A PENA É BREVE, A DOR É ETERNA Dr. Alexandre Soares Contessa

Em solidariedade à família enlutata e a todas as famílias brasileiras que perderam filhos nesta guerra molecular interna fratricida em que estamos envolvidos. No Brasil morrem 55.000 pessoas assassinadas por ano e pagamos o PIB do Rio Grande do Sul de juros da dívida pública sem quitar o principal. Os Estados Unidos da América, em cinco (5) anos de guerra do Vietnã perdaram 55.000 soldados e gastaram 250 bilhões de dólares. Nós perdemos o mesmo que os americanos em vidas e capital, anualmente, sendo que a PARDIDOCRACIA que domina o regime da DEMOCRATURA dissimula dados e os varre para baixo do tapete. As políticas são de governo simplesmente para ganhar eleições sendo que não há política de Estado que nos retire desta guerra fratricida em que, da mesma forma, além dos milhares de mortes temos a destruição da ordem jurídica, da nossa infra-estrutura de educação, saúde e segurança, infraestrutura viária, portuária e de aeroportos, enfim o sucateamento total do Estado com o sacrifício da Sociedade Civil. DE UM EXCESSO, A DITADURA, PASSAMOS PARA UM EXCESSO AINDA MAIOR, A COMPLASCÊNCIA, A ANARQUIA, A INÉRCIA, A CONDESCENDÊNCIA QUE RESUMEM UMA SOCIEDADE DOENTE NUM PROCESSO DE FALÊNCIA. O SURGIMENTO DE JURISTAS DESCONECTADOS DA REALIDADE, COM O SEU GARANTISMO EXACERBADO, COOPERA AINDA MAIS PARA O PROCESSO DE COLAPSO DA LEI, DA ORDEM E DO ESTADO DE DIREITO. DEVEMOS CONSTRUIR UM MEIO TERMO ENTRE OS EXCESSOS DA DITATURA E OS EXCESSOS DA DEMOCRATURA. UM MEIO TERMO QUE SEJA AQUELE DA NASCENTE DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA ONDE A DEMAGOGIA, O POPULISMO E A DESFAÇATEZ NÃO SUBSTITUAM O BOM SENSO, A MORALIDADE E O PRÓPRIO IMPÉRIO DA LEI. DEMOCRACIA! SIM. MAS COM CONTROLE DAS MAIORIAS PELOS MECANISMOS CONSTITUCIONAIS. NUM REGIME QUE QUER CASTRAR O MINISTÉRIO PÚBLICO, QUE SUCATEIA A FORÇA CIVIL E MILITAR POLICIAL. QUE PERMITE QUE, APÓS A DITADURA, NENHUM PRESÍDIO FOSSE CONSTRUÍDO E QUE AS MASMORRAS E OS CADAFALSOS MEDIEVAIS FIZESSEM SEU IMPÉRIO NÃO TEM AUTORIDADE MORAL PARA DEFENDER DIREITOS HUMANOS UTÓPICOS E IRREAIS ENQUANTO AS VÍTIMAS SÃO SENTENCIADAS POR SEUS ALGOZES SEM DIREITO A CONTRADITÓRIO, SEM DIREITO A ADVOGADO NEM JUÍZES. DEVEMOS FORTIFICAR AS PENAS PARA DAR E RECRIAR A BILATERALIDADE PERDIDA DO DIREITO!! ASSIM EM APOIO TOTAL AO PAI E A MÃE DA MENINA ASSASSINADA, EU, COMO PROFESSOR DE DIREITO HÁ MAIS DE 28 ANOS SUBSCREVO PROFUNDAMENTE EMOCIONADO E SENSIBILIZADO ESTE PROTESTO QUE É UM VERDADEIRO LIBELO CONTRA A FALTA DE PROVIDÊNCIAS DAQUELES QUE SE DIZEM “AUTORIDADES’ NO ATUAL SISTEMA VIGENTE. CONSTITUINTE JÁ SEM A PARTICIPAÇÃO DA PARTIDOCRACIA QUE É UMA VERDADEIRA MÁFIA QUE HA MAIS DE 20 ANOS EMPULHA O POVO SAQUEANDO-O EM PROVEITO PRÓPRIO. ASSINO EM BAIXO DESTE LIBELO ACUSATÓRIO EM NOME E EM LEMBRANÇA DE MAIS UMA VÍTIMA A QUERIDA ACADÊMICA DE ODONTOLOGIA LAUANE CUSTÓDIO LUCAS ASSASSINADA TERRIVELMENTE EM 11.03.2013. ASSIM REFIRO O TEXTO ESCRITO PELO PAI,( ZERO HORA DE 26.03.2013, PÁG. 15 – OPINIÃO) E COLEGA, O QUAL SUBSCREVO INTEGRALMENTE:
http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/2013/03/26/artigo-4/?topo=13,1,1,,,13/feed/atom/feed/feed/atom/feed/feed/fed/feed/atom/feed/atom/feed/atom/feed/feed/feed/atom/feed/atom/feed/feed/feed/feed/atom/feed/feed/

O DÓLAR E O PARADOXO BELLUZZO

O DÓLAR E O PARADOXO BELLUZZO
A informação de economia mais relevante de hoje, 22.03.2013, ZH – Economia – fls.24 – é que Luiz Gonzaga Belluzzo, um dos maiores ícones do pensamento econômico brasileiro, conforme o noticiário, preleciona um “equilíbrio que exige um dólar mais alto.” Conforme o informe ele “disse que a cotação da moeda americana deveria ficar entre R$2,40 e C$2,50… satisfazendo a necessidade …de encarecer o dólar para dar equilíbrio ao tripé câmbio-juro-inflação…pois não há hipótese de recuperar a indústria brasileira e trazer investimento com um real valorizado…afirmou o economista da UNICAMP após participar de seminário na Fundação de Economia e Estatística.” Continuando o informe diz que…”Belluzzo reconheceu que um dólar em C$2,40 não agradaria a alguns setores da economia, mas entende que o governo deve perseguir este patamar na base da “tentativa e erro” até encontrar o ponto. Caso contrário, a economia brasileira continuará sendo invadida por produtos da China, que tem um excedente de produção, acrescentou.” Também entende que a disparada do dólar apertaria a inflação, já acima do centro de meta nos últimos 12 meses. O antídoto, conforme Belluzzo, seria aumentar o juro e desacelerar o setor de serviços, cujos preços vêm aumentando acima da inflação nos últimos anos.” Pensando à respeito da proposta do eminente economista e falando com meus botões passei a ponderar sobre os seguintes pontos:
1 – Concordo com o mesmo que o aumento do dólar, com a consequente desvalorização do real, protegeria momentaneamente a indústria brasileira que perde competitividade face a concorrência chinesa que traz embutida o dumping monetário e o dumping social; (O governo se quisesse fazer isto era só não monitorar o câmbio com swaps e em dois toques o câmbio do dólar apreciaria, sendo que, quando chegasse em 2,50, como quer Belluzzo, o governo teria de monitorar novamente, como tem feito pois senão o dólar iria a mais ou menos 4,50, se não houvesse monitoramento em face das providências anteriores tomadas por Dilma, Mantega e Tombini, seja, aumento da base monetária em 50% de maio a outubro de 2012, queda dos juros, aumento laxativo da oferta de crédito, etc…)
2 – Concordo, também, que o aumento dos juros afetaria o setor de serviços, que conforme outro artigo, também expressei esta opinião de que está potencializado e é causa de boa parte do índice inflacionário;
No entanto creio que os efeitos que o eminente economista preleciona poderiam se efetuar num curtíssimo espaço de tempo sendo que no médio e longo prazo, no meu entender, os efeitos seriam piores tanto para a inflação, como para a competitividade das mercadorias manufaturadas pela nossa indústria. Explico:
1 – A desvalorização do real, num primeiro momento, faria com que o Agronegócio que vive um boom no Brasil, com crescimento do tamanho chinês, de mais de 16%, tivesse sua performance ainda mais incrementada, pois por outro lado a exportação das commodities agrárias, seja em grãos, folhas, carne, etc, com o consequente barateamento destas commodities com acesso ao mercado externo, em razão de sua desvalorização e barateamento em dólar, faria com que ocorresse um incremento inaudito da exportação, o que redundaria numa entrada de uma injeção maior no Balanço de Pagamentos, que está no vermelho, desde o começo do ano em mais de 5 bilhões de dólares negativos, anulando, de certa forma, a apreciação do dólar de forma endógena e causando, por outro lado um processo muito mais grave que seria a escassez interna destes produtos para abastecimento do mercado de consumidores com a pressão instantânea sobre os preços que estimularia o processo inflacionário violentamente dando o início para a busca, pelos trabalhadores, de pressões sociais em busca da correção salarial, que se houvesse, como já está projetada através de gatilho anual – decreto da Dilma – em todo o mês de janeiro, coroando como efeito final que levaria a uma diminuição da mais valia contida nas mercadorias manufaturadas e industrializadas em razão do aumento do custo social laboral embutido nas mercadorias manufaturadas. Além deste fator, outro mais teratológico da medida alvitrada levaria a transferência para o exterior, em percentual equivalente a desvalorização do dólar, seja alíquota percentual multiplicada pelo volume de incremento e rebaixamento de preços, da riqueza nacional, que refletiria em seu índice o volume de desvalorização na proporcionalidade dos volumes vendidos e na proporcionalidade – bis em idem – da desvalorização do dólar, tungando os produtores nacionais do agronegócio através de uma transferência momentânea de riquezas, de um setor para outro, no curto e no largo prazo, sem nenhuma serventia pois, logo, logo, mais adiante, estaria a indústria novamente imprensada entre o dólar, o custo Brasil (gargalo da infraestrutura, tributário, burocracias, custo laboral social, e monetário – guerra das moedas);
2 – Concordo com Belluzzo, com relação ao juro e seu incremento, mas tenho a ponderar, em contrapartida, que o governo baixou o juro de forma exagerada de uma hora para outra e abriu as comportas do crédito assim, se inverter os comandos de forma rápida vai incrementar, em realidade, é um processo de falências, insolvências e concordatas. Assim é, que como falei, estamos em paradoxos e saímos de um paradoxo e entramos noutro. A única saída é ir subindo o juro para os patamares do início do governo Lula, do “cavalo de pau” mas com uma sintonia fina muito lenta para não causar nenhum estress na economia. O que levou 1 ano para chegar a 7 alguma coisa da Selic tem de ser feito em 2 anos para se chegar aos patamares anteriores de dois dígitos monitorando o comportamento da economia. Mas isto também nos levaria a um processo de estagflação!!!!
3 – A China, ou melhor dizendo, o capital oligopolista mundial e globalizado que está no útero da China e com suas vantagens comparativas ataca o mundo, Europa, Américas, etc, deve ser levada a OMC, a OIT, para que cesse seus ataques com dumpings monetários, sociais e mecanismos capciosos comerciais, para que cesse a crise no mundo. Agora eu quero ver é quem é que vai colocar o guizo no rabo do gato, ou seja, dizer aos chineses que eles tem de fazer isto ou aquilo e relativizar com o peso do planeta a soberania chinesa que não vê limite para nada!!!!

PRÉ-SAL E SEUS ROYALTIES E A SUA INCOSTITUCIONALIDADE!!!!

A INCONSTITUCIONALIDADE DA DIVISÃO DOS ROYALTIES DO PRÉ-SAL
Os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, logo após a derrubada do veto da Presidente Dilma pelo Congresso, entraram com uma ADIN perante o STF pugnando pela declaração de inconstitucionalidade da deliberação congressual. Esta foi a tese que defendi quando de minha conferência proferida perante o auditório lotado da Faculdade de Direito da PUCRS, palestra devidamente organizada pelo Diretório Acadêmico Maurício Cardoso e realizado no dia 06.04.2011 no auditório central do prédio 11 da Faculdade de Direito . –
Ali deveriam comparecer outros conferencistas para estabelecer um debate profícuo ao esclarecimento da temática perante o auditório de acadêmicos da Faculdade de Direito, sedentos por novos conhecimentos. Foram convidados os Deputados Henrique Fontana, líder da maioria e do PT, na Câmara dos Deputados. O Deputado Ibsen Pinheiro, autor da emenda favorável à divisão e revogação do Pacto Federativo e da cláusula pétrea constitucional e o Secretário de Estado Afonso Antunes da Motta. Nenhuma das autoridades convidadas compareceu e eu, como professor e mero debatedor, ocupei a tribuna solitariamente promovido pela ausência de contendores. Defendi exatamente a tese que está sendo levada ao Supremo Tribunal pelos estados do Rio e do Espírito Santo, de forma semelhante à tese esposada pelo ilustre constitucionalista Luis Roberto Barroso . A federação e, por conseguinte o Pacto Federativo instituído pelo Poder Constituinte Originário, como queria Joseph Emmanuel Siéyès ou ainda a Competência das Competências, como queria Georg Jellinek ou ainda a Grund Norm, como queria Hans Kelsen. Cariocas e Capixabas, aprendem no “próprio couro”, como se diz aqui no Rio Grande, que a Teoria Geral do Direito Constitucional e o próprio conceito de Constituição, aqui no Brasil da Constituição de 1988, foram abastardados, completamente banalizados. A Constituição e sua Supremacia são um simulacro de um mero papel em branco em que o Congresso Nacional, como o fez agora e em ocasiões históricas anteriores escreve o que for de sua vontade circunstancial em consonância com sua maioria de ocasião. Com Fernando Henrique no poder e o PSDB no manche destruiu o bloco de constitucionalidade nacional que não permitia a reeleição para os executivos. O crime foi confesso e devidamente registrado em artigo histórico pelo Deputado Michel Temer, líder da maioria na ocasião e, ironicamente, professor de Direito Constitucional na USP!!! A confissão foi publicada na Folha de São Paulo em 02.11.1997 sob o título “Revisão Constitucional? Constituinte? . Assim é que desde esta época o Congresso Nacional se autopromoveu, de PODER CONSTITUÍDO, além disto, também PODER CONSTITUINTE PERPÉTUO ou uma verdadeira DITADURA CIVIL da maioria ocasional que lá se encontre. O que leva a isto é a dissolvência partidária ocasionada pelo regime de Ballottage ou Duplo Turno Francês, instituído para o bem, na Constituição de 1988, que ocasiona o derretimento e a morte das ideologias e dos programas partidários através das coligações aliado ao sistema de maiorias que dão a governabilidade ao Executivo. Assim é que o sistema constitucional brasileiro sofre de uma psicose maníaco depressiva ou bipolaridade leniente já identificado, em termos gerais, por Jurguem Habermas, quando diz em sua obra máxima que hoje “o estado nacional aderna para a esquerda e para a direita, Liberalismo ou Socialismo, como se fosse uma nave cuja carga de líquidos ou grãos não possuem containers adernando totalmente para um lado ou outro ao sabor das ondas e impactos econômicos da globalização e suas crises cíclicas…” (versão livre do autor). Assim vamos sobre os governos dos antípodas, no discurso, PT e PSDB, mas gêmeos e irmãos siameses, com a governabilidade dada pelo partido fiel de balança, o PMDB que só permite um script na sua aquiescência para a governabilidade. A Nova República, sob a constituição de 1988, depois da queda emblemática do muro de Berlin e a morte da Guerra Fria e da bi-polaridade URSS\USA que foi substituída pela Multipolaridade Tripolar da Globalização (EUROPA\USA\ÁSIA\CEI), vem cooperando para o desmonte do regime do Constitucionalismo Social aluindo paulatinamente a parte principiológica da Constituição que funcionaria como um Colimador ou Constituição Dirigente, mantendo no tempo o modelo social democrata de equilíbrio entre o capital e o trabalho através da doutrina do desenvolvimentismo herdada do tenentismo do cedo, Getúlio Vargas e do tenentismo do tarde, os regimes militares que não mexeram uma vírgula no sistema varguista. A constituição de 1988 seria a cúspide do aperfeiçoamento social democrático do bloco de constitucionalidade histórico anterior com um ganho maior: O estabelecimento do ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. O Regime do Constitucionalismo Liberal ou regime Capitalista ortodoxo não deu guarida ao Socialismo e já o deletou da história banindo-o definitivamente pois cooptou a China comunista que num misto de ditadura maoísta eclética com o mais atrasado capitalismo que explora seu povo e retira a mais valia de seu trabalho tendo alta competitividade nos mercados. Da mesma forma a Rússia e os países da CEI adotam este sistema eclético sendo que a Rússia, que faz parte dos Brics detém mais de 500 bilhões de suas reservas em dólares!!! Restam assim, como inimigos do capitalismo, em escala descendente, a Social Democracia que está acossada pela Guerra das Moedas, conceito que criei em 1998 e que faz com que os PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) fiquem encerrados sob a ditadura monetária do euro sob o pálio da Alemanha, 4º Reich aliada à França. Não só na Europa mas também nas Américas vemos as constituições sociais e seus direitos serem esmaecidos e seus regimes destruídos paulatinamente. A aprovação da emenda do pré-sal mostra o regime de falência do atual sistema político brasileiro, que para mim está nos seus últimos estertores em face dos paradoxos que cria. Enveredamos agora, nós que não temos consenso nem força de governo para discutir a dívida nacional, dos municípios, dos estados e da União, esta em mais de 2 trilhões de reais ou 1 trilhão de dólares ao câmbio de hoje. Não discutimos a guerra interna molecular e sua violência que ceifa anualmente mais de 55.000 pessoas mortas e assassinadas pelo crime organizado que nos colocam em nível das maiores guerras do século passado. Os Estados Unidos da América perderam no Vietnã 55.000 homens em cinco anos de guerra. Nós perdemos o número de 55000 pessoas assassinadas no espaço mínimo de um ano. Os Estados Unidos gastaram na guerra do Vietnã, no espaço de 5 anos, 250 bilhões de dólares. Nós no Brasil gastamos a quantia equivalente ao PIB no Rio Grande do Sul, que é 11% do PIB do Brasil, mais ou menos 150 bilhões de dólares, por ano, SÓ PARA PAGAR OS JUROS DA DÍVIDA E SEM QUITAR O PRINCIPAL QUE SEGUE CRESCENDO. É um Vietnã por ano o que dispendemos em vidas e valores de juros pagos que não quitam o principal que segue a crescer. Este é o verdadeiro DESABAR não só DA LEI, mas DA GOVERNABILIDADE, que nos leva nesta rampa, nesta descida inevitável para a catástrofe em que a PARTIDOCRACIA VAI DISSIMULANDO E COMO MÁFIA vai ocupando o espaço com cargos visando ao seu mecanismo de simplesmente GANHAR A PRÓXIMA ELEIÇÃO E O PODER sem ter nenhum planejamento para o BRASIL do futuro e direcionado para sua população. Os fins de Governo ficam aquém e passam ao largo dos fins de Estado. Gastam bilhões com o proselitismo político alimentando a Imprensa com publicações e comprando o seu beneplácito enquanto a CONSTITUIÇÃO, a SAÚDE, A EDUCAÇÃO, A SAÚDE, A SEGURANÇA E A INFRA-ESTRUTURA DE ESTRADAS, PORTOS E AEROPORTOS são cada vez mais sucateadas e relativizadas. Estabelecem um regime odiento de tráfico de influencia visível e legalizado indicando magistrados e conselheiros para as Cortes Superioras e os Tribunais de Contas obtendo assim o respaldo jurídico para seus desvios políticos!!!! É o regime da dissolvência em que maiorias escudadas no discurso democrático desdenham das garantias da lei e dos institutos mais caros ao Direito Constitucional que devem submeter esta mesma maioria sob pena de não termos nem Democracia nem Constituição nem Estado Democrático de Direito. A fase atual da abertura do pré-sal, desmontando o Pacto Federativo Nacional, cláusula pétrea, é a confissão expressa que é melhor perder critérios apunhalando a Constituição mais uma vez do que tomar medidas reais para brecar o endividamento dos estados, dos municípios e da União!!! Entramos agora na fase tipo Venezuelana Chavista ou de alguns emirados e países árabes que vivem do extrativismo. Voltamos a faze colonial e feudal extrativista em que Portugal e Espanha simplesmente através de ciclos extrativistas do pau-brasil, do ouro, do diamante, do açúcar, e recentemente do café, simplesmente viviam da extração das riquezas sem trabalhar. É o texto e é a palavra de Jean Bodin que revigora e redescoberta através de seu eterno opúsculo “Resposta ao Paradoxo de Monsier Malestroit Neste opúsculo, Bodin que criou ao teoria da Soberania pela primeira vez nos “Seis Livros da República” aborda, de forma diferenciada a temática do porque Portugal e Espanha destruíram suas industrias e o trabalho de suas metrópoles no continente através do sistema extrativista. Ninguém mais trabalhava e ia a procura de ouro ou pedras preciosas sendo que esta riqueza destruiu a riqueza da indústria portuguesa e espanhola e construiu a potencialização da indústria inglesa e francesa, que em troca destas riquezas, pelo que não conseguiam através de seus piratas, compravam e trocavam por suas mercadorias e manufaturas produzidas pelo trabalho de suas sociedades civis que desenvolveram-se através deste processo que estimulou inclusive o próprio fenômeno da revolução industrial . Pois nós brasileiros, por não termos consenso interno que sedimente uma vontade monolítica a fim de enfrentar os problemas do Brasil, como a dívida interna e externa, a governabilidade, os gargalos da infra-estrutura sucateada, a regularização e a burocracia exacerbada junto com a usura desmedida, pois mesmo com juros e Selic baixa ainda temos a taxa de juros mais usurária do planeta aliada ainda a cobrança sedenta de impostos mais ensandecida do planeta a troca de serviços de saúde, educação e segurança com níveis subsaarianos e africanos!!! De paradoxo em paradoxo o regime da Constituição de 1988 ou o que sobrou dela, a desfaçatez, o abastardamento e a banalização da imagem da autoridade, da imagem dos políticos que são vistos como corruptos de forma disseminada e generalizada ante a população levam, com a perda do respeito substancial inerente a qualquer regime, levam repito, aos últimos estertores e ao canto de cisne de um regime que está para acabar. Necessitamos de uma constituinte exclusiva e da cidadania e não das máfias partidárias que fazem parte da PARTIDOCRACIA e que eternizam-se dissimulando problemas como pratica eleitoreira de sua demagogia e populismo que corrompe o Princípio Republicano, a Democracia e mata a Constituição. Quosque Tandem Catilina Abutere patientia mostra!!! Até quando abusarás de nossa paciência bradava Cícero em suas catilinárias. Com esta expressão começa a primeira catilinária contra o ditador Catilina que queria assassinar a democracia romana com seu discurso populista e demagógico iludindo as massas e comprando o seu voto como o fazem com os bolsa isto bolsa aquilo!!! A social democracia é o regime que escolhi como o melhor, como signo de uma mesotes Aristotélica ou meio termo colocado no aforismo “in medio stat virtus” ou “no meio está a virtude”. Ela não está nos excessos está sim no meio termo e é como Getúlio Vargas dizia “somos a meia estação entre o capitalismo e o socialismo”. Os vetores de mérito são bons no liberalismo e no capitalismo mas não devemos cultivá-los em excesso assim como a igualdade e o respeito ao interesse público e coletivo, vetores do socialismo e do comunismo, também são importantes e devem ser valorizados sem serem exagerados. Tudo deve ser tomado em doses homeopáticas para se criar um regime que aproveita tanto da Liberdade como da Igualdade, através da Fraternidade e da Tolerância recíproca entre os opostos. Aqui no Brasil perdemos a pista e adernamos para um ou outro lado “como uma pandorga sem rabo” oscilando entre as áreas públicas e privadas soterrados pelo populismo, a demagogia que cria e superdimensiona a regulação e as exigências da cidadania perante o estado nacional que ultrapassa o seu tamanho ideal e passa a invadir a zona de franquias e liberdades da sociedade civil.

TÚLIO MILMAN E A DEMOCRACIA

DEFINIÇÃO DE DEMOCRACIA POR TÚLIO MILMAN
(EU ASSINO EM BAIXO – SÉRGIO BORJA)
“Democracia se faz com instituições fortes, independentes, combativas. Judiciário, Parlamento, Imprensa, Ministério Público, Defensoria, Partidos Políticos. Todos com letras maiúsculas. Projetos de poder alicerçados em semideuses são apenas atestados de incompetência e de atraso.”
Túlio Milman – Informe Especial (ZH – sábado 9 de março de 2013)
Eu, humildemente acresceria a perfeição da definição: Auxiliados e fiscalizados por cidadania consciente e ativa sob o pálio de uma Constituição respeitada e com letra maiúscula!
Prof. Sérgio Borja

RENAN CALHEIROS, CORRUPÇÃO E A DITADURA CIVIL!!

RENAN CALHEIROS, CORRUPÇÃO E A DITADURA CIVIL.

É muito fácil raciocinar com isenção. Difícil é manter a verdadeira aparência de isenção quando a temática abordada é polêmica e mais do que isto paradoxal. Sim, o problema Renan Calheiros, na Presidência do Senado é paradoxal. Ele é um sujeito que pelas qualidades morais, ao menos pelo que lhe é imputado (pois ainda não há trânsito em julgado), não deveria estar no lugar que está, pela visão que se alastra pelos círculos sociais da Internet e transborda pelas manifestações das ruas noticiadas pelos jornais. No entanto há um problema sério a sopesar, qual seja, aquele de que mesmo de que lhe sejam imputados crimes e atribuída uma condição de moralidade não condizente com o cargo, mesmo assim, em face do paradoxo constitucional da tripartição do poder, não é melhor que se mantenha o mesmo no cargo?!!! Explico. (Eu que luto – IRONICAMENTE – contra a corrupção há anos?!!!) O sistema constitucional brasileiro, para salvaguardar a liberdade e a democracia instituiu em todas as constituições notadamente na de 1988 o sistema de tripartição do poder. A tripartição do poder divide o poder para que ele não se concentre numa pessoa só, numa assembleia, num corpo, etc, pois independentemente de ser individual ou coletiva, a concentração de poder, leva a DITADURA e ao regime ABSOLUTISTA DISCRICIONÁRIO, seja ele monocrático ou coletivo. É dizer, seja ele individual ou mesmo de uma maioria monolítica e acrítica. Constitucionalistas franceses como Henri Lefévre identificaram o inferno constitucional da ilusão da tripartição ou separação dos poderes. É aquele em que há uma interação entre um partido único e as três funções do poder. Este partido estaria no Executivo, no Legislativo e indicaria os juízes e Ministros do Judiciário!!! Temos aí, formalmente, uma separação de poderes mas, material e substancialmente um mesmo poder pois o mesmo partido ocuparia as três funções tendo-se, na verdade, uma ditadura civil, disfarçada ou maquiada. No Brasil, com o voto de ballottage, ou duplo turno francês, que veio para o bem, com as eleições em duplo turno instituídas pela primeira vez e de forma original pela constituição de 1988, temos um fenômeno muito grave no Brasil, pois daí derivou-se o processo das coligações que derretem, dissolvem e matam as ideologias partidárias e seus programas. No Brasil, com a Constituição de 1988 e seu sistema o que sobrou foi um sistema formal, de aparências, multipartidário, mas que na realidade apresenta um sistema dual semelhante ao norte-americano – republicanos e democratas ou semelhante à ditadura militar – ARENA E PMDB, pois temos duas coligações, a que está no poder e a que está na oposição e que alternam-se num sistema maniqueísta, lideradas suas antinomias entre o PSDB e o PT sendo que, tradicionalmente, o fiel de balança ou a governabilidade é dada pelo PMDB. Os alemães tem um adágio que refere a política de forma pejorativa pois eles repetem “que não se deve mostrar ao povo nem como se faz linguiças nem como se faz política!” O povo morreria com ânsia de vômito tal a degradação moral ou a nojeira destes ofícios!! Assim é de convir que dos partidos que temos, mesmo que possam existir alguns escoteiros, vocacionados a santos, a maioria ou grande parte é o que o povo convencionou “santo do pau oco” (No tempo de Brasil Colônia eram nos santos de pau ocos, esculturas, onde se escondiam moedas, jóias e tesouros, não tendo, por isto nada de santidade!!). Ora, mesmo que a Renan Calheiros, não julgado, nem condenado, se lhe atribua tanta imoralidade e cafajestice, não seria de pensar o seguinte: Ele, no senado, é do PMDB e não é do PT. É o único, no senado, de outro partido que conseguiu contrapor a MAIORIA DO PT. Isto é dizer, retirando Renan Calheiros, o PMDB ou outro partido em alternativa ao PT, conseguiria indicar outro candidato não Petista?!! Sim por que, nos protestos que se vê e eu estou entre eles, há o pessoal que é contra a imoralidade, contra a corrupção, contra os cafajestes e a corja, mas que, de forma purista, não calculam ou não raciocinam sobre o “day after” a queda ou substituição de Renan Calheiros. Quem o substituirá será do PT ou aliado “com relações carnais” ou será de um partido não “cooptado”?!!! Temos aí um PARADOXO pois neste VERDADEIRO DILEMA, não desejaríamos ter nem uma nem outra opção, seja: ou a vitória da CORRUPÇÃO OU A VITÓRIA DA DITADURA. Pois se Renan Calheiros fica, conforme o que dizem e o que ululam e acusam, teríamos a Corrupção no Poder. No entanto, se de forma moral, sendo consequentes com nosso ideário de moralidade e o princípio constitucional insculpido no art. 37 da Constituição de 1988, da moralidade, depomos a Renan Calheiros, construímos por outro lado a DITADURA, pois o mesmo partido, que já está no EXECUTIVO, através de DILMA, já estará NO SENADO e também pretende alcançar o Presidente da Câmara dos Deputados, para cassa-lo também como corrupto, como o dizem (embora não tenha sido transitado em julgado, como não transitou para José Dirceu, Genuíno e cia que assumem cargos e se pronunciam sem vergonha alguma!!!). Assim ficamos em trocar o roto pelo amassado entre duas máfias ou uma máfia só!!! Uma máfia só é a DITADURA CIVIL DISFARÇADA, MAQUIADA. Duas máfias no poder, a do PT e a do PMDB, seria ainda, de forma precária, a MANUTENÇÃO DO MÍNIMO DE DEMOCRACIA, pois ela se preservaria pela mútua fiscalização recíproca entre as duas quadrilhas de celerados, conforme apupam as várias claques!! Uma máfia hegemônica que dissemine-se de forma monolítica pelas três funções do poder é a DITADURA CIVIL TOTAL. Duas, três ou quatro máfias, mesmo em ambiente degradado, teríamos ao menos, como ainda temos, a possibilidade de mútuas fiscalizações entre os interesses contrapostos das várias máfias no poder e uma fímbria, exígua ainda, de esperança da manutenção da LIBERDADE, DA DEMOCRACIA E DA REPÚBLICA!! Os americanos, construíram os cheks and controls, que nos chamamos de freios e contrapesos, que é a fiscalização mutua que reciprocamente se estabelece de forma interativa entre os três poderes, supondo, que a natureza humana não é a de anjos, mas de seres humanos mesmo, que só conseguem voar, pois anjos de uma asa só, somente quando se amam e vão unidos pelo pouco tempo da paixão que é cega, pois o longo casamento é um jogo de escaramuças entre o bem e o mal. Sejamos puros e teremos o mal maior. Sejamos um pouco impuros e teremos um mal menor que preservará, pelo menos neste momento da república, a sobrevivência desta parca e tênue democracia que temos. O planalto está de olho vivo, a fim de implementar suas politicas “sociais”, de olho na manutenção desta hegemonia incontrastável, que liga, que imanta, que une, Executivo e Legislativo num bloco monolítico, para se arvorar, com sua demagogia, numa onipotência incontrastável e que será a mesma “democracia” chavista ou kircherista que vemos nos nossos vizinhos. O monopólio de poder no Executivo, com Dilma, e o PT na Câmara e no Senado, enfim no Congresso, levará persistência de indicações de Juízes e Magistrados e Ministros dos Tribunais de Contas, e dos Ministérios, por mais dois anos e mais uma reeleição que fará com que o poder esteja na mão de um único partido por mais de 16 anos. Raciocinar em paradoxo, que é o que a realidade está a vivenciar, cria uma dor profunda na alma, pois na medida que viabilizamos uma coisa relativizamos conceitos muito caros. Como democrata e professor de direito constitucional não vejo nada melhor de que a alternância no poder como forma de manter os princípios republicanos e democratas. Pergunto-me e sei que há pessoas semelhantes a mim na guerra contra a corrupção entre os que protestam de forma inocente? Quantos há que na realidade, misturados como lobos entre os cordeiros, que em realidade são a claque disfarçada, que trabalha na imprensa a serviço, que são cabos eleitorais, devedores de favores, que tem seus empregos e mantém suas empresas a custa de mamar no cofre do governo através de licitações maquiadas e que querem esta forma de “DEMOCRACIA” , seja, a DEMOKRATURA, a mais abjeta e sórdida forma de DITADURA CIVIL, onde uma maioria fisiológica coligada e corrupta no mais alto grau, vende a nação em troca de se manter no poder para adular sua onipotência e seus interesses mais mesquinhos. Portanto, cuidado ao lutar por isto ou por aquilo pois poderemos estar, na nossa luta, cavando a nossa própria masmorra com a perda de nossa preciosa ainda existente mas já bruxuleante e enfraquecida LIBERDADE!!!! Tenho dito!! Quosque tandem Catilina abutere patientia mostra!!!

EXCHANGE & INTEREST: THE PARADOX DILMA, Mantega, Tombini & CIA LTDA

EXCHANGE & INTEREST: THE PARADOX DILMA, Mantega, Tombini & CIA LTDA

Published February 21, 2013

& EXCHANGE YOUR INTEREST AND POLITICAL PARADOX: DILMA, Mantega & E Tombini CIA

The Lula government as I wrote in an article titled The Luck of Lula had a condition favorable external economic displayed and exploited by their economic staft. As soon as he took over practiced called “Economic Pau Horse” which was contrary to the policy of laxative FHC, regarding the monetary base, wiped it early in his administration to contracting by more than 25% in a few months. Increased reserve requirements on banks, increased the Selic rate to the maximum already seen, difficult credit. This was done at the beginning of a government that historically stood between the catastrophe of the currency setting up, by Americans, for the pursuit of a currency at a low due to the effect described by me as Coin War. Slowly and gradually the policy of the Central Bank, with the country’s policy of inflation targeting, was doing a sprain and a restrictive policy desarrocho its initial controlling masterfully fine tuning. Taking advantage of the favorable external world, exogenous, ie change and vacuum or gap produced by the change in the dollar’s foreign policy in a globalized world potentiated endogenously conditions for the relative success of its economic policy. The period Dilma has started strong thunderstorms over the change of foreign policy of the U.S. dollar, which since 2004 or even earlier with the agreement Plaza, has a strong incentive surrounding the expansion of the U.S. monetary base seeking fund Pit Yuan, based in China and where they are located, exacerbated by dumping and social dumping money Yuan, anchored the interests of transnational corporations world whether American, European, Brazilian or other countries. So it is that in 2012, the second year of his administration, Dilma, Mantega and Tombini, feeling the acceleration of the appreciation of the real against the dollar due to the steady decline of this form of exogenous and endogenous, the latter enhanced by the conditions attached Horse Pau initial Lula, start to change in functions of the elections of 2012 the conditions of the economy in order to mermar wind chill of economic contraction and the process of economic stagnation due to the external pressure the dollar which affects, not only Brazil, but also Europe, which under the dictatorship of the euro over the dollar overvalued, under the leadership of Germany and France, coartam the PIGS, a deep social crisis economical by virtue of being closed within the EU and that their export commodities have a low power-added agribusiness as arising directly. PIGS as they were the state of Rio Grande do Sul in the Cardoso government, which benefited at the expense of other states gauchos whose industrial production of canned goods, machinery, shoes and besides the basic inputs such as rice, decimated by foreign competition enhanced by its low exchange rate against the real dollarized over Brazil’s PSDB season. So is that Dilma, Mantega and Tombini, unlike the wooden horse of Lula (as Zé Dirceu neologism) rather than make a slow and gradual distension made a macro loosening increasing from May to October 2012 the money supply by 50% the rate of 10% per month, reducing the Selic rate to a double digit, but is now a 7-something, decreasing the percentage of banks’ reserve requirements, interest rates down official banks, which inevitably led to a fall in Real against the dollar once was monitored by the Central Bank through reverse swaps monitored keeping the exchange, not the market, more or less anything above 2.00 below. Titled to this maneuver doping election / economical since last relapse of the amendment of measures called “macroprudential” GDP was observed as a PIBINHO and inflation, already accused by me in advance, became reluctant causing likewise for reflexes and depending on the choice of interventional mechanisms rather than market mechanisms, a general distrust that has been reflected in falling rates during the daytime IBOVESPA. So today is that we enter a process of economic PARADOX as the government would like mechanisms to curb inflation gradually back to the process of HORSE DICK which is the inversion of commands. The government has reversed the Exchange failing to act in the market which has led to an appreciation of the dollar on the real track passing anything below 2.00 or above 1.95 to below or above. This process slightly dampens inflation and at the same time gives a breather on acquisition or cheaper inputs like oil and its derivatives, wheat and other items on the agenda of national import that inflation pressure internally. Should, by logic, astringe other commands as the Selic rate which already signaling through the COPOM mermar and be maintained at the same level and even with a brief, short-recoil. This decline can not be large nor as light – both the exchange as the interest – directly affect, besides the inflationary problem, the problem concerning the internal dynamics of the economy. The government created a laxative so extraordinary liquidity through credit expansion of the money supply, lower interest rates, etc, and at a time in sequence, these mechanisms can not borrow, use and losing track of them, because if it did, would open space for total delinquency system – because stimulated consumption through credit – leading to bankruptcy and insolvency consumers first and citizens of disseminated form, then banks and credit stances, manufacturers and traders, then with your bankruptcy, the loss of jobs and put an end to widespread crisis. The controls that are left are very faint and can not fluctuate too much. Should signal, but by inertia, by the sense of responsibility and reasonableness to the future, not now but the government of the nation and the country. However the government is thinking government and as such the maintenance of power itself forgetting of Brazil as a nation. Thus, as a political method and improvising and finding no economic power not by being embretado, change interest rates, wage policy, exchange rates, etc., is to rob the very principle REPUBLICAN creating a program that raises awareness in terms of proselytizing about the extinction of hunger and poverty, but that is just another MOMENTARY PLACEBO IN ECONOMICS as doping as the previous election and who will DOPING FOR ELECTIONS OF 2014 reelecting DILMA and CIA. Moves to distribute as grants HANDBAG PURSE THAT THIS billions of dollars that will increase consumption and to hold their peace the mouth of the business, that with this increase in consumption caused by the excluded classes, which will be through demagogic speech “will part of the new middle class!! “As the country is huge and the economy is INFORMAL half formal, does not affect the paradoxes of formal economy that shipwrecked on taxes, regulations, exchange rates, interest, salary policy, etc., giving a team over for recurrence of the crisis, the space of two years for elections is enough to engender the game that economic fireworks are actually a decoy for a real policy of integration with the globalization and the struggle against dispossession Currency Wars phenomenon. This reason is that we find the indices of strong external and domestic divestment that will lead the country in the same direction that the demagogic governments of Hugo Chavez and Cristina Kirchner has led to its to the ditch full of scrap. The Ecuadorian President Correa, as master and doctorate in economics, liberal granchista, leverage is knowing their status, Ecuador, in line with modernity Wars Credits. His recipe, unfortunately, does not serve to Brazil because Ecuador is a country with economy simplified while Brazil has a highly complex living in violent economic asymmetries that generate paradoxes between the gains of agrarian and mineral wealth to the detriment of asymmetries industrial production that are enclosed by Brazil cost, with unfavorable exchange rates, unfavorable social policy against competitors that do not. Thus the BOVESPA index persist in red while the economy will be hopeful with the product and the product of the CROP Demagoguery Economic / Policy, Bolsa Bolsa it that, that in addition to corrupt the republican principle, definitely establishing the Social Coronelismo in Brazil by institutional buying of votes of the excluded, will water until elections with billions of dollars invested there in the functioning of the economy crash. If this income distribution was made as pensions INSS so neutral state and not by the government, I would not be against it, but as it is a government polítida opportunistic and seeking the vote as a democrat and a teacher for more than 28 years Constitutional Law I’m against it!! I’m told! Below corruption of the republic and democracy!! THIS YEAR – 2013 – INSTEAD OF ANOTHER PIBINHO … we’d PIBIZINHO!!

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CÂMBIO & JUROS: O PARADOXO DILMA, MANTEGA, TOMBINI & CIA LTDA

CÂMBIO & JUROS E SEU PARADOXO POLÍTICO: DILMA, MANTEGA & TOMBINI E CIA

O governo Lula como já escrevi em artigo intitulado A Sorte de Lula teve uma condição externa econômica propícia visualizada e aproveitada pelo seu staft econômico. Logo que assumiu ele praticou o chamado “Cavalo de Pau Econômico” que foi contrariando a política laxativa de FHC, com relação a base monetária, enxugou-a logo no início de sua gestão contraindo-a em mais de 25% em poucos meses. Aumentou o depósito compulsório nos bancos, aumentou a taxa Selic ao máximo já visto, dificultou o crédito. Isto foi feito no início de um governo que se situou historicamente entre a catástrofe do estabelecimento do currency em alta, pelos americanos, para a busca de um currency em baixa em razão do efeito descrito por mim como Guerra das Moedas. Lenta e gradativamente a política do Banco Central, com a manutenção da política de metas de inflação, foi fazendo uma distensão e um desarrocho de sua política restritiva inicial controlando com maestria a sintonia fina. Aproveitando os bons ventos do mundo externo, exógeno, isto é a mudança e o vácuo ou hiato produzido pela alteração da política externa do dólar no mundo globalizado potencializou de forma endógena condições para um relativo sucesso de sua política econômica. O período Dilma já se iniciou sobre fortes tempestades e trovoadas da mudança da política externa do dólar, que a partir de 2004, ou mesmo antes com o acordo Plaza, passou a um forte incentivo em torno da expansão da base monetária americana buscando o fundo de poço do Yuan, sediado na China e onde estão localizados, potencializados pelo dumping social e o dumping monetário do Yuan, ancorados os interesses das companhias transnacionais mundiais sejam elas americanas, europeias, brasileiras ou de outros países. Assim é, que em 2012, no segundo ano de seu governo, Dilma, Mantega e Tombini, sentindo a aceleração da valorização do real frente ao dólar, em razão da queda constante deste de forma exógena e endógena, potencializada esta última pelas condições inerentes do Cavalo de Pau inicial do Lula, passam a alterar, em funções das eleições de 2012 as condições da economia com o objetivo de mermar a sensação térmica da contração econômica e do processo de estagnação da economia em virtude da pressão externa do dólar que atinge, não só o Brasil, mas também a Europa, que sob a ditadura do euro, sobrevalorizado sobre o dólar, sob a batuta da Alemanha e da França, coartam os PIGS, numa profunda crise social econômica em virtude de estarem encerrados dentro da União Européia sendo que suas commodities de exportação possuem um baixo poder agregado pois oriundas diretamente do agronegócio. Ficaram estes PIGS como o estado do Rio Grande do Sul no governo FHC, que beneficiou outros estados em detrimento dos gaúchos cuja produção industrial de enlatados, maquinarias, sapatos e além do mais os insumos básicos como arroz, dizimados pela concorrência externa potencializada pelo seu baixo câmbio frente ao real dolarizado por cima do Brasil da época tucana. Assim é que Dilma, Mantega e Tombini, ao contrário do cavalo de pau de Lula (conforme neologismo de Zé Dirceu) ao invés de fazerem uma distensão lenta e gradual fizeram um macro afrouxamento aumentando de maio até outubro de 2012 o meio circulante em 50%, a razão de 10% ao mês, diminuindo a taxa Selic de dois dígitos para um, estando hoje a 7 e alguma coisa, diminuindo o percentual de depósito compulsório dos bancos, descendo os juros dos bancos oficiais, o que fatalmente ocasionou uma queda do real frente ao dólar que logo foi monitorada pelo Banco Central através de swaps reversos mantendo o câmbio monitorado, e não a mercado, em mais ou menos 2,00 alguma coisa acima abaixo. Intitulei a esta manobra de doping eleitoral/econômico pois passada a recidiva da alteração de medidas ditas “macroprudenciais” o PIB ficou constatado como um PIBINHO e o processo inflacionário, já acusado por mim com antecedência, passou a ser renitente o que causou, da mesma forma, por reflexos e em função da opção por mecanismos interventivos em detrimento de mecanismos de mercado, a uma desconfiança generalizada que tem se refletido diuturnamente na queda dos índices do IBOVESPA. Assim é que hoje entramos num processo de PARADOXO ECONÕMICO pois o governo teria como mecanismos para refrear a inflação a volta gradativa ao processo de CAVALO DE PAU que é a inversão de comandos. O governo já inverteu o câmbio deixando de atuar no mercado o que levou o dólar a uma apreciação sobre o real passando da faixa de 2,00 alguma coisa abaixo ou acima para 1,95 abaixo ou acima. Este processo refreia um pouco a inflação e ao mesmo tempo dá um fôlego na aquisição ou barateamento de insumos como petróleo e seus derivados, trigo e outros itens da pauta de importação nacionais que pressionam internamente a inflação. Deveria, pela lógica, adstringir outros comandos como a taxa Selic que já dá sinalização, através do COPOM de mermar e ser mantida no mesmo patamar e até mesmo com um breve e curto recuo. Este recuo não pode ser grande e nem ligeiro pois – tanto o câmbio como o juro – afetam diretamente, além do problema inflacionário, o problema referente a dinâmica interna da economia. O governo de forma laxativa criou uma liquidez extraordinária através do crédito, expansão do meio circulante, queda dos juros, etc, e num momento em sequência, não pode contrair estes mecanismos, perdendo o uso e o controle dos mesmos, pois se o fizesse, abriria espaço para a inadimplência total do sistema – pois estimulou o consumo através do crédito – levando a falência e insolvência primeiro os consumidores e a cidadania de forma disseminada, depois os bancos e cias de crédito, as empresas fabricantes e comerciantes e depois com a sua falência, a perda dos postos de empregos e por fim a crise generalizada. Os controles que sobram são muito tênues e não podem oscilar em demasia. Deveriam sinalizar, senão pela inércia, pela responsabilidade e pelo senso de razoabilidade para com o futuro, não já do governo mas da nação e do país. No entanto o governo é governo e como tal pensa na manutenção do poder em si esquecendo-se do Brasil como nação. Assim, como método político e não econômico improvisa e constatando não poder, por estar embretado, alterar juros, política salarial, câmbio, etc, passa a assaltar o próprio princípio REPUBLICANO criando um programa que sensibiliza, em termos de proselitismo com relação a extinção da fome e da miséria, mas que não passa de outro PLACEBO MOMENTÂNEO NA ECONOMIA tão doping como o eleitoral antecedente e que será o DOPING PARA AS ELEIÇÕES DE 2014 reelegendo DILMA e CIA. Desloca-se para distribuir-se a fundo perdido como BOLSA ISTO BOLSA AQUILO bilhões de reais que incrementarão o consumo e que calarão a boca do empresariado, que com este incremento de consumo causado pelas classes excluídas, que serão, através do discurso demagógico “passarão a fazer parte da nova classe média!!!!” Como o país é enorme e a economia INFORMAL é metade da formal, não lhe afetando os paradoxos da economia formal que naufraga sobre impostos, regulações, câmbio, Juros, política salarial, etc, dando um time longo para a recidiva da crise, o espaço de dois anos para as eleições é suficiente para engendrar o jogo de fogos de artifício econômico que na realidade são um engodo para uma real política de inserção do país na globalização e na luta contra a espoliação do fenômeno Guerra das Moedas. Nesta razão é que constatamos os fortes índices de desinvestimento externo e interno que levarão o país no mesmo rumo que os governos demagógicos de Cristina Kirchner e Hugo Chavez tem levado aos seus, para a vala total do sucateamento. O presidente do Equador, Correa, como mestre e doutor em economia, esquerdista granchista, está sabendo potencializar seu estado, o Equador, em consonância com a modernidade da Guerra das Moedas. Sua receita, infelizmente, não serve para o Brasil pois o Equador é um país com economia simplificada enquanto que o Brasil tem uma economia altamente complexa em que convivem assimetrias econômicas violentas que geram paradoxos entre as mais valias agrárias e de riquezas minerais em detrimento das assimetrias produtivas industriais que estão encerradas pelo custo Brasil, com câmbio desfavorável, política social desfavorável frente aos concorrentes que não a possuem. Assim é que o índice BOVESPA persistirá no vermelho enquanto que a economia ficará esperançosa com o produto da LAVOURA e o produto da Demagogia Econômico/Política, o Bolsa isto Bolsa aquilo, que além de corromper o princípio republicano, instituindo definitivamente o Coronelismo Social no Brasil, pela compra institucional do voto dos excluídos, regará até as eleições com os bilhões de reais ali aplicados o funcionamento em pane da economia. Se esta distribuição de renda fosse feita como as pensões do INSS, de forma neutral pelo estado e não pelo governo, eu não estaria contra,mas como é uma polítida de governo oportunista e visando ao voto, como democrata e professor há mais de 28 anos de Direito Constitucional eu sou contra!!! Tenho dito!! Abaixo a corrupção da república e da democracia!!! ESTE ANO – 2013 – AO INVÉS DE PIBINHO…TEREMOS MAIS UM PIBIZINHO!!!!

DÓLAR – EFEITO SADAN HUSSEIN, CHAVEZ E RAFAEL CORREA

A SIMETRIA MONETÁRIA DOMINANTE DO DÓLAR E AS ASSIMETRIAS ECONÔMICAS NO FENÔMENO GUERRA DAS MOEDAS – O EFEITO SADAN HUSSEIN – CHAVEZ E RAFAEL CORREA!

No trabalho Guerra das Moedas escrito em 1998, com ineditismo e originalidade, eu previ a luta entre o que cognominei de “placas monetárias”. Os americanos naquela época constatando que os europeus partiam para a criação de fato do euro, com receio de que a nova moeda fizesse concorrência ao domínio internacional do dólar, passaram a estabelecer um currency board – processo de dolarização – em alta ( o dólar estava mais alto que as moedas europeias com exceção da libra). Neste artigo eu previ que o plano americano só daria certo se ele fizesse uma maxidesvalorização do dólar. No artigo escrito antes, O Dólar e o Real, eu estabeleci a comparação entre os dois sistemas monetários e os perfis econômicos dos dois estados, EUA e Brasil, dizendo que se este modelo de currency em alta servia para os EUA, no entanto, não servia para o Brasil, fazendo com que houvesse um processo de desindustrialização no país. Em 1998 todas as pessoas diziam que o Plano Real era a maior descoberta da era Fernando Henrique. Somente eu, isoladamente, combatia este plano descrevendo o processo pernicioso de endividamento do país que além da venda dos ativos nacionais causou uma debacle de perda de divisas de 70 bilhões de dólares mais o endividamento de 760 bilhões de reais que foram repassados diretamente para o governo Lula (dolarizados) – a dívida legada pelos militares para o regime democrático foi de 60 bilhões de dólares. Ora, os americanos a partir do ano 2000, conforme o acordo PLAZA, desvalorizaram o dólar a partir desta data sendo que em 2004 houve mais uma desvalorização que foi detectada por mim através do artigo Câmbio em que bradei que os americanos começavam a realizar de um Currency em Alta, um looping para o estabelecimento de um Currency em Baixa. Em 2007, no artigo Dólar: O Portal para o Mercado, eu estabeleci, definitivamente a expressão que rezava que a força do dólar era sua fraqueza como um vírus de software no sistema monetário mundial e que isto causaria uma crise econômica muito grande na Europa. Ora, o sistema de simetrias e assimetrias, respectivamente, monetária e econômicas, foi estabelecido pelo Dr. Robert Mundell, prestigiado professor da Columbia University que, na época, havia ganho o prêmio Nobel de Economia em razão de sua tese utilizada pelos americanos e pelos europeus para o estabelecimento do euro. O modelo americano, da época, ano 1998, não funcionou pois que os países emergentes que estavam neste modelo sofreram um amplo processo de desindustrialização e foram todos , um a um, caindo como bola da vez, como eu previra em muitos artigos publicados no Jornal do Comércio e na Gazeta Mercantil do Rio Grande do Sul. Estes artigos foram publicados em meu site na Universidade Federal e alguns deles foram publicados no livro o Projeto Democrático de minha autoria. Escrevi outro artigo, no jornal do Comércio sob o título Guerra das Moedas: A sorte de Lula. Neste artigo eu demonstrava que o governo Lula teve uma atuação muito eficiente em razão de se situar entre os dois fenômenos urdidos pelos americanos, o currency em alta e o currency em baixa, que lhe permitiram um “respiro” não sofrendo os efeitos nem de um nem de outro. Com a transmissão do cargo de presidente para Dilma Rousseff esta já pegou o início dos efeitos do estabelecimento do currency em baixa que é a queda constante do dólar perseguindo a queda do yuan chinês. Expliquei em outros artigos que a China é uma ditadura comunista e que não permite a discussão de salários nem direitos trabalhistas facultando um dumping social que se reflete – conforme a teoria marxista, na chamada mais valia – no preço das mercadorias que são ainda potencializadas pelo dumping monetário chinês. Assim é que todo o capital internacional, após o fim da guerra fria com a queda do muro de Berlim, em 1989 e a partir desta data, com o transbordamento do capital, dos estados nacionais, para o âmbito internacional, foram estes capitais migratórios se fixarem na China, através da política já antecipada pelo inteligente presidente Nixon que findou a guerra do Vietnã e estabeleceu as premissas no jogo de xadrez internacional para bloquear a Rússia selando a paz com a China que absorveu e passou a ser a base do capital internacional concorrendo através do dumping social e monetário, pela exportação de suas mercadorias baratas, para todas as nações do mundo. Ora, neste tempo constatamos uma das maiores guerras modernas em que a nação americana usando de seu poderio tecnológico, pretextando que o Iraque tivesse armas nucleares, invadisse seu território. Do ponto de vista logístico e geoestratégico na realidade os americanos davam uma resposta ao onze de setembro e a desmoralização do abatimento de suas duas torres que, apesar da ignomínia do terrorismo e da violência utilizada, reeditam uma epopeia da luta dos mais fracos contra os poderosos, como Davi contra Golias ou até o drama de Odisseu ou Ulisses, rei de Ítaca, ilha grega, na guerra contra Tróia. O célebre Cavalo de Tróia. O feito kamikaze dos terroristas, embora pérfido como a traição japonesa de Pearl Harbour, mais pérfido ainda, por ser contra um alvo civil – semelhante a Hiroshima e Nagasaki – ficou nos anais da guerra como um feito que se tornará nos milênios como uma lenda. Por trás disto tudo, da ligação com o Afganistão e suas cercanias, o Irã, na realidade os americanos e a própria Europa – OTAN – pretendem a garantia da energia do mundo moderno: O PETRÓLEO que abastece toda a movimentação de sua tecnologia moderna que até o momento não encontrou energia substitutiva em escala econômica e abundancia. Aí está o furo da bala contra o estabelecimento da SIMETRIA MONETÁRIA que visa concatenar as ASSIMETRIAS ECONÔMICAS. Constata-se assim que existem ASSIMETRIAS ECONÔMICAS ESSENCIAIS e uma destas, sem dúvida, é a produção de petróleo que está situada em pouquíssimos países. O ditador Sadan Hussein, muito mais do que possuir misseis nucleares ou ter o poder de construir estes artefatos, na realidade praticou o maior crime que se pode fazer contra o sistema de poder internacional hegemônico dos EUA e da EUROPA. Ele, o ditador Sadan Hussein, utilizou a commoditie petróleo, fazendo açambarcamento e utilizando a mesma para destruir ou, ao menos, tentar destruir as economias das duas potências mundiais referidas. Pagou um preço muito caro com a destruição bélica de seu país, a sua ocupação e ainda, sendo condenado a morte e executado, no próprio território de seu país devidamente ocupado pelos vencedores. Assistimos na Venezuela, um dos países do planeta que tem uma das maiores reservas de petróleo em seu território, através da política de Chaves, que agride os americanos e europeus, através de palavras, mas, no entanto, libera sua commoditie, o petróleo, sendo um dos maiores exportadores de petróleo para abastecimento do mercado norte americano. Desta forma Chaves ou quem lhe substitua, deverá sempre negociar sua riqueza livrando-se assim de sofrer uma invasão bélica ou uma intervenção direta em seu território que poderia se dar através mesmo do território da Colômbia ou de qualquer uma das Guianas. Substancialmente este receio estratégico está calado na consciência do dispositivo militar venezuelano sob a batuta do chavismo. Quando Dilma e Guido Mantega foram a OMC e ao G20 queixarem-se do efeito Guerra das Moedas consideram que uma pressão política bastaria para conscientizar as nações a lutarem contra os efeitos nefastos do fenômeno Guerra das Moedas. O problema maior é que a China, peão no xadrez das multinacionais corporações, não abrirá mão de sua soberania, como potência agora de primeira classe, continuando a gozar dos benefícios deste capital que lhe é aportado e da transferência de tecnologia, para complementar o seu amplo desenvolvimento que faz com que seu PIB tenha crescimento constante de dois dígitos. Uma guerra com o Japão por pequenas ilhas seria o começo de um processo de congelamento do efeito China na economia mundial?! Ou seria na realidade o artifício da sapiência oriental através da Arte da Guerra ministrada pelo general Sun Tzu, para protelar os efeitos da desvalorização de ambas as moedas, tanto o yuan chinês, como o yen japonês, mantendo as vantagens comparativas de ambas as moedas??! Vários outros itens, além do petróleo, são vantagens comparativas ou mesmo assimetrias monetárias dadas pelas condições históricas territoriais, como o minério de ferro exportado pelo Brasil e que vem, através do aço chinês e japonês, fazer concorrência com nossa indústria. Assim é que, nenhuma nação no mundo, dona de vantagens comparativas assimétricas, como as que descrevi e outras mais importantes, tem coragem ou condições de fazer frente, através de um açambarcamento de suas exportações destas mercadorias específicas, como fez Sadan Hussein, para trancar ou fazer frente ao fenômeno GUERRA DAS MOEDAS pois a SIMETRIA MONETÁRIA só se mantém enquanto as ASSIMETRIAS ECONÔMICAS ESSENCIAIS TAMBÉM FOREM MANTIDAS COMO CONDIÇÃO DE EQUALIZAÇÃO TOTAL DO SISTEMA, isto é dizer que o poder da SIMETRIA DA MOEDA AMERICANA só dará certo se todas as assimetrias essenciais (vantagens comparativas naturais) continuarem a ser patrimônio do COMÉRCIO INTERNACIONAL ATRAVÉS DE EXPORTAÇÕES PARA OS PAÍSES CARENTES. (ATENÇÃO: A análise crua e real dos eventos não importa na minha adesão intelectual ou ideológica pelas alternativas dadas, como aquela tomada por Sadan Hussein ou a Al Oquaeda, pois minha análise é simplesmente fática e racional dos efeitos obtidos dentro do sistema do GUERRA DAS MOEDAS)
PROF. SÉRGIO BORJA –DIREITO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA PUCRS

OS LÍDERES DO “SOCIALISMO SUL AMERICANO” CHAVEZ E RAFAEL CORREA DO EQUADOR – Enfrentam os americanos só através da palavra incendiada, do proselitismo político, pois na verdade Chavez alimenta o mercado americano com petróleo venezuelano e Rafael Correa, que ganhou recentemente as eleições para outro período a frente do Equador – pequeno produtor e exportador de petróleo – este último estabeleceu, como Doutor em economia a coisa mais inteligente que poderia para seu país: Já entrou no processo de currency board tendo plena dolarização e paridade com o dólar. Por que é possível isto no Equador?! Por que o Equador não tem uma indústria autócne desenvolvida que sofreria concorrência dos tigres asiáticos, Japão e China. O Equador tem as chamadas vantagens comparativas com o seu petróleo, atum, cacau, café etc, e as vantagens comparativas naturais num sistema de currency board ou dolarização são potencializadas ao máximo. Assim o Equador está com um alto incremento em sua economia graças a inteligência de seu presidente “esquerdista” – na realidade um gramchista. O Brasil, pela sua alta sofisticação produtiva tem vantagens comparativas como o soja, o açúcar, o minério de ferro, o fumo, a carne bovina, etc, mas, no entanto sua atividade secundária ou manufatureira sofre com o gargalo dos limites do chamado custo Brasil: impostos estratosféricos, alto custo social com os empregados, regulações excessivas; infraestrutura viária e de aeroportos e portos sucateada; ensino em decadência em face dos baixos salários dos professores e da falta de investimento em infra-estrutura o que se reflete na falta de qualificação de uma mão de obra; estrangulamentos energéticos com relação ao petróleo pois a Petrobrás está com seus preços congelados, de forma similar aos regimes militares, para que os custos da energia não se reflita nos índices inflacionários; a DEMOKRATURA brasileira herdou uma infraestrutura dos regimes varguista e militar e não conseguiu expandir a construção de estradas, portos e aeroportos tendo uma opção pelo transporte via caminhão e automóveis sacrificando o transporte em atacado via trem, navios e a construção de portos, estradas de ferro e vias interligadas entre as bacias fluviais. Estas situações em face ainda do DUMPING MONETÁRIO – pelo efeito Guerra das Moedas; pelo efeito do DUMPING SOCIAL – os países orientais não possuem direitos sociais e previdenciários para seus trabalhadores sendo que a China é uma ditadura onde estes assuntos não podem ser discutidos – levam o Brasil a ter de desvalorizar sua moeda através de vários mecanismos como 1) expansão da sua base monetária – Dilma, Mantega e Tombini fizeram uma expansão de 50% de maio até outubro de 2012; queda da taxa Selic; aumento da oferta de crédito com baixos juros; diminuição dos depósitos compulsórios dos bancos; abertura ampla de financiamento imobiliário e do crédito como um todo fazendo com que o mercado monetário tenha uma grande liquidez o que, por sua vez, fez com que o processo inflacionário e o processo de paradoxismo monetário começasse a mostrar suas unhas. Com o que eles fizeram o dólar apreciaria para mais ou menos 4,5 mas acontece que se houvesse isto haveria por outro lado um processo de inflação de preços de outro lado – além do causado pela valorização do dólar e pela grande oferta de moeda e crédito – pois vários itens das exportações são vitais para o Brasil, como por exemplo, trigo para o pão, e gasolina e petróleo pois o Brasil não é autossuficiente nestes itens e alguns outros mais. Assim é que o governo através de swaps reversos manteve o câmbio monitorado a razão de 2,00 alguma coisa a cima ou abaixo, até as eleições, utilizando-se do que chamei de doping eleitoral – passando esta e os efeitos de sua política sendo visíveis – processo inflacionário – DEFLAÇÃO – recessão com inflação – o governo teve de deixar o dólar flutuar para baixo, com uma leve valorização do real, para que cesse o processo inflacionário e ao mesmo tempo financie a aquisição de petróleo no exterior equilibrando a balança de pagamentos. O governo terá até as novas eleições, daqui a dois anos, gordura para ganhar novamente através de métodos endógenos de controle da flutuação do dólar frente ao real na relação diretamente proporcional ao seu estoque de divisas que ficarão cada vez mais escassas com o acendimento das luzes vermelhas, como já está acontecendo, com o vermelho do balanço de pagamentos, das contas correntes etc…Não saberia calcular o tempo da crise mas que ela virá virá pois, se não destruir os direitos dos trabalhadores e dos funcionários estatais destruirá as industrias autóctones e sua produção que não tem condição de competitividade com as situadas no Oriente. A oscilação do dólar frente ao real será aquela conforme a política do governo e este não se pode prever para que lado irá. Tenho dito.

O DEUS HIPOTÉTICO DE L.F.VERÍSSIMO

O DEUS HIPOTÉTICO DE L.F. VERÍSSIMO
Voltando de meu exílio “espiritual” na praia de Atlântida (ironizo o espiritual pois fiquei alguns dias trancado em casa, sem energia elétrica durante algumas horas até que a CEEE calibrasse a energia do Planeta e ainda trancafiado em casa com receio das hordas de turmas e gangs de adolescentes embriagados e drogados vagando pelas imediações, fora a poluição sonora noturna que avança por quilômetros no entorno das zonas residenciais de descanso até altas horas da madrugada fazendo o vivente vibrar em cima da cama como se fosse película de autofalante – Todo mundo fala da Boate Kiss mas ninguém contempla a Kiss a céu aberto do Planeta com seus “outros perigos”!!!) abro meu jornal Zero-Hora de 18.02.2013, do mesmo grupo jornalístico RBS que faz o planeta e diviso, na página dois um verdadeira catilinária anti Deus de L.F. Veríssimo. Negando todas as orações que foram feitas em seu nome para que saísse vivo do Hospital, como saiu, parecia Friedrich Nietzsche, em Ecce Homo ou até a própria voz e verso de Zaratustra no grande poema Assim Falava Zaratustra: “Que seria de ti ó Sol/ Se não tivesses a mim/ que te contemplo!”. Ele, recém saído de um período de coma hospitalar, como Lázaro, personagem de Kalil Gibran, ensandecido por ter retornado do UNO ou do amplexo com a INFINITUDE, raivoso por ter retornado a este planeta frívolo, limitado e defeituoso, saca sua metralhadora giratória intelectual e racional contra todas as religiões, sejam cristãs, católicas, neopentecostais, judaicas e islâmicas infamando-as como fundamentalistas. Como ateu e materialista que é o que se infere de seu discurso conclui, substancialmente como Marx, “que as religiões são o ópio do povo” indo mais além, pois as caracteriza de fundamentalistas, exploradoras da crendice popular, obscurantistas e, agora na globalização, empresas e impérios transnacionais. Como aquele velho anarquista que repetia sempre que “quanto mais altas as torres dos templos de uma cidade maior é o grau de ignorância de seu povo” seu texto faz concluir sobre o grande percentual de humanos ignorantes que seguem estes intitulados Deuses Hipotéticos como cognomina em seu artigo. Fiquei com pena do L.F. Veríssimo. Não por ele ter quase morrido e ter tido a oportunidade de se encontrar e conversar com o seu “Deus Hipotético” e este ter ficado mudo e silente em seu interior, quiçá certamente morto como mostra a fotografia que revela o deserto de sua alma povoada de razões e ausente do poder da imaginação e do instinto animal inicial que pela aridez de sua palavras mostra o seu deserto interior. Não fiquei triste por isto pois sou um pobre racional que nem ele e toda hora acutilo a DIVINDADE vergastando-a com minha razão quando meu instinto e minha imaginação de ser vivo contemplam por uma porta ou uma fresta mágica de minha complexa psique a integração de meu eu, finito, com a infinitude, que também habita concomitantemente a mim em meu templo interior. Lembro-me de Honoré de Balzac que exclamava “O homem medíocre é aquele que pensa quando tem de sentir” e certamente L.F. Veríssimo me diria, com sua perspicácia e presença de espírito: O inverso também é verdadeiro!! Não fiquei triste com L.F. Veríssimo por sua opção de não crer pois este é o seu direito e sua liberdade! Fiquei triste é com sua onipotência de razão!!! Com sua falta de tolerância!! Com a sua arrogância acusadora e detratora ilimitada. Aliás eu que sempre lia L.F. Veríssimo e em razão de ter constatado sua falta de liberdade e seu sectarismo engajado, que começa dizendo uma coisa e só pode inferir outra que já se sabe, já andava meio cansado de ler suas colunas. Quando a gente vai ler um escritor, um pensador, a gente quer ler e ter, como se fosse uma surpresa, que cabe dentro da liberdade de pensamento e não ler um eco ideológico, uma repetição, um refrão que faz loas a um partido, a uma bandeira, a um governo, de forma incondicional. L.F. Veríssimo transformou-se neste lugar comum em que os leitores não vão abrir o jornal para ler sua nova coluna pois já sabem sempre como ele pensa e lá não haverá nenhuma novidade ou novo enfoque. Neste mundo as coisas não são total e absolutamente boas ou completamente e absurdamente más. É por isto que o Diabo tem este nome porque duplo e dual e assim ambiguo. Como vivemos num mundo dual onde sempre duas forças estão em luta, este mesmo embate de forças físicas e cósmicas se traduz e passa por osmose para nossa psique humana traduzindo-se em sentimentos antagônicos através de um maniqueísmo onde estão sempre contrapostos o bem e o mal. O que é bem para uns pode ser o mal para outros. Na praia todos querem que o sol impere para gozar da praia. No campo todos querem o sol mas também desejam o tempo de chuva para que além do sol haja água para as plantas. Neste mundo convivemos com a ambiguidade inerente das coisas da natureza e do homem. Sempre constato que a desgraça entra pela porta quando estamos no maior êxtase da vitória ou da felicidade. A ponta da copa do pinheiro é o seu galho e sua folha mais fraca que pode ser decepada a qualquer tempo pelo raio e pela tempestade que surge do nada dentro da transitoriedade das coisas. Assim é que as instituições humanas que cultuam as religiões que possuem grandes sistemas filosóficos em sua essência, são humanas demasiadamente humanas, e como imantadas por esta natureza, que é boa e as vezes ruim, também as idéias e seus princípios são apunhalados em certas épocas por derivações ou desvios das instituições como na Santa Igreja Católica Apostólica Romana tivemos a inquisição, e um papa Alexandre VI, chamado Rodrigo de Borgia (corruptela italiana do nome espanhol Borja de Xátiva), com toda a sua dissolução. Mas isto não é razão para que se faça toda uma GENERALIZAÇÃO atemporal englobando toda a instituição, em todas as eras, e todas as pessoas que fazem parte desta grande comunhão e estigmatizando-os de forma tão feroz com adjetivações tão ácidas como fundamentalistas, obscurantistas, retrógrados, etc.., como se vê no texto. O L.F. Veríssimo ultrapassou aqui nos pagos o escritor inglês Salman Hushdie com seus versos satânicos. O analista de Bagé deu um verdadeiro “joelhaço nos miúdos” de todas as religiões e poderia se dizer que escreveu a “prosa, artigo ou ensaio satânico” por excelência. Temos certeza, que a tolerância que brota do amor que é cerne de todas as religiões a quem ELE, o INFINITO INOMINÁVEL QUE É DEUS, se apresenta com SEUS VÁRIOS ROSTOS e VÁRIOS NOMES, nem processo analógico ao fenômeno do expectrografico onde a Luz branca infinita refraciona-se na iridescência variegada das finitas nuances e tonalidades do arco-iris traduzidas na expressão E PLURIBUS UNUM ou MUITOS EM UM (INFINITOS FINITOS NO INFINITO). A Bíblia, livro milenar é o repositório da visão da ORDEM que jaz no UNIVERSO. Temos ali um Arco Iris símbolo da aliança do “Deus Hipotético de Veríssimo” com o Homem; depois temos a Arca de Noé e por fim a Arca da Aliança! Estes três Arcos e Arcas são a descrição da ordem do universo. O prefixo ARC vem do grego ARCHÉ ((ἀρχή) Que como Diógenes de Apolônia, pré-socrático dizia seria: “Todas as coisas são diferenciações de uma mesma coisa e são a mesma coisa. E isto é evidente. Porque se as coisas que são agora neste mundo – terra, água, ar e fogo e as outras coisas que se manifestam neste mundo -, se alguma destas coisas fosse diferente de qualquer outra, diferente em sua natureza própria e se não permanecesse a mesma coisa em suas muitas mudanças e diferenciações, então não poderiam as coisas, de nenhuma maneira, misturar-se umas as outras, nem fazer bem ou mal umas as outras, nem a planta poderia brotar da terra, nem um animal ou qualquer outra coisa vir a existência, se todas as coisas não fossem compostas de modo a serem as mesmas. Todas as coisas nascem, através de diferenciações, de uma mesma coisa, ora em uma forma, ora em outra, retomando sempre a mesma coisa.” Assim é que o Arco Íris, significa em física, a difração da luz branca em várias cores que não são mais que o cumprimento de onda da luz que atravessa aquela matéria. Assim é que pela análise expectográfica podemos identificar no macro mundo ou nano mundo tanto a composição das estrelas e galáxias como, respectivamente, a composição de partículas infinitesimais como os próprios vírus. Se temos assim a composição do mundo inorgânico, com relação ao mundo orgânico a alegoria de Noé, constante na Bíblia, também mostra a outra Ordem ou ARCHÉ, que é a Vida seja ela do vírus, fronteira ambígua e menor da partícula da vida até o ser mais complexo que conhecemos que é o ser humano ou homo sapiens como ele próprio se intitula. Numa terceira ordem, quando da Arca da Aliança, identificamos NOMOS ou a LEI, que é uma criação ou identificação das formas virtuosas e harmônicas do relacionamento do ser humano em sociedade. Repetindo o verso de Nietsche em Zaratustra que cantava: Que seria de ti ó Sol/ Se não tivesses a mim/ que te contemplo!”, seria dizer que as coisas inorgânicas e orgânicas desprovidas de pensamento ou reflexão intelectiva, não têm consciência do seu ser e sua existência o que cria um terceiro mundo que é aquele que o filósofo e padre Pierre Teilhard de Chardin, cognominou de noosfera ou zona do pensamento. Lembro-me de estar passando certa vez na frente da igreja Nossa Senhora da Conceição e ter parado estupefato ouvindo a voz de tribuno romano do padre que pregava o sermão, que minha velha mãe identificou posteriormente como o padre Froner que pregava dizendo palavras que nunca mais esqueci, neste teor: “Nós somos semelhantes ao Senhor, não pela nossa imagem externa mas por esta centelha divina que trazemos inculcada no cerne de nosso cérebro, o pensamento!” É esta em suma, a visão Hegeliana da contemplação das virtudes intelectuais. Como Erasmo de Roterdã também faz em seus versos do Elogio à Loucura como se fosse o desenho da topografia da alma e de suas virtudes afiançado pelo prefácio de Santo Tomás Morus aquela da Utopia e que morreu supliciado por Henrique VIII servindo “antes do Rei, primeiro a Deus, “o Hipotético” de L.F.Veríssimo. Este padre Froner, numa cadeira de rodas, já nos seus mais de 90 anos, creio, foi o que foi até o Hospital Mãe de Deus quando lá estive internado, do dia 7 de setembro até o dia 19 de setembro, quase perdendo a vida por uma peritonite advinda de um apendicite, conduzido por minha velha mãe, para me dar a chamada extrema unção ou agora chamada benção da saúde! Foi ele ali meu confessor. Foi ali, não por isto, que tive o conhecimento do DEUS VIVO que o pobre do L.F. Veríssimo, não teve o dom ou a benesse de o ter em seu internamento na UTI do Moinhos de Vento. Foi ali que saindo meio vivo de operação em operação, foram três, que peguei um pequeno rosário abandonado junto a minha cabeceira e colocando-o com dificuldade entre meus dedos de meus braços que não tinham nem força para soerguer-se na cama, sem falar, sem pensar, simplesmente por um processo mágico de inteiração com o símbolo e sua essência que abandonei-me a possibilidade, aceitando-a totalmente, de sair deste planeta com felicidade e sem saudade alguma ou vontade alguma submetendo-me plenamente a natureza. A plena renúncia que ensina CRISTO em sua oração do Pai Nosso -“… seja feita a vossa vontade!!” A inexorável condição de transitoriedade retratada pela expressão “nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos” do mosteiro de Évora tem o sinal imarcescível da verdade do ramo de acácia que hornou o túmulo de Hiran Abif.  Deus ou o HIPOTÉTICO deu-me, acredito PRORROGAÇÕES e tenho utilizado a mesma para firmar com DESTEMOR e sem MEDO ALGUM os valores das LEIS MORAIS que estão impregnadas na nossa CONSCIÊNCIA. É frente este templo que Sêneca adivinhou em Cartas à Lucílio e que os construtores da Faculdade de Direito da Universidade Federal, no longínquo tempo, afixaram no frontão da mesma em letras garrafais para a eternidade dos homens: RES SEVERA VERUM GAUDIUM! Que, em suma, traduzem também outro adágio escrito no frontão do Templo de Delfos: Nosce te ipusum (γνῶθι σεαυτόν – gnōthi seauton) Conhece-te a ti mesmo. Conhecendo a si conhece-se o outro em sí ou, como quer o L.F. Veríssimo, o HIPOTÉTICO EM SÍ. Em verdade, em verdade, temos que ser verdadeiros estóicos para sopitar os excessos e a intolerância tanto dos religiosos fanáticos, como não negamos com L.F.Veríssimo que os há, mas também não negamos que há também, da mesma forma e na mesma proporção ateus racionais e materialistas intolerantes, sectários e de índole tão ditatorial e excludente como aqueles que querem apostrofar. Lamentavelmente tenho dito. Penso na filosofia fonética de meu pai: Caum…caum…ou cada um, cada um…ou ainda…deixe viver e viva!!! Lembro-me de Aldous Huxley, em sua obra, Los Demonios de Loudum, que analisando os processos de sectarismo religioso do medievo chegou, por analogia, a exorcização dos processos análogos de radicalismo ditatorial político que, através do sectarismo, perseguiam e matavam seres humanos em nome da razão!!! A tolerância há de imperar não só sobre a RELIGIÃO mas também sobre a RAZÃO para que a FRATERNIDADE possa aceitar as IDIOSSINCRASIAS próprias dos vários expectros de razões (almas ou pensamentos) que representam os diferentes seres humanos. A disseminação da simetria e a imposição da razão não deixa de ser o mesmo DEUS HIPOTÉTICO que tanto ironiza o escritor!! Portanto, como os hippies digo PAZ e AMOR para todos, tanto religiosos como ateus e agnósticos. Vivam e deixem viver! Chega de estados Teocráticos como chega também de estados RACIONAIS, como os marxistas e hitleristas, como querem com suas razões excludentes e totalitárias!!! O Brasil proclamou a república em 1889 mas ainda permanece em plena monarquia e isto pode ser comprovado também pela RAZÃO HIPOTÉTICA que demonstra que inúmeros filhos e netos de políticos, escritores e grandes homens, continuam monarquicamente a ocupar por herança os lugares de seus pais, tendo o respeito da sociedade civil, esquecendo-se que estes ascenderam aos lugares onde estiveram com muita humildade e tolerância. Assim, deveriam temperar o respeito que temos por sua herança “genética” com a temperança e a serenidade em suas palavras, de seus pais e avós, que foram causas das suas distinções entre nós.

CONTESTAÇÕES AO LIBERALISMO UFANO PUBLICADO EM ZERO HORA!!

CONTESTAÇÕES AO LIBERALISMO UFANO PUBLICADO EM ZERO-HORA.
“Um amigo me disse: Você escreve textos muito longos e na Internet eles não servem pois as pessoas só leem textos curtos ou olham fotos, charges, ou pequenos filmes. Enfim: resumos. Vivemos numa sociedade hedônica do lazer. Contrariando o amigo eu digo: Eu não escrevo para estes. Escrevo para a história e para os que verdadeiramente pensam e leem pois estes só são possíveis – a história e o pensamento – através do aprofundamento e a análise da massa crítica que decorrem do esforço e do trabalho.”
Não posso ter a esperança de contestar o artigo “A Liberdade dos marcianos”, escrito pelo senhor Roberto Rachewsky, Conselheiro e fundador do IEE – Instituto de Estudos Empresariais, publicado em 15 de janeiro de 2013 em ZH, nem a matéria objeto da capa jornalística sob o título – “Análise inicial de novo aeroporto no RS prevê o fim do Salgado Filho” publicado em ZH de 17 de janeiro de 2013, pois com toda certeza meus artigos contestando a lógica impiedosa de seus argumentos cairia no escaninho daqueles artigos “que não foram publicados pela avalancha e excesso de demanda de tantos artigos a serem publicados.” Eu receberia uma resposta educada, gentil, cortês dizendo-me que meu artigo estava em estudo e que poderia ser aproveitado oportunamente agradecendo-me pela participação. O jornalista Nilson Sousa, titular da editoria de opinião, certamente me repetiria de novo que “Graças a Deus” eu não tinha e não teria nunca direito ao remédio constitucional que inventei, Habeas Mídia, para inserir meu artigo e publicá-lo em contestação a ambas as matérias.
Não me canso de repetir a filosofia de Jürguem Habermas que disse que hoje, o estado nacional está com uma carga mal presa, sem containers; ou oscilamos violentamente em direção ao socialismo, para a igualdade ou adernamos, violentamente para o lado do liberalismo, da liberdade. O símbolo semiótico contido na promessa Liberdade, Igualdade, Fraternidade, foi rompido desde o início da revolução francesa, sua criadora. A mesotes aristotélica com seu consequente meio termo entre a Liberdade e a Igualdade, divisada pela Fraternidade, pela Tolerância, foi condenada simbolicamente quando guilhotinaram Gracus Babeuff, o fundador do babuvismo e da Sociedade dos Iguais. Voltamos assim à visão maniqueísta onde estamos imersos pelo condicionamento das leis do cosmos. Voltamos ao dualismo entre a luz e a escuridão, das estrelas e das profundezas abissais do cosmos, o quente e o frio que emana respectivamente de nosso equador e de nossos polos, o positivo e o negativo que são os polos da energia elétrica onde estamos imersos com suas consequentes descargas. O ser humano, em matéria política e jurídica, ainda não conseguiu domar as antinomias filosóficas como já fez com relação a energia elétrica utilizando as antinomias para potencializar a corrente e o progresso através do aproveitamento da energia produzida pela queima de combustíveis, pela lei da gravidade quanto utiliza a energia hidroelétrica ou ainda a energia eólica. O marxismo, leninismo, no ocidente, invertendo a lógica hegeliana, projetou a dialética, retirando-a do fenômeno espiritual, como divisara Hegel, projetando-a na luta dos opostos das classes sociais que se faz através da história criando a filosofia do materialismo dialético. Aqui no Brasil oscilamos entre estes dois polos que se projetam em dois partidos símbolos deste maniqueísmo. O PT, simbolizando a Igualdade, o Altruísmo, o Coletivismo, o Socialismo e o Comunismo e de outro lado, o PSDB, simbolizando a Liberdade, o Egoísmo, o Individualismo e o Liberalismo. A governabilidade é fornecida a ambos pelo fiel de balança que é o PMDB e a histórica geleia fisiológica adesista dos outros partidos que se dissolvem em prol dos argumentos de governabilidade. Este é o regime da DEMOKRATURA ou do governo da PARTIDOCRACIA. O regime dos constantes escândalos e das mazelas públicas onde a corrupção campeia solta e não têm quase mecanismos que sopitem seu extremismo e sua disseminada ocorrência. Assim, passamos dois períodos presidenciais e já estamos na metade do terceiro período, 10 anos de governo, sob o jugo do Igualitarismo, que na realidade é refém das dívidas públicas aceleradas sob o longo império de seu opositor Fernando Henrique Cardozo, porta-voz atroz do liberalismo. Para piorar a situação do atual governo, além da eclosão da corrupção, no seio do partido governamental, além da dívida pública, da carga de impostos e do sucateamento da infra-estrutura, um outro fenômeno que o assola: A Guerra das Moedas fenômeno visualizado pela primeira vez por este escriba no longínquo ano de 1998. Os EUA vendo que a União Europeia estava a fechar o estabelecimento de um sistema de moeda única, através da implantação do Euro, fizeram um esforço para estabelecer um projeto de currency board, ou dolarização substancial – não nominal – através do alinhamento das moedas dos periféricos ao valor nominal de sua moeda. Foi o currency que chamei na Alta. Plano Real de FHC, Plano Menen e assim por diante, em quase toda a América Latina e todos os países subjugados e que prestam vassalagem ao dólar, moeda dominante em 78% das transações internacionais. O sistema de currency em alta, dos americanos não funcionou, pois enquanto que servia muito bem a eles, americanos, induzia aos demais estados a um processo de desindustrialização violento que os levaram a bancarrota, como foram ruindo, um a um, como bola da vez. No artigo Guerra das Moedas em prenunciei que o sistema só daria certo através de um currency em baixa e se os americanos fizessem uma macro ou hiper desvalorização do dólar acompanhada paulatinamente dos demais países. Foi o que o americano fez a partir de 2004 quando escrevi, visualizando a operação, o artigo Câmbio. A quebra do sistema europeu com o problema que adveio para os Pigs foi visualizada por mim em 2007 através do artigo, Dólar, o Portal para o Mercado pois a Europa unida, a exemplo do Brasil, sob FHC, ficando com uma moeda supervalorizada em relação ao dólar, isto seria bom para a Alemanha, em virtude de seu perfil altamente sofisticado de seu produtos com alto poder agregado, em detrimento dos demais países como os PIGS que, além de terem produtos agrários não agregados e sem sofisticação estavam endividados em razão da indução dos fundos europeus que construíram metrôs, estradas, enfim aplicaram bilhões na modernização da infra-estrutura onerando a dívida estatal que assolada pela Guerra das Moedas, queda do dólar, agravou o balanço de pagamento destes países, os PIGS, não lhes dando alternativa pois encerrados sob a ditadura monetária imposta pelo Mercosy, ironia que aglutina os nomes dos mandatários Merkel e Sarkosy. Alemanha e França. Aqui no Brasil, através da substituição da política de câmbio rígido ou dolarização, feita pelo Plano Real de Fernando Henrique, partimos, logo após para o regime de câmbio livre ao sabor do mercado o que nos deu um respiro que foi fornecido ao sistema Lulista logo implantado pois Fernando Henrique, depois de ter pulverizado o patrimônio nacional através de privatizações que não pagaram dívida alguma, não teve condições, pela desmoralização econômica, de permanecer no continuísmo que chegou ao ponto de quebrar um bloco de constitucionalidade de mais de 100 anos, implantando o inferno constitucional da reeleição. Assim é que num processo granschista, o PT nesta simbiose, empalma o poder e, mesmo com os concomitantes estrangulamentos do regime jurídico do Constitucionalismo Social, que é o alto custo da máquina pública interventiva herdada do tenentismo do cedo, varguismo e do tenentismo do tarde, militares, pelo refresco ou pelo vácuo ou trégua do ajustamento externo americano de partir do currency em alta para o currency em baixa, este regime lulista, consegue através de um populismo desmedido através do que cognominei de coronelismo social implantar a maior demagogia imposta no equador do planeta. Bolsa isto, bolsa aquilo que corrói o sistema Republicano através da compra, não dos votos, mas da consciência dos eleitores que cevados e entorpecidos pelas benesses, num sistema de condicionamento pavloviano, já descrito por Sergei Tchachkrotine (A Mistificação das massas pela propaganda política), moldam o resultado das urnas. Pelo fim do vácuo ou do espaço temporal oportunizado pela troca de sistema do Currency Board em Alta, para o Currency Board em Baixa, com a consequente chegada a este segundo estágio econômico mundial globalizado, os problemas internos do Brasil, começam a exacerbarem-se. Aquilo que eu há mais de dez anos acuso, como a quebra do sistema público, como falência das prefeituras, dos governos estaduais e da federação, estão chegando a olhos vistos. Os paradoxos estão se levantando. Assim é que o ciclo de adernar para o lado Socialista ou Comunista está se esgotando. A política preconizada por Mantega e Cia Ltda, não está dando certo, como já vaticinei com antecedência em vários artigos aqui neste blog. Como símbolo deste esgotamento estatal eu coloco a própria matéria publicada em ZH de 17 de janeiro: PREFEITO DE CANELA DECRETA A MORATÓRIA. Já são mais de 10 municípios gaúchos que decretam a moratória. (Lembro-me do artigo que escrevi com o seguinte título: Moratória para o exterior Never, para o interior Ever!!) Este é o primeiro dos milhares de municípios que começarão a ruir perante o público a modo dos municípios espanhóis que decretaram a sua falência. O Estado do Rio Grande do Sul já está em processo pré-falimentar. Os dois governos tanto o de Ieda como o de Tarso, não por culpa de ambos, governaram até agora tirando empréstimos bilionários no exterior. Em breve não poderão pagar seus funcionários e teremos a debacle pública. A União já vai acossada pela dívida pública que já está na casa de 2 trilhões de reais ou 1 trilhão de dólares. Sua infraestrutura é uma sucata disseminada pelos setores da Educação, Saúde e Segurança. O fenômeno da Guerra das Moedas chegou a sua maturidade e, de forma exógena, força aos paradoxos internos através de medidas endógenas do sistema. Setorialmente o governo adula, em mimetismo com o sistema militar ditatorial e analogamente a este acossado pela inflação galopante, repito, adula setores empresariais como o automobilista, o siderúrgico e outros, com medidas que os militares já utilizaram antes levando ao sucateamento das estatais. V.G. (exemplo) Congelamento dos derivados de petróleo, isenção de IPI para automóveis, congelamento de passagens, desoneração de impostos setoriais, desvalorização da moeda – aumento da base monetária em 50% no breve prazo de 5 meses – congelamento de salário dos funcionários públicos por 6 anos, não pagamento do décimo terceiro dos funcionários, aposentados transferindo de janeiro para julho; aumento de salários dos celetistas através de decreto ou gatilho salarial, transferindo de maio para janeiro de todo o ano; enfim, inúmeras medidas que são na realidade placebos que demonstram, através do PIBINHO, da inflação galopante, do vermelho da estagnação do sistema de emprego, de investimentos, do decréscimo crescente do IED, da queda constante das bolsas, agora em janeiro, não tendo fechado o mês, o saldo da Balança Comercial foi negativo em 2,7 bilhões de dólares no mês, etc, índices que são mostradores iniludíveis de que houve sim uma reversão de expectativas e que, conformam, como já disse através de vários artigos com anos de antecedência, desnudarão os tais de ÓRFÃOS DO CÂMBIO (empresários desesperados ilhados do gargalo Brasil) e dos UFANISTAS governamentais que acham que a retórica ou a política de mecanismos estatais consegue tudo. Assim é que, encerrando-se o ciclo pretensamente “IGUALITÁRIO” DO PT começaremos o ciclo pretensamente “LIBERTÁRIO” possivelmente do PSDB ou de um outro partido que o puder substituir para fazer suas vezes (A fundação do PDS não é uma tentativa?!). Assim também, iniciaremos, através da forte crise que já se prenuncia – A GRÉCIA DE ONTEM SERÁ AMANHÃ AQUI (o governador Tarso Genro – inteligente sabia e sabe isto) teremos, em razão disto, a mudança que fala Jurguem Habermas, adernaremos para o outro lado, O LIBERALISMO. Por conta disto do regime DO MANDA QUEM PODE E OBEDECE QUEM PRECISA é que vemos publicadas em ZERO HORA esta matérias intituladas A LIBERDADE DOS MARCIANOS e a manchete ANÁLISE INICIAL DE NOVO AEROPORTO NO RS PREVÊ O FIM DO SALGADO FILHO, que analisarei um a um no espaço abaixo:

A LIBERDADE DOS MARCIANOS
Farei algumas perguntas ao Sr. Rachewsky: Deflui do que explicitou em seu artigo que os Estados Nacionais e seus intervencionismos é que fazem mal ao regime da liberdade, seja, o liberalismo, com exceção dos seguintes estados citados no corpo do artigo – Hong Kong, China, Cingapura, Estônia, Suiça, Alemanha, Canadá, Chile, Colômbia, Austrália, Israel e Nova Zelândia. Ora, realmente o primeiro citado, que era uma projeção do sistema informal do Império Inglês da Common Welt, composto pela Inglaterra, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, (antigamente pela Grã-Índia – composta pela atual Índia, Paquistão, Bangladesch e Afganistão – império colonial inglês antes da independência feita por Gandhi), passa a ser a mesma projeção INFORMAL do sistema ditatorial chinês. Ali, o que é considerado em outras nações crime contábil, contrabando ou descaminho de direito, não o é, pois a ética e a moral não fazem parte de um sistema liberal Kantiano sendo que o estado não se intromete nos “negócios” das verdadeiras máfias e gangsters que ali vivem e se projetam por todas as partes do mundo com seus negócios escusos. Sempre constato, lendo textos liberais, que este é o modelo preconizado como modelo por muitos destes pensadores. O egoísmo individualista sem limite algum para seu exercício. Hong Kong tem um território exíguo como o Vaticano. Benito Mussolini através do tratado de Latrão, em 1929, concedeu e reconheceu o território do Vaticano que é a sede moral e espiritual do catolicismo. UM ESTADO DO BEM. Hong Kong é análogo ao Vaticano por ser sua antinomia. Seu território e exíguo da mesma forma mas lá não está a capital espiritual está isto sim uma capital da matéria, do comércio, do capital rentista, dos especuladores, uma das sedes vivas do processo de globalização e oligopolização mundiais. Hong Konk não se sustenta tudo ela recebe de fora e transforma. É o endereço do capital e, embora seja uma península, poderia ser cognominada de “ilha fiscal”. Não sou favorável a impostos escorchantes como o do Brasil mas não posso ser favorável a ausência total de impostos pois não há área pública sem impostos que devem existir de forma equilibrada. Não sei por que o articulista coloca a China como exemplo pois ela não veste coerentemente todas as roupagens de sua ideologia. A China continua a ser uma ditadura marxista maoísta violenta onde as pessoas não possuem direitos nem de liberdade com relação a Internet quanto mais as liberdades positivas. É graças a ditadura chinesa, que liberais e marxistas com a hipocrisia e o cinismo de suas idéias, sonegando a verdade deste regime o colocam como deusa vetusta máquina a puxar o comboio do progresso mundial e da globalização. Para os liberais o diagnóstico é o cinismo pois a China é a antinomia de suas idéias ela é verdadeiramente um regime despótico e absolutista de um único partido. Ali, em razão de inexistirem leis trabalhistas, sindicatos e greve, facultam a exploração da massa operária e o chamado dumping social, que além do dumping monetário chinês potencializa suas exportações ao máximo fazendo com que a crise no mundo ocidental se agrave mais e mais pelo processo da Guerra das Moedas. É lá que o capital internacional sem pátria – ubi pátria ibi bene – a pátria é onde se está bem e onde, apesar de nosso cinismo e hipocrisia, o lucro se faz de forma desmedida desapossando os seres humanos do fruto de seu trabalho. Cínicos também os socialistas que preferem Chavez por seu petróleo e expulsam o Paraguai, república constitucional do Mercosul, cínicos por que não falam dos “cumpanhêros” chineses e, desde a visita de nosso Vice-Presidente Jango Goulart, calam-se ante as atrocidades contra os direitos humanos do regime Maoísta, como calam-se agora perante as atrocidades perpetuadas contra os trabalhadores e a doutrina comunista e socialista. A China, por tudo, não era exemplo a ser dado por um liberal. Cingapura, outra ilha de “liberdade” do capital internacional que assola com suas mercadorias plugadas aos dumpings sociais e monetários. Estônia, estive lá nas férias de julho de 2011. Será que também não é um entreposto intermediário entre os capitais informais da Rússia e do mundo ocidental? Realmente a aparência interna das coisas anda bem mas é um micro cosmos e um micro pib a servir de exemplo para qualquer coisa. Suiça: o país rentista mais militarizado que conheço. Para entrar no país é como se tivéssemos ingressando na Rússia antiga. Turismo e neutralidade com estacionamento do capital rentista e também ilha geopolítica tradicional de acoitamento de capitais informais. Sede de multinacionais!!! Chocolate, produzido pela Gana, pela Bahia no Brasil e Equador, vendido com nome suíço?! Eis o segredo?! Democracia mais antiga do mundo cantonal?! Guilherme Tell o da maçã e sua flecha certeira?! Ah a Suíça terra dos relógios Rolex falsificados pelos chineses?!! A Alemanha, o 4º Reich, sim por que a Alemanha atual, sem guerra e sem Hitler colocou toda a Europa sob seu jugo monetário – a Alemanha potência do pós-guerra anexou todas as antigas possessões e satélites da URSS, anexou os antigos regimes Franquista e Salazarista, sem Guernika e sem Picasso!!! É ela que colmata a unidade europeia e mantém a moeda alta, mais alta que o dólar, mostrando que o que é bom para a Alemanha não é bom para Portugal, Espanha, Grécia, Eire, enfim, todos os Pigs!!! O Canadá, este que como a Austrália recebe a maior corrente migratória de nosso país, o Brasil, milhares de estudantes de classe média que partem em busca de novos horizontes!!! É a nova imigração para que o Império Inglês da Commonwealth, através de uma colonização maciça feche a possibilidade geo-estratégica e política de uma possível ameaça de emigração da super potência China que ameaça, num futuro não muito distante, os grandes espaço vazios do mundo e próximos a sua fronteira. Quem são eles: Rússia, Canadá e Austrália. O império inglês trata de povoar e induzir o progresso nestes grandes vazios demográficos que são estes verdadeiros continentes. A Inglaterra com seu capital dominante e sua bandeira de liberdade comercial chefia o liberalismo no mundo é ela que urde a sinergia do internacionalismo e dos capitais oligopólios. É lá que estão ancoradas as maiores multinacionais que são como a medusa, uma só cabeça com cabelos ondulantes de várias serpentes. O Brasil, a Argentina fazem parte do grupo de Cairns que controla todo o agronegócio mundial nestes países e inclusive nos Estados Unidos da América. É da Inglaterra, secundada pela Austrália e Canada, membros do império inglês, a Commonwhealth, a política indianista que coarta o Brasil, da política ambiental e inclusive a ocupação das Malvinas ou Falklands, como chamam, sobre o maior depósito de petróleo e de krill, do mundo, trampolim para a Patagônia despovoada e para o continente Antártico adormecido. Não necessitamos ir a Marte como diz o articulista. Marte gelado e rico já está bem perto dos que fazem a liberdade. Marte próximo e gelado está no Ártico e na Antártida gelada. Petróleo, Minerais e suprimentos de água potável e energia insuperáveis para o futuro!!!! Lindon LaRouche, extremista de direita laboral, nos Estados Unidos que continue cantando os dons do capital inglês cosmopolita. O Chile, aliado aos Estados Unidos e a Inglaterra. Cabeça de ponte dos interesses anglo-saxônicos na América Latina?! A Argentina que conte suas apreensões na Guerra das Malvinas e as atitudes de política de estado do Chile!!! Os liberais são paradoxais e contraditórios. Foram eles que depuseram Allende e o mataram no Palácio La Moneda, auxiliados pela CIA e pelo capital inglês, no entanto, foram eles mesmos que colocaram Pinochet para defenderem seus interesses, na guerra fria, frente a invasão cubana e russa que já andava com Che Guevara na Bolívia. Como foram eles, paradoxalmente embasados no Alzheimer popular, que arrestaram Pinochet, num hospital em Londres à disposição da jurisdição socialista de Baltazar Garzón, juiz ícone da esquerda festiva e prócer de escândalos de parcialidade na Espanha. Perdeu o cargo em razão de sentença e por isto. A Colômbia, não se fala, financiada pelo governo americano, pela CIA. Eu, como social democrata real e partidário da mesotes Aristotélica, não defendo as guerrilhas narcotraficantes, mas também não posso defender o outro lado fazendo vistas grossas. Israel?! Israel faz parte estratégica da defesa do “mundo ocidental”. Isto vem desde as cruzadas. Os árabes estavam recentemente com os russos. Na Síria ainda se vê um resquício deste mundo antigo que está para terminar e que tem o Irã também pelas costas financiando o ditador Bashar el Assad. No entanto Israel tem a população mais cosmopolita e diferenciada do mundo que inverte o sistema da Diáspora encetada pelo imperador Tito. Além do capital mental e monetário das famílias que emigram e residem lá, tenho vários amigos e conhecidos que moram agora por lá eles recebem, como Porto Rico, aporte de bilhões de dólares americanos a conta de investimento direto e contribuições para a sustentação deste estado criado pela ONU e por intervenção de Osvaldo Aranha, alegretense ilustre, por conta do que, o Brasil tem a tradição de iniciar sempre, com pronunciamentos, os trabalhos do ano. Da Austrália e Nova Zelândia já falei. Desertos humanos necessitam ser repovoados. Lembro-me dos livros de Charles Dickens especialmente de David Copperfield e o relato da colonização inicial que se deu através de famílias inteiras condenadas por dívidas e outros crimes na Inglaterra vitoriana. As perguntas que eu faria?! Perguntaria ao articulista: O que ele diria do fenômeno Madoff, sem controle nenhum do FEED e de Alan Greenspan?! O que ele me diz da produção desenfreada de automóveis que quer imitar a explosão demográfica do ser humano. Será que cada ser humano pode ter o seu automóvel individual?! Da poluição, da especulação imobiliária. Da violência que dá lucro para as companhias de seguro, para as companhias de segurança, para as construtoras que bolaram os Shoppings e Condomínios Residenciais que não são mais do que a reedição da guerra de todos contra todos do passado medieval que vivemos e da doutrina Hobbesiana preconizada no Leviatã?! Vivemos trancafiados nos neo-castelos e fortes, que mesmo com seus aparatos de segurança, mesmo assim, são assaltados pelas quadrilhas. O que dizer das borboletas dos bancos onde seguranças despem velhos como eu e onde o sujeito tem de largar todos os metais, canetas, telefones todos nestes escaninhos de roletas?! Para ser bem localizado pergunto a ele: Foi a liberdade que oportunizou as mineradoras de areia a destruição do rio Jacuí, como relatado pelo mesmo jornal ZH. Não necessita alguém, o Estado ou alguém neutral dar um limite ao egoísmo e a ganância?! O comunismo, o socialismo, o anarquismo, como já disse há anos em contestação a outro liberal, não nasceram do comunismo, mas nasceram do excesso de liberdade daqueles mais iguais entre os iguais, com potencial de inteligência, de esperteza, de falta de escrúpulos até, que tungaram o povo e os trabalhadores assalariados. Nasceu da revolta destes trabalhadores contra os tungadores. Este é um processo de ação e reação. Você pode ser mais esperto mas há um limite para o exercício de sua esperteza que é a dignidade e a sobrevivência de outrem. Se você excede determinados limites você cria uma reação que pode inclusive, por vingança, fazer com que a lei da sobrevivência ordene que o explorado passe a te eliminar. Esta é a força e o alimento das revoluções dos explorados. Para que não haja exploração é que foi criado o regime do meio termo em que cada um tem a sua parte com justiça. O empresário a remuneração de seu capital e seu investimento e risco e o trabalhador o salário digno de seu suor. Você só consegue ser feliz quando esta qualidade é disseminada na sociedade civil. Você não consegue ser feliz no meio e cercado por infelizes. Eles te matam e te assaltam. Certamente que o articulista é daqueles que defendem a extinção completa das leis e da Justiça do Trabalho Laboral?! Para ele e para muitos deles chamada de Injustiça do Trabalho!!! Pois eu digo: Ruim com ela pior sem ela!!! Getúlio Vargas criou a Justiça do Trabalho em 1943 para articular assim, o regime do meio-termo, nem tanto a terra nem tanto ao céu. Somos o meio termo entre o capitalismo e o socialismo teria dito. Eric Hobsbaum, em sua obra prima demonstrou o mal da guerra fria e da luta dos opostos entre o Capitalismo e o Socialismo. Era chegado o momento de erigir-se um mundo que fosse o meio-termo entre estes dois opostos. Os vetores do Capitalismo, do Liberalismo, são necessários sim, mas não em excesso. Os vetores do Comunismo e do Socialismo, são necessários sim, mas não em excesso. Sempre vemos dois fóruns, o Fórum Social, que contempla os vetores da doutrina Socialista e o seu antípoda, o Forum da Liberdade, que contempla os vetores da doutrina Liberal. Quando é que veremos o nascimento do Fórum da Fraternidade que contemplará, com parcimônia, equilíbrio e tolerância, a utilização de ambas as argumentações limitadas por ambos os vetores. O homem, o ser humano, tem ambos os vetores introjetados em si. Egoísmo e Altruísmo. Através do controle social permitido pelo equilíbrio social é que nos educamos. Acho finalmente, que a expressão: “Sem liberdade, chegará o dia em que nosso planeta azul parecerá com um certo planeta vermelho, árido, inviável e mortal”…acho que deveria ser dito de outra forma ou assim: Através da educação da liberdade e de sua modulação com a igualdade faremos com que nosso planeta azul não pereça como Marte e continue a ser um planeta ainda muito mais azul do que era!!! Simplesmente…

OLHAR PARA O FUTURO. Novo aeroporto excluirá o atual
Matéria título de capa e dentro da secção de Economia pág. 18 de Zero Hora.
Com o mesmo direito que Zero Hora fiscaliza os três poderes me atrevo a dizer, sem temor reverencial pela coerência que a mesma preconiza num regime democrático, a liberdade e os direitos da cidadania, desprovido de HABEAS MÍDIA que seria o remédio para modular o exercício da INFORMAÇÃO em um legítimo estado de direito democrático IDEAL, formulo as seguintes questões: Esta matéria é paga?! A matéria sobre a ponte do Rio Guaíba também teria as mesmas características?! Sim, os assuntos são de vital importância para o povo gaúcho e para o Brasil como um todo. Mas não podem ser apreciados ou abordados somente sob a ótica ou viés liberal ou dos grandes interesses jacentes do capital tupiniquim ou mesmo estrangeiro interessado no empreendimento. Há de se sopesar primacialmente o INTERESSE PÚBLICO para colocar àqueles interesses a serviço deste. É este o perigo que se inicia agora nesta fase em que estamos vivendo. Com a alternação da área Igualitária, adernando o processo para a área libertária ou da liberdade dos liberais. Começaram as reconversões que se embasam na falta de memória da população e erigindo-se novos vetores e novas alavancas de motivação psico-social no processo de moldar a vontade da sociedade invertendo-se o sistema político que manda que o governo seja do povo e para o povo! Esta é a situação em que os financiadores privados de campanha, os empresários, substituindo o Povo Soberano passam a moldar a zona pública coonestando-a no sentido de contrabandearem para a Zona Pública seus interesses negociais. É a clássica figura de “cerca caiada de Tom Sawyer” personagem de Mark Twain residente em Connecticut, cuja mansão conheci. As justificativas são aquelas que a Pricewaterhouse, empresa sediada em Londres e, como diz a matéria, seu sócio Carlos Biedermann, constatam através de “estudo” (leia-se: em benefício de interesses privados e depois do povo) visam um investimento de 1,4 bilhão de dólares ou 3 bilhões de reais ao preço de hoje), erradicando o terminal do atual Salgado Filho e transplantando o aeroporto interiorizando-o ainda mais sem definir sua localização futura. A argumentação se faz em razão que a erradicação do Salgado Filho é necessária pois sua concorrência com o novo inviabilizaria o seu investimento futuro em razão de que este terminal, próximo de Porto Alegre, faria concorrência com o aeroporto novo. As justificativas de construção do aeroporto novo seriam a captação da aviação de carga como semicondutores, fármacos, etc, que, a contrário sensu, não realizados, ocasionariam a perda de receitas que são calculadas em 3 bilhões de reais ao ano drenadas para São Paulo e para possível concorrente com um aeroporto no Paraná. A imparcialidade do artigo é salva pela manifestação, a final, de Cláudio Candiota, presidente da Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Passageiros, que prega a coexistência dos dois aeroportos e que se expressa, da seguinte forma: _”Sob o ponto de vista do usuário, acesso ao Salgado Filho é melhor. Qualquer cidade do mundo gostaria de ter um aeroporto próximo do centro – afirma.” Mas o que mais me espanta neste artigo e como um sujeito tem o peito de argumentar que o aeroporto deve ser transferido, justificando esta transferência em razão de perdas das empresas e setores negociais e rentistas, sem fazer caso do uso disseminado por milhares de gaúchos em razão da proximidade da capital?! A pele de seu rosto deve estar empedernida pela celulose de madeira itaúba, só pode!!!
Assim é, que se não houver um cuidado com a visão LIBERAL o seu viés EGOÍSTICO e que visa unicamente o bolso dos empresários que adubam com seus financiamentos as campanhas dos políticos, frente ao desabamento próximo das instituições do estado nacional brasileiro, soçobrarão ante a gula incontrolável e sem peias destes apetites já sem barreiras ou modulações necessárias que garantam as necessidades da Comunidade e do Interesse Público como um todo sobre os interesses menores dos indivíduos. Mesmo que estes interesses sejam necessários para impulsionar os negócios. Mesmo que estes interesses sejam vitais para manter acessa a chama empreendedora como também concordo. No entanto há de vigiar a liberdade da raposa dentro do galinheiro. Um jardim sem jardineiro, o Estado Nacional forte e não interventor, será um jardim abandonado, sujo e desorganizado, como aquele onde máfias travestidas em empresários matam os rios na calada da noite assoreando seu leito em lugares proibidos pela LEI DA MAIORIA. Tenho dito e prestado meu testemunho como cidadão, professor e pessoa humana….