a expressão para Fernando Henrique, também a usarei para o governo do PT, seja, aprés du moi le diluge!!! Depois de mim o dilúvio. As esquerdas, no entando, consideram esta situação, não de caos, mas uma situação que otimiza e beneficia a mudança que preconizam seja o estabelecimento de um regime ditatorial pelas esquerdas aos moldes do sistema Fidelista cubano que emulam revolucionariamente em todas as providências que tomam para o day after!!! Para eles a divisão da pobreza com igualdade, emulando o sistema cubano, é filosoficamente motivo de orgulho pela simples igualdade entre pobres que se depreende do sistema como tal, embora, não enxerguem ou relevem sua falta de Liberdade total!!! Quosque tandem Catilina abutere patientia mostra!!!!

O SENADOR BOLIVIANO, DILMA, HANNAH ARENDT, A LISTA DE SCHINDLER E O CASO LILIAN E UNIVERSINDO!!!

O SENADOR BOLIVIANO, DILMA, HANNAH ARENDT, A LISTA DE SCHINDLER e o CASO UNIVERSINDO!!
O embaixador Eduardo Sabóia é uma verdadeiro herói, não só nacional como da humanidade!! Sua atitude humanitária, independentemente de ideologias em questão, é a que mais se coaduna com as razões filosóficas do enfrentamento do chamado princípio da “obediência devida”! Não só ele, mas os fuzileiros do Exército Nacional que o ajudaram a realizar sua verdadeira epopeia de cruzar 1600 km dentro da Bolívia. Conforme as razões de Hannah Arendt retratadas no filme levado a efeito por estas semanas em todo o território brasileiro, nosso embaixador teve a coragem MORAL através de uma MANIFESTAÇÃO DE CONSCIÊNCIA HUMANITÁRIA, de construir a possibilidade da libertação do senador boliviano do jugo de mais de ano restrito a 20 metros quadrados da sua Embaixada. Ele, por suas atitudes heroicas, não poderia ser comparado ao idiota Adolf Otto Eichmann, julgado em Israel pelos seus crimes de genocídio e no dizer de Hannah um verdadeiro ser estulto que não tinha as configurações morais de um ser humano pois deserdado de liberdade e convicções morais que dão a condição de um veraz livre arbítrio e das decisões. Escutando as manifestações da “Presidenta”, do Senador Lindemberg e de outros deputados da “base governamental ideológica” registrei que usaram como argumentação que o embaixador Sabóia tinha colocado a vida do senador boliviano em risco!!! No entanto há um vício de lógica em suas argumentações pois necessariamente é de se admitir como pressuposto inexorável de razão que se houve perigo a vida do Senador este perigo era oferecido pelo governo marxista leninista do presidente cocaleiro Evo Morales!!! Condição que necessariamente é a premissa implícita das razões contraditórias (a sua ideologia) de nosso governo!! A Presidenta contestou a comparação do embaixador Sabóia de que a prisão domiciliar na embaixada, a que estava reduzido o Senador, pudesse ser comparada com uma Prisão no antigo DOI CODI onde disse ter sido presa. Certamente a truculência do regime de Evo, inibida pelo asilo diplomático, realmente não pode se efetivar, pois  pelo asilo foi desestimulada e bloqueada na forma proposta. O embaixador Eduardo Sabóia é um verdadeiro herói nacional pois ousou desobedecer ou criar condições para que o princípio da MORALIDADE insculpido de forma central na Constituição, no seu art. 37, demonstrasse a densidade de seu caráter, de sua educação apurada e norteada no respeito aos mais altos valores morais da humanidade. Era assim caracterizado um Legítimo Estado de Necessidade, valor ancestral humanitário que antecede as normas de Direito Internacional mais pautadas na soberania das nações e que desdenham, muitas vezes dos valores individuais e humanos!!  Suas atitudes, como embaixador mostram a mesma gama da sensibilidade que teve o industrial Schindler, que através de suas listas, livrou vários condenados nos campos de concentração nazistas, facultando-lhes ter sobrevivido. O apoderamento ideológico do Estado Nacional que estamos vivendo no Brasil de hoje é o som onipotente e carrancudo, antipático, de nossa Presidenta, que, em detrimento dos princípios morais da Humanidade quer fazer com que eles sejam escravos e subjugados da SOBERANIA DA BOLIVIA!!! O mesmo governo que desapropriou e pagou com uma miséria o capital de nossos interesses na Petrobrás!!! A Presidenta deveria ser coerente e dar o mesmo conforto que deu ao populista e demagogo Zelaya, quando se homiziou na Embaixada Brasileira!! Um criminoso jurídico que queria emendar a Constituição de seu país para se reeleger indefinidamente como Fidel Castro!!! Se ela e seus apoiadores do PCdoB, PSOL, PT, e outros, todos marxistas leninistas, deram apoio explicito a Julien Assange e também a Edward Snowden, para a fuga das embaixadas onde estavam homiziados por que, da mesma forma e coerentes com seus argumentos anteriores não justificaram a fuga propiciada pelo heroico diplomata e dois soldados do heroico Exército Nacional, que hoje não trabalham a favor de regimes de força ou da ditadura, mas trabalham e trabalharam, neste ato do senador Boliviano, para livrar um ser humano de uma perseguição em seu próprio país?! A Bolívia não sofreu uma invasão como o Brasil sofreu no Rio Grande do Sul quando era governador do estado Guazelli, no caso Lilian Celiberti e Universindo, em que forças da ditadura uruguaia, com permissão velada das forças de segurança nacionais, propiciaram que eles sequestrassem estes dois seres humanos, não para lhes dar a liberdade ou um julgamento justo mas para internar os mesmos nas suas salas escabrosas de tortura!!! Quanta diferença entre uma coisa e outra!!! O que irrita a Presidenta não é a sua falta de argumentação mas o arranhão em sua autoridade ideológica e a desmoralização e a possibilidade futura de repetição deste tipo de evento em outras instituições nacionais. Pois o que estamos notando no Estado brasileiro é que as razões de governo, que são passageiras, estão se sobrepondo as razões de Estado, por exemplo, com o que se depreende da expulsão do Paraguai do Mercosul simplesmente pelo fato de que democraticamente fez executar os parâmetros de sua Lei Maior condenando o Presidente Lugo ao Impeachment!!! Sempre foi parâmetro da diplomacia nacional e consta da parte preambular da Constituição Nacional que o Estado Brasileiro não pode se imiscuir em assuntos internos dos outros países. No entanto, de forma truculenta, quebrou-se um parâmetro de diplomacia já centenário para, em benefício de um interesse ideológico, colocar a Venezuela, esta sim uma DITADURA, para dentro do MERCOSUL expulsando momentaneamente o Paraguai!!! Depois agora, no caso dos médicos cubanos, o mesmo tipo de atitude, contra o direito do trabalho instituído na Consolidação das Leis do Trabalho, colocarem, em detrimento dos médicos nacionais e seus direitos, médicos cubanos com afinidade ideológica para dentro do Brasil!!! Quando eles supõem ter uma hegemonia para estuprar sociologicamente, culturalmente, como estão fazendo impondo de cima para baixo todo um processo ideológico que começa a impregnar as políticas de governo, que não são mais políticas de estado neutrais adstritas a lei Magna e que mantenham como reza a carta Constitucional, um meio termo entre o capital e o trabalho, aí então, é a Lei e a própria Ordem Democrática que passam a ser agredidas para concretização de um sectarismo hediondo e que a história recente no século XX expulsou, todos estes regimes, sem exceção, para a lata de lixo da história!!! A onipotência prepotente, que grita como um sargentão nazista, ameaçando a cidadania e os funcionários que agem em consonância com estes princípios implícitos de direito e moral humanitária, é este sectarismo, que corta e expulsa o possível apoio de ex simpatizantes, como eu, que vinha votando, em coligações, apesar de estuprado moral e civicamente (para defender os direitos do trabalhador e o patrimônio da administração indireta), que levam a esta leitura e esta posição de onipotência que não quer se ver contrastada e que não pensa existirem inúmeras outras alternativas que não as razões sectárias por eles próprios esgrimidas! Chega!!! A Presidenta abriu um precipício aos seus pés pois inúmeros outros cidadãos que acompanharam até aqui as lutas pela manutenção do patrimônio nacional da administração indireta, dos direitos dos trabalhadores, sob esta ameaça de extremismo, sob tão alto custo moral e ético, não seguirão nem acompanharão estas bandeiras próprias de regimes extremistas. As manifestações de Lula em prol de Bashar al Hassad, um genocida!! Do Irãn, fazem com que o sistema mostre suas unhas e inicie o seu processo de suicídio político abraçado com estes velhos caudilhos populistas como Chavez, Christina Kirchner, Fidel Castro e Evo Morales!!! Este é o processo que levará a um ataque especulativo crescente em que um dólar, como já falei custará 4,50 reais, dinamitando, através de uma inflação insidiosa o apoiamento popular ao regime vigente. Quosque tanden Catilina abutere patientia mostra!!

DESFILIAÇÃO PARTIDÁRIA – A JUSTIÇA ELEITORAL CERTIFICA QUE NÃO SOU FILIADO A NENHUM PARTIDO POLÍTICO – SOU AGORA FILIADO AO PARTIDO DAS RUAS E DO POVO SOBERANO PEDINDO E CLAMANDO POR UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA E SOBERANA DO POVO – SEM POLÍTICOS – QUE REVOGUE O SISTEMA DE REELEIÇÃO TANTO PARA O EXECUTIVO COMO PARA O LEGISLATIVO – QUE INSTAURE A ABOLIÇÃO DO REGIME DO QUEM INDICA PARA JUÍZES DAS CORTES SUPERIORAS E MEMBROS DOS TRIBUNAIS DE CONTAS – QUE EXTINGA E EXTIRPE DE VEZ DA CONSTITUIÇÃO E DO SISTEMA LEGAL A POSSIBILIDADE DE EXISTENCIA DOS CARGOS EM COMISSÃO – QUE SEJA FEITA UMA REFORMA NOS PARTIDOS TRANSFORMANDO-OS EM PESSOAS DE DIREITO PÚBLICO E NÃO PRIVADOS INSTITUINDO EM SEU SEIO A ABOLIÇÃO DE OLIGARQUIAS SEJAM FAMILIARES OU DE INTERESSES E AINDA O SEU SISTEMA FEUDAL E MONARQUICO VIGENTE ATÉ HOJE!!! DIA 7 DE SETEMBRO ESTAREI NA PONTE DOS AÇORIANOS A PARTIR DAS 10 HORAS DA MANHÃ PARA PROTESTAR NO DIA DA PÁTRIA!!!!

DESFILIAÇÃO PARTIDÁRIA CERTIDÃO

VEM # PRÁ # RUA # 7 DE SETEMBRO A MÃE DE TODAS AS MANIFESTAÇÕES!!!

VEM # PRÁ # RUA # 7 DE SETEMBRO A MÃE DE TODAS AS MANIFESTAÇÕES!!
Dia 7 de setembro, data da Pátria, faremos a maior manifestação do VEM # PRA # RUA # DO FACE!!!! Para sermos consequentes com todos os pontos de nossa luta pediremos uma CONSTITUINTE EXCLUSIVA E SOBERANA para passar a limpo o Brasil fazendo uma real REFORMA POLÍTICA! Os políticos e a Partidocracia vigente querem continuar seu reinado incontestável oferecendo-nos um cheque em branco para ser pelo Povo assinado. Querem através de um PLEBISCITO ou de um REFERENDUM preservarem seus direitos de intermediários entre o Estado e a Sociedade Civil. A representação política é a melhor forma de realizar e professar a democracia. No entanto ela já tem mais de 250 anos e é necessária uma remodelação da mesma pois da forma em que foi instituída ela beneficia uma pequena oligarquia que se apoderou do Estado Nacional para benefício próprio deserdando a população de serviços essenciais com relação a Educação, Saúde, Segurança, Previdência Social, Transporte e Infraestrutura, cobrando impostos escorchantes que fazem com que o brasileiro trabalhe quatro (4) meses em benefício destes legítimos chupa-cabras estatais!!! A reforma política deve atingir o centro do poder da partidocracia que se configura assim pela privatização das células mater da democracia que são os partidos políticos. No sistema constitucional atual eles foram privatizados, contra a doutrina de sua natureza pública tradicional, e, nesta condição, apoderados por oligarquias familiares ou de interesses e ideológicas que perpetuam o poder destas famílias e oligarquias partidárias projetando seu poder monárquico e tirânico dentro da república e da democracia já adulteradas por força destes impactos. Democratizando os Partidos, que hoje são Monarquias familiares ou Oligárquicas, estaremos transformando-os em verdadeiras células propulsoras da verdadeira República e Democracia. Outro procedimento simples e que causará uma revolução no sistema é a revogação da possibilidade de reeleição pois esta, reiteradas vezes, é que faz com a permanência destes elementos propiciar a corrupção do sistema Republicano, do sistema Democrático e criando ocasião para o aparelhamento do estado por estes “profissionais”, suas famílias, seus parentes e seus amigos e apaniguados políticos através da instituição destes cargos CCs, que são uma herança imperial e patrimonialista da monarquia e da república velha que faz com que permaneçamos no regime do Quem Indica!!!! Nós devemos instaurar o regime do QI – Quociente Intelectual e com mérito – como dizia Saint Simon – A cada um conforme sua capacidade mas para cada capacidade conforme sua obra e trabalho!!! É a meritocracia…e não o regime do Quem Indica…que em assim permanecendo, na antiguidade, perseverará em indicar Juízes para as Cortes Superioras, Conselheiros para os Tribunais de Contas e COs para as chefias, diretorias, conselhos de Estatais e todas as Instituições seviciadas e ocupadas pelo sempre meloso e pegajoso tráfico de influência, imoral, mas legalizado que hoje vivemos!!!!! Só teremos a república quando extinguirmos com a profissão de político pois do jeito que é instituída, como profissão o que não deve ser, em que a figura pode permanecer se reelegendo indefinidamente sendo este um fator permanente da corrupção e da adulteração do fim público do Estado como tal. Por que? Pela razão que uma pessoa que tem uma função como profissão pode confundir seus interesses de carreira, de vencer na vida, os interesses de sua família, de seus negócios, de seus parentes, confundi-los com os interesses do Estado ou do fim público que deveriam nortear sua conduta pública!!! Exigir dos políticos atuais que não pensem em si, suas famílias, seus amigos é um processo antinatural pois é próprio da naturezahumana a autopreservação de sua segurança, existência tanto física moral como coletiva. Assim, retirando-se o condão de ser uma  profissão e resgatando-se a representação unicamente como representação e tão somente esta, retirar-se-ia o vetor de confusão entre o interesse pessoal e o público extinguindo a contradição. A representação política sendo transformada em múnus público retiraria este caráter de possibilidade de confusão entre o interesse próprio e o fim público. Purgaria a representação desta confusão que tanto atraso tem causado ao país e a nação e resgataria, para os séculos futuros, e para o mundo o Brasil como exemplo de democracia!! Não mais as pessoas teriam importância como tal mas seriam eleitos, ao invés destas, programas que elas defendessem através de seus partidos já reformados e já democratizados. Nós elegeríamos representantes das IDÉIAS, DOS PROGRAMAS. Haveria uma continuidade não pessoal mas de um projeto abstrato, com escopo, com finalidade, com objetivo visível e aceito e deliberado com antecipação por todos e a todos submetido ao crivo de aceitação ou não!!! Esta revolução de faria nas funções Executiva e Legislativa. Restaurar o bloco de constitucionalidade brasileiro e o Poder Constituinte Originário do Povo ferido pelas reformas inconstitucionais da Ditadura Civil da Partidocracia, que, a partir de 1997 quebraram um bloco de constitucionalidade histórica de mais de 100 anos que não permitia a reeleição nem aos governos ditatoriais dos militares!!! Restaurar a vontade do Povo Soberano tripudiada sob o pálio da Constituição de 1988 no governo FHC!!! Esta reeleição é que derrete o núcleo duro da democracia e da república persistindo em indicar juízes das cortes Superiores e dos Tribunais de Contas!!! Estas reeleições que criam um bloco de vontade monolítica que reproduz seu poder para si própria desapossando o povo como o fez por longa data deserdando-o de educação de qualidade, saúde, segurança, infra-estruturas, transportes e previdência social!!! Com impostos escorchantes e impagáveis!!!
SÓ COM UMA REFORMA RADICAL DESTA ÉGIDE É QUE TERÍAMOS A VERDADEIRA RESTAURAÇÃO DEMOCRÁTICA DA LIBERDADE E DA REPÚBLICA QUE FORAM PERDIDAS NESTE DESAPOSSAMENTO QUE VIVEMOS DE NOSSOS DIREITOS BÁSICOS. CHEGA DE INTERMEDIÁRIOS DO PODER QUE SÃO CORRUPTOS. Queremos intermediários temporários mesmo e que representem não a si próprios mas as ideias da comunidade assim como a HORIZONTALIDADE DA INTERNET sem líderes possui um PLANO QUE FOI MUITO BEM APREENDIDO PELO STABLISCHMENT, da mesma forma os representantes o serão de ideias e programas e não mais representantes de si próprios e para fim de seus interesses mas para resgatar e cumprir os interesses maiores da comunidade, da cidadania e da NAÇÃO COMO UM TODO!!! PORTANTO CONSTITUINTE JÁ SOBERANA E EXCLUSIVA!!! VEM # PRA # RUA # JÁ!!!!!

# VEM PRÁ # RUA E A NECESSIDADE DE UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA NÃO CONGRESSUAL E SOBERANA!!

# VEM PRÁ # RUA E UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA E SOBERANA!!!
O fenômeno sociológico da Praça Tahrir atingiu o Brasil em cheio. É um fenômeno mundial que se espraia por todos os países do mundo inclusive os EUA com as ocupações tipo “Ocupa Wall-Street”. É uma mudança sociológica da área pública como preleciona o filósofo Jurgüem Habermas em sua obra “A mudança da Esfera Pública.” Neste livro ele fala das alterações na área pública que alteraram o século XVIII, XIX e XX não abordando o século XXI. No entanto, a sua ótica de razão, leva inexoravelmente a inferir que o surgimento do novo ferramental de trabalho que cria a chamada Rede Social, através de plataformas como Orkut, Facebook, Tweeter, Linkendin, e outras que se somam e estão linkadas umas às outras, fazem com que ocorra um fenômeno bem dizer sóciopsicológico que é a fusão do eu no entre sí, como quer Pierry Lévi, em sua obra teórica. Estamos presenciando a maior revolução sociológica do século XXI ou seja a Ágora, como era chamada pelos gregos, ou praça pública, como é chamada por nós, transferiu-se para a Infosfera da Internet propiciando que o EU, aqui e agora e em todos os lugares, fundisse sua consciência como o Nós Coletivo!!! Este processo criou, ao mesmo tempo que parte para uma modificação de consciência que passa e ultrapassa o Eu Individual, criando um EU COLETIVO NO ENTRE SI, que solda e emoldura convicções compartilhadas reforçando o ego e neste compartilhamento fazendo com que o estado de POTENCIA DE SER que antes estava encerrado simplesmente no EU, agora compartilhado passe a ter um reforço, através do compartilhamento, que pode acionar, esta potência de ser em ato imediatamente, pressionada pela indignação que não é solitária e que não é esquecida pelos problemas em que o eu está imerso nas suas necessidades cotidianas, mas que reforçada de fora através destes imputs constantes, faz com que a memória e o sentimento de projeção do eu, que ao mesmo tempo é o outro e somos nós, crie uma complexão hercúlea e acione o mecanismo de AÇÃO imediatamente conforme a pressão ou a contrariedade dos sentimentos opostos a estas convicções partilhadas. Mais do que isto há um processo de implosão imediato da verticalidade do mundo externo, originado da submissão, do princípio do mestre, do princípio do guru e do princípio da chefia, processando uma dissolução das hierarquias por força da própria HORIZONTALIZAÇÃO do sistema de RAZÃO INTEGRADO ENTRE OS EGOS COMUNICANTES QUE COMPARTILHAM DE UMA MESMA NATUREZA QUE DE FORMA MONOLÍTICA, POR INTEGRAR-SE NUM EGO COLETIVO QUE NÃO DISSOLVE A INDIVIDUALIDADE E IDIOSSINCRASIAS DE SENTIR E DE PENSAR DE CADA UM, reforça a CORAGEM acionando o processo de que a potencia de ser transforme-se constantemente em ATO que explode pelas ruas e praças das cidades do mundo pós-moderno. Este fenômeno veio para ficar e vai ampliar-se na medida e diretamente proporcional aos aperfeiçoamentos técnicos que compatibilizam e propiciam esta consciência do EU NO ENTRE SI através da INFOSFERA gerando assim impactos nas regulações e nas hierarquias externalizadas através das instituições do estado democrático de direito buscando uma reatualização e uma releitura das mesmas de acordo e na conformidade com as novas exigências deste crescimento de consciência coletiva e individual!! Assim é que a Representação Política embora tenha sido a matriz central que permitiu a instalação de todo o processo democrático a partir do século XVIII, XIX e XX, ela no entanto, embora tenha superado as representações institucionais socialistas e as fórmulas organicistas do nazismo e do facismo, no entanto, repito, ela já possui mais de 250 anos e terá de se adaptar a rapidez da consciência coletiva e de suas demandas sob pena de desaparecer ou levar a humanidade para uma época de trevas onde, frente a ameaça da anarquia, conforme as pregações tanto de Hobbes, como de Goethe, que diziam que o homem prefere os regimes fortes a esta. Assim é que temos constatado que os sistemas institucionais atuais não tem dado a pronta resposta às ruas não tendo portanto sensibilidade para absorverem e se modificarem na medida das demandas oriundas da Sociedade Civil. Assim é necessária uma remodelação ou adaptação da REPRESENTAÇÃO POLÍTICA no sentido de lhe emprestar uma melhor sensibilidade e nível de adaptabilidade às demandas sociais causadas por intensas modificações econômicas, tecnológicas e de costumes. Creio que a melhor forma de aprimorar a representação política seria a de, CONSERVANDO-A nos seus lineamentos fundamentais, dar a ela a natureza da própria Sociedade Civil através da ÁGORA OU PRAÇA PÚBLICA MODERNA QUE É O EU NO ENTRE SI, seja, uma maior dose de liberdade e para isto aprofundando mais o processo e o conceito contido no vocábulo REPÚBLICA que leva a construção do que a ciência política e o direito denominam ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. Na Infosfera temos um fenômeno que é a aceleração do tempo que começa a linkar os espaços e revoluciona a tripartição convencional deste tempo pois aproxima PASSADO, PRESENTE E FUTURO com uma sinergia incrível quebrando o processo de sistemas estanques em que estávamos acostumados a viver para criar um amplo e profundo processo de imersão instantânea no tempo total (ou quase assim). Velhos amigos, parentes esquecidos, amigos antigos, todos eles se recuperam instantaneamente e voltam a tona, da vida atual, possibilitando que o ser humano tenha instantaneamente a capacidade de autorelacionar-se com inúmeras pessoas ao mesmo tempo que recupera aquelas amizades esquecidas ou que, não poderia comprazer-se numa concomitância usual, pela inércia física ou pela impossibilidade de absorção e imersão dos problemas do dia a dia, que são superados através desta nova tecnologia ligando espíritos e fazendo com que o longe seja perto e que o distante se extinga no tempo espaço e no tempo espaço psicológico, transformando tudo num só momento de consciência plena, que só tem o limite da rapidez dos dedos, determinado ainda pelo limite tecnológico do meio eletrônico, que em breve superará seus limites!!! Assim é que a mesma LIBERDADE HORIZONTALIZADA deste meio com sua consequente LIBERDADE deverá ser projetada nas instituições que temos. A representação política é feita através de mandatários e estes deverão sofrer uma diminuição no prazo de seus mandatos para assim fazer com que o conceito de REPÚBLICA se torne mais ABSOLUTO e mais consentâneo com o seu significado ORIGINAL. A forma com que é realizada e factibilizada a REPÚBLICA já era impugnada por ROUSSEAU que dizia que o povo inglês vivia a democracia só no momento em que colocava o voto na urna porque após, vivia uma ditadura a prazo certo!! Assim é que este prazo deve ser obviado para que retire-se a possibilidade de ser encarado como uma PROFISSÃO. Aqueles que tem a política como MEIO DE SUBSISTÊNCIA OU DE SOBREVIVÊNCIA são inevitavelmente forçados a sacrificarem os interesses dos mandatários em benefício dos seus interesses de SOBREVIVÊNCIA PRÓPRIOS E DE SUAS FAMÍLIAS. Este sentimento de SOBREVIVÊNCIA do POLÍTICO é que faz com que ele crie OLIGARQUIAS que dominam os PARTIDOS e se protelam no tempo e se projetam no ESPAÇO PÚBLICO adulterando-o e privatizando-o na medida de seus medos e na medida de seus próprios interesses e projetos pessoais fazendo com que o PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE que reforça a REPÚBLICA seja um mero dístico irônico e hipócrita adjetivando simplesmente o conceito de REPÚBLICA sem no entanto, substancialmente e materialmente causar uma mudança que factibilize este conceito tornando-o uma VERDADE APLICADA. Atualmente ele não passa de uma figura de RETÓRICA para enganar, de forma populista aqueles solitários cidadãos que não estavam ligados entre si, mas que agora, no ENTRE SI DA INTERNET, sem temor algum reforçam suas antigas convicções adormecidas por conveniências de sobrevivência sepultando-as numa explosão de indignação que se espraia pelas praças e ruas do planeta. Assim, contemplando-se o instrumental de aferição da vontade popular, externalizado como tal e que compactue a Representação Política a demanda atual faz-se necessário assim uma diminuição dos mandatos com proibição de reeleição para que a consciência crítica da Sociedade Civil, através do processo de renovação constante dos representantes, atinja a rapidez necessária de acomodações mútuas entre representantes e representados através de uma sintonia fina devidamente atualizada constantemente no tempo destas demandas. Outro processo a ser modificado é o Sistema de Governo pois o modelo PRESIDENCIALISTA BRASILEIRO não se coaduna mais com esta necessidade de flexibilidade e rapidez para sintonia entre a REPRESENTAÇÃO E OS REPRESENTADOS. O Presidencialismo de COALIZÃO como é chamada a fusão do núcleo duro partidário, que além de causar uma afetação na Tripartição dos Poderes, criando um processo de vasos comunicantes pela projeção de afinidades que se eternizam no tempo republicano antigo e num regime do quem indica, não tendo flexibilidade alguma para dar uma resposta às ruas. Assim é necessário modificar o sistema de governo para o SISTEMA PARLAMENTARISTA pois, em caso de crise, o PRIMEIRO MINISTRO que é eleito pelo LEGISLATIVO, dissolve o PARLAMENTO e são feitas novas eleições que vão dar, necessariamente, a mudança de concepção e de visão, atualizando a legislatura na conformidade e diretamente proporcional a OPINIÃO PÚBLICA devidamente integrada na INFOSFERA. O exemplo recente de impropriedade do SISTEMA PRESIDENCIALISTA para lidar com o processo da ÁGORA MODERNA é o da própria matriz do exemplo, seja o EGITO DA PRAÇA TAHRIR!! Lá a crise econômica levou novamente o povo ás ruas e o sistema, rígido, mantendo o Presidente Mursi, entrou em colapso pois uma multidão de milhões transbordou pelas ruas fazendo impossível a realização do governo havendo, assim, um processo de golpe militar em face do impasse de legitimação do governo contestado massivamente em todas as ruas. Um sistema Parlamentarista corrigiria tal impasse pois Mursi, se fosse primeiro Ministro, perderia o apoio parlamentar ou faria dissolver o Parlamento, conclamando novas eleições, sendo que os deputados eleitos em conformidade com o clamor das ruas, poderiam manter ou derrubar Mursi através, simplesmente, de um voto de desconfiança!!! Assim é que o PARLAMENTARISMO forneceria um mecanismo de SINTONIA FINA entre o POVO E seus MANDATÁRIOS não criando um impasse de legitimação do sistema institucional, nem a necessidade de interferência do exército a fim de manter a paz social ou sob o argumento deste pretexto pudesse até haver um golpe militarista neste sentido. Creio assim, que através de uma ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE SOBERANA E EXCLUSIVA NÃO CONGRESSUAL, sem tocar nas futuras eleições, que se fariam normalmente, legitimando ainda a representação eleita na forma da Constituição de 88, fosse convocada esta ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE EXCLUSIVA, que realizaria seu trabalho em paralelo ao Congresso Nacional, colocando-se o produto de seu trabalho, seu Projeto de Constituição, para referendo do Povo Soberano, para, só assim, após a aprovação de seus trabalhos, na nova legislatura, os novos representantes assumissem em consonância com as novas regras determinadas por esta constituinte. Há um exemplo feito pela CONSTITUINTE DA ISLÂNCIA e poderíamos aqui no Brasil, auxiliados pelos mecanismos de CONSULTA POPULAR dinamizados e potencializados pelas novas tecnologias modernas propiciar a CONSOLIDAÇÃO DE DEMANDAS SOCIAIS E DE REFORMA DO ESTADO NACIONAL BRASILEIRO a fim de que não houvesse um rompimento da ORDEM CONSTITUÍDA e, COM RESPEITO À CONSTITUIÇÃO vigente, respeitando tanto os mandatos de Legislativo, como os do Executivo, sem falar nos de Judiciário, déssemos um exemplo de DEMOCRACIA E LIBERDADE para a humanidade que necessita, ombreando com as novas técnicas que potencializam a CIDADANIA, dar este salto de qualidade adaptando nossa democracia a esta verdadeira mudança de PARADIGMAS que veio para ficar. Se nada for feito rumaremos inexoravelmente para o colapso e para formulas comezinhas que estão na história e que através de muita infâmia e sangue de inocentes fizeram as Revoluções da história. O POVO DA INTERNET NÃO QUER MAIS DITADURAS, SEJAM ELAS DE ESQUERDA OU DIREITA, NEM EXTREMISMOS XENOFOBISTAS E QUE DESTOAM DO AMPLO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO ADVINDO DA DIMINUIÇÃO DO PLANETA E DOS PROBLEMAS QUE TORNAM TODOS OS SERES HUMANOS RESPONSÁVEIS, NÃO SÓ PERANTE SEUS POVOS, MAS PERANTE A HUMANIDADE COMO UM TODO. Esta é a nova política do futuro que através de uma Mesotes Aristotélica abra um caminho pela terceira via, conciliando os vetores opostos e através do ecletismo com profunda tolerância construa o reequilíbrio do triângulo equilátero que contém o tríduo LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE! O eixo onde se assenta o DIREITO DO CONSUMIDOR coloca uma nova equação de solução, que não passa pela luta de classes fratricida, superando através de sua lógica de razão, que se projeta na salvaguarda dos direitos difusos da cidadania, uma nova ótica coletiva de manutenção das liberdades individuais, das liberdades sociais e das liberdades com relação ao meio ambiente, conciliadas com aquelas primeiras liberdades dos primeiros constitucionalismos que vislumbraram somente o eu formal esquecendo-se do eu no entre si material e que hoje é o eu no entre si, não só material mas também psico-social!!! É esta mesma ótica de razão que pagando impostos escorchantes, com a finalidade de ter os serviços de transporte, segurança, saúde e educação, não tem nenhum deles e que não encontrando nenhum PROCON ou SERVIÇO DE DEFESA DO CONSUMIDOR QUE O FAÇA explode pelas praças e ruas do país exigindo seus direitos!!! Esta é a nova ótica das ruas e que vem para ficar e a Representação Política terá de ser consumível e ao paladar destas novas exigências sob pena de ser apeada do poder na MARRA! Não sou eu quem manda ou quer isto, isto é um fator de CONSCIÊNCIA PÚBLICA TOTAL, COMPLETAMENTE HORIZONTALIZADO E NÃO COMO MANADA OU CARDUME, MAS NUMA NEO-FORMA DE CONSCIÊNCIA PÚBLICA que está explodindo e dizendo isto nas ruas, não só de nosso país, mas de todos os outros países e nações do mundo. NOSSOS JOVENS SÃO AS VANGUARDAS VIVAS E PULSANTES DAS FAMILIAS E TODOS OS LARES BRASILEIROS!!
COMÍCIO ELETRÔNICO PRECONIZANDO MUDANÇAS (RESUMO):
http://www.youtube.com/watch?v=dqXg2lZVVOQ  CLIKE NO LINK AZUL PARA APRECIAR A EXPLANAÇÃO!!
OS ITENS PARA UMA VERDADEIRA REFORMA POLÍTICA:
http://www.sergioborja.com.br/?p=451  (CLIKE NO LINK E VÁ ATÉ MEU BLOG!!! APRECIANDO O ARTIGO REFORMA POLÍTICA)

GUERRA DAS MOEDAS: SÓ NO BRASIL TENHO QUE PROVAR QUE SOU O AUTOR!!!

GUERRA DAS MOEDAS: SÓ NO BRASIL MESMO É QUE TENHO QUE PROVAR QUE SOU O AUTOR INCONTESTE DO CONCEITO GUERRA DAS MOEDAS!
Qualquer instantâneo batido por qualquer fotógrafo tem seus direitos de autoria protegidos pela lei dos Direitos Autorais. Há de se distinguir o direito à imagem do direito de propriedade autoral sobre a imagem. O direito a imagem é aquele que decorre das idiossincrasias que ligam a imagem da pessoa, suas peculiaridades únicas, ao direito de personalidade, podendo ser publicado ou divulgado somente com a permissão de seu titular. Já o direito autoral sobre a foto não decorre das idiossincrasias que diferenciam as diversas imagens que identificam e diferenciam os seres humanos entre si dizendo respeito a sua individualidade e pessoalidade mas dizem respeito isto sim a apropriação instantânea de imagem humana, animal, natureza morta, paisagística, etc, com relação ao movimento ou mesmo sua estática e a incidência de luz e perspectivas que traduzem uma subjetividade interpretativa no uso destas condicionantes, com a emoção, a imaginação, de quem bate a foto, traduzindo-se como verdadeira criação e versão da realidade conforme a técnica e a tecnologia do aparelho utilizado para tal, com a desinência do fotógrafo. Incrivelmente, mesmo que o fotógrafo, não tenha criatividade alguma e seja um neófito, mesmo assim o exercício de apertar um botão e visar a reprodução de algo focado pelas lentes através de um closed, implicam, necessariamente, dentro do sistema legal uma apropriação e afetação jurídicas que redundam no direito de propriedade imaterial: O Direito do autor que deve ter seus créditos e também seus ganhos pela divulgação de alguém que não seja aquele que tenha batido a foto. Assim aconteceu com a foto famosa intitulada “Raising the Flag on Iwo Jima” que é uma fotografia histórica tirada em 23 de fevereiro de 1945 por Joe Rosenthal. Ela mostra cinco fuzileiros navais americanos e um paramédico da Marinha dos Estados Unidos fincando a bandeira dos Estados Unidos da América no topo do Monte Suribachi, indicando a sua conquista durante a batalha de Iwo Jima na Segunda Guerra Mundial. Da mesma forma a famosa fotografia da “menina do napalm”. A imagem tornou-se um dos grandes símbolos dos estragos da Guerra do Vietnã – e é vista até hoje pelos envolvidos na cena como determinante para mudar os cursos do conflito. Kim Phuc tinha somente nove anos quando um avião do exército sul-vietnamita bombardeou o pequeno povoado de Trang Bang, próximo de Ho Chi Minh, a antiga Saigon. Aquela imagem foi uma das muitas que o fotógrafo Ut tirou naquele conflito, embora essa foi a que tenha marcado sua carreira e ainda lhe rendeu o prêmio Pulitzer. Da mesma forma a foto de Marilyn Monroe, cuja saia foi levantada pelo vento, atribuiu a glória e muito dinheiro para seu autor!!
Ora, além dos direitos autorais sobre instantâneos fotográficos há também o direito milenar, já tratado por gregos e romanos, ao autor da escultura pelo processo de especificação em que a obra de arte vale mais do que a matéria bruta, seja o mármore ou a argila; em que a pintura vale mais do que a tela e que, em todas elas, o artista é o real proprietário deste direito de autoria. Os arquitetos e engenheiros são proprietários do Projeto Arquitetônico e de Engenharia. É célebre o Plano Piloto de Oscar Niemayer e Lúcio Costa para Brasília! Também os autores de obras de literatura e arte em geral como Machado de Assis, Mário Quintana, Érico Veríssimo, Graciliano Ramos, Fernando Pessoa, Eça de Queiróz, John Steinbach, Jack London, Guy de Maupssand, Tolstói, e tantos outros por suas obras. Na música, tantos os clássicos. como o mpb, como a jaz, como o folk, etc…Wagner, Straus, Tchaikowsky, Rinsky Korsakowsky, Vinicius, Tom Jobim, a voz de Frank Sinatra de Dinah Washington!!!
No ramo da Economia Política e da Ciência Política também temos as abordagens célebres, v.g. de John Maynard Keynes, em seu “Breve Tratado sobre a Reforma Monetária.” Este grande economista inglês escreveu às páginas 78 e seguintes desta grande obra um capítulo em que trata no item 2 da “depreciação da moeda versus imposto sobre o capital”. Ali ele esposa a ideia de que a inflação pode ser utilizada para reduzir a carga de passivos do estado. Através dos subtítulos deste capitulo ele vai falando com originalidade sobre esta temática. Se eu, ou qualquer pessoa, fossem falar sobre este mesmo assunto, já haveria o precedente de Keynes, que havia tratado desta temática com antecedência em 1923, que foi o ano da primeira impressão inglesa deste Tratado, não podendo deixar de ser citado este autor como o que cunhou, o nome e o processo em pauta ali tratado. Da mesma forma acontece com o trabalho do economista belga Robert Triffin, conforme a Wikipédia, que o cita em meus dois trabalhos ali reproduzidos. Para Robert Triffin, o sistema de Bretton Woods continha uma falha inerente e potencialmente fatal, seja, sua dependência em relação ao dólar que deveria, conforme havia sido decidido em Bretton Woods, manter seu padrão ouro. Ele argumentou que, uma vez que o volume de comércio aumentava com o tempo, qualquer sistema de taxas fixas de câmbio necessitava de um aumento do dinheiro internacionalmente aceito, com a finalidade de financiar o comércio e investimentos crescentes. A produção futura de ouro, a um preço fixo, não conseguiria suprir as necessidades existentes, de modo que a fonte de liquidez internacional necessária para lubrificar o crescimento, dentro do sistema de Bretton Woods, teria de ser o dólar. O único caminho para colocar esses dólares nas mãos do restante do mundo era o déficit na balança de pagamentos norte-americana. Assim é “que os criadores de Bretton Woods haviam feito, inadvertidamente, fora improvisar um sistema monetário mundial dependente dos déficits norte-americanos, os mesmos que todos consideravam desestabilizantes na década de 1960. Se os déficits dos EUA continuassem, a confiança no dólar – e posteriormente no sistema – seria minada, e o resultado seria instabilidade. Porém se os déficits fossem eliminados, o restante do mundo ficaria privado dos dólares que necessitava para construir suas reservas e financiar o crescimento econômico. Para outros países, a questão tornou-se, depois, definitiva: deter mais dólares em suas reservas ou trocá-los por mais ouro norte-americano. Este último caminho, provavelmente mais cedo do que tarde, forçaria os Estados Unidos a pararem de vender ouro, um dos alicerces do sistema. O caminho anterior, deter uma quantidade crescente de dólares, minaria inexoravelmente a confiança, uma vez que as demandas potenciais em relação aos estoques americanos de ouro excediam em muito a quantia disponível para suprí-las. Ambos os caminhos continham as sementes de sua própria desgraça na análise desta lógica implacável.1s . Ora esta apropriação de consciência, este foco da inteligência sobre determinado acontecimento e processo econômico mundial foi feito unicamente por Robert Triffin, pela primeira vez e é chamado o Paradoxo de Triffin, sendo que qualquer pessoa que quisesse se apropriar destas colocações não poderia por que já teria o antecedente de Robert Triffin que é assim o autor destas colocações conceituais sobre o que aconteceu em determinado momento histórico com o dólar dos Estados Unidos da América!!
Ambas as apropriações conceituais acima, tanto a feita por Keynes, como a feita por Robert Triffin, foram baseadas em observações com relação a países ou as atitudes de um determinado país com relação à sua moeda. No entanto, também de forma abstrata, por raciocínio lógico abstrato, baseado em observações, não de casos específicos, um determinado teórico da Ciência da Economia Política pode também teorizar vislumbrando com intenção teleológica atingir determinado escopo. Foi assim com Robert Mundell, prêmio Nobel de Economia, nos anos 90, no século XX, que criou a teoria monetária em que as simetrias de moeda levariam ao estabelecimento de conexões entre as assimetrias econômicas, para alavancar as vantagens comparativas dos diversos estados nacionais. Esta teoria do professor da Columbia University foi aplicada ortodoxamente pelos Estados Unidos da América, antes da União Européia, para estabelecer, na área de domínio do dólar, que envolve mais de 78% do comércio mundial, um sistema de currency board ou dolarização, através do estabelecimento de uma similitude de valor das moedas nacionais dependentes com o valor do dólar. A América Latina, notadamente as suas duas economias maiores, Argentina e Brasil, através do Mercosul e afim de conectar a sinergia desta construção, que partia de uma Zona de Livre Comércio passando por uma União Aduaneira e que visava em última instância atingir o grau de Mercado Comum, mantendo uma sintonia fina através daqueles entes multilaterais criados em Bretton Woods, o GATT, o FMI e a OMC, da rodada do Uruguay. Assim é que foi adotado o Plano Menen|Cavalo na Argentina e o Plano Real no Brasil, por Fernando Henrique Cardoso visando a facilitar através de uma moeda única, com câmbio fixo vinculado através de Lei ao Dólar, a conexão destes sistemas. A teoria de Robert Mundel foi feita contrariando as observações de John Maynard Keynes e Robert Triffin, se não frontalmente, pelo menos passando ao largo das afetações das mesmas inseridas num sistema exógeno internacional e suas interações em virtude destas condicionantes originais que envolvem, necessariamente, este tipo de abordagem indutiva de sistema. Poderíamos dizer até, que a teoria esposada pelo economista Robert Triffin, na realidade é uma expansão da própria teoria de Sir John Maynard Keynes pois, na realidade, a expansão do dólar, que de moeda com lastro passa a uma existência de moeda com características meramente fiduciárias, não deixando de causar, pela expansão constante da base monetária em dólar, uma apropriação da grife desta moeda da mais valia das demais nações, fazendo um trajeto inverso da teoria de Keynes, não deixando, no entanto, a teoria de Triffin de ter o seu valor e destacar seu autor no mundo da ciência política econômica pois ela, no caso, vislumbra o enfoque unicamente sobre o dólar americano e sua complexidade como moeda internacional. Ora, nos anos 90, onde minha teoria Guerra das Moedas tem seu início e passa a ser observada, década em que foram estabelecidas estas legítimas “placas tectônicas monetárias” como eu as intitulei emulando a teoria das placas tectônicas geológicas do planeta terra, só eu, como autor, através da leitura de Keynes, de Robert Triffin, de Robert Mundell, e da observação e leitura de inumeráveis jornais internacionais, numa legítima pesquisa de campo e inteligência através da Internet, passando para outro tipo de apropriação, constatei, com originalidade o fenômeno chinês, que saído da Cortina de Bambú, através da política de Richard Nixon, passa gradativamente a aportar todo o capital internacional das grandes transnacionais corporações, fazendo uma experiência incrível de aporte deste capital transnacional que aproveita-se da teoria da “mais valia” esposada por Marx em sua obra O Capital e, através de “dumping social” e “dumping monetário”, passa a potencializar a competitividade desta moeda possibilitando o seu boom econômico e a expansão de suas exportações. Também com relação ao Japão visualizei a sua técnica, relatada na obra de Paulo Volker e Toyoo Gyohten, A Nova Ordem Econômica Também, da mesma forma, localizando a conferência feita pelo Dr. Riwalnu Lukman, Presidente da OPEP, nos anos 90, final da década, em Tóquio, localizei a correlação de assimetrias essenciais, como o petróleo, que poderiam ser utilizadas como sintonia fina, para regulação macrocósmica, no ambiente internacional, em países sem produção de energia petrolífera, como o Japão, para controle ou não de suas exportações e importações e as interações da advindas nas Relações Internacionais e Comércio Exterior dos países, trazendo afetações nos seus processos de exportação e importação através da regulação de sua mais valia pela diminuição ou não, dos valores da energia, nos custos de suas commodities, somando assim as afetações múltiplas de dumping social, monetário e de energia, para a visão do cenário internacional. Somando e aglutinando as informações teoréticas do passado, como o próprio Triffin também utiliza ou passa necessariamente pela conclusão de razão de Keynes, gradativamente da leitura e do estudo das interrelações entre o Oriente e Ocidente, dos EUA e do surgimento ou da ameaça causada pelo surgimento do Euro, posteriormente, é que cheguei, gradativamente a visualizar o que ninguém havia visto, seja, uma verdadeira GUERRA DAS MOEDAS. Visualizando este processo através de análise cotejada como fiz entre o sistema da nação americana e o nosso, o Brasil, através do perfil de uma e outra nação e sua produção, cheguei a conclusão que este sistema não servia para o Brasil, passando a combater veementemente o Plano Real em função do processo de desindustrialização e o processo de endividamento estatal que, no fim do governo FHC, além da queima de divisas massivas, mais de 70 bilhões de dólares das reservas a fim de manter um “Fire Wall”, também, em razão de juros e da indexação fixa do câmbio levaram a que a dívida interna herdada dos governos militares em 60 bilhões passasse a quantia de 760 bilhões de reais dolarizados!!! Divida herdada por Lula que passou a mesma para Dilma na casa dos 1,2 trilhões sendo que esta já está se aproximando da casa dos 3 trilhões de reais. Ora, minha teoria Guerra das Moedas, surgiu exatamente do combate aos resultados da teoria de Robert Mundell. O nome e o fenômeno global, como tal, nunca antes fora ocupação da mente humana pois visualizava pela primeira vez um processo único que acontecia também pela primeira vez na maturidade histórica e em tempo real da chamada globalização. Assim é que nem antes, no passado e nem na  época, não há ninguém que cognomine assim este fenômeno, sendo que só em 2007 surge um chinês chamado Song HongBing, com a obra The Currency War, editado na China e em 29 de março de 2008 o inglês John K. Cooley, com um livro com o mesmo nome. Ambos estes autores, tanto o chinês, distanciando-se nove (9) anos da data em que escrevi e publiquei no artigo Guerra das Moedas. Antes deste artigo, publiquei mais de uma dezena de artigos na Folha de São Paulo em 1997, Gazeta Mercantil, Jornal o Farol e o próprio Jornal do Comércio, que tratavam da temática relativa a Guerra das Moedas, cuja elucidação total, através do surgimento do nome Guerra das Moedas, foi feito somente na data da publicação do artigo intitulado com o mesmo nome, já supra citado, no Jornal do Comércio com ineditismo e originalidade. De 1997 até 1998 embora eu escrevesse setorialmente do que acontecia no processo e fenômeno Guerra das Moedas eu não tinha consciência de que as palavras Guerra das Moedas sintetizavam todo o processo que levavam as nações a desvalorizarem suas moedas como forma de manter, perante as moedas mais fortes, vantagens comparativas relativas às exportações potencializando-as e dando-lhes sobrevivência. As observações feitas por este autor levaram mais de dois anos de intensas leituras e de intensos debates públicos, com publicações e inclusive a realização de inúmeras conferências em Universidades e ONGS, que possuo em meu poder, sendo que algumas já foram até colocadas no YOUTUBE pois que tem de ser extraídas das velhas tecnologias antigas e repassadas para novo meio, pois possuem, estes arquivos eletrônicos,  extensões, e características incompatíveis com os modernos softs, dificultando a passagem e conversão dos mesmos também em razão de sua grande extensão temporal, pois minhas conferências, às vezes, ultrapassam mais de 3 horas em que eu não paro de falar!!! Como aquela conferência que fiz na CIVIS, comandada pelo Roberto Lindemann, antigo CEO da Luquissinger Madorin, ou Adubos Trevo, daqui do Rio Grande do Sul, que foi negociada, posteriormente para um Grupo Norueguês por 35 milhões de dólares. Dos arquivos dos jornais tenho cópias fidedignas como também estão arquivados nos jornais citados, principalmente o Guerra das Moedas publicado no Jornal do Comércio tendo sido juntados tanto no processo administrativo como no processo judicial através de fac-símiles eletrônicos. Alguns destes artigos foram editados e reproduzidos em meu livro O Projeto Democrático que foi editado e publicado em 2002, cinco anos antes do chinês ter plagiado o nome e a teoria!! Assim é que escrevendo como Keynes ou como Triffin, não captando, como um mero artifício da pressão de um dedo,sob um botão obturador,  pegando um ângulo ou tendo o sentimento de sentir as perpectivas das sombras e as luzes, mas com um trabalho estafante de leitura diuturna e intensiva, dos clássicos somados a uma pesquisa diuturna das oscilações monetárias dos estados nacionais e suas interações e resultantes é que cheguei, naquela época a dizer e caracterizar este processo de ciência política econômica que intitulei, eu, pela primeira vez no mundo, Guerra das Moedas..
Os fotógrafos, tanto o do Raising the Flag na IwoJima, Joe Rosenthal, como UT, da menina nua Kin Phuc, que sofreu queimaduras de napalm no Vietnã, ambos vivem a glória de seus direitos sendo que o último ganhou o Prêmio Pulitzer. John Maynar Keynes, Robert Triffin, por seus acertos e mesmo Robert Mundell, prêmio Nobel de Economia, em seus erros e a cuja teoria tanto combati e sigo combatendo pois foi ela que causou e está causando a asfixia dos PIGS, na Europa, com uma profunda crise social, como previ em 2007, antes ainda do Chines e Inglês plagiadores, todos estes autores gozam de suas glórias, no entanto, eu, professor brasileirinho, pouco cosmopolita, que passei a minha infância lá no Alegrete dosificando ovelha em brete, professor de duas faculdades de Direito no meridiano provinciano do Brasil, sem ser filho de doutor, sem padrinho, sem ser filho de professor de nenhuma Universidade e não fazendo parte de tradição de minha família que é do campo e simples, não posso gozar de meus direitos, nem da glória de o ter feito, mesmo que meu ato ultrapasse a simples inflexão de um dedo sobre um obturador que acione um diafragma de uma máquina fotográfica ou de uma câmara de filmes!!! Eu, professor brasileirinho, com os artigos publicados e estampados nos jornais, colocados em minha página da Internet, que COINCIDENTEMENTE “caiu do ar” justamente quando entrei com a ação Administrativa contra o governo federal que usou, a partir de outubro de 2010, o nome e o conceito para tomar uma série de providências que fez na economia, como, sabendo o que está acontecendo, poder baixar a Selic, aumentar o meio circulante, aumentar ou diminuir os depósitos compulsórios dos bancos, crédito ou não ( o aumento em demasia foi combatido por mim como doping econômico eleitoral!!) Site que caiu do ar COINCIDENTEMENTE quando indignado compareci no Jornal do Comércio dando ciência ao jornalista Fernando Albrech, matéria que foi publicada em sua coluna com o título OS DIREITOS DO PROFESSOR!!! COINCIDENTEMENTE meu site saiu do ar na Faculdade de Direito da UFRGS sem explicações plausíveis para tal. Montei este site que é em cima da plataforma da WordPress reproduzindo o site da UFRGS como estava pois o tinha salvo em um drive independente que tenho prevendo este tipo de acontecimento. Da mesma forma também, alguns deles, foram publicado em minha obra O Projeto Democrático que já é, em 2002, uma crítica exacerbada das distorções na Democracia que foram acusadas pela Voz das Ruas e do Estalido das Praças no Brasil de junho e julho de 2013!!!. Ironicamente no Brasil, que é o país e o estado onde deveria viger uma “plena DEMOCRACIA!!”, é aqui, infelizmente, em nossa Pátria, que feudalmente impera a lei do “MANDA QUEM PODE E OBEDECE QUEM PRECISA” necessitando eu, pelear em JUÍZO POR MEUS DIREITOS, porque sou aqui até mesmo RIDICULARIZADO COMO 171, como tivesse simplesmente juntado AS PALAVRAS GUERRA E DAS MOEDAS e através desta JUNÇÃO TER ME APROPRIADO DA LÍNGUA PORTUGUESA, QUE É PÚBLICA, e SOCIAL!! Falta de cultura e falta de leitura é incrível!! Porque não acusam Lord Keynes de ter furtado o termo INFLAÇÃO para em se apropriando da língua inglesa ser o titular de sua teoria!!! Porque da mesma forma não acusam Robert Triffin de ter usado paradoxo e Triffin, para descrever um processo comezinho e elementar que todos sabem HOJE!!! Simplesmente por que estas pessoas tiveram a ventura de viver entre pessoas esclarecidas e eu tenho a desventura de viver num país que enterrou vivo o jurista Teixeira de Freitas como enterra vivo seu grande poeta Luiz de Miranda! Consolar-se com o reconhecimento dos pósteros será o prêmio amargo de todo o esquecido onde “em terra de cego quem tem um olho é rei!”  O problema do Brasil é esta falta de visão que decorre da deserção da sapiência!!! “Ne sutor ultra crepidam”!!!!! Pelo menos, com relação ao conceito HABEAS MÍDIA, que também criei em 1998, e levei a Lomas de Zamora, através de uma tese lá apresentada (antes foi escrito no mesmo jornal Gazeta Mercantil para depois se transformar em tese) achei pela frente um desembargador Federal, o Dr. Newton de Lucca, probo, honesto e idôneo, que, em razão de seu destaque como homem culto e em face da proeminência de seu cargo, que brasileiro valoriza e aprova, prontamente, além de ressuscitar meu conceito Habeas Mídia que dormia no escaninho eletrônico de meu site, desde 1998 também, me atribuiu os créditos pela criação do instituto, de lege ferenda, Habeas Mídia!!! Meu governo, o federal, utilizou-se de minha criação GUERRA DAS MOEDAS – que estava publicamente ofertado no site da Faculdade de Direito – foi a OMC foi ao G20, e não disse um aí, não mencionando a autoria do mesmo artigo, havendo, inclusive, na internet, alguns que digam que foi o Ministro Guido Mantega que teria criado o conceito!!! Prove Ministro, que foi ele que criou!!! Aqui neste país tudo é invertido e é por isto que os jovens estão nas ruas!!!! Como não havia nenhum livro na época que aventasse a possibilidade da múltipla desvalorização cambial (social, tributária e energética) para potencializar as vantagens comparativas, os EUA, o Brasil e a Argentina estabeleceram o sistema que detonou o Brasil e a Argentina, ficando os EUA, em situação precária até os momentos de hoje, conseguindo lentamente emergir através de “estímulos monetários” (Guerra das Moedas como descrevi) para potencializar suas condições econômicas de sobrevivência. No entanto FHC e o seu Brasil e Menen e sua Argentina, por não saberem ou não terem consciência do conceito Guerra das Moedas operaram em erros econômicos que endividaram profundamente suas nações. O governo atual, Dilma, Mantega & Tombini, conscientes do processo e do fenômeno Guerra das Moedas, em 2010, 12 anos após a descoberta e nominação do fenômeno, partiram para os “estímulos monetários” necessários, só que inverteram em demasia o “cavalo de pau” prelecionado por Lula e seu Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu, causando o que cognominei de Doping Político\Econômico, exagerando demais nos estímulos endógenos o que causou o processo de inflação atual e um princípio de paradoxo que é a impossibilidade de inversão do caminho, seja, praticaram a política de invadir o território inimigo destruindo as pontes que ficavam a retaguarda impossibilitando a eventualidade de uma batida em retirada!!! É a situação em que nos encontramos agravada pelo processo de desvalorização das demais moedas fortes como o Euro, o Yen que desvalorizou no mês passado 50% sua moeda e cujo Banco Central já prevê para o próximo ano mais 50% de desvalorização, frente ao dólar, da mesma forma o peso argentino e o bolívar venezuelano, o que causa uma processo exógeno, no meio internacional, de ampla desvalorização cambial pois as demais nações ultrapassam em rapidez as desvalorizações do dólar,  aliando-se, este processo externo,  ao processo interno causado pela expansão em 50% da base monetária(que causaria um processo de desvalorização do real em 50% mas que está sendo mantido, agora muito mal, monitorado o dólar através de swaps reversos que literalmente sujam o câmbio ao redor de 2,25 acima ou abaixo), a um processo de inflação concomitante ao um processo de estagnação ao que os doutos intitulam estagflação (estagnação + inflação). Eis a análise do furo da bala nacional e da minha natural insignificância perante tudo com minha teoria que lê e explica e possibilita saídas, mas que, por interesses políticos eleitorais e políticas de governo, que não são de Estado e por isto políticas permanentes, fazem com que a nação naufrague e sucumba sobre um processo inflacionário que dá o começo ou estarter para a eclosão de um novo processo sociológico que é a Primavera das Ruas. A mudança de parâmetros causada pelo Eu no Entre Si ( como explica Pierre Levy em sua obra), através das redes cria a imantação de um Eu coletivo e horizontalizado nas Redes da Internet, contestando o processo de governo através das Internet que sai, gradativamente e toma conta das ruas nas suas praças Tahrir de todas as Capitais e dos Interiores deste novo Brasil!!! Tudo como fui prevendo gradativamente ao longo de meus artigos publicados na Infosfera sobre o assunto. Lembro-me, há anos, quando estava na Argentina, em conferências e que tentei advertir meus amigos argentinos à respeito de meu conceito e da operacionalidade do mesmo e seus desdobramentos com relação ao Plano Austral. Eles, sem exceção olhavam-se aparvalhados, sem entender o que eu dizia, (ou frustrados ante o processo de desilusão que forjava a morte do sonho que não queriam parar de viver, seja, que o peso, e nós aqui no Brasil, tivéssemos uma moeda com o valor igual ao dólar!!!) com uma raiva incipiente que, com receio de perder todos os meus amigos argentinos, poupei-me de seguir prelecionando o que aconteceria por que simplesmente, na época ninguém entendia do que eu falava. Os seres humanos são todos especialistas. Entendem de poucas coisas e com especialidades. Nunca leram o Jogo dos Avelórios (Ou Jogo das Contas de Vidro) de Herman Hesse que cria, através do Princípio da Analogia (Júlio Cézar, além de escrever De Bellum Gallico, escreveu um livro sobre a Analogia que perdeu-se na noite dos séculos) a intercambiação e inter-relacionamento entre assuntos pretensamente díspares, traçando um processo analógico, que aproxima as mesmas essências frente a disparidade aparente das diferenças imediatas!! Eu sempre fui um GENERALISTA por inclusive iniciar minha carreira lecionando DIREITO CONSTITUCIONAL E CIÊNCIA POLÍTICA que são generalidades sobre o DIREITO E AS DEMAIS CIÊNCIAS que tratam do Estado. Eu, tanto na PUC como na UFRGS, ou por carência de professores ou por que ajuizei Impeachments em demasia, fui obrigado a lecionar, além de minha área tradicional e costumeira, Direito Constitucional e Ciência Política (Teoria Geral do Estado), as matérias de Instituições de Direito, Instituições de Direito Privado e Comercial, Direito Agrário, Teoria Geral do Direito Civil, Direito das Obrigações, Direito Comercial I, Direito das Sucessões, Legislação de Seguros, História do Direito, Introdução à Ciência do Direito II, Direito Administrativo II, Relações Internacionais, além de dar conferências sobre o Mercosul, entes Multilaterais e Globalizaçao, tendo publicado livro sobre Direito Internacional Público, Treaty Making Power, lecionando originalmente Direito Constitucional I, Direito Constitucional II e Direito Constitucional III. Foi exatamente esta grande flexibilização interdisciplinar aliada a uma cultura geral que não menospreza os dados e informações vindos de que área forem, que me deram possibilidades de estudar, pesquisar e teorizar, mediante estas observações, a Teoria Guerra das Moedas que faz a leitura histórica de um processo macro-econômico político e jurídico de mais de 15 anos possibilitando um ferramental que aparelha os administradores a tomarem as providências monetárias endógenas para sofrear este processo que já se faz de forma disseminada pelas economias de todas as nações mais adiantadas indo mais além prelecionando a existência de uma moeda internacional e de um direito à moeda. Em 1998, quando se iniciou o processo, ninguém sabia e ninguém tinha a apreensão total da significância e abrangência deste fenômeno, submetendo, suas nações, a um processo de espoliação e bancarrota no sistema Internacional, simplesmente por ausência de uma ferramental teorético que explicasse as interações internacionais e condicionamentos monetários próprios da moeda nacional frente a este processo Guerra das Moedas como um todo.