DONALD TRUMP E SEU REFORÇO AO BREXIT NA LUTA ENTRE NACIONALISMO E GLOBALIZAÇÃO

O BALÉ DE DONALD TRUMP E O PAS DE DEUX  ENTRE MUNDIALIZAÇÃO E ESTADO NACIONAL NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO NO LIBRETO “O BREXIT”

Em 2007 escrevi um artigo emblemático e profético sobre o futuro evolutivo do processo de Guerra das Moedas. As “profecias ou premonições” ali feitas realizaram-se totalmente no futuro.

1 – Crise na Europa com os PIGS e agora o BREXIT;

2 – Crise profunda no Brasil..

A partir da queda do muro de Berlim ou simbolicamente com o fim da guerra fria através do colapso da URSS de Gorbachov, apesar de sua Glasnost e Perestroika, através das  feridas deixadas pela crise econômica advinda da intervenção desta potência na Guerra do Afgnistão, o capital teve a sua possibilidade histórica de uma expansão sistêmica através de vários estados nacionais. Pode-se dizer que há uma relativização nesta expansão pois a China Comunista, com as reformas feitas em seu regime, passou a atrair como um grande buraco negro toda a energia do capital mundializado das Trans Nacionais Corporations. O fim da guerra fria aprimorou mecanismos de garantia de que os regimes autócnes dos estados nacionais não desapropriariam mais os capitais e ativos destas empresas. Assegurados estes mecanismos jurídicos de garantias aos direitos de propriedades dos acionistas e fundos com sede no hemisfério norte, com o direito a remuneração de seus investimentos e o justo retorno dos lucros houve uma sinergia jamais vista na expansão deste capital. Mais e mais a realidade da integração acionada pelos mecanismos de tratados multilaterais concatenados com os tratados regionais e bilaterais estendeu-se como uma grande teia ligando os mercados mundiais e possibilitando a ativação das vantagens comparativas nas produções de insumos básicos, sua importação e exportação, como, da mesma forma, no comércio dos bens agregados produzidos e derivados. Os capitais foram em busca de mão de obra qualificada ou facilmente qualificável e adaptável ao sistema taylorista de produção sistêmica onde os custos de pessoal, impostos, insumos, etc, baixassem o valor do custo inicial potencializando o preço final e obtendo assim alta competitividade. O que houve neste processo foi uma grande transferência de capital e conhecimentos técnicos especializados, com a transferências de plantas industriais que mudaram-se dos países centrais e foram pousar em vários países do mundo e principalmente na Ásia com destaque para a China. A partir deste momento e gradativamente a existência dos Estados Nacionais concebidos dentre a chamada paz da Westphália, que assegurou a igualdade dos estados e de sua existência, independentemente da força de suas soberanias pelo respeito a esta e o brocardo da não interferência fez com que, paulatinamente, pelo processo de globalização dos capitais e das Multinacionais, os Estados Nacionais passassem a bem dizer para um segundo plano pois a Paz Perpétua de Kant era paulatinamente implantada com o processo de harmonização através de tratados restando a arte da guerra, função do Estado Nacional, para casos extremos de coibição de Estados Nacionais que visassem atingir esta harmonia do comércio e circulação global das commodities e produtos. As funções que criaram o Estado Nacional no século XI e XII, como exercício de Jurisdiçâo; exercício de Legislação e inclusive Execução; somados aos de emissão de moeda e outros, foram gradativamente mais e mais enfraquecendo-se e esmaecendo-se ante uma interatividade cada vez maior do efeito da mundialização e seus conceitos.

1 – As moedas nacionais mais e mais foram se desestabilizando tanto com relação aos Déficits do Balanço de Pagamentos, como também com relação aos seus Superavit de Balanço, em razão do princípio da circulação forçada da moeda nacional que prevê a aquisição pelo Banco Central ou órgão existente, o que causa um processo de patologia para os Estados Nacionais em absorver ou prover tanto um como outro fenômeno

2 – Todos os regimes constitucionais regulados seja o do Socialismo Constitucional ou do Constitucionalismo Social passaram a sofrer um processo de aluição ou destruição em razão da alta competitividade das mercadorias oriundas do exterior que passaram a criar um processo de desindustrialização, de desmonte, em razão da falta de competitividade destes regimes sepultados por alta carga tributária; regulação exacerbada que cria um desestímulo total ao emprendendorismo; leis trabalhistas rígidas e ultrapassadas que contrastadas com as externas inexistentes fazem com que as empresas do pais de origem tenham de fechar frente aos produtos similares importados mais baratos e em conta.

3 – Alterações internacionais em razão de desabamento dos estados regulados ditatoriais do norte da África e Oriente Próximo, que foram um a um caindo, como Egito, Líbia, etc, sendo que quando o processo chegou à Siria houve um veto nacionalista da Rússia, em razão dos tratados de áreas e zonas de influência delimitados previamente e celebrados entre EUA e URSS, na guerra fria. Ora, estas populações passaram a migrar violentamente para a Europa e é o processo de verdadeiro assalto que estamos vivenciando agora com a reação nacionalista e racista, que hibernou e manteve-se inerte no genoma dos antigos Estados Nacionais que formaram a União Européia, reascendendo novamente o canto do nacionalismo e da direita com a preservação das tradições e da etnia executando as velhas partituras musicais deste tipo de pensamento que plasmou a formação do Estado Nacional desde o Medievo até a era Moderna cujo clímax de exacerbação foram as duas grandes guerras mundiais do século XX. No Brasil vemos o afluxo de povos da África como do Senegal e povos da América Central como do Haiti. Na Argentina os cabeças negras oriundos da Bolívia, Paraguai e Perú que invadem as calles com seus tonales em Buenos Aires e outras cidades. O mercado se fez livre e também, embora a mobiblidade de pessoas só fosse autorizada legalmente pelo tratado de Maastrich, na Europa, nos demais o processo de globalização acelerou a desregulação e a clandestinidade dos imigrantes que invadem o Canadá, a Austrália e os EUA onde primeiro Clinton e agora Trump, chegaram a edificar muros..que mostram que o substrato de aceitação da diversidade e da convivência etnográfica e cultural, através do multiculturalismo, não tem ainda condições de auto superação para absorver o processo rápido de mundialização que houve e que é, de determinada forma, localizado e galvanizado pela China onde se concentram os maiores investimentos de capital externo no mundo e que segue sendo o maior polo de atração deste capital externo.

4 – Um dos efeitos maiores, previsto no artigo escrito em 2007, Dólar o Portal para o Mercado, foi a saída da Inglaterra da União Européia, através do BREXIT e também possibilidades de rachaduras que se evidenciam no renascimento da direita francesa, através das idéias de Le Pen, que mais e mais reforça e briga pela extinção da moeda euro, que alta como está, beneficia só a Alemanha e um pouco a França, que ultimamente acossada com o processo de transferência e desmonte de sua indústria que migra para lugares na Ásia, começa a mostrar suas escaras e frinchas evidenciado o desgaste causado pela Guerra das Moedas na grande autarquia e Fortaleza que é a União Européia;

5 – O detalhe mais importante e que não foi aventado pela minha pessoa e nem passou pela minha cabeça foi a de uma possível resistência da matriz do dólar, seja, os Estados Unidos da América que agora, liderado por Ronald Trump, assume um discurso eminentemente nacionalista e da volta e regresso do mundo a realidade dos Estados Nacionais com todas as suas idiossincrasias específicas de culto as etnias, língua, cultura, raça, em detrimento do processo de harmonização e aceleração do mercado mundial com integração absoluta entre Estados Nacionais e com a relativização de suas soberanias frente ao processo de mundialização;

6 – Constata-se que a mundialização ou globalização não é só a sinergia de alastramento sistêmico de um localismo ou uma cultura, a anglo-saxã, através da transformação da língua inglesa e sua internacionalização e ferramenta de comunicação mundial assim como de sua moeda que domina 78% de solvência do comércio mundial, da sua tecnologia através da expansão da camada de infovia e estabelecimento de redes sociais albergadas em novos softers que criam modificações de costumes em todo o mundo num processo de interação individual e coletivo que desafiando Jurgüem Habermas ultrapassa sua visão na obra A MUDANÇA ESTRUTURAL DA ESFERA PÚBLICA pois passa a impactar sobre o último sobrevivente de justificação do Estado Nacional e seu Direito, através do impacto direto sobre seu sistema de Representação Política que, conforme vários tratadistas, como Justi Tavares e Karl Loewenstein, o constitucionalista, que estudam as mútuas interações e fenômenos advindos do sistema partidário, eleitoral e político com a existência dos três poderes ou melhor dizendo, das três funções do Poder, legislativo, executivo e juridiário; Interações estas cujos fenômenos espocam por todo o mundo passando mais e mais a serem judicializadas na distância de anos luz do que pensa o Povo Soberano sobre tudo.

         Assim é que tudo o que temos assistido, após a eleição de Ronald Trump é o balizamento e a demarcação para uma zona de retrocesso no processo de globalização em razão, além dos problemas patológicos e genéticos da formação do estado nacional que remetem a um comportamento tribal muito bem descrito por Karl Schmitt projetado na visão do Inimigo. Como dizia, os americanos impulsionados não pelo altruísmo das ideias do presidente Wilson mas sim, com base na ganância e busca pelo lucro máximo foram aterrissar na China e, paradoxalmente, construíram através de sua visão de globalização o mundialização, não a projeção mundial e disseminada de sua língua, moeda e tecnologia mas também uma localização paradoxal que é o aporte num único estado nacional, a China, todo o capital, conhecimento técnico, transferência de tecnologia, que com eles transferiu também poder e empregos, emagrecendo as potências tradicionais frente ao surgimento de um gigante incontrolável e que demonstra não possuir nada de altruísmo quando avança paulatinamente seus olhos e seu poder sobre suas antigas posses como a ilha de Formosa e as ilhas japonesas já tendo avançado sobre Hong Kong e Macau e que, cada vez mais, com sua fortificação arma-se mais e mais ao mesmo tempo que captura antigos satélites e zonas de influência, com mercados consumidores e áreas produtoras de matérias primas como comida e energia e minérios vendendo suas quinquilharias tecnológicas, com selos das grifes europeias e americanas, no entanto todas fabricadas na China.

         Constato que em um mês da posse de Trump que a China tem um grande aliado que é o capital internacional Globalizado que não quer ser mais americano, francês ou inglês, ou seja o que for e, não se importa com os problemas do Estado Nacional, seja o desemprego, a desindustrialização, etc..pois o que importa são os mercados que devem ser otimizados e integralizados sendo o suporte maior disto a base no planeta China que fornece uma mão de obra de 800.000.000 de obreiros que é maior que a população de qualquer uma destas antigas potências sobrepujadas em seu nacionalismo pela gula dos negócios e do lucro que sempre odiaram as fronteiras e o Estado Nacional, seu aliado ocasional para ser utilizado em guerras de mercados na antiguidade que assenhorassem seus mercados e o comércio de suas commodities. Assim é que Donald Trump se vê com uma oposição em seu país e em todo o mundo através da opinião de consumidores cuja crítica e julgamento é estabelecido da mesma forma pela ótica do establischment do Quarto Poder, ainda não constitucionalizado, como sonhou George Orwell criticando a sua possibilidade. Assim é que Trump vence e vencerá unido ao nacionalismo inglês que em compasso de espera aguarda sua reação para sedimentar e formalizar a vitória das urnas na Inglaterra, fazendo do BREXIT dos ingleses insulares o início do BREXIT internacional que é um retrocesso a política de estados nacionais com uma recaída nos discursos que preenchem a imaginação nos velhos nacionalismos que tem sua justificativa na perda dos empregos, na invasão dos imigrantes de língua e crenças estranhas; enfim no retorno do tribalismo das guerras. Ou Trump , ao contrário, sofre um processo de Impechment perdendo sua sustentação política e será golpeado e apeado do poder , sendo assim vencido o nacionalismo americano restando a Inglaterra reposicionar-se perante a Europa, voltando atrás no Brexit, ou, como ensina a História, o método informal abate literalmente Trump, como foram abatidos à bala vários presidentes americanos sendo o último deles Kennedy. Quem viver verá: Nesta dança de balé TRUMP E UMA VOLTA AO NACIONALISMO OU A VITÓRIA DAS MULTINACIONAIS E O ESMAECIMENTO DO ESTADO NACIONAL ATRAVÉS DA SUA DILUIÇÃO NUM PROCESSO INTERATIVO DE GLOBALIZAÇÃO E MUNDIALIZAÇÃO. Resta a problemática: Será que a China mundializar-se-á ou manterá o seu nacionalismo, como mantém, simplesmente usando e lucrando com as MULTINACIONAIS que não pensam em termos de estratégia ou jogos de sistemas mas num jogo integrado de não sistema ou sistema único e hegemônico do Capital e não de qualquer agência de Poder nominada Estado Nacional seja ela legitimada em nome do Povo Soberano, seja ela legitimada em nome de uma Oligarquia e Estamento de Funcionários de um Capitalismo de Estado, ou mesmo na forma antiga e simplificada do Poder Originário autojustificado como é o do imperador da Coréia do Norte.  Quem viver verá!!!!!Olhe que as Transnacionais e Multinacionais passaram pelo processo de evolução em que se associam de forma indébita e criminosa com o Estado Nacional transfigurando o poder do povo no poder econômico que passa a determinar o que se consome, o que se vê e qual o prazer do momento ou do futuro e também o que se pensa e quais as doenças e os remédios a serem consumidos e as alimentações adotadas ou banidas….é um poder incrível que Trump o último presidente americano resolveu enfrentar e investir contra…sobreviverá?!! Sobreviveremos a tudo isto?! O Planeta sobreviverá a estes impactos??? …a discussão é incrível ….if…if…if……           19.02.2017

MEU ARTIGO DE 2007 SOBRE O DÓLAR

DÓLAR: O PORTAL PARA O MERCADO A aparente fraqueza do dólar é a sua real força. Vários artigos acadêmicos embasados nos vários déficits americanos e encorajados pelos índices comparativos entre várias moedas vaticinam vários cenários alternativos para a persistente queda do dólar. Estes cenários vão desde a visão catastrófica do crash total, passam por um esboço de looping, em que o dólar terá uma tendência descendente até 2014, quando a partir deste patamar começará novamente a se aprumar e, outros, que apesar dos sinais persistem em considerar que nada mudou e que o dólar ainda é, como sempre foi, um dos fundamentos da política internacional de comércio. Todos estes pensamentos não estão totalmente errados porque o dólar é como o caminhar de um ser humano. O andar do ser humano é um processo de sucessão de desequilíbrios que medeiam entre os vários equilíbrios que separam as margens da sucessão de pequenos saltos que buscam a estabilidade através de intermitentes desestabilizações. O pleonástico “cair um tombo” é uma possibilidade como também o é vencer a corrida de cem metros rasos, ou o agradável passeio até um Shopping-Center. Observando a dança das moedas neste verdadeiro jogo de xadrez internacional da oscilação dos vários currencys podemos concluir, sem sobra de dúvida, que a aparente fraqueza do dólar é a sua real força. O xeque mate ao rei não se dará através da rainha mais do verdadeiro cavalo de tróia que é o dólar pois ele traz no seu ventre os vetores intrínsecos do sistema liberal. Poderemos afirmar isto debruçando-nos sobre o balé do realinhamento das forças internacionais em torno das moedas. A União Européia cada vez mais se consolida atraindo novos países do leste europeu e possivelmente da Escandinávia, para a formação de um macro estado “pós-nacional” sob a batuta do euro. O euro, por seus fundamentos é lastreado no Pib e sob um rígido controle inflacionário estabelece a circulação da riqueza numa verdadeira autarquia econômica: a auto-suficiente Europa. A maior parte do comércio internacional da União Européia é feita entre os próprios estados que a compõem. Assim, a União Européia, numa escala integrativa jamais vista, possui o pleno dom da simbiose perfeita. Integra países altamente desenvolvidos com outros minimamente desenvolvidos aglutinando, reciprocamente, as vantagens comparativas diversificadas deste variegado comércio. Ora, o mundo externo, além das muralhas pretensamente inexpugnáveis deste mega-global-trader está, praticamente alinhado ao dólar sendo que esta aliança se torna mais evidente através do fenômeno do estacionamento – parking – dos seus excedentes comerciais nos verdadeiros parceiros/reféns (China detém mais de um trilhão de dólares em reserva; o Brasil mais de 120 bilhões, a Rússia, o Japão, etc…). Assim é que este efeito parking enxuga o meio circulante em dólar, altamente inflacionado, não detendo, no entanto o efeito da constante desvalorização do dólar causado pelos fundamentos de todo o déficit americano (balanço de pagamento + déficit público + déficit imobiliário + déficit privado + déficit previdenciário + etc). O problema do dólar, mais do que um problema americano, passa a ser um problema das demais nações. Das que acompanham o dólar por estar com ele atreladas e da que não acompanha o dólar: a União Européia. Esta última, além de poder importar tudo muito mais barato sofrerá a tendência inevitável de ser a maior exportadora de capital como jamais se viu. Buscará comprar o controle acionário de empresas que estejam dentro da zona do dólar em razão da oferta barata destes ativos. No longo prazo, se gradativamente o dólar não reagir, através deste processo a Europa passará a sentir o seu alto custo social (sua política trabalhista e previdenciária) e um processo de deflação que conduzirão necessariamente a um futuro alinhamento com o dólar sob pena de se precipitar na maior crise social pois a Europa terá a sua cidadela, numa escala maior, semelhante ao problema do Brasil sob o plano Real I, de FHC, acossada sob o sobrevalorização do euro sobre o dólar. O problema monetário é semelhante ao efeito causado na física por dois corpos vizinhos e com temperaturas diversas. A tendência é a troca de energia, que levará ao equilíbrio térmico dos dois sistemas. Na outra banda do problema, os países alinhados com o dólar, entre os quais o Brasil, (está casado em comunhão de bens através do pacto antenupcial e fiduciário por conta da detenção de U$120 bilhões) deverão sofrer um verdadeiro “efeito chupa-cabra” na capacidade de investimento estatal, que será tragada de vez pelo investimento na compra de ativos em dólar e pelo processo gradativo e constante, por efeito do mercado, de flexibilização do trabalho, privatização do seguro social, enxugamento do Estado Nacional e todos os possíveis efeitos que levarão a implantação do Mercado Total nos termos das premissas Liberais Ortodoxas. Deste destino não escapará nem a atual cidadela da União Européia. Sob o assédio da desoneração social, sem capacidade competitiva e em razão da migração de seus capitais, ela será forçada a capitular perante o aríete invencível do cavalo de tróia do dólar que implantará, através deste portal, o mercado total, tanto aqui, como acolá e inclusive lá. PROF. SÉRGIO BORJA – 57 ANOS – PROFESSOR DE CIÊNCIA POLÍTICA NA PUC/RS http://www.sergioborja.com.br/ 051 98083706

YUAN E GUERRA DAS MOEDAS

GUERRA DAS MOEDAS À MIL

Semana na China
PONTO DE CONVERSA
A grande fuga
O que faz o mergulho nas reservas forex da China nos dizer
13 de janeiro de 2017 (WIC 351 )

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Um Um
Encaminhe para um amigo
RMB-wNo vermelho: o yuan caiu 7% em relação ao dólar dos EUA no ano passado
Em outubro de 1997 – durante o auge da crise financeira asiática – Hong Kong foi atingida por uma substancial saída de capital que, de acordo com os reguladores financeiros do território, foi causada por especuladores estrangeiros que tomavam grandes posições curtas no dólar de Hong Kong. O fluxo de saída interrompeu o sistema de taxas de câmbio do dólar de Hong Kong. As taxas interbancárias soared como um resultado e em um ponto a taxa de interesse para o dinheiro overnight projetou até quase 300%.

Uma batalha para defender a moeda do território começou em sério. Terminou alguns meses mais tarde depois que o governo de Hong Kong espirrou uns $ 15 bilhões sem precedentes em sustentar acima dos preços conservados em estoque.

Avanço rápido quase 20 anos e Pequim está lutando uma outra batalha para impedir o capital de deixar o país. A volatilidade aumentou e, no mercado offshore de yuan em Hong Kong, o aperto de liquidez neste mês pressionou os custos de empréstimos para a moeda chinesa a um patamar histórico, com a taxa de juros overnight alcançando 110%.

Com o início do ano de 2017, examinamos as perspectivas do renminbi para o próximo ano e analisamos como os reguladores chineses estão lutando contra a fuga de capitais e buscando impedir que as reservas cambiais do país sejam drenadas.

O renminbi inverte

Depois de uma década em que os investidores estavam dispostos a manter a moeda chinesa na expectativa de que iria saltar em valor em relação ao dólar, o sentimento tem revertido acentuadamente desde a segunda metade de 2015, quando o Banco Popular da China (PBoC) Depreciação off “.

O yuan depreciado cerca de 4% em relação ao dólar naquele ano, e transtornaram o mercado A-share ( veja WiC292 ). Em seguida, perdeu quase 7% contra o dólar no ano passado em sua maior queda desde 1994, com a maior parte do declínio no último trimestre como o Federal Reserve começou a aumentar as taxas de juros.

A mudança nas perspectivas chegou num momento em que a economia chinesa mostrou sinais de sinalização, levando empresas e indivíduos a retirar dinheiro do renminbi, e criando mais pressão descendente sobre a taxa de câmbio.

Ironicamente, Donald Trump passou grande parte de sua campanha eleitoral acusando os chineses de manipular sua moeda, a base de sua queixa era que os políticos de Pequim deliberadamente subestimaram. Mas por mais de um ano eles realmente estavam fazendo o oposto, intervindo nos mercados para vender dólares e comprar yuan. De fato, a PBoC queimou quase US $ 1 trilhão de moeda estrangeira para evitar que ele caia mais e as reservas caíram para seu nível mais baixo em quase seis anos em dezembro, quando caíram outros US $ 41 bilhões.

Depois de anos de ser reverenciado como um arsenal formidável, as reservas forex da China estão começando a olhar um pouco menos imponente, e à beira de cair pelo nível de US $ 3 trilhões que alguns vêem como um limiar “psicológico”.

As opiniões divergem quanto ao nível em que a situação se torna precária. Alguns analistas argumentam que mais de US $ 3 trilhões são necessários para defender o sistema de taxas de câmbio da China, enquanto outros dizem que uma quantidade menor é suficiente se os controles de capital permanecerem no lugar, impedindo saídas caóticas.

Outra preocupação em obter cobertura nos meios de comunicação internacionais é que as reservas estão caindo drásticamente como uma porcentagem da oferta de moeda da China, que tem aumentado devido aos esforços de Pequim para estimular o crescimento e ajudar os bancos a lidar com a dívida corporativa.

À medida que a oferta de dinheiro cresce, aumenta o peso do capital que poderia fugir da China, colocando mais pressão sobre as reservas que permanecem para amortecer o impacto da saída.

Pelo menos, as participações da China parecem suficientes para satisfazer o mínimo básico do Fundo Monetário Internacional – afirma que os países precisam de moeda suficiente para pagar três meses de importações e cumprir seus pagamentos de dívidas de curto prazo no exterior.

Atualmente as reservas chinesas são o dobro de sua dívida externa, seis vezes suas obrigações externas de curto prazo e suficiente para cobrir mais de um ano e meio de importações.

Apesar disso, as autoridades vão querer reduzir a queda nas reservas nos próximos meses. O perigo é que a quantidade de reservas se torna menos importante do que a história de seu declínio, e que o sentimento do mercado se inclina para o pior caso cenários.

Como Beijing respondeu?

Provavelmente, a opção mais palatável para os reguladores na redução da pressão sobre sua moeda é tornar mais difícil obter o yuan fora do país. Nós já relataram que os reguladores chineses têm apertou o cerco contra os seus cidadãos que compram apólices de seguros ligados a investimentos em Hong Kong – que eles estavam fazendo em grandes volumes para ambos conseguir obter as suas poupanças no exterior e também mudar em dólares ( ver WiC257 ).

Mas a partir deste ano, o nível de escrutínio vai aumentar ainda mais em casa, quando os bancos serão obrigados a relatar todas as transações em dinheiro denominadas em yuan superior Rmb 50.000 (antes da mudança, o limiar era Rmb 200.000). Similarmente, os jogadores que chegam em Macau próximo têm que trabalhar mais duramente para arranjar o financiamento para suas apostas.

Para os cidadãos chineses também será mais uma luta para obter a quota de US $ 50.000 em moeda estrangeira que eles são autorizados a transferir no exterior a cada ano. Um novo formulário de solicitação está pedindo informações mais detalhadas sobre por que eles precisam do dinheiro, e adverte contra gastá-lo em bens no exterior e títulos (aprovado usos incluem turismo, aulas, viagens de negócios e cuidados médicos, os relatórios Global Times).

Em um nível empresa o escrutínio de investimento no exterior de empresas chinesas é provável que persistam ( ver WiC347 ) com os reguladores advertindo contra “M irracional & A atividade” em setores como o imobiliário, hotéis e cinemas. Até se tem falado que os clubes de futebol chineses estão agora a ser analisados ​​pelas incríveis taxas de transferência que pagam por jogadores estrangeiros como Oscar e Carlos Tevez. Esta semana também houve notícias de que as trocas da Bitcoin estão sendo vigiadas por preocupações de que o anonimato da moeda digital está permitindo que os chineses experientes em tecnologia tirem do yuan e facilitem a fuga de capitais.

Haverá provavelmente mais queixas de empresas estrangeiras que estão encontrando mais duro repatriar seus lucros, quando os líderes de China puderem chamar empresas estatais para fazer o “serviço nacional”, com a especulação que serão “pedidas” para repatriar a moeda corrente extrangeira Ganhos realizados no exterior.

Naturalmente, o advento de mais controles sobre os fluxos de capitais transfronteiriços (e a aplicação mais rigorosa das medidas existentes) vai contra a agenda de internacionalização do renminbi que os formuladores de políticas vêm perseguindo há algum tempo. Em outubro passado o FMI acrescentou o renminbi para a cesta dos Direitos Especiais de Saque no pressuposto de que iria continuar a tornar-se mais livremente negociáveis ( ver WiC342 ). Mas para o futuro previsível, Pequim parece mais focada em outras prioridades.

Maiores taxas de juros podem ajudar?

Uma de suas opções é aumentar as taxas de juros, tornando-o mais atraente para manter o renminbi. Mas um desafio óbvio aqui, escreva Zhi Ming Zhang e Helen Huang do HSBC, é que as empresas chinesas assumiram um monte de dívida de curto prazo para financiar investimentos de longo prazo. “Significativamente, R $ 1 trilhão ou mais títulos vão amadurecer todos os meses a partir de agora até o terceiro trimestre de 2017. Taxas substancialmente mais elevadas fará refinanciamento desses títulos um exercício muito caro”, adverte a dupla.

Outro risco é que o aumento da taxa de juros colocaria o setor bancário sombrio mal regulamentado da China sob tensão significativa. Nesta análise, os investidores têm vindo a contrair empréstimos baratos de curto prazo dinheiro para comprar títulos e outros produtos de gestão de riqueza e, em seguida, usá-los como garantia para pedir mais e investir novamente. O resultado é a alavancagem crescente eo risco de contraparte de alargamento através de um desconhecido (mas potencialmente enorme) espectro de bancos, corretores e gestores de ativos.

Mas se a prática de defender o renminbi queimar milhares de milhões de reservas estrangeiras da China, os decisores políticos podem decidir que sair da moeda para encontrar seu nível no mercado é uma abordagem melhor.

Como sobre uma desvalorização única?

Uma súbita desvalorização poderia fazer com que o yuan caísse em até 5% em relação ao dólar – e isso transmitiria um tremendo choque à economia global, talvez provocando uma série de desvalorizações por parte de outras nações emergentes.

Nesse contexto, os líderes chineses precisarão de muita convicção de que uma desvalorização significativa seria uma panacéia e não acabariam por ser um golpe assassino para a confiança doméstica na moeda.

Mas a opção de uma dramática desvalorização parece menos provável em um ano de transição: o importante Congresso do 19º Congresso ocorrerá no outono e um balanço de liderança é esperado. Assim como Xi Jinping remodela sua equipe sênior, Pequim valorizará a estabilidade política e econômica nos próximos meses ainda mais do que o normal.

No entanto, uma depreciação controlada pode subir na agenda se a administração Trump é insistente em pressionar por políticas protecionistas contra a China.

Essa possibilidade tem sido cada vez mais abrangente na mídia chinesa – Yu Yongding, ex-assessor do banco central e agora uma figura influente na Academia Chinesa de Ciências Sociais, um think tank líder, tem argumentado que as autoridades devem deixar Yuan se enfraquecem ao nível de “equilíbrio” antes que Trump tome posse neste mês.

Zhu Ning, um professor de finanças da Universidade de Tsinghua detém uma visão semelhante que deixar o renminbi cair mais dramaticamente contra o dólar seria uma opção melhor do que defendê-lo ad infinitum. “O yuan perdeu mais de 10% [contra o dólar] desde seu pico, mas as reservas forex da China perderam quase 25%”, disse ele à South China Morning Post na semana passada. “O que a China pode fazer se as reservas continuarem encolhendo … se suas reservas não puderem atender às exigências de pagamento de conta corrente?”

É o yuan recuperando força?

Na semana passada, houve um claro esforço do banco central chinês para contrariar a percepção de que o yuan está indo em uma única direção contra o dólar – ou seja, para baixo.

Um dos resultados foi um pico de volatilidade quando o banco central levantou a “correção” diária em torno da qual o yuan é autorizado a negociar contra o dólar na China em quase 0,9%, o maior aumento desde que foi desvinculado do dólar em 2005.

Em Hong Kong – onde o renminbi negocia livremente – os bancos estatais também transformaram seu fogo em vendedores curtos, engenharia de um aperto de liquidez que viu as taxas de juros overnight soar, dissuadir ursos de empréstimo do yuan para vendê-lo curto.

O endurecimento da liquidez ajudou o renminbi a lançar um recorde de dois dias de rali offshore. Posteriormente, caiu para trás (o custo de empréstimos overnight caiu para menos de 3% a partir de quinta-feira, de mais de 60% na semana passada), embora a sua corrida foi suficiente para a moeda chinesa para postar sua primeira valorização semanal contra o dólar por vários Meses.

No início desta semana recuou novamente nos mercados offshore, sugerindo que os comerciantes não foram desencorajados de apostar contra ela. De volta à China, o banco central decidiu desistir da maior parte do terreno com a maior taxa de referência diária, reduzindo-a a níveis mais próximos da semana anterior.

Mantendo as coisas em contexto …

Naturalmente, um fluxo de notícias mais positivo sobre as perspectivas para a economia ajudaria a estabilizar a moeda da China em um momento em que as preocupações sobre a crescente dívida têm sido alarmantes analistas; Da mesma forma a aparente ineficácia de muitos dos esforços do governo para controlar as indústrias improdutivas e as obsoletas empresas zumbis não ajudou. Alargando a análise, note-se, mostra que outras moedas têm vindo a fazer muito pior contra o dólar ressurgente – incluindo a libra eo euro, que tanto caíram por montantes maiores do que o renminbi.

Como Tom Holland apontou no South China Morning Post esta semana, uma das implicações é que a força do dólar está impulsionando eventos mais do que fraqueza de yuan, o que deve ser frustrante para o banco central da China, que passou meses tentando conseguir que os mercados se movessem Longe de sua fixação com a taxa do dólar pela gestão do yuan contra uma cesta mais ampla de moedas. E contra este grupo de referência, o yuan tem melhor desempenho, mantendo um desempenho mais estável. No entanto, os analistas do HSBC esperam que a trajetória da taxa dólar-renminbi seja relativamente volátil para o futuro imediato e sua perspectiva de médio prazo de “fraqueza gradual do yuan” permaneça inalterada.

“Mesmo quando as saídas menos legítimas estão sendo verificadas, outras saídas legítimas ocorrerão. Além disso, do ponto de vista do dólar, a visão do HSBC é de que o dólar fique mais forte no primeiro semestre devido ao estímulo fiscal dos EUA, às mudanças nos impostos e às tensões comerciais “, prevêem os analistas. Alterar a percepção de que o renminbi é uma aposta de mão única (para baixo) em relação ao dólar poderia ser o maior desafio enfrentado pelo banco central da China em 2017 …

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OS POLÍTICOS E A REPRESENTAÇÃO POLÍTICA E A MUDANÇA ESTRUTURAL DA ESFERA PÚBLICA – REFORMAS POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA  JÁ!

Jürguen Habermas escreveu uma das mais emblemáticas obras do século XX em 1961: Mudança Estrutural da Esfera Pública. Ali ele demonstra a evolução mutante e as relações do público e do privado, desde a remota antiguidade, passando pelo medievo, pela renascença até a modernidade. Habermas detalha a alteração dos costumes e das relações entre público e privado mostrando que as alterações sociológicas são causadas por mudanças de hábitos e costumes como, v.g., o consumo do café, do chá e da cerveja, que criaram cafés e cervejarias, onde a política e mesmo os negócios e bolsas de valores se efetivavam. Esta obra foi traduzida do alemão para o português por Fl[ávio R. Kothe e publicada pela editora Biblioteca Tempo Universitário em 1984. Da mesma forma Pierre Lévy escreveu sua obra O QUE É O VIRTUAL que, adicionada ou sobreposta em franca retroalimentação à obra de Habermas traz ilações e impactos importantíssimos neste começo do século XXI a área da representação política. Pierre Lévy no capítulo que trata das Sociedads Pensantes expressa objetivamente que na realidade “a verdade é que a inteligência é fractal, ou seja, se reproduz de maneira comparável em diferentes escalas de grandeza: macro-sociedades, psiquismos transindividuais de pequenos grupos, indivíduos, módulos infra-individuais (zonas do cérebro, “complexos” inconscientes), agenciamentos transversais entre módulos infra-individuais de pessoas diferentes (relações sexuais, neuroses complementares). Cada nó um zona do hipercórtex coletivo contém por sua vez um psiquismo vivo, uma espécie de hipertexto dinâmico atravessado de tensões e de energias atingidas de qualidades afetivas, animadas de tropismos, agitadas de conflitos…em contrapartida, há uma qualidade difundida em diversos graus em todos os tipos de espíritos mas que as sociedads humanas ( e não mais os indivíduos) exemplificam melhor que as outras: a de refletir o todo do espírito coletivo, cada vez diferentemente, em cada uma de suas partes. Os sistemas inteligentes são “holográficos” e os grupos humanos são os mais holográficos dos sistemas inteligentes. Como as mônadas de Leibniz ou as ocasiões atuais de Whitehead, as pessoas encarnam, cada uma delas, uma seleção, uma visão particulares do mundo comum ou do psiquismo global.”[1] A mudança paradigmática e que absorve a continuidade do pensamento harbesiano é a mudança da esfera pública que se faz através do fenômeno ou efeito que Piérre Levy cognomina como “efeito MOEBIUS” que ele qualifica como “além da desterritorialização, um outro caráter é frequentemente associado à virtualização: a passagem do interior ao exterior e do exterior ao interior. Esse “efeito Moebius” declina-se em vários registros: o das relações entre privado e público, próprio e comum, subjetivo e objetivo, mapa e território, autor e leitor, etc. ..as coisas só tem limites claros no real. A virtualização, passagem à problemática, deslocamento do ser para a questão, é algo que necessariamente põe em causa a identidade clássica, pensamento apoiado em definições, determinações, exclusões, inclusões e terceiros excluídos. Por isso a virtualização é sempre heterogênese, devir outro, processo de acolhimento da lateralidade. Convém evidentemente não confundir a heterogênese com seu contrário próximo e ameaçador, sua pior inimiga, a alienação, que eu caracterizaria como reificação, redução à coisa, ao “real”.” Assim é que este fenômeno percebido por Habermas e Pierry Lévy em suas obras causa uma mudança e um impacto que se traduz nos fenômenos que temos vivenciado no século XXI, antes de 2013, na Europa e no Norte da África, onde a guerra da Síria é onde a ditadura e a regulação, apoiada pela Rússia, ainda resiste à desregulação que atingiu o Egito com sua praça Thahir, a Catalunha, a Líbia de Kadafi e que está atingindo a Social Democracia Européia, primeiro nos Pigs, Portugal, Itália, Espanha e Grécia, com suas fraquezas econômicas – são produtores de produtos com pouca agregação tecnológica – ante a globalização ou concentração das Transnacionais Corporations que investem todo o seu capital nos 800 milhões de chineses – MÃO DE Obra ALTAMENTE BARATA – desregulando mercados através de uma competitividade causada pelo dumping social e monetário, à cavalo de uma MAIS VALIA nunca jamais vista, transferindo capitais, investimentos e fluxos para a Ásia e saqueando e desestabilizando os regimes do DEVE SER JURÍDICO, seja, o Comunismo e que resta do mesmo e a Social Democracia ainda existente na Europa e na América Latina, levando junto os regimes regulados ou chamadas tiranias e ditaduras cujas fronteiras se dissolvem a mobilidade das redes sociais e da construção do EU NO ENTRE SI como caracteriza Pierre Lévy. Assim é que as imagens digitalizadas acabam com o xerox; acabam com as máquinas e as fotos com películas químicas; a maquina de escrever vai para o saco de lixo da história, o livro vive o seu canto de cisne; os jornais impressos são ameaçados e estão também nos seus últimos dias transformando-se em virtuais; o Uber desregula os cartórios de concessões estatais para taxis; o comércio virtual vai abolindo pouco a pouco as lojas reais com seu custo mais baixo e que emprega o sistema just and time com a administração zero de estoques e almoxarifados que são gradativamente extintos pelo seu alto custo sendo substituídos pela logística fábrica direto ao consumidor; até mesmo a mais velha das profissões, a prostituição e suas “zonas”, sofrem o impacto da mudança de costumes com a liberalização e a concatenação das necessidades diretas através  de mecanismos virtuais de aproximação, como o Tinder e TWO que liberam e facilitam as apresentações virtuais sem contar com Linkendin, TWeter e Facebook e outros que dinamizam as relações desenterrando velhos conhecidos, parentes longínquos ou desaparecidos nas distâncias para torna-los atuais e atuantes em nosso dia a dia povoando nossa vida com virtuais e inúmeros “amigos” que , teoricamente, extinguem a solidão humana com o simples ligar e apertar de um botão. Assim é que os comícios que são originários das Comitia Curiata e Comitia Centuriata, respectivamente agregações Civis Familiares e Militares, da antiguidade romana, extinguem-se com o surgimento do rádio, da televisão e são trocados pelo discurso ou comício eletrônico, este mesmo comício eletrônico, pela ausência total de ALTERALIDADE NOW e AGORA também falecem e são trocados, substituídos pela ALTERALIDADE TOTAL DA REDE SOCIAL que impacta sobremaneira sobre a REPRESENTAÇÃO POLÍTICA que foi uma das formas de sobrevivência que vicejou sobre as representações corporativas ou orgânicas adotadas pelo facismo e pelo nazismo; que sobrepujou e venceu ainda a representação Institucional criada pelo Socialismo e pelo Comunismo que, de baixo para cima, criaram as representações sindicais, de fábrica, de escolas e universidades, enfim, que foram para o lixo da história com a queda do império da URSS, da Iugoslávia e com as modificações da China Comunista, que num neo-Gramchismo reinterpretado recriou uma simbiose entre o comunismo e o capitalismo, numa nova versão de shopsue chinês que está sendo aluido paulatinamente pelo processo democrático do mundo virtual e coletivo que paulatinamente vai invadindo e infiltrando sua couraça ideológica e ditatorial levando a uma neo-plastia da forma do futuro para gerir bilhões de chineses revificando os parâmetros colocados no direito por John Locke , em seu Segundo Tratado do Direito Civil em que preleciona a iteratividade entre a área pública e privado e isto é dizer, entre as relações de Igualdade e Liberdade ou Público e Privado na razão e na proporção do número de habitantes, povoação, que pressiona os bens de uma área geográfica atuando sob a lei econômica em que “os meios são escassos e as necessidades são infinitas” tirando daí e nessa razão direta a ilação ou aferimento do direito como conceito de justo adaptado ao momento tecnológico vivido por aquela sociedade sempre imbuído de uma plastia e de uma dinamicidade interativa altamente mutante e evolutiva. John Locke não disse o que disse Pierre Lévy no século XX, sim ele estava no século XVII, mas no entanto exprimiu, com uma premonição incrível, esta mesma fórmula plástica e mutante em outras palavras. Assim é que a forma de democracia grego\romana, altamente estamental ou oriunda e exercida através do status dos pátrias potestas ou patrícios, uma democracia reducionista exercida unicamente por sui juris que alijava mulheres e demais classes sociais deste núcleo de participação e liberdade; conceito este que, com o desabar do Império Romano do Ocidente, perpassa de forma estamental através dos privilégios de estamentos, como nobres, o clero e servos que evoluem, com a urbanização, para a formação da burguesia, para uma construção de sociedade estamental ou de privilégios que constrói o Constitucionalismo através das revoluções burguesas criando e reproduzindo no núcleo duro destes documentos a sua representação classista e plutocrática ou teológica do poder. Esta é a crítica feita por R. Carré de Malberg em sua obra magistral Teoria Geral do Estado que reproduz em largo texto as críticas ao entronamento desta alternativa evolutiva:

Com a palavra Carré de Malberg: [2]

“§ 4. EVOLUÇÃO DOS REGIMES REPRESENTATIVOS DESDE A REVOLUÇÃO.

  1. A teoria da representação nacional que foi exposta até agora é a que deriva da constituição inicial de 1791(revolução Francesa – grifei) . É a teoria do puro regime representativo, no sentido histórico que a palavra representação obteve sob a Revolução , é dizer, num regime no qual o povo, não podia querer senão através de seus “representantes”, não sendo admitido juridicamente a exercer uma vontade própria, assim é que os seus “representantes” eram órgãos de manifestação de sua vontade, não somente do povo em concreto mas também como também representantes da noção em abstrato de representação nacional ou da Nação; um regime em que a única relação real entre o candidato e o povo é aquela que emanava dos laços que se desprendiam da eleição; um regime que se pode caracterizar ou definir como semelhante ou análogo ao regime de representação que subsidia da mesma forma idêntica ao do monarca ou rei. (Não pela teoria de origem divina do Soberano, mas aquela de origem popular em que o Rei representa o Povo – grifo meu).Resta examinar qual foi na França, depois da Revolução, a sorte ou destino deste regime e deste conceito. Já vimos que  a Constituinte, no tempo que assegurava a preponderância da burguesia, tratou de idealizar uma vontade nacional, porquanto a tratou como uma vontade superior aos membros da nação que deveria determina-se por considerações superiores ao interesse geral; neste sentido a Assembléia de deputados estava instituída como órgão da nação. A Constituinte alcançou seu objeto? Os fatos responderam às suas intenções? Não há mais remédio do que reconhecer-se que não. Desde suas origens evolucionárias, o regime representativo sofreu na França consideráveis desvios. Entre os autores que permaneceram apegados as doutrinas representativas de 1791 (Constituição monárquica que ainda mantinha Luis XVI como um títere – grifo meu), Eismein especialmente assinalou estas deformações; “o regime representativo, disse (Duas formas de Governo, revista de direito público, vol. 1, po. 17 ss.), perdeu sua pureza sobre tantos outros, as ideias dos homens da Revolução foram profundamente alteradas, e sob o nome de regime representativo, se pratica atualmente um sistema governamental muito diferente daquele que pretenderam fundar. Esta deformação se produziu sob múltiplas influências…”

Foi Rousseau em seu Contrato Social que estabeleceu com maestria o paradoxo contido na representação burguesa admoestando o regime inglês de representação política da seguinte forma: “O povo inglês pensa ser livre mas o é somente no momento em que coloca o voto na urna; após vive uma ditadura a prazo certo!

O atual regime da Constituição de 1988, mesmo criando mecanismos de participação popular demagógicos e quase inviáveis de participação, como iniciativa de lei, etc, na realidade é um regime elitista e monárquico em que os políticos , como uma casta oligárquica, apossam-se do Estado Nacional e, por gerações, num regime clientelista de quem indica loteiam o Estado Nacional num sistema de patronato ou de padrinhos com seus afilhados indicados para cargos em comissão ou para as prebendas e sinecuras nacionais ocupando, inclusive através desta forma, a cúpula do Judiciário sendo que pela emenda 45, contra o Poder Constituinte Originário, criaram o Conselho Nacional da Magistratura, órgão não previsto pelo Poder Constituinte Originário, fazendo com que o viés político das indicações políticas penetre o Judiciário criando um órgão que salvo melhor juízo, a meu ver, abastarda as garantias de inamovibilidade, irredutibilidade e vitaliciedade da Magistratura, relativizando assim suas garantias e sua independência de prestação jurisdicional. O Regime Constitucional seria idealmente aquele onde o Jurídico cria uma contenção ao Político, que como a agua ou o ar possui uma necessidade ontológica de luta pelo poder, de ocupar todos os espaços e, sem contenção, a contrário sensu, transformaria o poder exercido de forma democrático, a longo ou curto prazo , conforme suas artimanhas, num poder ditatorial civil ilimitado. Assim é que a Lei maior ou a Constituição deveria imitar a frase célebre de Honório Lemes que lutava por leis que governaswsem os homens e não por homens que governassem as leis ou as moldassem ao sabor de seus partidos e do casuísmo vigente em cada momento alternativo de uma república mutante. A constituição de 1988, irmã da constituição de 1946, ambas egressas de ditaduras criaram, para o bem, o controle maior do Congresso Nacional, isto é dizer do Legislativo, sobre o Executivo, dando-lhe a governabilidade e sofreando o mesmo de sua vocação histórica para o exercício discricionário e sem limite de exercício do poder. No entanto, esta alternativa, através do voto de ballottage e da possibilidade de coligações para obter a maioria alvitrada pelo primeiro axioma levaram a criação da legítima fusão do núcleo duro da república instituindo o chamado Governo de Coalisão, maioria que apoia o governo, que se transformou numa ditadura civil que derreteu, em todos estes anos a Constituição e o conceito de controle exercido pela mesma. Pior ainda é que contaminando-se, de forma sistêmica, com a Corrupção, a imoralidade e a desfaçatez aliada a perversão de uma neo-capitalismo, já descrito por John Kenneth Galbraith, em sua obra o Estado Industrial, onde os homens da “mala preta” compram a representação e os políticos colocando o Estado Nacional e suas instituições como verdadeira ficção representativa que deveria espelhar a vontade do Povo Soberano mas na realidade é o covil dos vendilhões da pátria e dos interesses excusos que loteiam e administram o Estado Nacional não em prol do Povo Soberano mas em benefício próprio e das mega empresas que financiam esta avalanche de interesses mesquinhos sobre a coisa pública. Nós temos visto isto aqui no Brasil através de uma posição privilegiada que não cessa na procissão infindável de escândalos públicos que mostram e demonstram a contaminação sistêmica da corrupção como se fosse uma metástase ou carcinoma que apodrece o Estado levando a crise moral e econômica à Sociedade Civil que está sofrendo uma crise imensa agravada por estas relações espúrias.

A partir de 2013, aquele fenômeno que só manifestara-se no Norte da África e na Europa começou a assomar, com características ainda ordeiras, as praças e ruas brasileiras dizendo e repudiando as práticas do estamento político que teima em manter o Povo encerrado num aparato legal, legítimo curral normativo, mangueiras como diz o gaúcho, sujeitando o eleitorado as alternativas pobres e parcas de elementos contaminados, os políticos, oriundos dos mesmos aparatos deformados pela corrupção republicana, pois oligarquias ou verdadeiras quadrilhas se apossam dos quadros partidários, usando de financiamento público, dividindo suas verbas só entre os donos reais do partido, líderes e condutores, que logram os otários que se aventuram idealmente a participar deste jogo de cartas marcadas onde os mais perversos e distorcidos interesses privados se mesclam e aliam para assaltar a Agência de Representação que deveria atuar em nome do Povo Soberano mas atua em deformação atendendo os interesses particulares e dos apaniguados donos do regime neo-capitães hereditários que eternizam os donatários das velhas Capitanias Hereditárias que fundaram esta republica tupiniquim de bananas.  QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!!!

[1] Lévy Pierre – O QUE É O VIRTUAL? – Editora 34 – Coleção Trans – 1997 – São Paulo – fls. 109\110;

[2] Malberg – Carré de – Teoría General del Estado – Facultad de Derecho – México – ano 1998 – fls. 1054 e seguintes.- Primeira Edição  1922 em francês.

O BRASIL CORRE PERIGO

COMO NÃO SOU NADA E NUNCA SEREI NADA (FERNANDO PESSOA) PUBLICO O QUE OUTRO DIZ DE UM PATAMAR MAIS PRIVILEGIADO POIS EU AQUI NA PROVÍNCIA NÃO EXISTO…

http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/colunistas/paulo-nogueira-batista-jr/noticia/2016/12/brasil-corre-perigo-8876618.html#showNoticia=LUZJZG0jRUEzMDYxODAyODI5ODkyMDI2MzY4OmwsNjkyNzAwNDg0MDYxNzI2NDUyOCtjejY2MDMxMjA2MDA4NzEzMzc5ODR5SClMNkdlZU9uejAtRjg2TyE=

 

ESCREVI ANTES HÁ 9 ANOS ATRÁS E ALGUNS ANOS ATRÁS:

O BRASIL À BEIRA DO ABISMO

http://www.sergioborja.com.br/?p=401

 

GUERRA DAS MOEDAS E A IMPLOSÃO DO BRASIL E O FIM DO REGIME DA CONSTITUIÇÃO DE 1988          http://www.sergioborja.com.br/?p=1387

 

GUERRA DAS MOEDAS E SEUS EFEITOS SOBRE O REGIONALISMO – AMÉRICA DO SUL E BRASIL

http://www.sergioborja.com.br/?p=1187

 

A QUEDA DA ECONOMIA ESTÁ PREVISTA NESTE ARTIGO AQUI EM 2011

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=51134

RENÚNCIA DE MICHEL TEMER COM ESTABELECIMENTO DE PRAZO PARA ELEIÇÕES GERAIS E UMA CONSTITUINTE COM PROFUNDAS REFORMAS POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA

Sérgio Borja sentindo-se determinado em Solar Dos Borja.

RENÚNCIA DE TEMER, DISSOLUÇÃO DO CONGRESSO PARA UMA CONSTITUINTE COM PROFUNDA REFORMA POLÍTICA , ELEITORAL E PARTIDÁRIA….DEPOIS DA DELAÇÃO DA ODEBRECHT NÃO FICOU PEDRA SOB PEDRA….

PEDIDO DE RENÚNCIA DO PRESIDENTE MICHEL TEMER COM DISSOLUÇÃO DO CONGRESSO E CONVOCAÇÃO DE CONSTITUINTE

ETs, ALIENÍGENAS, ESPIRITISMO E A CORRUPÇÃO DESENFREADA NO PAÍS !

ETS OU ALIENÍGENAS E A CORRUPÇÃO DESENFREADA NO PAÍS E O ESPIRITISMO!

Fui ver pela segunda vez o filme Arrival ou À Chegada! Fui na segunda vez com minha filhinha de 10 anos, Maria Sofia, que estava muito curiosa para ver o filme. Não deixo de confessar que determinados dados e a característica criptográfica da linguagem do filme me intrigaram sobremaneira. O diretor e artistas são os seguintes:

arrival

A Chegada (Arrival) é um filme dirigido por Dennis Villeneuve (Sicario), trás Amy Adams (Batman vs. Superman), Jeremy Renner (Vingadores) e Forest Whitaker (Star Wars: Rogue One) no elenco. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de novembro de 2016, e fala sobre a chegada de 12 naves alienígenas à Terra, em 12 lugares espalhados por todo o globo. Amy Adams é a responsável por entrar em contato com os aliens que estão nestas naves e descobrir porque eles vieram para a Terra, vieram em paz ou vieram para guerrear? O problema é que a comunicação entre os humanos e os heptapods (nome que os humanos dão para os aliens no filme, pelo fato de terem 7 pés) é praticamente impossível, já que a linguagem falada e a linguagem escrita das 2 raças são bem diferentes.

Voltando à vaca fria você me perguntará: Mas qual a relação com a CORRUPÇÃO disseminada e sistêmica do sistema político brasileiro e o filme?????  Explico: PREMONIÇÃO, PREVISÃO, LEITURA DO FUTURO, OU DOMÍNINO DO TEMPO E DO EXERCÍCIO DA MENTE NO TEMPO, ISTO É, PASSADO, PRESENTE E FUTURO, interligando estes e andando nos mesmos como se fossem um PALÍNDROMO ou uma palavra ou frase que se lê nos dois sentidos. Como ANA, OVO, OSSO, RADAR ou frases inteiras como:

ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

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A personagem principal, uma professora doutora em línguas numa Universidade americana, é contatada pela inteligência do Exército Americano quando Naves como Ovos ou Conchas (Schell) estacionam em 12 pontos do planeta Terra criando uma expectativa imensa em várias potências mundiais sobre à sua natureza: Se eram turistas ou guerreiros espaciais e quais suas pretensões com relação ao planeta Terra?! A linha central da narrativa ou roteiro perpassa e intermeia reminiscências da personagem principal com a perda, por câncer, de uma filha amada da mesma e suas vidas ponteadas de profundo amor, carinho, junto a reminiscência da dor da separação causada pela inexorável morte da menina vitimada pela doença. O nome da menina é Hannah que é um PALÍNDROMO dos mais conhecidos pois pode ser lida e compreendida por ambos os lados, retirando, de certa forma a linearidade da linguagem humana. Esta relação tocou algo íntimo pois tenho uma filha com este mesmo nome e para qual escrevi uma poesia explorando as caraterísticas ambidestras do natureza de PALÍNDROMO do nome:

PARA ANA

Teu nome

Minha filha

É como estrada amiga

Vai e volta

Que seja assim contigo

Caminho de ida

Para abraçar

As estrelas

Da mente

Caminho de volta

Para não ter

Saudade da gente

Não te dou

A liberdade

Ela é tua

Como é teu

O choro

Clamando

Pelos teus

Morangos de leite

Sê exigente

Pois esta vida

É sede

Como o seio

Da tua mãe

É contente

Vai minha filha

Vai ser mulher

Vai ser anjo

Com asa de gente

Vai minha semente

Deste amor

Que me faz

Vai amar

Sofrer não é luxo

O mundo

É o mundo

Apesar de incoerente   (Pele Madura – 1984)

Esta relação íntima de já ter escrito para uma filha cujo nome é um PALÍNDROMO como a filha do filme criaram uma identificação emotiva que foram reforçadas pela temática da linguagem e da sua significância. Cito aqui, de memória, as palavras da doutora, personagem principal que é contatada pelo exército americano ou Nasa para decifrar a linguagem ou a significância expressional dos Ets ou Alienígenas. Ela cita a linguagem portuguesa dizendo que a mesma teve origem na Galícia e que na idade média era usada como linguagem poética ou de retórica teatral! Na extensão do aprofundamento da dissecação da semiótica da linguagem ela aprofunda-se na relação e menção das teorias da linguagem citando um estudioso que afirma que uma imersão em uma determina língua, por um usuário de outra língua, pode causar uma mudança em seu tipo de abordagem da vida!!! Tese esta esposada pelo estudioso citado (terei de ver o filme de novo para registrar seu nome). Procurei no Mister Google e Chomsky, Sausure e inclusive os Nominalistas preocupam-se ou preocuparam-se com a significância da linguagem e seus termos. O fio do roteiro permeado de reminiscências entremeadas com a realidade do contato imediato de terceiro grau, os ETs, que são HEPTAPODS, ou que são como aracnídeos gigantes que “falam” com os terráqueos, a professora e seu colega, que depois intuímos que seja ou fora seu antigo esposo, ambos pais da menina falecida. Eles, ao cabo de semanas em contato com estes alienígenas descobrem que sua linguagem baseada em círculos bordados, como se fosse aquela brincadeira infantil nojenta de arrancar cabeças de moscas e esmigalha-las num pequeno papel dobrado obtendo desenhos incríveis com o sangue das pobres moscas (é o que de mais semelhante em minha vida havia com os sinais e circunferências exaladas como fumaça pelos ETs). Sim, ambos os cientistas descobrem que estes signos não são uma linguagem linear humana, lida unicamente como mão única, para a direita ou para a esquerda, mas, para ambos os lados e mais, para todos os lados, dada a característica circular da mesma que expressa em miríades de outros círculos concomitantes, como quase ao fim do filme se possibilita a descoberta, ambos estabelecem as relações entre o tempo e a linguagem sendo que a personagem principal, a professora de linguagem, passa a usar de suas reminiscências e de uma capacidade obtida através do contato com os ETs, descobrindo em si e na sua filha, através de um processo de DEJÁ VU, como o filósofo NIETZSCHE afirma literalmente numa de suas obras que nós, seres humanos, repetimos no tempo nossas vidas, como e de forma análoga ao fenômeno que podemos criar quando colocamos um espelho atrás de nós e outro na frente e vemos a mesma imagem reproduzir-se ad infinitum, assim é que isto tem até uma interligação com a temática DE OUTRAS VIDAS ou do ESPIRITISMO ou das doutrinas INDÚS à respeito da REENCARNAÇÃO do espírito que volta, que retorna, para o aperfeiçoamento de suas falhas e faltas. No filme, esta premonição ou ciência do conhecimento e domínio do tempo, fornecida pelos ETs ou Alienígenas, e que une, finalmente os povos da humanidade, terminando com a belicosidade entre eles, colocando um general chinês, personagem do filme, que é contatado pela doutora em línguas, quando tudo estava perdido e a guerra era a única possibilidade gerada pela Babel da incompreensão, surge a ponte, a ligação, da visão do futuro, pela doutora, onde numa confraternização das nações, o General Chines, se não me falha a memória, Chang, lhe confidencia seu telefone e o que teria falado sua mãe ao falecer, à Doutora, que usando, deste conhecimento e destas palavras, através da meditação e da premonição, realimenta o seu dia vivido de presente com estes dados e assim faz com que a China, através de um telefonema direta ao general, mande retirar suas tropas e cancele a sua declaração de guerra aos ETs, conciliando da mesma forma a humanidade que passa para um processo de mútua colaboração terminando com as paranoias e as xenofobias do ser humano , que levam a guerra, construindo um futuro de harmonia e paz. Mas o que é que este filme tem a ver com a corrupção no Brasil criatura?  Tem a ver, com as palavras conhecidas da linguagem como PRECAVER, PREVER, PREVENÇÃO, PREVISÃO, que não necessitam de capacidades mágicas do ser humano, mas que o ser humano continua a aplicar ou a dar características mágicas ou supersticiosas que vem e tem origem nos velhos oráculos, nos augúrios, na leitura do futuro através dos jogos de búzios ou no sacrifício de animais e na leitura de suas entranhas e intestinos para desentranhar daí as névoas do tempo futuro. O homem, pela ciência, superou estas leituras e já é previdente estabelecendo para futuro instituições jurídicas que asseguram o seu Futuro através de Seguros ou através de Programas Previdenciários, cujo cálculo estatístico ou atuarial, no Brasil, e no Rio Grande do Sul, pecam por omissão, pois as manchetes de hoje ironizam a previdência gaúcha em fase falimentar demonstrada através dos dados de que hoje dois aposentados vivem da contribuição de um só trabalhador, tendo sido malbaratada as contribuições dos contribuintes iniciais. Mas e a CORRUPÇÃO Sérgio Borja? O que ela tem a ver com os ETs e a linguagem do filme? Tem a ver que com a ciência e a sua utilização, eu, um rapaz de 30 e poucos anos me candidatei lançando um livro intitulado CONTRA A CORJA SÉRGIO BORJA e que dava, em 1986 todos os lineamentos para uma profunda REFORMA POLÍTICA no BRASIL que retiraria a CONTINUIDADE DE UM ESTAMENTO, A PARTIDOCRACIA, QUE SE APOSSA DO ESTADO COMO SE ELE FOSSE SUAS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS, LOTEANDO-O COM SEUS ASSECLAS NUM REGIME DE QUEM INDICA, OCUPANDO CARGOS EM COMISSÃO, INDICANDO JUÍZES E AUTORIDADES PARA GOVERNAREM E JULGAREM SEM CONHECIMENTOS TÉCNICOS ESPECÍFICOS E AINDA COM SUA FIDELIDADE E APETITE CANINO QUE PERPETUA PARA SEMPRE O REGIME DE CORRUPÇÃO DA REPÚBLICA INSTITUINDO O QUE CARRÉ DE MALBERG, em sua Teoria Geral do Estado, páginas 1056, chama de verdadeira monarquia ou regime realista de sangue azul, em detrimento do conceito de República e seus princípios. No livro Contra a CORJA, que eu mesmo imprimi junto com meu amigo Túlio, numa máquina Remington de mesa, pagina por página, na chamada EUDITORA como intitulou minha amiga Tânia Carvalho em entrevista no seu programa de televisão da época:

contra-corja-1

Prevendo e mostrando o Futuro com prevenção este jovem que aí está na capa do livro disse ipsis literis ou verbum ad verbum…letra por letra:

CONTRA A CORJA

Contra a corja

Levanta o punho

Do verso

O poeta

Sérgio Borja

E vai a palavra

Clava

Empunhada ao ato

Na forja

Tempera o aço

P´ra dar

Mais força ao braço

Do lado do povo

Eu nasço

Do lado do povo

Eu faço

Alço vôo

O destino

Tem asa de fogo

A vida

É ave sem dono

Faço fogo

                Canto

                        Não sonho

Prá que o trigo do sol

Seja mais luz ao redor

E não haja

                  Sombras

Num mundo melhor

Faço fogo

                 Canto

                        Não sonho

Prá que a vida

                        Jamais esmoreça

                        E o poema aconteça!

MAS O QUE É QUE ESTE JOVEM DISSE NÃO DE POÉTICO MAS DE PRÁTICO E VITAL CONTRA A CORRUPÇÃO ?!

Nas páginas 9 deste opúsculo ele escreveu o artigo UMA FICÇÃO JURÍDICA: O PODER FISCALIZADOR que foi publicado em Opinião de Zero Hora..

Dizendo:     “Até hoje nenhum sistema Constitucional ousou reconhecer ao Povo o direito de Fiscalização. Esta, quando é adotada, é feita “interna corporis” (autofiscalização) pelos Três Poderes originariamente expressos, Legislativo, Executivo e Judiciário. Mas temos certeza que embora não expressa doutrinariamente por algum teórico ou mesmo por algum sistema concreto de Poder se traduz na expectativa popular, até hoje frustrada, e no pálido arremedo de auto-fiscalização mantido pelos Três Poderes existentes. Esta necessidade popular já se expressou com toda a sua pujança e ardor quando o Plano Cruzado I ainda era esperança e não a frustração que o tempo veio denunciar. Institucionalize-se a quarta função , fiscalizar e não teremos fiscais temporários de um Presidente (SARNEY E SEUS FISCAIS) nem marajás que aceitam estipêndios impenitentes, mas Fiscais do Povo, eleitos, assegurando a longa vida da Nação e da Pátria…institucionalize-se o Quarto Poder e, a sedição, a corrupção, a revolução e os golpes de Estado sob o domínio das facções, embasadas na ficção da representação popular, não acharão mais pretextos na Injustiça para abalarem o edifício da legalidade construída sob a vigilância do Povo e então, teremos escrito com o fogo eterno dos LEGISLADORES:” Todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido.”

O que mais relata este jovem com uma PREMONIÇÃO E PREVISÃO DO FUTURO QUE DE ONTEM É HOJE E NOS ATOLA ??!!!

Sobre REFORMA POLÍTICA, ELEITORAL E PARTIDÁRIA, fala candentemente com a visão do futuro no artigo EMANCIPAÇÃO E REPRESENTAÇÃO cruzando olhos numa análise perfunctória do atoleiro eleitoral partidário que vivíamos no ontem e que resultou neste hoje eivado de crises já previstas por aquele jovem:

“No nosso entender a causa de todo o problema diz respeito diretamente ao sistema eleitoral adotado. A legislação brasileira adota os sistemas de circunscrição única e proporcional sendo que os candidatos podem, nesta sistemática, receber votos, no município em sua totalidade por qualquer bairro ou distrito quando concorrem às Câmaras. No estado, os deputados podem colher seus votos em quaisquer regiões ou cidades. Pelo sistema atual não há vinculação absoluta e legal do candidato com a região, a sub-região, o município, o distrito, o subdistrito, nos dois níveis de representação, seja ela municipal ou estadual. Diz-se que o vereador ou deputado representam na proporcionalidade do voto os interesses do município ou do estado. Sob um ponto de vista abstrato isto até pode ser válido mas inserido na realidade complexa dos interesses sociais isto não passa de uma ficção pois a dispersão dos votos não obriga a uma efetiva vinculação do candidato à região. Gera-se assim uma dispersão de demandas objetivadas. Se existem cidades cujo quociente eleitoral não faz um deputado, por sua vez existem bairros ou distritos que da mesma forma não fazem vereadores. Se não pelo argumento numérico, pelo argumento de que o candidato às vezes não é do município, no caso dos deputados, ou mesmo não é do bairro ou distrito, no caso dos vereadores. O regime vigente, de circunscrição única, beneficia sobremaneira o candidato não local que tenha penetração através da MIDIA. Sob este aspecto soma-se à discussão a consideração que extrapola o problema relativo à localização do voto e da consequente cobrança de providências da representação ali estanque. ….

SOBRE AS COLIGAÇÕES – PÁGINAS 25

1º – As coligações são cemitérios de partidos. Estão aí o PMDB e o PFL, que através da Frente Liberal, em cima da impostura do Plano Cruzado I, edificaram uma vitória nas urnas que a partir do dia seguinte após as eleições se tornaram suplício do povo brasileiro: estão aí o PDS e PDT, que transformados numa invertebrada geléia ideológica amargam ainda hoje os efeitos de sua funesta coligação;

2º – Coligar é negar a lei básica e científica do crescimento natural. Todos os seres e por extensão, os sistemas de pensamento, têm seu nascimento e crescimento; queimar etapas é negar esta lei;

3º – Coligar é desrespeitar a vontade dos representados. É praticar o chamado “estelionato eleitoral”. Como, como justiça, seria permitido administrar a expectativa dos representados sem ter sufragada pelas urnas a representação?!! Vamos repetir a prática de administrar nas antecâmaras dos palácios, longe dos olhos e ouvidos do povo?!! A liberdade do povo não é só votar e creio que ele já está cansado de pescar dores na rede de matreiros políticos pescadores (Não estava pois relegeu e reelege os demônios novamente);

4º – Coligar é identificar. Lutar junto é se igualar. Se somos iguais por que nossas siglas são diferentes?!! Um programa mínimo seria a resposta? Respondo com outra pergunta: Na eventual vitória a responsabilidade pelos acertos ou erros seria dividida, perante a opinião pública, em cima da proporcionalidade dos votos dos partidos coligados ?!! (HOJE DILMA E TEMER) Na época. O PMD E O PFL , pelos desacertos da Nova República, em situação de coligação, estão devendo esta resposta ao povo até hoje;…..

ASSIM É QUE ESTE JOVEM QUE FUI EU, COMO FOI A PROFESSORA QUE INTERPRETAVA ETs NO FILME, SABIA E SABE O QUE ACONTECEU NO PASSADO E INTERLIGA ESTES DADOS COM O PRESENTE E COM O FUTURO…PREVENDO QUE HAVIA UMA CORJA NO PODER COMO HÁ ..mas no entanto a MAIOR PARTE DA HUMANIDADE NÃO VISUALISA ISTO e só agora , com a utilização do WHATS APP E das ferramentas das redes começou levemente a interagir na rede política FISCALIZANDO VERDADEIRAMENTE A CORJA AÍ INSTALADA…como TAMBÉM FOI DENUNCIADO PELO MESMO JOVEM , não mais com 30 anos , quando combatia com poesias e artigos mas agora pelo jovem de 40 anos candidato contra a CORJA…

princi1

Como o personagem de Hemingway em o Velho e o Mar, o pescador Santiago, esgotou em minha vida possível o possível máximo esforço para me cumprir no tempo passado, como pai, como trabalhador, e como sujeito ativo e vivo da cidadania de minha cidade, meu estado e meu país, dando o sumo de minha família num sacrifício de auto-financiamento com o dinheiro auferido de meu trabalho, financiando minhas 5 campanhas políticas e NUNCA RECEBENDO A VERBA PARTIDÁRIA QUE OS ELEITORES E CONTRIBUINTES PENSAM QUE AS MÁFIAS PARTIDÁRIAS DISTRIBUEM ENTRE SEUS CANDIDATOS…ELES LOGRAM O POVO E DISTRIBUEM SÓ ENTRE SEUS APANIGUAOS E CACIQUES COM SEUS AFILHADOS…hoje já idoso, envelhecido na luta política, mas sem cansar e lutando anonimamente com as armas da atualidade, facebook, linkendin, twiter, e internet..continuo minha atividade despretensiosa sendo que VIVIRIA TODA MINHA VIDA NOVAMENTE SEM MEDO NEM RECEIOS APERFEIÇOANDO MEUS ATOS E PUDERA PUDESSE RESGATAR A MÁGOA ETERNA QUE TRAGO, JÁ SEM MEDO DEPOIS DE TER VISTO O FILME E A SAGA DA PERSONAGEM PRINCIPAL, DE RECONCILIAR-SE COM A MORTE DE SUA FILHA, QUE MORREU COMO MINHA PRIMEIRA ESPOSA, Rita Gerdau, ao meu lado tendo ido na sessão partidária EM QUE AS MÁFIAS PARTIDÁRIAS derrotaram minha campanha para o SENADO DA REPÚBLICA minha última saída de CID CAMPEADOR ou como o velho FRONTEIRO DE BEJA  de Alexandre Herculano em suas últimas lutas e pugnas….O FILME ARRÍVAL….tem algo de ESPIRITISMO, ALGO DE NITSZCHE , ALGO DE HEMINGWAY, ALGO DE POÉTICO..ALGO DE REDENÇÃO AO SER HUMANO ATRAVÉS DO CAMINHO , NÃO LINEAR DA MEMÓRIA, MAS O CAMINHO TRANSCENDENTE QUANDO ELA INTERLIGA PASSADO, PRESENTE E FUTURO…..POR QUE EU SEREI SEMPRE CONTRA A CORJA SEM MEDO NUNCA DE SER RIDÍCULO!!!! Minha última filha chama-se Maria Sofia…não fui eu que coloquei o nome pois entre meus 6 filhos só nominei à Francisco que sempre foi um nome tradicional de todos os Borjas…mas…no nome da Maria Sofia, como o nome de Ana, minha primogênita contém toda esta história e esta reflexão e consciência, já minha última filha traz o cataplasma da sapiência da idade pois em Maria se revela a divina sapiência da dor materna pelo sacrifício do FILHO e Sofia, a sapiência e tolerância de apreender e repassar esta aprendizagem para o aprimoramento do SER no TEMPO interligando PASSADO, PRESENTE E FUTURO como a personagem do filme podendo repetir, numa imagem do filósofo Nietzsche, como infindas imagens em espelhos, minha vida rumo ao seu aperfeiçoamento eterno como a visão profética que nos traz Alan Kardec com sua ciência dos espíritos….SEM MEDO DE SER FELIZ…….FELIZ NATAL DE 2016 A TODOS QUE CONSEGUIRAM LER…POIS SÃO POUCOS OS ESFORÇADOS E QUE CHEGAM A MORADA DO SENHOR

A DESCONSTRUÇÃO DA IMAGEM PÚBLICA DE JOAQUIM BARBOSA DE HERÓI À VILÃO!!!

Sérgio Borja sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

Agora mesmo · Porto Alegre ·

 A DESCONSTRUÇÃO DA IMAGEM PÚBLICA DE JOAQUIM BARBOSA DE HERÓI À VILÃO!!

TODAS AS PESSOAS INDEPENDENTES OU AUTÔNOMAS SÃO DESMONTADAS E DESCONTRUIDAS SE NÃO PERTENCEM A UM PARTIDO…O ESPAÇO POLÍTICO DA NOTORIEDADE E DA FAMA É ADMINISTRADO NO PAÍS…ESTE SUJEITO NÃO SE FILIOU E SUA IMAGEM VAI SER DESCONSTRUÍDA GRADATIVAMENTE…OS LEIGOS NÃO SABEM QUE VIVEMOS EM 1984 SOB UMA DITADURA CIVIL ABJETA EM QUE SE PENSA SER LIVRE MAS NA REALIDADE OS DADOS E AS INFORMAÇÕES PARA A OPINIÃO PÚBLICA SOFREM INTERFERÊNCIA DE REENGENHARIA DE IMAGEM E DE OPINIÃO…SÓ AQUELES TÍTERES DOS PARTIDOS E DOS GRANDES GRUPOS ECONÔMICOS E DA MÍDIA PODEM SER POLÍTICOS…E CRESCEM NA RELAÇÃO DIRETA DE SUA DEPENDÊNCIA PARA COM ESTES PODERES….POIS SENÃO FICAM CONDENADOS A SEREM ETERNOS VEREADORES OU MEROS DEPUTADOS ESTADUAIS PARA TODA A VIDA….TENHO DITO….QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA….1984 DE GEORGE ORWELL…JÁ ESTÁ ENTRE NÓS HÁ DEZENAS DE ANOS…

Cuidado – Talvez esse OMISSO e SUSPEITO possa ser o “homem da esquerda” para 2018 – Lembre-se de LULA, FIDEL, CHAVES, STALIN, POL POT, MAO, LENINE…

HISTÓRIA DA FAMÍLIA BORJA EM SANTA CATARINA E RIO GRANDE DO SUL

https://www.facebook.com/sergio.borja.14# 

HISTÓRIA DA FAMÍLIA BORJA EM SANTA CATARINA E RIO GRANDE DO SUL E DOS VÁRIOS TRONCOS INCAS, INDIOS, PORTUGUESES AÇORIANOS, PORTUGUESES DO TRÁS DOS MONTES, ESPANHÓIS, ITALIANOS, ALEMÃES E SUECOS QUE DESEMBOCARAM NESTE ESTUÁRIO GENÉTICO DANDO SUA CONTRIBUIÇÃO. VIDE O VÍDEO DO YOUTUBE CUJO LINK ESTÁ AQUI (É SÓ CLICAR NO LINK AZUL):

 https://youtu.be/tJsK2D_ganE

Sérgio Borja adicionou 2 fotos e um vídeo sentindo-se abençoado em Solar Dos Borja.

A SAGA BORJA OU HISTÓRIA DE MINHA FAMÍLIA. UM DIA ANTES DE MEU ANIVERSÁRIO DE 67 ANOS CONSEGUI CONSOLIDAR A MEMÓRIA ORAL E VISUAL QUE ME FOI TRANSMITIDA PELOS PAIS, AVÓS E PARENTES E QUE CONSEGUI COLOCAR EM VÍDEO NESTA LINGUAGEM PARA MEMÓRIA DE MINHA FAMÍLIA O QUE ME FOI RELATADO ORALMENTE E QUE PESQUISEI E JUNTEI OUTRAS FOTOGRAFIAS

Foto de Sérgio Borja.
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DA ESTAGFLAÇÃO PARA A ESTAGNAÇÃO COM UMA LEVE CURVA ASCENDENTE RUMO A RETOMADA DO CRESCIMENTO NA GUERRA DAS MOEDAS NO BRASIL

DA ESTAGFLAÇÃO PARA A ESTAGNAÇÃO COM UMA LEVE CURVA ASCENDENTE RUMO A RETOMADA DO CRESCIMENTO NA GUERRA DAS MOEDAS NO BRASIL

 

A aprovação da PEC 241 hoje, sujeita ainda aos destaques e a uma nova rodada na Câmara e posteriormente no Senado, em razão do duplo turno como determina o art. 60 da Constituição, é uma providência que visa salvar o Estado Nacional Brasileiro da catástrofe futura. O Governo passado, sob a ótica petista, apostou num processo de inflação disseminada para assim, usando os conceitos esposados por John Maynard Keynes, em seu Pequeno Tratado, através da inflação, diluir o valor da dívida pública ao mesmo tempo que sua política salarial visava, com profundo populismo, inflacionando o valor nominal dos salários dos trabalhadores, passar aos mesmos uma noção de ganho o que reverteria em votos dos mesmos. Este processo gerou uma queda abrupta do real em sua equivalência em dólar ocasionando toda a reação em cadeia, na economia, que redundou numa forte aceleração da inflação por demanda interna com o encarecimento dos custos e mais uma vez a retroalimentação do processo inflacionário em seu círculo vicioso. A política adotada pelo competente e experiente Ministro Meirelles, que causou o boom econômico no primeiro governo de Lula, pois o PMDB aliado ao PT não abriu mão do controle sobre a economia neste primeiro momento só caindo do poder, literalmente, em termos econômicos e políticos com a ascensão de Guido Mantega, que como um títere nas mãos de Dilma, passou a incrementar o que chamei de doping econômico eleitoral, pedaladas, etc, que já foram devidamente analisadas na ocasião. Aqui estão os vários artigos em que adverti o governo Dilma sobre seu atalho econômico e as suas consequências: http://www.sergioborja.com.br/?p=1298  Ora, o competente Ministro Meireles com uma experiência densa adquirida nas coisas de trato público à Frente do Ministério da Fazenda reaplica os mesmos remédios da chamada meta de inflação visando ao controle da situação. Os primeiros efeitos de sua política criteriosa, baldados os esforços frente a grandeza dos problemas acumulados pela administração anterior, oferecem paulatinamente uma mudança de perspectiva sendo que logo nos primeiros meses de sua administração o câmbio do dólar passou a ter uma queda gerando uma leve apreciação do real. Ora, assim é, que se forem mantidas as premissas, como se depreende do quadro dos juros e da leve queda ensejada pelo COPOM na Selic, nós teremos com o passar dos meses e anos, gradualmente um novo processo de apreciação do real junto ao dólar. Isto levará sem sombra de dúvidas a vários fenômenos endógenos (internos) no Brasil em razão desta política já encontrar a base salarial expandida e inflacionada nominalmente em real, sendo que a apreciação em dólar do real, levará a um aumento do poder aquisitivo daqueles setores que foram aquinhoados com o processo inflacionário, que na forma anterior levava, paradoxalmente, embora com o aumento nominal ou numérico do salário, levava a uma perda gradativa de seu poder aquisitivo sendo que a política atual dificulta o acréscimo positivo nominal do salário mas, em contrapartida, propicia a sua valorização em dólar reposicionando e trazendo ganhos enormes a todos estes setores criando afetações na ÁREA PÚBLICA E NA ÁREA PRIVADA. Prevendo estas afetações na ÁREA PÚBLICA em razão do possível estrangulamento do Estado Nacional Brasileiro com uma dívida orçada atualmente em mais de 3 trilhões de reais mas que, paulatinamente, com a melhora da economia através dos parâmetros aplicados por Meirelles levarão a uma apreciação em dólar da dívida na proporção este incremento da valorização endógena do dólar. Da mesma forma os salários dos trabalhadores da área pública sofrerão, com a valorização do real, um incremento no seu valor aquisitivo fazendo com que a conjugação de ambos os fatores, aumento da dívida e aumento de salários, não nominal mas aquisitivo, produzam mais e mais um definhamento e um esgarçamento do Estado Nacional que já tem seu pacto federativo estraçalhado pela pressão da dívida dos estados da federação e municípios que não possuem a capacidade de emissão monetária e cujos impostos, no bolo federativo, são menores em razão dos impostos federais. Assim é que a PEC 241 vem na esteira da previsão futura desta revalorização do real em dólar e seus efeitos sobre a massa salarial dos funcionários ativos, aposentados e pensões da máquina pública federal, estadual, municipal e distrital que, somando-se a dívida e seus juros escorchantes, pressionarão, pelo efeito de valorização do real, o orçamento público. Assim, o porquê do congelamento alvitrado pela PEC 241 que tem por fim criar uma passagem para o resgate do modelo constitucional de 1988, de Social Democracia, onde educação, saúde e segurança são custeados na fatia maior pelo Estado Nacional, sob pena de ocasionar no futuro o desabamento das possibilidades deste custeio e da inevitabilidade de adoção de um regime de liberalismo puro, modelo americano, em que o Estado abandonaria o custeio de investimentos em infraestrutura, educação e saúde, reduzindo-se unicamente às suas funções originais que seriam a prestação Jurisdicional, a Segurança interna, polícias e externa, forças armadas, emissão monetária, medidas e estatísticas reduzindo-se a um Estado Gendarme com a morte do Welfare State criado em 1930, por Getúlio Vargas e que atravessou indene pelas constituições de 1934, 1937, 1946, 1967,1969 e 1988 constituição que é a cúspide do aperfeiçoamento constitucional do verdadeiro Bloco Constitucional Democrata Social Brasileiro. Estas medidas de congelamento do gasto público alvitradas pelo governo Temer através de Meirelles, juntamente com as providências que terão de ser tomadas no plano da previdência, reformulação trabalhista e racionalização dos impostos federais, estaduais e municipais, poderão, com grande dificuldade, salvar o regime social democrata de sua rota de implosão e destruição. É este movimento de desvio de rota do modelo anterior dilmista retirando-o da beira do precipício e levando-o a um retorno de investimentos através do saneamento das contas públicas e do meio monetário que regula a economia retomando o conceito de DIREITO Á MOEDA seja, um valor em dólar que, embora congelando ou mantendo o valor nominal da moeda real, possibilita, no entanto a sua revalorização em termos de poder aquisitivo em dólar. Se sobre a área pública os efeitos mais evidentes sejam estes, de forma simplificada, na área privada os efeitos são mais complexos pois temos uma massa salarial que foi alinhada ao processo inflacionário, através de Decreto (só Getúlio Vargas conseguiu esta façanha sob a ditadura de 37), todo o começo de ano. Ora, é exatamente este processo que incrementa através do aumento do salário estimulado pela queda de juros, baixo custo do crédito, e meio circulante inundado pelo processo de emissão, o processo de alimentação da inflação que sob nominalmente o valor do salário sendo que no entanto o mesmo já não adquiria as mesmas mercadorias perdendo assim seu poder aquisitivo paradoxalmente ou em contradição com seu aumento ou valorização numérica. Quando do início do processo inflacionário eu adverti desta política com respeito aos seus efeitos sobre a área do PIB brasileiro, seja o Agronegócio. O efeito inflacionário de desvalorização do real por Dilma e Mantega levava à uma apreciação em dólar dos insumos importados em grande maioria para o funcionamento da agricultura de exportação. Adubos, maquinários, sementes, pesticidas, produtos veterinários, etc, aumentando os custos internos de produção que já tinham o acréscimo do aumento de salário indexado somando-se ainda, em razão da queda do real, a queda da mesma forma nos preços das commodities no exterior em seu preço obtido em dólar levando a confluência de todas estas perdas a um grande baque na produção agrícola ocasionando assim a desistência, o endividamento e seu agravamento pelo setor, através de aumento dos custos dos insumos, salários e queda do valor de venda do produto. Assim é que logo passou-se a acelerar, com mais estes efeitos, a inflação em real pelo aumento dos preços de venda das commodities tentando remunerar os prejuízos advindos das correções em epígrafe. Ora, com a política atual, lenta e gradualmente haverá, mesmo sob a pressão dos salários que apreciarão em dólar, uma queda dos preços de importação dos produtos como adubos, sementes, pesticidas e produtos veterinários, fazendo com que a taxa de retorno nos investimentos rurais aumente e assim aumente o investimento e seu retorno que se espalha da mesma forma causando um incremento do consumo dos produtos industrializados e dos serviços que paulatinamente, retroalimentados pela geração do PIB agrícola retomarão aos índices anteriores, com grande dificuldade, lenta e gradualmente. Com as feridas já causadas pelo cancro comunista e anarquista que visava à debacle econômica para assim propiciar a revolução nos termos ideológicos do Foro de São Paulo, restam no entanto, as escarificações e feridas abertas que, no entanto, já foram testadas politicamente com a derrota fragorosa da esquerda nas eleições sendo que o povo repeliu a sua corrupção sistêmica e endêmica e também os “remédios” que ministrava a economia, adulando com o crescimento nominal de salário dos trabalhadores que no entanto era vazio de poder aquisitivo pois, mais e mais , precipitava-se dificultando até mesmo a sobrevivência dos operários. Se com relação ao Agronegócio as mudanças para melhor se darão a longo prazo e lentamente, com relação ao setor industrial teremos maior dificuldade pois este setor e o de serviços emprega um número massivo de funcionários sendo que o salário é, no custo de produção, o vetor mais importante e que, em razão da inflação anterior que aumentou o valor nominal do salário mas baixava concomitantemente seu valor aquisitivo, com o incremento do real frente ao dólar, através da nova política de Meireles e Temer, estes operários e trabalhadores das cidades terão um incremento, senão nominal, pelo menos um grande incremento na proporção e medida de valorização do real frente ao dólar aumentando assim seu poder aquisitivo de muitas mercadorias. No entanto, o setor industrial, comercial e serviços, manterá em razão do patamar de inflação nominal herdado anteriormente, com o incremento do seu valor em dólar, um aumento de custo ou melhor, uma verdadeira perda maior de competitividade com os produtos oriundos do estrangeiro e similares e com o encarecimento de seus custos via aquisição de commodities internas, que com a apreciação do real terão uma apreciação veraz, causando assim uma perda de competitividade interna e externa destas industrias que estão passando por um processo de desindustrialização cada vez maior ao fenômeno Guerra das Moedas que nem a França, onde estive a questão de mês, também não escapa a esta lenta substituição do setor de indústrias de menor poder agregado pelo de serviços. Assim é que sem perspectiva de uma baixa de custos que seria causada pelos salários, que em dólar já foram valorizados, pela incidência de impostos escorchantes, de uma regulação absurda que dificulta os negócios por falta de racionalização, sem uma flexibilização laboral, pelo incremento dos custos internos dos insumos nacionais em dólar e seu consequente aumento no mercado internacional e interno, o setor industrial passaria pelo seu Inferno de Dante (lasciate ogni la esperanza voi que entrate – perdei aqui todas as esperanças vós que entrais) ocasionando nos grandes setores a busca da otimização de custos através da racionalização tecnológica, informatização, pois as multinacionais ancoradas na China Comunista que pratica dumping social e dumping monetário, juntamente com vários países do leste asiático, paraíso das Transnacionais Corporations que aliaram-se aos fatores de retorno, através da segurança jurídica dos investimentos feitos, no fenômeno da GUERRA DAS MOEDAS este processo de derrocada de todos os meios regulados ou ESTADOS NACIONAIS DO DEVE SER, dejam eles ditaduras comunistas, sociais democracias, etc que em razão do alto custo de manutenção pelo Estado de SEUS DIREITOS POSITIVOS encarece sobremaneira a produção de commodities, mercadorias e produtos industrializados, para alimentar um estado paquidérmico que é agravado em seus déficits pela intermediação de PARTIDOCRACIAS CORRUPTAS no mais alto grau, como se viu e constatou aqui no BRASIL através dos vários escândalos em que dirigentes governamentais intermediavam através de polpudas e bilionárias propinas o troca troca de favores entre a área pública e privada intermediando o cartório estatal que está falindo frente a alta desregulação oriunda da mundialização e globalização. Estamos vivendo a falência do cartório estatal pois serviços como UBER dinamitam o cartório de concessões de placas aos taxis; o serviço Messenger e Whatsapp através da internet estouram os ganhos dos cartórios de concessões das antigas companhias telefônicas; as bandeiras de cartão de crédito invadem o espaço do meio circulante em moeda papel ou metal substituindo-o gradativamente pelo dinheiro eletrônico estimulado pela ganância estatal que visa, da mesma forma, eliminar a econômica informal e fiscalizar fazendo-a que pague também impostos, através do controle propiciado pela moeda dos cartões, criando outro efeito que é o esmaecimento ou a substituição do Estado Nacional que tinha como uma de suas motivações criacionais, além da segurança, prestação jurisdicional, etc, a emissão monetária em metais e depois a fiduciária em moeda papel; da mesma forma a desregulação atinge até as profissões sendo que a prostituição, mais velha das profissões do mundo, sofre a concorrência direta de produtos como o TINDER que faculta o exercício da liberdade sexual e sua prática, sem pagamento, pela simples concatenação da vontade de fazer sexo com os desejos disseminados por todos os sexos e orientações sexuais. Vivemos a época da desregulação total que atinge da mesma forma os jornais e rádios , concessionários do estado nacional, que são gradualmente substituídos pela rede social com uma veracidade de informação ainda não tão boa mas cada vez mais aguçada e que vai levando os jornais tradicionais, impressos em papel que necessita da exterminação de florestas e que causa efeito estufa, a serem paulatinamente substituídos pelos consumidores que não querem mais se intoxicarem com as emanações da tinta de impressão rica em chumbo e outros componentes danosos à saúde; da mesma forma a política que era feita através de comícios e nas velhas fórmulas tem agora, através da desregulação, a concorrência da Rede Social que mediante o uso do Facebook, twiter, linkendin, too, e outros produz um fenômeno no século XXI , do que Pierre Lévy cognominou do EU NO ENTRE SI que desbancam as velhas perspectivas causando uma revolução nos costumes que já está em plena atividade na Grécia, na Catalunha, no Egito e no Brasil dos Caras Pintadas do VEMPRÁRUAJÁ# . Assim é que a política de Meirelles e Temer, embora eivados do clientelismo das corporações enquistadas e donas do poder, que condicionam as possíveis manobras do poder em busca de um mar mais calmo para a sua sobrevivência e a do Estado Nacional Brasileiro embuído da Democracia Social aurida através de um legítimo bloco constitucional de SOCIAL DEMOCRACIA e portando , um regime altamente regulado, que não tem condições de competir na GUERRA DAS MOEDAS se não fizer as correções de rumo necessárias, como estão sendo feitas. O futuro dirá nesta saída lenta e gradual, se o povo não será enganado novamente pela esquerda populista que vende milagres econômicos no discurso e produz a ruína, como a da Venezuela e Cuba, ou se o povo ou os setores do voto responsáveis saberão escolher entre o precipício e a longa planície que se oferece num porvir de alta tecnologia num mundo e planeta em que o velho artefato político, o Estado Nacional cada vez mais esmaece suas funções originais frente a interação com o restante da comunidade das nações civilizadas. Vejo assim uma luz no fim do longo túnel que terá de ser percorrido, com grande sacrifício para o povo que deverá estar alerta para que seus representantes não traiam suas expectativas como o faziam apunhalando-os pelas costas através da destruição de seus direitos, sua moeda e sua economia, detonando com seus empregos e as oportunidades de seus filhos e da mesma forma com a pensão daqueles que deram sua contribuição à Sociedade. Esperanças….numa caminha lenta, gradual e muito difícil….com borrascas pela frente…..Um fato relevante é categórico: Para restabelecer a confiança do Povo em seus mandatários há de se reciclar completamente a área pública depurando-a dos notórios corruptos e dos adeptos da velha política de compadrio, do quem indica, do clientelismo que abastarda a produção racional e nossa redenção como nação de futuro. QUOSQUE TANDEM CATILINA ABUTERE PATIENTIA NOSTRA!